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Aveiro
O distrito de Aveiro capta a essência de um destino que esperaríamos ver num livro de viagens, com os seus moliceiros semelhantes a gôndolas, lagoas naturais, uma elegante arquitectura do século XIX e passagens calcetadas – é um local especial onde o antigo se conjuga com o moderno.

Situado na sub-região do Baixo Vouga, entre o oceano Atlântico e as zonas montanhosas dos distritos contíguos, Aveiro exibe uma paisagem muito variada, caracterizada por uma longa costa arenosa, um bonito estuário e diversos parques e jardins.

Conhecida como a “Veneza portuguesa”, a encantadora cidade de Aveiro é atravessada por um canal e é tida como um dos destinos mais encantadores do país, graças aos seus coloridos moliceiros, aos edifícios em tons pastel de estilo Arte Nova e à sua tranquila atmosfera urbana – um cenário ideal para as suas férias.

Enquanto estiver na cidade, visite o famoso Mercado do Peixe – um mercado tradicional que abriga alguns dos melhores restaurantes de marisco de Aveiro. Nas redondezas encontrará inúmeros restaurantes e uma ampla oferta de lojas e bares. Escolha um dos cafés tradicionais enquanto passeia pela cidade e prove os divinais ovos moles, que são a especialidade do distrito. Pode ainda fazer um passeio de bicicleta nas chamadas BUGAS (as bicicletas cedidas pela câmara), percorrer o cintilante canal da cidade, as ruelas pitorescas e explorar algumas das atracções mais afastadas do centro.

Viaje pelo distrito e descubra Ílhavo – uma cidade à beira-mar que ostenta o pujante património marítimo de Aveiro e onde está sediada a famosa fábrica de porcelana da Vista Alegre. Visite o farol mais antigo de Portugal na Praia da Barra e pare na Praia da Costa Nova para contemplar as suas típicas casas de riscas coloridas. Estas praias também são excelentes para relaxar nos dias de sol e praticar alguns desportos aquáticos.

Prove os doces conventuais que tornaram a cidade de Arouca famosa e visite a cidade da Mealhada, mais a sul, para saborear um belo prato de leitão assado acompanhado pelo vinho regional da Bairrada. Para completar as suas férias, relaxe no Luso ou na Curia, duas sossegadas freguesias conhecidas pelas magníficas águas termais e pela sua beleza natural.
Locais a Visitar
Arquitectura religiosa

Igreja da Misericórdia
Esta igreja é um dos exemplares mais atractivos da arquitectura religiosa do distrito. Construída em finais do século XVI, este monumento exibe uma fachada tradicional com azulejos azuis e brancos, elementos renascentistas nos seus pórticos e uma maravilhosa selecção de azulejos coloridos no seu interior.

Convento de Jesus
Fundado no século XV, este antigo convento dominicano está fortemente associado à princesa mais influente de Aveiro – Santa Joana de Portugal. Conhecida pela sua devoção à religião que se prolongou por toda a sua vida, esta princesa entrou no convento em 1472 e aí viveu até à sua morte. Hoje, podemos visitar aquele que será o seu túmulo de mármore trabalhado, e admirar os motivos barrocos, os pórticos manuelinos, os claustros de inspiração manuelina e as capelas maneiristas que embelezam este monumento histórico.

Museus

Museu da Vista Alegre
Aveiro é a terra natal das famosas porcelanas da Vista Alegre, um exemplo da longa tradição portuguesa na área da cerâmica. Situado no interior da fábrica original, onde são produzidas estas delicadas obras de arte, este museu é uma das atracções mais visitadas do distrito. Contemple os vestígios históricos das primeiras peças da marca, veja os desenhos antigos e saiba como funcionam as ferramentas usadas para criar estas maravilhas de porcelana, que foram evoluindo ao longo do tempo.

Museu de Aveiro
Situado no interior do grandioso Convento de Jesus, este museu é considerado um dos mais importantes de arte sacra do país. Expõe uma colecção de pinturas portuguesas dos séculos XVII e XVIII, meticulosos trabalhos de azulejos, peças elegantemente trabalhadas em ouro e um vasto espólio de vestuário, jóias e relíquias.

Museu Marítimo de Ílhavo
Este museu exibe uma interessante selecção da etnografia marítima de Aveiro, incluindo fascinantes exemplares dos primeiros moliceiros, uma variedade de ferramentas de navegação e fotos, bem como a maior colecção de conchas raras de todo o país. Em 2003, este museu foi distinguido com o prestigiado Prémio de Arquitectura Contemporânea Mies van der Rohe pelo seu design moderno.

Natureza

Parque Infante D. Pedro
Passe algumas horas longe do centro da cidade e desfrute de momentos tranquilos num dos parques mais belos de Aveiro. Caminhe pelos vastos jardins, faça um relaxante passeio de barco numa das lagoas e visite o Museu de Caça e Pesca situado neste espaço – um cenário ideal para passar uma tarde serena.

Reserva Natural das Dunas de São Jacinto
Localizada na ponta da bela península de São Jacinto, entre o mar e o estuário, esta magnífica reserva é um dos locais naturais mais conhecidos do país. Desde a sua inauguração em finais da década de 1970, os pântanos, lagoas selvagens e dunas de areia tornaram-se um habitat para a flora e fauna locais, sendo considerada um autêntico santuário de aves. Não deixe de explorar esta fantástica reserva, quer prefira percorrê-la pelos trilhos pedestres ou fazer um passeio nos típicos moliceiros.(+)

 

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Concelho de Águeda
História

Águeda, sede de concelho desde 1834 e cidade desde 1985, deve a sua fundação aos celtas, Túrdulos e Gregos remontando ao ano de 370 Ac.

A antiguidade da ocupação desta região é revelada por diversos monumentos megalíticos e pelo Cabeço do Vouga, importante estação arqueológica localizada junto do trajecto da via militar romana de Olissipo a Bracara.

No século XI, Águeda é um burgo próspero, com um comércio desenvolvido e o seu porto movimentado, abastecendo-se a si e às populações vizinhas de além Alcoba (hoje Caramulo). É referida, em documentos de 1050 e 1077, tanto pelo seu nome primitivo Casal Lousado (lat. Casal Lousato) como pelo seu nome próprio latinizado Anegia, Agatha e Ágada.

