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São Miguel - Ponta Delgada

São Miguel é a principal ilha do arquipélago dos Açores, e Ponta Delgada é a sua bonita capital. Muitos viajantes desembarcaram aí e ficaram encantados pela imensidão verdejante das suas florestas e pastos: as hortênsias juntam cor ao cenário e as vacas a pastar nos campos criam uma imagem digna de um postal.

Ponta Delgada é a maior cidade dos Açores e também a mais visitada. As casas e edifícios caiados e as igrejas e conventos dos séculos XVII–XVIII decoram os seus montes ondulantes. O centro da cidade é composto por ruas calcetadas e pequenas pracetas, onde existe também uma grande praça ideal para um passeio ao final da tarde.

Hoje, Ponta Delgada é a cidade mais desenvolvida dos Açores, com esplêndidos edifícios históricos, óptimos restaurantes e confortáveis hotéis. Começou por ser uma humilde comunidade piscatória e ganhou importância em 1522, após um sismo que destruiu Vila Franca do Campo, a antiga capital da ilha. Foi o rei D. João III quem conferiu o estatuto de cidade a Ponta Delgada, em 1546. Ao longo dos séculos XVI–XVIII, o movimentado porto tornou-se uma paragem obrigatória e um centro de abastecimento para os navios do Mediterrâneo, Portugal e África a caminho das Américas e das Índias Ocidentais.

Visite a ilha de São Miguel e Ponta Delgada – um destino inesquecível nos Açores!
Locais a visitar
Arquitectura religiosa

Igreja de São Sebastião
Fundada no século XVI, esta igreja foi construída em estilo Tardo-Gótico com uma esplêndida porta manuelina. A sacristia está decorada com belos azulejos azuis e com elementos decorativos e bancos datados do século XVII, feitos em madeira brasileira de jacarandá.

Igreja do Colégio dos Jesuítas
Com uma fachada barroca caiada, combinada com basalto escuro, este edifício faz lembrar uma casa aristocrática e não tanto uma instituição religiosa. Esta igreja também é conhecida por Igreja de Todos-os-Santos, já que a primeira pedra para a sua construção foi lançada no Dia de Todos-os-Santos (1 de Novembro) de 1592. Pertenceu à Ordem dos Jesuítas, até Marquês de Pombal os ter expulso em meados do século XVIII e ter retirado a sua outrora famosa colecção de relíquias.

Museus

Museu Carlos Machado
Este museu conta a história das comunidades agrícolas e piscatórias locais ao longo dos séculos. Foi instalado no antigo Mosteiro de Santo André e as suas inúmeras exposições incluem algumas pinturas extraordinárias do artista local Domingos Rebelo (1891–1975). Há também uma secção dedicada à história natural, com uma impressionante maqueta da ilha.

Locais históricos

Praça 5 de Outubro
Esta praça é dominada por uma maravilhosa Fortaleza renascentista – a Fortaleza de São Brás, que foi restaurada no século XIX. Em volta da praça encontra-se o Convento da Esperança, que contém um magnífico coro decorado com azulejos datados do século XVIII. O Festival do Senhor Santo Cristo dos Milagres, realizado no quinto domingo depois da Páscoa, é conhecido pela sua grande procissão, ocasião em que uma estátua de Cristo, vestida com uma túnica vermelha ornada com diamantes e ouro, é transportada perante multidões de crentes. A igreja do convento acolhe esta famosa estátua e vários outros tesouros religiosos que merecem uma visita.

Jardim António Borges
Este jardim romântico é um dos maiores e mais luxuriantes espaços verdes de Ponta Delgada. António Borges Medeiros foi um botânico amador do século XIX que se interessou pela introdução de novas espécies na ilha. A sua propriedade tornou-se um jardim extremamente rico e interessante, oferecendo a oportunidade de belos passeios aos amantes da natureza.

Natureza

Lagoa das Sete Cidades
A Lagoa das Sete Cidades é formada por duas grandes lagoas que enchem a enorme cratera de um vulcão adormecido. Reza a lenda que uma jovem princesa, filha de um rei viúvo austero, se apaixonou por um pastor, tendo sido proibida de lhe falar. No dia em que a princesa contou ao jovem a decisão do rei, ambos choraram, formando duas lagoas: uma verde, da cor dos olhos da princesa, e outra azul, da cor dos olhos do jovem. Do Pico do Carvão, poderá desfrutar de magníficas vistas panorâmicas sobre a Lagoa das Sete Cidades.

Vale das Furnas
Aqui encontrará a Caldeira das Furnas, onde poderá vaguear por entre as nascentes de água quente ou experimentar o delicioso Cozido das Furnas. Também poderá admirar as arrebatadoras vistas sobre a grande lagoa e a sua densa vegetação. Aqui próximo, o Parque Terra Nostra abriga lagoas e rios de água cristalina, rodeados por árvores e plantas exóticas. A piscina natural com água rica em ferro oferece um espaço invulgar para nadar.

