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Concelho de Aljezur
Praias

Inserido na Costa Vicentina, o concelho de Aljezur, com uma orla costeira com mais de 40 Km de extensão, apresenta um clima mediterrânico com influência marítima e uma temperatura média mensal que varia entre os 6º C, o mínimo do mês mais frio e os 29ºC, máximo do mês mais quente. A precipitação média anual é de 400 a 500 mm e a insolação de 2800 a 3000 horas anuais. Predominam os ventos de NW e de N.
As praias rodeadas pelo perfil serrilhado de altas arribas xistosas, ora prolongam-se terra adentro em dunas extensas ora são conchas de areia dourada ladeadas pelas rochas negras altaneiras. Nesta costa poderá assistir a um magnífico pôr-do-sol.
Paraíso dos pescadores, dos surfistas e praticantes de Bodyboard, assim como dos amantes da natureza, também famílias com crianças podem aqui desfrutar de umas agradáveis e tranquilas férias.
Assim, a seguir se distinguem as praias mais adequadas para Famílias (FAM), as ideais para os Amantes da Natureza (AN) e as mais procuradas pelos surfistas e praticantes de Bodyboard (SURF/BB).

PRAIA DE ODECEIXE (FAM)
PRAIA DE ODECEIXE-SUL - “PRAIA DAS ADEGAS” - (AN)
PRAIA DA SAMOUQUEIRA (AN)
PRAIAS DE VALE DOS HOMENS E DA CARRIAGEM (AN)
PRAIA DA AMOREIRA (FAM)
PRAIA DE MONTE CLÉRIGO (FAM)
PRAIA DA ARRIFANA (FAM, SURF/BB)
PRAIA DE VALE FIGUEIRAS (FAM, SURF/BB)
PRAIA DA BORDEIRA (AN)
PRAIA DO AMADO (AN, SURF/BB)

Monumentos:

Museu Municipal (composto por dois núcleos museológicos e uma galeria de arte)

Núcleo de Arqueologia – Apresenta importantes vestígios arqueológicos dos períodos Mirense (final da Idade Glaciária - 7000 anos a.C.), Neolítico Final/Calcolítico (3000-2500 anos a. C.) e Idade do Bronze (1200-900/800 anos a.C.).
Interessante conjunto de cerâmicas muçulmanas provenientes do Castelo de Aljezur. Destaca-se ainda a Pedra de Armas com o Brasão da Ordem de Santiago, que se julga proveniente da antiga Igreja Matriz de Aljezur, destruída pelo terramoto de 1755.

Núcleo de Etnografia – Com a representação de um quarto e uma cozinha tradicionais, apresenta ainda um amplo espaço com um valioso espólio, onde constam peças da etnografia aljezurense, tais como: a charrua, a carroça, os arados, bem como diversos utensílios utilizados na lide diária das actividades tradicionais.

Igreja da Misericórdia – Edificada no século XVI, ficou danificada pelo terramoto de 1755, pelo que foi reconstruída no século XVIII. Possui um singelo portal renascentista, que ostenta a data de 1577. Propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Aljezur, o seu interior é também de uma grande simplicidade, com uma só nave e um pequeno e simples arco triunfal (Renascença).

Museu de Arte Sacra Monsenhor Manuel Francisco Pardal – Anexo à Igreja da Misericórdia, é um museu de temática religiosa (Arte Sacra), com o espólio da Misericórdia de Aljezur, da Paróquia de Nossa Senhora da Alva e com algumas ofertas e aquisições. O seu patrono é o ilustre aljezurense Monsenhor Cónego Manuel Francisco Pardal (1896/1979).
As peças estão distribuídas por sete vitrinas de acordo com o Tempo Litúrgico da Igreja Católica: Advento, Natal, Tempo Comum, Quaresma e Semana Santa, Páscoa, Pentecostes e Tempo Comum. De destaque é a primeira vitrina que contém objectos pessoais e outros, referentes ao patrono deste museu.

Casa-Museu Pintor José Cercas – Do acervo da casa do pintor José Cercas (1914-1992), natural desta vila, constam peças de louças nacionais e estrangeiras, faianças, esculturas, arte sacra, valioso mobiliário de várias épocas, quadros e desenhos da sua autoria e outras pinturas de artistas nacionais.

Museu Antoniano – Foi anteriormente a capela de Santo António de Aljezur, construção do séc. XVII. Depois de 1809 passou a servir de habitação, tendo sido, em 1998, aqui instalado um museu alusivo a Santo António. Possui imagens do santo de épocas diferentes, quadros, gravuras antigas, livros, moedas e medalhas, estampas e outras curiosidades relativas ao tema.

Castelo – Monumento Nacional. Erguido pelos árabes no séc. X e tomado aos mouros no séc. XIII foi o último castelo a ser conquistado no Algarve. Embora em mau estado de conservação, mantém a sua cerca de muralhas (séc. XIV) e duas torres. Daqui desfruta-se de uma magnífica vista panorâmica: a nascente sobre a imensa várzea de Aljezur e sobre a zona da Igreja Nova, e a poente sobre o Vale D. Sancho, onde outrora se cultivava o arroz.