Á gueda não teve foral na Idade Média, ao contrário de outras povoações vizinhas, por ser terra reguenga e couto dos mosteiros de Lorvão e Vacariça.

Á gueda era ponto de apoio dos caminhos de Santiago. Na sua albergaria ter-se-á recolhido em 1325 a Rainha Santa Isabel, quando se dirigia em peregrinação para Santiago de Compostela.

Em 1834, Águeda ascende à categoria de sede de concelho, por consequência da revolução liberal dando-se uma reforma administrativa devido à sua capital importância na estratégia político-militar da resistência, à 2ª invasão francesa, pois possuía um hospital militar que socorria os feridos provenientes das batalhas. Desde que foi elevada à categoria de concelho, Águeda começou a ter uma vida política bastante movimentada, mas foi sempre muito bem representada por nomes influentes da terra.

No dia 8 de Julho de 1985, a vila de Águeda é elevada à categoria de cidade.

Á gueda actua como fronteira entre o mar e a serra devido à sua privilegiada situação geográfica, sendo servida por vias rodoviárias e ferroviárias de fácil acesso.

Hoje, Águeda é uma cidade em franco desenvolvimento económico e social, sendo uma das cidades mais industrializadas do pais.




(Veja tambem em Câmara Municipal de Águeda)

Veja Também ÁGUEDA TV |

 

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Concelho de Albergaria-a-Velha

Locais de Interesse

Pateira de Frossos

A Pateira de Frossos é um espelho de água que se forma nos terrenos baixos do Vouga e que esconde imensos encantos. Entra-se por caminhos de terra batida, atravessando as pastagens verdejantes, que acompanham o rio até à foz. Durante o percurso é possível observar algumas aves, tais como cegonhas ou garças, que por aí vagueiam, bem como vacas e cavalos que, ora se alimentam, ora repousam ao sol. É um local muito agradável para piqueniques e para jogos, como o futebol ou o jogo da malha... E há mesmo quem leve a toalha de praia e o guarda-sol e passe a tarde longe da confusão!


Nossa Senhora do Socorro

A Capela de Nossa Senhora do Socorro foi erguida em 1856 como forma de agradecimento pela protecção da Virgem durante um grande surto de cólera no concelho de Albergaria-a-Velha. Hoje em dia, a grande fama dos milagres desta Santa atrai para o Monte muitos visitantes que vêm de diversos sítios para agradecer à Consoladora dos Aflitos a sua celestial protecção. Do alto do Monte, o ar é puro e a paisagem circundante é deslumbrante. O ambiente é de calma e silêncio, à excepção do terceiro Domingo de Agosto, pois nesta data, todos os caminhos vão dar à ermida para a celebração da Festa da Nossa Senhora do Socorro. Neste dia, os romeiros sobem a encosta com as suas famílias e amigos, levam o farnel para o almoço e aproveitam a ocasião para agradecer à Santa, participando na missa e procissão solene.

Rio Vouga

O Rio Vouga é um dos rios portugueses mais importantes, sendo admirado pela variedade de paisagens que forma ao longo do seu curso de cerca de 140 km. Nasce na Serra da Lapa (Distrito de Viseu), a uma altitude de 950 metros e corre no sentido geral Este-Oeste até desaguar perto do Oceano Atlântico no famoso acidente lagunar denominado “Ria de Aveiro”. Em Albergaria-a-Velha, o Vouga flúi devagar e sereno. Nos vários parques ribeirinhos, pode-se praticar actividade física, conviver com amigos à volta de um belo piquenique ou simplesmente contemplar a serena paisagem.

 

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Concelho de Anadia

Termas da Curia – Buvette Albano Coutinho
Aquae Curiva era o nome conhecido ao tempo da ocupação da Península Ibérica pelos Romanos, que conheciam as nascentes e as exploravam.
Em 1900 foi fundada a Sociedade das Águas da Curia, por iniciativa de Albano Coutinho.
As águas desta Estância Termal são aconselhadas no tratamento de doenças metabólico-endócrinas, cálculos renais, infecções urinárias, hipertensão arterial, doenças reumáticas e musculo-esquelécticas.
O Parque da Curia, para além do balneário termal, possui ainda um hotel e um lago artificial.


Termas de Vale da Mó

As Termas do vale da Mó são conhecidas pela qualidade das suas águas, ricas em ferro e magnésio, o que as tornam únicas na Europa.
As suas águas são indicadas no tratamento de doenças do foro digestivo, doenças do sangue (anemia e outras por carência de ferro) e nas denominadas doenças de civilização (depressão nervosa, fadiga e stress)
Estas termas atingiram o seu auge no ínicio do século XX, graças ao hotel “Novo Hotel Union” (1906), que ardeu, e ao mercado que se realizava duas vezes por semana.
Actualmente encontram-se sob a tutela da Câmara Municipal de Anadia.


Mais Património Natural

Parque da Curia
O Parque da Curia, para além do Hotel, possui um lago artificial, onde é possível passear numa embarcação, com pedais, para duas pessoas (gaivotas), diversas pontes, campos de jogos e casa de chá. O estilo do parque inspira um ambiente romântico com jardins, um lago central, e junto à buvette, sob uma escadaria, uma pequena gruta, proporcionando aos visitantes, longos e saudáveis passeios ao ar livre, em contacto com a natureza.

Barragem da Gralheira
A Barragens da Gralheira encontra-se situada na freguesia da Moita, concelho de Anadia.
Trata-se de um ponto de água e de lazer.
A Barragem da Gralheira está equipada com forno, churrasqueiras, parque de merendas e parque infantil.

Barragem do Porcão
A Barragens do Porcão encontra-se situada na freguesia de Vila Nova de Monsarros, concelho de Anadia.
Construí-se com o objectivo servir como regadio dos terrenos agrícolas da Várzea de Algeriz e Vila Nova de Monsarros.

Barragem do Saidinho
A Barragens do Saidinho encontra-se situada na freguesia da Moita, concelho de Anadia.
Trata-se de um ponto de água e de lazer.

Lagoa do Paul de Ancas

Mancha Vitícola – Paredes do Bairro
A mancha vitícola que atravessa a freguesia de Paredes do Bairro é uma das paisagens mais bonitas que se pode apreciar no concelho de Anadia.

Lagoa de Torres
Situada em Torres, freguesia de Vilarinho do Bairro.