Lagoa do Fogo
Esta é a segunda maior lagoa da ilha de São Miguel, tendo sido classificada como reserva natural em 1974 a fim de manter a sua beleza singular e selvagem. Está localizada no centro da ilha e ocupa a cratera de um vulcão extinto. Tome um dos percursos pedestres, que o levará a alguns dos melhores miradouros da ilha; de seguida, prossiga para a praia de areia branca no interior da cratera, que está rodeada por vegetação luxuriante.

Angra do Heroísmo
Esta capital histórica da Ilha Terceira é considerada Património Mundial pela UNESCO, sendo uma das três capitais regionais dos Açores, juntamente com a Horta e Ponta Delgada.
Esta ilha portuária e antigo forte do século XVI foram de importância estratégica para mercadores e comerciantes portugueses e espanhóis, ao longo dos séculos, que usavam o porto abrigado da ilha como ponto de paragem entre África, Europa e as Índias Ocidentais e Américas.

O explorador Vasco da Gama enterrou, aqui, o seu irmão, em 1499, após a sua longa viagem até à Índia. No século XVII, o porto recebeu galeões espanhóis carregados de tesouros do Novo Mundo.

O seu rápido crescimento como centro de comércio marítimo mereceu-lhe a designação de primeira cidade dos Açores, na década de 1530, enquanto que o Papa Paulo III nomeou Angra como uma diocese com jurisdição religiosa sobre o resto do arquipélago.
Angra viria a desempenhar funções importantes na história de Portugal durante a Crise de Sucessão de 1580, ao não aceitar a suserania de Filipe de Espanha e apoiando o candidato alternativo ao trono português, António I, que estabeleceu, aqui, governo em exílio durante dois anos entre 1580 e 1582.

Mais tarde, quando a monarquia portuguesa foi restaurada, na Restauração de 1640, a cidade expulsou os ocupantes espanhóis que haviam tomado controlo do Forte de São Benedito do Monte Brasil e, devido aos seus esforços, viu-lhe ser atribuído o título de Sempre Leal Cidade pelo Rei D. João IV, em 1641.
Posteriormente, outro rei português, Afonso VI, refugiou-se no forte desde 1669 até 1684, após ser deposto pelo seu irmão, o Rei D. Pedro II.

É interessante salientar que o porto de Angra viu-lhe ser dado o sufixo Heroísmo pela Rainha portuguesa Maria II, no século XIX, como reconhecimento do seu papel nas disputas parlamentares Liberais que decorreram no início do século XIX, a seguir à Guerra Peninsular. Durante tal período, a cidade tornou-se o centro do apoio Liberal e, por isso, foi apelidada de Capital Constitucional do Reino durante a Guerra Civil de 1828-1834.

A cidade serviu, também, como refugio para a rainha exilada entre 1830 e 1833 e para o escritor, orador e político João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett, durante a Guerra Peninsular. Em 1836, o teórico naturalista e evolucionista Charles Darwin visitou a ilha no HMS Beagle, antes de ir para São Miguel, e proferiu a famosa afirmação “Nada de interesse a relatar”.
A cidade sofreu danos significantes no horrendo terramoto de 1980, encontrando-se, agora, restaurada.
Locais a Visitar
Monte Brasil
Consegue-se uma vista fantástica sobre a Baía de Angra a partir do topo desta cratera vulcânica, a qual é, também, um local popular para piqueniques.

Castelo de São João Baptista
Este castelo foi construído durante a Ocupação Espanhola, entre 1580 e 1640, com o propósito de servir como armeiro e tesouraria, sendo, actualmente, ainda usado pelas forças armadas portuguesas. Proporciona uma vista excelente sobre a baía envolvente e campo.

Alto da Memória
Outro ponto elevado de onde é possível admirar a cidade são as duas torres gémeas da igreja principal de Angra, ou Sé, que remonta ao século XVI, tendo sido restaurada em 1980 após um incêndio.

Museu de Angra do Heroísmo
Este museu retrata a história da cidade e da ilha e dispõe, também, de uma impressionante colecção de armas, mapas, quadros e esculturas. Depois, passeie pelos apaziguantes e adoráveis jardins, outrora pertencentes ao Convento de São Francisco

Furna do enxofre e géisers
A Ilha Terceira tem várias maravilhas naturais, como consequência da actividade vulcânica do passado. Estas maravilhas incluem, entre outras, a enorme cratera da Caldeira de Guilherme Moniz, com 3 km de largura, as amplas cavernas subterrâneas no Algar do Carvão e as impressionantes e fumegantes Furnas do enxofre e géisers, rodeados por lama e rochas sedimentares de cores espectaculares.