Fonte das Mentiras – Situada à beira do caminho, na base do contraforte oeste do cerro do castelo, é poeticamente um lugar de conjuntura arqueológica e histórica e tema de variadas lendas. É que a fonte, defendem, através de uma passagem subterrânea comunica com o castelo e ali se escondera uma bela moura, amada por um cristão, aquando da conquista da vila.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Alva ou Igreja Nova – Localizada no aglomerado urbano da vila de Aljezur denominado de Igreja Nova, foi erigida nos finais do séc. XVIII. O interior, de três naves, apresenta o retábulo da Capela-Mor em talha neoclássica (1809), ostentando a imagem da padroeira de Aljezur, Nossa Senhora da Alva.

Ruínas da Fortaleza da Arrifana – Apesar de nos meses de Verão se armar, frente à Praia da Arrifana, uma armação de pesca, só no reinado de Filipe III (1635) aí se mandou levantar um Forte para defesa dos pescadores, da praia e enseada, sendo Governador e Capitão-Mor do Reino do Algarve, D. Gonçalo Coutinho.
Com o passar dos anos, o forte foi-se progressivamente destruindo, sobretudo devido à acção do tempo e das águas do mar nas marés vivas. Reedificado em 1670, foi em 1755 atingido pelo grande terramoto, tendo ficado profundamente danificado.
Autêntico miradouro natural, daqui poderá desfrutar de uma das mais belas panorâmicas da Costa Vicentina.

Rîbat da Arrifana - Próximo do Vale da Telha, o Rîbat da Arrifana, convento-fortaleza fundado pelo mestre sufi Ibn Qasî, cerca de 1130, foi erguido na Ponta da Atalaia e servia durante a longa ocupação árabe como um misto de centro religioso e militar.
Escavações arqueológicas levadas a efeito puseram a descoberto um conjunto de mesquitas e de oratórios, de diferentes constituições e dimensões, continuando ainda os trabalhos por equipas de arqueólogos. Estamos perante o que resta de um dos maiores Rîbats jamais encontrados na Península Ibérica.
Em particular, mantêm-se extremamente bem conservados os espaços consagrados às orações a Alá, virados para Meca.

Igreja Paroquial de Odeceixe – Construída no século XIX foi inaugurada em 1880. A padroeira é Nossa Senhora da Piedade e pertencia ao padroado da Ordem de Santiago.
A arquitectura é de uma grande simplicidade, destacando-se no interior, um equilibrado arco triunfal de estilo manuelino. Capela-mor em estilo neoclássico.

Moinho de Vento de Odeceixe – Localizado no alto da vila de Odeceixe. Em pleno funcionamento, é possível observar-se todo o processo artesanal de moagem de cereais, onde o moleiro vigia a direcção do vento e domina todas as tarefas implícitas na moagem. Também deste local poderá desfrutar de uma magnífica panorâmica sobre o casario branco da vila, sobre a várzea e sobre a serpenteante ribeira de Seixe.

Adega-Museu de Odeceixe – Este núcleo museológico pretende recriar um espaço de adega, tal como outrora existiam várias nesta zona, sobretudo entre as décadas de vinte e quarenta do século XX. Esta casa desempenhava para o seu proprietário uma função social. Para ela convidava os amigos para a “prova do vinho” e para a “petisqueira”, como nela se podia ultimar um “negócio” ou oferecer a “adiafa” (refeição ou merenda oferecida aos trabalhadores pela conclusão de uma tarefa agrícola ou de uma construção).
No seu espólio podem ser observados os utensílios suficientes para o desempenho da actividade.

Moinho de Arregata – A escassos metros de Rogil, sede de freguesia, encontra-se o Moinho de Arregata. Também aqui é possível observar-se os engenhos e utensílios artesanais de moagem de cereais.

Igreja Paroquial da Bordeira – Templo possivelmente anterior ao terramoto de 1755, apresenta uma arquitectura bastante simples. Porém, o seu interior, de uma só nave, é de um enorme contraste com o exterior. O arco triunfal, o altar-mor e os colaterais apresentam-se em talha barroca, com motivos genuinamente algarvias, como os figos, que proliferam por toda a província. A padroeira é Nossa Senhora da Encarnação.
Na frontaria principal da igreja da Bordeira existe um pórtico de cantaria em estilo manuelino, que dá acesso ao antigo cemitério, anexo à igreja. Admite-se, contudo, que não foi executado para este fim, considerando-se o seu posterior reaproveitamento para aquela entrada.

Fortaleza e Igreja da Carrapateira – Situada na aldeia da Carrapateira, a Fortaleza data de 1673, para defesa da costa contra os corsários marroquinos e envolve a igreja à data já existente naquele local, dedicada a Nossa Senhora da Conceição.

Museu do Mar e da Terra da Carrapateira - Localizado na aldeia da Carrapateira, este museu pretende transmitir a vida do mar e de quem dele subsiste, assim como as actividades ligadas à terra, através de audiovisuais e da representação de objectos e utensílios utilizados na lide diária dessas actividades tradicionais.


 

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