Lagoa do Olho de Aguim


Património Arquitectónico

Palace Hotel da Curia
O Palace Hotel da Curia surgiu no início da década de 20 do século XX, a partir da transformação de dois edifícios banais, pelas mãos do Arquitecto Norte Júnior. No interior pode-se observar um elevador, em arte-nova, da mesma época.
Este edíficio encontra-se em fase de classificação como imóvel de Interesse público.


Estação Vitivinícola da Bairrada
A Estação Vitivinícola da Bairrada foi fundada a 30 de Junho de 1887 com a denominação de Escola Prática de Viticultura e Pomologia da Bairrada. O seu primeiro director, o Eng.º Agrónomo José Maria Tavares da Silva, durante os 11 anos que permaneceu em Anadia, preocupou-se por cumprir o objectivo principal pelo qual foi criado o estabelecimento vitivinícola da Bairrada - “Estabelecer e arranjar novas práticas de cultura da vinha e valorizar os seus produtos”. Nestas instalações, em 1890, surgiu o primeiro espumante natural na Bairrada, produzido por este engenheiro agrónomo. Actualmente, a Estação Vitivinícola da Bairrada, continua a desenvolver trabalhos de investigação e experimentação com vista ao melhoramento dos meios de produção.


Estação de Caminhos-de-ferro da Curia
O Edifício da Estação de Caminhos-de-ferro da Curia foi projectado por Cottinelli Telmo e inaugurado em 1944. Este edifício guarda quatro painéis de azulejos elaborados por Jorge Barradas, em 1945.


Paço de Óis do Bairro
O Paço de Óis do Bairro encontra-se classificado como imóvel de interesse público.
O estilo arquitectónico predominante é do século XVIII, época em que foi reconstruído devido ao incêndio que o destruiu parcialmente, tendo sido restaurada com base na parte mais antiga (século XVII), que se conservou intacta.
Esta Casa Senhorial ostenta, ainda, elementos do século XIX.


Paço da Graciosa
O Paço da Graciosa foi construído no último terço do século XVIII. Em finais do século XIX (cerca de 1896) procedeu-se ao levantamento de uma estrutura, em estilo neo-manuelino, suportada por colunas do século XVII, provenientes das demolições da cidade de coimbra, as quais ostentam alguns capiteis oriundos da Igreja de S. Cristóvão (Coimbra).
Pensa-se que José de Melo Sampaio Pereira de Figueiredo tenha sido quem mandou erigir este edifício, actualmente classificado como Imóvel de Interesse Público.


Casa do Pintor Fausto Sampaio
Situada em Anadia, na Avenida José Luciano de Castro, a Casa onde viveu o Pintor Fausto Sampaio está classificada como Património de Valor Concelhio.

 

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Concelho de Arouca
Locais a Visitar

Serra da Freita
Faz parte do Maciço de Gralheira, juntamente com a Serra da Arada (1057 m.) e do Arestal (830 m.), ultrapassando alguns dos seus cumes os 1000 m. de altitude. Ao longo da sua vasta extensão, para além de muitos outros atractivos, pode deparar-se com a Fecha da Mizarela, a secular capela da Sra. da Lage, o fenómeno único das Pedras Parideiras, a Portela da Anta e algumas das aldeias mais características da região, como a Castanheira, Cabreiros e Cando.(...)


Frecha da Mizarela
Queda de água no Rio Caima, com mais de 60 m. de altura. Pode ser observada de um miradouro junto ao lugar da Castanheira, no lado oposto da encosta.


Pedras Parideiras
Fenómeno de granitização único no país e raríssimo no mundo inteiro. Trata-se de um afloramento granítico que tem incrustados nódulos envolvidos por uma capa de biotite em forma de disco biconvexo os quais, por efeito da erosão, se soltam da pedra-mãe - daí a denominação de "parideiras" - Situa-se em plena Serra da Freita, nas imediações do lugar da Castanheira.


Aldeias Tradicionais
Aldeias plenas de rusticidade, carregadas de tradição e de história, perdem-se, aqui e além, no meio das paisagens deslumbrantes das serras de Arouca, constituindo um encanto para a vista e um bálsamo para o espírito.

Mosteiro de Arouca
Segundo a documentação existente, o antigo mosteiro de S. Pedro data do séc. X. No ano de 1210 o Mosteiro de Arouca é legado a D. Mafalda, por seu pai, D. Sancho I, Rei de Portugal. No entanto, o início do seu padroado ocorre apenas em 1217 ou mesmo 1220. Embora nos seus primórdios a regra adoptada no Mosteiro tenha sido a da Ordem de S. Bento, no início do séc. XII viria a ser adoptada a da Ordem de Cister, que se manteria até aos finais do séc. XIX.
Nos sécs. XV e XVI foram realizadas diversas obras de reconstrução e ampliação do Mosteiro, datando o imponente edifício, tal como vemos hoje, dos sécs. XVII e XVIII.
Os espaços mais notáveis de todo o conjunto são a Igreja, o Coro das Freiras, os Claustros, o Refeitório e a Cozinha. Merece referência especial o magnífico Museu de Arte Sacra que nele se alberga - um dos melhores, no seu género, em toda a Península Ibérica -, no qual, para além de múltiplos objectos de culto, paramentos, peças de mobiliário, manuscritos litúrgicos, se podem encontrar peças raríssimas nas artes da escultura, pintura, tapeçaria, ourivesaria, etc.
O Mosteiro de Arouca foi classificado como Monumento Nacional pelo decreto de 16-06-1910. Z.E.P., D.G. 2.ª Série, n.º 164 de 15-07-1960. Está sob a responsabilidade do Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico.