Museu do Vinho
A Ilha Terceira tem uma longa tradição vinícola, usando um tipo de uva português conhecido por Verdelho, sendo este também usado nos vinhos da Madeira e vinho do porto branco, no vale do rio Douro. O vinho era, geralmente, exportado para a Rússia, durante o século XIX, onde adquiriu notoriedade na corte russa. No Museu do Vinho, em Biscoitos, poderá provar alguns destes vinhos e comprar certas garrafas para levar consigo para casa.

Horta
A capital da ilha açoriana do Faial, o Porto da Horta, serviu como um importante ponto de paragem para galeões e caravelas nos séculos XVI, XVII e XVIII, servindo hoje como uma marina luxuosa para iates. A ilha foi colonizada no século XVI por agricultores flamengos, sobressaindo, actualmente, devido aos seus campos verdejantes e férteis e pela abundância de hortenses durante os meses de Junho e Julho, que cobrem a ilha num mar de flores de cores delicadas. O nome destas flores é proveniente da própria cidade.
Aliás, o explorador e marinheiro do século XIX, o Capitão James Cook, comentou sobre a flora da ilha, rica e colorida, quando o seu navio, o Endeavour, ali se encontrou atracado em 1775.
Actualmente, é mais comum observar-se um imenso número de iates transatlânticos no porto cosmopolita provenientes das Caraíbas para o Mediterrâneo.
Locais a Visitar
Museu da Horta
Este museu dispõe de exposições interessantes de mobília antiga, retratos e recordações náuticas, modelos de navios e descrições do dia-a-dia da ilha construídos em figueira, incluindo trabalhos artesanais do artista mais famoso da ilha, Euclides Silveira da Rosa (1910-1979).

Museu Scrimshaw e Peter Café Sport
Este café é popular entre marinheiros, habitantes locais e turistas, compreendendo, também, um pequeno museu com exposições e artefactos que comprovam a tradição de pesca à baleia do século XIX e princípios do século XX, incluindo ornamentos de osso de baleia esculpidos com descrições de cenas de pesca à baleia e navegação. A pesca à baleia atingiu o auge no fim do século XIX, nos Açores, sendo finalmente banida em 1984.

Colégio Jesuíta
A maior parte dos edifícios históricos dentro e em redor da Horta acarretam significado religioso, e o Colégio Jesuíta não é excepção. Foi encomendado pelo Capitão da Ilha, Francisco de Utra de Quadros através de uma generosa doação no seu testamento. A construção deste projecto foi algo intermitente durante grande parte do século, tendo sido iniciada em 1652 e apenas parcialmente completada em 1760, quando os Jesuítas foram expulsos. Outros conventos e ordens religiosas incluem o Convento de São João, o Convento da Nossa Senhora da Glória e as Igrejas da Nossa Senhora do Carmo e Nossa Senhora das Angústias.

Igreja São Salvador
Uma das mais antigas e mais simples igrejas na ilha, remonta ao princípio do século XVI, tendo sido pilhada e incendiada pelos piratas ingleses que procuravam tesouros no fim do reinado de Isabel, tendo sido reconstruída mais tarde em 1607.

Vigia de baleias
Uma das melhores e mais gratificantes experiências que se pode ter nos Açores é a vigia de baleias nos meses de verão, quando ilhas como o Faial e Pico atraem uma abundância destes mamíferos marinhos, incluindo cachalotes, baleias-piloto, diversas espécies de golfinhos e tartarugas marinhas gigantes. São organizadas excursões pelo Espaço Talassa através dos seus escritórios, junto do Peter Café.

Caldeira do Cabeço Gordo
Se o clima o permitir, vale a pena fazer uma excursão aos miradouros das montanhas vulcânicas no Monte da Guia e Miradouro da Espalamaca, com ambos a proporcionarem uma vista espectacular sobre toda a ilha. Esta última encontra-se dominada pela imagem enorme da Nossa Senhora da Conceição. Nos dias em que as montanhas não se encontrarem envolvidas por nuvens, vale a pena visitar a Cratera da Caldeira do Cabeço Gordo, com 2 km de comprimento e 400 metros de profundidade, pois esta oferece uma vista incrível sobre toda a ilha.

Vulcão dos Capelinhos
Este vulcão activo, situado na extremidade ocidental da ilha, entrou em erupção pela última vez em 1950, destruindo um farol que ainda se pode ver embutido no fluxo da lava. A paisagem dos arredores ainda mantém uma qualidade lunar, sendo, ocasionalmente, usada para a rodagem de filmes.(+)

 

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