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Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - Portugal

 
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla

Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla
Rua Zófimo Pedroso, 66
1950-291 LISBOA

Telefone: 218 650 480
Telemóvel: 934 386 904

www.spem.org

 
   
 

O que é Esclerose Múltipla?


A EM é uma doença crónica, inflamatória e degenerativa, que afecta o Sistema Nervoso Central (SNC). É uma doença que surge frequentemente entre os 20 e os 40 anos de idade, ou seja, entre os jovens adultos. Afecta com maior incidência as mulheres do que os homens.

 

Esta patologia é diagnosticada a partir de uma combinação de sintomas e da evolução que a doença apresenta na pessoa afectada, com recurso a exames clínicos/exames complementares de diagnóstico (Ressonância Magnética Nuclear, Estudo de Potenciais Evocados e Punção Lombar).

 

Estima-se que em todo o mundo existam cerca de 2.500.000 pessoas com EM (dados da Organização Mundial da Saúde) e em Portugal mais de 5.000 (João de Sá, 2005).

 

A EM pode produzir sintomas idênticos aos de outras patologias do SNC, pelo que o diagnóstico poderá demorar anos a acontecer.

 

O que causa a Esclerose Múltipla?

 

Apesar das grandes pesquisas efectuadas, ainda não sabemos quais são as causas da EM. Mas existem algumas ideias sobre os factores que podem ser responsáveis.

    Factor ambiental


    Para começar, a EM não ocorre com a mesma frequência em todos os países do mundo. A EM afecta em especial as pessoas de raça branca, na Europa, América do Norte e Austrália (figura 3). As diferenças não são tão acentuadas como se pensava anteriormente, mas sabemos hoje que tanto no Hemisfério Norte como no Hemisfério Sul, a EM é tanto mais frequente quanto mais afastado do equador está o país. No passado foram realizados estudos sobre os efeitos da emigração. A EM ocorre com frequência relativamente menor em países como Israel e África do Sul e com frequência relativamente superior em Inglaterra. Aparentemente, as pessoas mais idosas que emigram têm as mesmas probabilidades de sofrer de EM do que se permanecessem nos seus países de origem.

Mas as crianças que emigram têm as mesmas probabilidades de vir a sofrer de EM que as pessoas que sempre viveram no país para o qual as crianças emigraram. Parece existir um ponto de viragem por volta dos quinze anos de idade que influencia os riscos de contrair EM. Por isso, pensa-se que o meio ambiente em que as pessoas vivem pode ter algo a ver com o desenvolvimento da EM. figura3
 

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