Monte da Senhora da Mó
Segundo a documentação existente, o antigo mosteiro de S. Pedro data do séc. X. No ano de 1210 o Mosteiro de Arouca é legado a D. Mafalda, por seu pai, D. Sancho I, Rei de Portugal. No entanto, o início do seu padroado ocorre apenas em 1217 ou mesmo 1220. Embora nos seus primórdios a regra adoptada no Mosteiro tenha sido a da Ordem de S. Bento, no início do séc. XII viria a ser adoptada a da Ordem de Cister, que se manteria até aos finais do séc. XIX.
Nos sécs. XV e XVI foram realizadas diversas obras de reconstrução e ampliação do Mosteiro, datando o imponente edifício, tal como vemos hoje, dos sécs. XVII e XVIII.
Os espaços mais notáveis de todo o conjunto são a Igreja, o Coro das Freiras, os Claustros, o Refeitório e a Cozinha. Merece referência especial o magnífico Museu de Arte Sacra que nele se alberga - um dos melhores, no seu género, em toda a Península Ibérica -, no qual, para além de múltiplos objectos de culto, paramentos, peças de mobiliário, manuscritos litúrgicos, se podem encontrar peças raríssimas nas artes da escultura, pintura, tapeçaria, ourivesaria, etc.
O Mosteiro de Arouca foi classificado como Monumento Nacional pelo decreto de 16-06-1910. Z.E.P., D.G. 2.ª Série, n.º 164 de 15-07-1960. Está sob a responsabilidade do Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico.


Igreja de Urrô
(...)

Carreira dos Moinhos
(...)

Ponte do Rio Paiva
A conhecida ponte de Alvarenga terá começado a ser construída por volta do ano de 1770, ficando concluída em 1791. É composta por 3 arcos: o arco principal com 7 m. de vão, e dois arcos pequenos, ambos do lado direito (do lado de Alvarenga). Tem a altura de 22 m. Até à superfície da água e 4.8 m. de largura. Dista do lugar de Trancoso, em Alvarenga, 4 km.


Memorial de Santo António
(...)

Capela da Misericórdia
(...)

Pelourinho de Cabeçais
(...)

Torre dos Mouros
(...)

Trilobites
(...)

Pelourinho de Alvarenga
(...)


Calvário
(...)




 
 
Conheça também o GeoParque

 

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Concelho de Aveiro
Sol & Mar
CONHECA AS PRAIAS DE AVEIRO!

Por via terrestre, Aveiro tem um acesso directo à fronteira com Espanha pela A25, a qual atravessa Portugal de Oeste a Este. É já sabido que o TGV irá ter uma paragem obrigatória em Aveiro, passando a dispor de uma ligação ferroviária de grande velocidade ao país vizinho de Espanha. As praias de Aveiro.


A Ria – porta aberta para o Oceano – e a sua estreita ligação ao mar influenciaram, desde sempre, Aveiro. Falar da Ria é falar de Aveiro do seu sal e das suas marinhas, do moliço e do barco moliceiro, cujo colorido das proas e das rés dá outra vida à própria laguna.
Na região podemos desfrutar de paisagens maravilhosas, nomeadamente um local único na Região de Aveiro, S. Jacinto.
Em S. Jacinto reside a melhor praia do Concelho de Aveiro, com um extenso areal, com balneários totalmente equipados, apoio de praia (café) e acesso para pessoas com limitações físicas, a Praia de S. Jacinto é única na Região.
Começando pelos acessos. S. Jacinto está limitado a Este pela Ria, a Oeste pelo Oceano Atlântico e a Norte pela Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto. Situação que lhe confere características únicas, pois para chegar a esta localidade tem de ir de autocarro até ao Forte da Barra, seguindo uma travessia lindíssima na Ria de Aveiro de Lancha ou de Ferry-Boat (onde é possível fazer a travessia com o automóvel).

Um dos encantos de Aveiro é a sua praia, óptimo local de lazer e excelente espaço para férias em qualquer época do ano. A praia de S. Jacinto é uma das mais famosas praias do litoral português.

Turismo de natureza
Aveiro possui imensas potencialidades ao nível do ECOTURISMO.
Nesta categoria, Aveiro possui um conjunto de espaços fantásticos para o usufruto da natureza, da paisagem, da fauna e flora característica local.
Para o efeito, recomendamos a visita:
Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto;
Salgado Aveirense;
Pateira de Requeixo;
Baixo Vouga Lagunar;
Frente urbano-ribeirinha da cidade;
entre muitos outros.
Para grupos que preferem a visita acompanhada, recomendamos que consultem as Rotas e Circuitos de Aveiro, pois aí apresentam-se diversas empresas de Animação turística que possuem pacotes fixos e outros que podem ser "feitos à medida" da vontade do cliente.
Conheça o nosso Concelho, muita diversidade e singularidade no desenvolvimento do Turismo de Natureza.
Para mais informações, contacte os Serviços de Turismo do Município de Aveiro.

in AVEIRO TURISMO


+ Locais a visitar

A Ria de Aveiro
O Cais da Fonte Nova
A Universidade de Aveiro
As Salinas
Os barcos Moliceiros
Jardim D.Pedro V
A Antiga Capitania
Os montes de Sal
Museu de Aveiro

Conheça ainda

A cidade com mais canais navegáveis de Portugal.
A tradição do Sal... nas histórias do EcoMuseu.
O colorido do pôr do sol junto à ria.
Um Centro de negócios, inovação e investigação.
Os barcos que são moliceiros.
A animação das ruas.
A Arte... que é Nova.
Um ambiente único.


 

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Concelho de Castelo de Paiva

Turismo

Visite-nos, e apaixone-se!!!
Numa visita ao longo do território paivense não faltam motivos de interesse e o sector do turismo é uma aposta a ter em conta na governação municipal.

Deste concelho se diz que é um oásis de ternura. De panorâmicas deslumbrantes, desde o Monte de S. Gens, em Sardoura, ao Monte de S. Domingos, às águas cantantes e puras do Rio Paiva, das praias fluviais, aos vinhedos das quintas, das margens do Douro, aos lugarejos típicos e preservados do nosso interior, são itinerários que dão ao visitante ar puro, descanso ao corpo e paz de espírito.

A Igreja de Real, com os seus magníficos tectos pintados e as esculturas existentes no seu adro, bem como a Capela no Monte de Stº Adrião ou o Monte de S. Domingos, com a sua capela e monumental carrilhão, onde a vista sobre o Douro é deslumbrante, merecendo obrigatória visita, são referências que marcam as potencialidades turísticas do concelho.

O território de Castelo de Paiva é recortado por abundantes rios e riachos que jorram dos alcantilados montes, fecundando o solo dos extensos vales, sendo pois, esta uma das razões que fez fixar nesta região antigas civilizações. Destacam-se, por ordem de grandiosidade, os rios Douro, Paiva, Arda e o Sardoura.



O Rio Douro, que banha cinco das nove freguesias do concelho, corre por entre ravinas alcantiladas, em paisagens de sonho e, por vezes, entre batelões e frágeis embarcações de pescadores locais, um barco rabelo surge, como que perdido nas brumas do tempo, recordando os tempos difíceis do transporte do " vinho fino " desde a Régua até aos cais de Vila Nova de Gaia.

Por iniciativa municipal e do IDTM foram construídos Cais de Acostagem nas zonas ribeirinhas do Douro, nos lugares do Castelo (Fornos), Midões (Raiva) e Concas (Pedorido), locais servidos por concorridas praias fluviais, que também existem no Paiva, em Várzea (Bairros) e Ratão (Fornos), sítios onde a tranquilidade apetece a usufruir para sempre.

Quintas senhoriais, onde se produz o melhor verde tinto do mundo, salpicam a paisagem, muitas delas contemplando o rio, agora transformado em roteiro turístico de excelência, tal o número de barcos de cruzeiro, com serviços de grande qualidade, que sulcam as suas águas.

Rio de Montanha, o Paiva, de águas puras e cristalinas, é o paraíso para pescadores e para os entusiastas da canoagem (águas bravas), é ainda possível retemperar forças, apreciar a quietude e a natureza, bem como observar lontras a nadar despreocupadamente.
Em pequenas praias fluviais, beneficiadas pela intervenção camarária e dotadas de cais de acostagem para barcos de recreio, o rio convida a um refrescante mergulho e na zona do Castelo, na confluência do Paiva com o Douro, localiza-se uma ilhota, património municipal, onde recentemente foi descoberto a estrutura de uma antiga ermida do século XV. No meio do rio, a ilha permanece de sentinela ao tráfico fluvial e desperta os jovens para a prática dos desportos náuticos ou mesmo para um animado acampamento em período estival.



Neste local, de espectacular enquadramento paisagístico, onde a edilidade paivense construiu uma funcional área de lazer, marina, balneários e piscina descoberta, barqueiros simpáticos, experientes, proporcionam agradáveis passeios em embarcações típicas e tradicionais e contam histórias de arrepiar e lendas de mouras encantadas e tesouros perdidos na profundeza do rio.

Por todo o lado, neste território que a cada momento apetece descobrir, procurado pelos amantes de todo-o-terreno, o verde destaca-se, cobre a montanha e dá-lhe vida. Em toda esta envolvência serena, a natureza, num louvor supremo, concebeu um vinho verde sublime, um dos melhores da região demarcada, evidenciando-se o ambiente vivido em torno deste sector agrícola, de extrema importância na economia do concelho.
Para além do Hotel Rural Casa de S. Pedro, com 12 quartos, um moderno hotel integrado num espaço agrícola de significativa grandeza e tranquilidade, que oferece um confortável alojamento, restauração e oportunidades de participar nas actividades rurais, o concelho tem ainda a Residencial Castelo Douro, com 18 quartos, uma estrutura hoteleira moderna e funcional, localizada bem no centro da Vila, e que assegura, também, serviço de restaurante.

 

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Concelho de Espinho
DAS ORIGENS À CRIAÇÃO DO CONCELHO

A elaboração de um esboço histórico sobre Espinho, necessariamente sumário e elucidativo, leva-nos a sublinhar aqueles aspectos tidos como mais marcantes, que identifiquem as suas raízes e tracem as etapas decisivas da sua evolução, desde que surgiu como pequeno aglomerado piscatório até se transformar em povoação, capaz de atingir o estatuto de freguesia e de se expandir com força suficiente para alcançar, como concelho, uma autonomia sólida e duradoura.


As Origens

Espinho teve a sua origem num vasto areal denominado "Espinho-Mar" que, em conjunto com um povoado conhecido como "Espinho-Terra", constituía o lugar de Espinho, parte integrante da freguesia de S. Félix da Marinha, do concelho de Vila Nova de Gaia. As referências a este lugar remontam à época da integração do território no reino das Astúrias e Leão, existindo documentos (datados de 985,1055 ou 1080) em que aparece a designação de "villa" Spinu (ou Espinu), relativa a uma propriedade rural localizada a poente do monte de Seitela (perto do mar) e confrontada com o lugar de Brito (a norte) e com Anta (a sul). O vasto areal terá surgido muito depois do período de dominação romana, quando as águas do oceano recuaram por força da sedimentação de areias e da formação dunar, sendo referido como local de pesca numa carta de D. Manuel (datada de 1510), que concede os direitos da pescaria realizada "na costa do mar da foz despinho atee foz de vouga".

A utilização de locais próximos do Porto para a pesca marítima, de carácter esporádico, tornou-se mais frequente com movimentos migratórios, principalmente provenientes de Ovar, por necessidade de aproximação a mercados capazes de proporcionarem o necessário escoamento do produto, em virtude de se desconhecerem processos de conservação. A costa de Espinho, como local de trabalho de um grupo de pescadores, é citada no relato de uma revolta, em 1737, de várias colónias (em que se incluíam as de S. Jacinto, Torreira e Furadouro), como protesto a restrições ao uso de recursos florestais, ordenadas pelo administrador do pinhal da Estrumada (Ovar). Na segunda metade do séc. XVIII, esta faixa costeira foi alvo de reformulação administrativa, determinada pelo Bispo do Porto, tendo como ponto de referência uma pequena lagoa, cuja margem norte se manteve integrada no lugar de Espinho da paróquia de S. Félix da Marinha, ao passo que a margem sul transitou para a paróquia de Anta, dando origem a um novo lugar de Espinho.



Praias

Espinho possui 8Km de praias, que desde 1830 são procuradas pelo clima ameno, areais extensos em conjunto com rochas marinhas repletas de algas em certas zonas que proporcionam a cada veraneante a possibilidade de escolher a praia da sua preferência.
O imenso mar azul que envolve a areia fina é recortado por esporões que o tornam manso em zonas propícias a banhos com o prazer e segurança de uma praia cuidadosamente vigiada, mas também exibe uma ondulação adequada à prática de desportos aquáticos, como o surf ou bodybord. Assim, o sossego de uma praia isolada contrapõe-se à acção de outra, onde, inclusive, poderá assistir a um disputado jogo de voleibol de praia ou conviver num animado bar.
Espinho possui uma praia distinguida com Bandeira azul da Europa (praia da Baía) onde, durante toda a época balnear se realizam as mais variadas actividades que visam sensibilizar veraneantes e toda a população para a necessidade de preservar o ambiente

• Praia Marbelo

Marco o inicio da frente urbana das praias de Espinho. Areal amplo onde se realizam campeonatos de andebol, futebol e voleibol de praia, um dos desportos de eleição da cidade, devido ao sucesso da dupla Miguel Maia e João Brenha. Mar picado.

Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e toldos
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard


• Praia Pop

Areia branca e fina, moldada por diversas barracas.

Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes


• Praia Azul

Passeio marítimo amplo, numa zona fechada ao trânsito, ideal para caminhadas. A praia reúne miúdos e graúdos no seu areal

Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes

• Praia Seca

Próxima das piscinas municipais, uma das mais concorridas do País, situa-se numa zona fechada ao trânsito, perto da estação dos caminhos de ferro e do núcleo comercial de Espinho. Movimento intenso, apesar de um areal de dimensão considerável.

Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes

• Praia Costa Verde


É frequentada pelo turista típico das redondezas, que todos os anos aluga uma barraca de praia à época ou a herda dos pais. Alberga a escola de surf Nortada, responsável pela boa parte da animação desportiva de Espinho.

Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard

• Praia da Baía

Praia da zona urbana de Espinho mais procurada pelos banhistas. Limitada por dois paredões, tem excelentes condições para a prática de surf. Durante a época balnear funciona uma Ludoteca / Centro Azul que para além do empréstimo de jogos e livros, promove inúmeras iniciativas de caracter lúdico que tornam esta praia um local de lazer privilegiado.
Realizam-se ainda no mesmo local Campeonatos Europeus e Mundiais de Voleibol de Praia, de Surf e Body Board.


Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis e cadeiras
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard

• Praia de Silvalde

Areal extenso e com boas ondas para surf, situado no extremo sul da área urbana de Espinho, numa zona mais pobre da cidade. Localizada próximo do Campo de Golfe "Oporto Golf Club".

Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard

• Praia de Paramos

O acesso à praia obriga a atravessar a pista aérea do Aeródromo. Um imenso areal dividido por um pontão artificial que rodeia uma capela. Encontra-se próxima do Clube de Golfe fundado em 1890.

Informações complementares:
Praia vigiada
Bar
Aluguer de guarda-sóis, toldos e barracas
Duches
Casas de banho
Acesso para deficientes
Surf e bodyboard


(veja ainda Espinho TV - Youtube User)

 

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Concelho de Estarreja

Estarreja é uma cidade portuguesa, localizada no Distrito de Aveiro, na Região Centro e sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 7 800 habitantes.

É sede de um município com 108,4 km² de área, 28 332 habitantes (2006) [1] e densidade populacional de 261,4 habitantes/km², estando subdividido em 7 freguesias. É limitado a norte pelo município de Ovar, a nordeste por OLIVEIRA AZEMÉIS, a sudeste por Albergaria-a-Velha e a oeste pela Murtosa.

Estarreja situa-se na freguesia de Beduído, na margem direita do Rio Antuã, próximo da Ria de Aveiro. Foi elevada a cidade em 9 de Dezembro de 2004, sendo a única localidade do município com essa categoria.

O Foral do Antuã (antigo nome de Estarreja) foi atribuído por D. Manuel I, em Évora, a 15 de Novembro de 1519.

in: http://pt.wikipedia.org

 

 

 

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Concelho de Íhavo

O Concelho de Ílhavo localiza-se a Sul do Distrito de Aveiro e faz parte da Região Centro (NUT 1) e do Baixo Vouga (NUT II).
Os 37.209 residentes distribuem-se numa área territorial de 75km2 e por quatro freguesias: S. Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo, registando-se uma densidade populacional de 496hab/km2.
Do Concelho destaca-se a Freguesia de S. Salvador (sede de Concelho), como a mais populosa (16.760 habitantes) e a Freguesia da Gafanha da Nazaré como a mais densa (899 hab/km2). O Concelho possui duas cidades, a Cidade de Ílhavo (13 de Julho de 1990) e a jovem Cidade da Gafanha da Nazaré (19 de Abril de 2001).
O Concelho é atravessado no sentido Norte-Sul pelos Canais de Mira e de Ílhavo (Canal do Boco), que definem uma divisão tripartida do território: uma estreita faixa litoral entre o Mar e o Canal de Mira, uma área central, entre este canal e o Canal de Ílhavo e uma área interior, a nascente do Canal de Ílhavo.

Demografia

De acordo com os Resultados Definitivos dos Censos 2001, no Concelho de Ílhavo teremos uma população residente constituída por 37.209 indivíduos, sendo 18.036 do sexo masculino e 19.173 do sexo feminino e distribuídos da seguinte forma pelas quatro freguesias: Gafanha do Carmo – 1.521, Gafanha da Encarnação – 4.907, Gafanha da Nazaré – 14.021, S. Salvador – 16.760. A população não residente, nomeadamente com os fluxos da época balnear das praias da Barra e da Costa Nova, atinge o valor de 50.000 habitantes.
Segundo os Censos de 2001 a densidade populacional era de 521 hab/km2 naquela data. Refira-se que no ano de 2004 existiam registados no Centro de Saúde do Concelho de Ílhavo 39396 utentes.
No que toca à distribuição da população por grupos etários, podemos constatar que o grosso da população (20.512 indivíduos) se encontra na faixa etária entre os 25 e os 64 anos.
Se fizermos um análise comparativa da evolução da população registada através dos anos 1960, 1970, 1981, 1991 e 2001, poderemos concluir que a população decresceu entre as décadas de 60 e 70, muito provavelmente devido à onda de emigração a que se assistiu neste período, sendo que, a partir da década de 80 este decréscimo viria a ser superado e, a partir daí, a população tem vindo a assumir uma tendência de constante crescimento.

Classificação Climática

Segundo Thornthwaite (Ferreira, 1965), pode descrever-se a região como apresentando um clima pouco húmido, temperado, com défice de água moderado no Verão e eficácia térmica no Verão nula ou pequena.
Segundo Koppen, Ílhavo tem um clima temperado oceânico de influência mediterrânica, ou seja, está numa faixa de transição dos climas temperado mediterrânico para o oceânico propriamente dito.

Geologia e Geomorfologia

A região que corresponde ao Concelho de Ílhavo, situa-se na Orla Litoral Mesocenozoica. Esta área geográfica corresponde a uma zona baixa e aplanada, sobressaindo como elementos impressionantes da paisagem os braços da ria. A zona baixa e aplanada corresponde a uma zona de dunas e areais eólicas.
Os pontos mais altos do Concelho situam-se a SE.
Com frequência aparecem as formações aluvionares, sendo as mais importantes as do Rio Boco e as do Canal de Mira (Ria de Aveiro). Os depósitos de praias antigas aparecem na parte Nascente do Concelho, sendo sulcados por várias formações do Maestrichtiano.
A rede de drenagem natural apresenta-se fundamentalmente numa direcção, para Norte, dirigindo-se para a Ria de Aveiro. O encaixe e declive dos vales dão de modo geral muito pouco acentuados, proporcionando um escoamento lento das águas.

Localização e Caracterização do maciço florestal do Concelho de Ílhavo

A Mata Nacional das Dunas da Gafanha, localiza-se na parte ocidental do Concelho de Ílhavo, na região das Gafanhas. Esta região situa-se entre dois canais da Ria de Aveiro, o Canal de Ílhavo (também conhecido por Rio Boco), a nascente e o Canal de Mira a poente. Esta mancha florestal tem aproximadamente 1.250 há (aprox. 50 há da Colónia Agrícola) fazendo fronteira a Norte com o A25 (antigo IP5), a Sul com a Mata Nacional e o Perímetro Florestal das Dunas de Vagos e a nascente e a poente com terrenos particulares.

 

 

 

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Concelho de Mealhada
Convento de Santa Cruz do Bussaco

Depois de escolhido o lugar para a instalação do primeiro Deserto Carmelita em Portugal em umas matas e umas terras na serra do Luso a que chamam Bussaco, para ali se dirigiram os primeiros operários da obra. Eram Frei Tomás de S. Cirilo, primeiro vigário, Frei João Baptista e Alberto da Virgem, arquitecto.
Saíram de Aveiro a 29 de Junho de 1628 e hospedaram-se no Luso. A 25 de Julho, juntaram-se-lhes mais três companheiros, Frei António do Espírito Santo, Frei Bento dos Mártires e o irmão António das Chagas, oficial de alvenaria.
Lançaram a primeira pedra do mosteiro no dia 7 de Agosto de 1628 e a 28 de Fevereiro de 1629 adoraram o SS na casa da livraria, de que fizeram igreja provisória e logo no dia 19 de Março de 1630 deram inicio á vida regular da comunidade. Porém, a sagração solene do convento e a primeira missa só teria lugar a 3 de Maio de 1639 e o Deserto tomava o nome de Convento de Santa Cruz do Bussaco.
De construção simples e pobre, o cenóbio era a expressão da austeridade religiosa da Ordem, apostada nas coisas do espirito e da salvação da alma, mais que na ilusória riqueza dos bens materiais do mundo.
Á rea de acesso reservado a quantos procuravam a oração e a penitência, coube a esses monges do carmelo murar os 105 hectares da sua devoção edificar ermidas e capelas, preservar a rica flora nativa e acrescentar-lhe espécies trazidas de todas as partes do mundo traduzidas em grande variedade de espécies exóticas que fazem hoje do parque botânico do Buçaco uma referencia única.
Em 21 de Setembro de 1810, durante a terceira invasão francesa, o general inglês Wellington ficou alojado no convento, bem como todo o seu estado maior que ocupou quase todas as celas dos frades.
Em 1834, com a extinção das ordens religiosas, o Convento e todo o património existente, incorporou-se nos bens nacionais. Foi a 16 de Junho daquele ano que as autoridades do então concelho da Vacariça compareceram no Bussaco fazendo o auto de apreeensão perante o último prior, Frei António de Santa Luzia, dando a todo o património existente o valor de 8000 reis.


MUSEU MILITAR DO BUÇACO

O Museu Militar do Buçaco foi inaugurado em 27 de Setembro de 1910, por ocasião do 1º centenário da Batalha do Buçaco, que sintetiza a valentia e a acção heróica do exército anglo-luso durante o período da Guerra Peninsular. Ampliado e remodelado em 1962, dispõe de valiosas colecções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na Batalha, de que se destaca uma peça de artilharia com a respectiva guarnição.
Em paineis, aludindo aos brilhantes feitos de armas praticados, recorda-se com emoção e gratidão o comportamento corajoso e determinado de todas as Unidades portuguesas que tomaram parte na Guerra Peninsular (1808-1814). Á sua acção se ficou devendo a defesa da identidade e independência nacionais.

Horário: Terça a domingo das 10 ás 17 horas
Encerrado á segunda-feira e nos dias 1 de Janeiro e domingo
de Páscoa.
Gratuito ás 4ª feiras para adultos com mais de 65 anos e
Jovens dos 10 aos 18 anos.

Entradas: Adultos 1 euro, jovens até 18 anos 0, 75 cêntimos
Maiores de 65 anos 0, 50 cêntimos.
Grupos escolares 5 euros (25 alunos)


Informações : Museu Militar do Buçaco Telf.: 213 939310


Situado no pequeno lugar de Almas do Encarnadouro, na Serra do Buçaco, o Museu Militar recolhe nas suas salas o espólio da Batalha do Buçaco travada em 27 de Setembro de 1810 entre as tropas napoleónicas sob o comando do Marechal Massena e as anglo-lusos, comandadas pelo Duque de Wellington.
Estava-se então no coração da Terceira Invasão Francesa, com os franceses a percorrerem a margem direita do Mondego em direcção a Coimbra e Lisboa, depois da tomada de Cuidad Rodrigo, Almeida e Viseu.
Wellington, com o seu exército estendido pelos cumes da Serra do Buçaco entre a Senhora do Monte Alto (Penacova) e o Ninho da Águia (Aljeriz), resolve aproveitar a posição vantajosa que detinha nas alturas escarpadas da serra para fazer frente ao inimigo e infligir-lhe uma das primeiras derrotas do Império de Napoleão. Com efeito, na noite de 27 de Setembro, as tropas francesas forçaram a passagem pelas estradas que de Viseu conduziam a Coimbra atravessando os altos do Buçaco e foram de pronto repelidos com valentia e audácia pelo exército anglo-luso.
O Museu Militar do Buçaco, criado e inaugurado em 1910 quando do lº Centenário do acontecimento com a presença do Rei D. Manuel II, mostra nas suas salas o rico legado da época, nomeadamente peças militares do principio do Séc XIX, figuras uniformizadas, guiões e medalhas, material e equipamento diversos, uniformes, gravuras, uma peça de campanha de 9 libras que tomou parte na batalha e respectiva guarnição, evocações miniaturizadas e uma completa maquete mostrando as posições das forças em combate.
Outros locais históricos a visitar : Capela de Nª Srª da Victória, que serviu de hospital de sangue durante a batalha, Obelisco Comemorativo da Guerra Peninsular, Posto de Comando do Marechal Duque de Wellington, Moinho de Sula, Ruinas do Moinho da Moura, posto de comando do Marechal André Massena.
O Museu encerra às 2ªs feiras.

(...)

GASTRONOMIA

O Leitão Assado à Bairrada

Uma delícia única. Um manjar digno dos deuses !!!!
Amarelo e apaladado por séculos de tradição, o leitão da Mealhada é a maior riqueza gastronómica do concelho.
Com o peso em vivo a oscilar entre os 6 e os 10 quilos, um mês, mês e meio de idade, o leitão sai do leite materno para se transformar numa iguaria impar que chama á fileira da estrada nacional 1, que percorre o concelho de norte a sul, milhares de veneráveis apreciadores.
Temperado á boa maneira da tradição, enfiado no espeto durante duas horas em forno a lenha pelas mãos de especialistas nas voltas e mais voltas da sua confecção, amarelo como ouro na sua pintura a calor lento, o leitão é verdadeiramente um manjar divino, apreciado pelos inúmeros adoradores na verdadeira sala de jantar de Portugal, a Mealhada.
Acompanhado pelo não menos saboroso pão da Mealhada, de fabrico tradicional e pelos bons vinhos dos produtores locais…

( Receita Conventual de 1743, compilada por António de Macedo Mengo )

Pelado e aberto por uma ilharga, se lhe tirem as tripas e a fressura... e também picarão toucinho e umas cabeças de alho, cravo inteiro e pizado, pimenta inteira e pizada, cuminhos, sal, folha de louro, um pouco de vinho e algum vinagre. Mexa-se tudo isto muito bem, e se metta dentro do leitão, de sorte que não leva môlho; e cosendo a abertura, espetarão o leitão em espeto de pau, e o untarão com manteiga de porco.
Isto feito, ponha-se a assar, que será devagar, e emquanto se for assando se tirará fóra algumas vezes para tomar ar e côr. E, quando começar a levantar empollas na pelle, se lhe irá dando com um panninho molhado com água e sal.
Quando estiver assado, o que commummente leva duas horas, terá então os couros bem córados e vidrentos; e logo se porá na ponta de um espeto um pedaço de toucinho, que assando-o se irá pingando com elle o leitão. E depois de bem pingado irá á mesa, servindo-se com laranja, pimenta e sal.

Rota do Vinho da Bairrada

Situada no coração duma Bairrada vinhateira de grande qualidade, ao que alia uma riqueza gastronómica impar, a Mealhada faz parte dessa jovem instituição que se chama Rota do Vinho da Bairrada e honra-se de ver aberto o seu primeiro posto informativo nas instalações da antiga Destilaria da Junta Nacional do Vinho, um imóvel recuperado para ser palco previlegiado da promoção dos seus produtos.
Outros lugares são no entanto de visita obrigatória para os ‘chamados’ adoradores do vinho, e esses locais são precisamente as vinhas, as caves ou as adegas dos seus primeiros aderentes, os verdadeiros santuários onde se cria e faz a volumetria do néctar final.
Assim, é sempre de aconselhar uma passagem pelas Caves Messias no coração da vila da Mealhada, ou pela renovada Quinta do Valdoeiro, na freguesia da Vacariça, vinhedos que se estendem entre as povoações do Travasso e Quinta do Valongo, ou ainda pela Adega Cooperativa da Mealhada e pelo antigo solar da Quinta do Carvalhinho, em Ventosa do Bairro, para ali tomar o gosto e o aroma com que se ama o vinho da Bairrada no berço dos aderentes do concelho.
Em plena Rota, haverá porventura sensação melhor que viajar pela candura da terra fértil, pela sombra dos pinhais frondosos, pela secularidade da mata do Buçaco que se abre em paisagens de suaves declives e vastos horizontes? Tudo nos sugere que deixemos o mundo correr e façamos uma pausa para desfrutar a natureza que aqui tão amplamente se manifesta... Aqui, onde o tempo, a riqueza e a diversidade geológica dos solos bairradinos, dão azo a que se produza uma tão grande variedade de vinhos, distintos entre si e os demais.
Sejam eles tranquilos ou espumantes, todos acompanham famosamente a culinária tradicional e merecem ser bebidos na região, para aí lhes tomar o gosto e conhecer a nobreza da personalidade.

Locais a visitar:
Posto de Atendimento da Rota do Vinho da Bairrada
Caves Messias
Quinta do Valdoeiro
Adega Cooperativa da Mealhada
Quinta do Carvalhinho
Área de vinhedos da Silvã, Casal Comba, Ventosa do Bairro.

TERMAS DO LUSO
O
Luso é uma estância termal e de férias situada no coração de Portugal.
A tecnologia, associada à acção fisiológica da água termal, bem como os tratamentos especializados, sempre sob o acompanhamento de médicos e técnicos de saúde competentes, garantem ao aquista uma qualidade superior na prestação de todos os serviços associados ao complexo das termas.
A água termal do Luso brota na parte central do balneário, situado em pleno centro da vila, com um caudal superior a 12.000 litros/hora e com uma temperatura de 27 graus centigrados.
É utilizada pela clínica médica das termas, quer em curas de diurese, estimulando a função renal e potenciando uma acção depuradora e desintoxicante, quer no tratamento de afecções crónicas do aparelho reno-urinário-litiase renal e insuficiência renal. É utilizada ainda em doenças metabólicas-endócrinas – hipertensão arterial, hipercolesterolémia, diabetes e gota; afecções respiratórias crónicas-bronquite e asma; doenças reumáticas e musculo-esqueléticas e patologia dérmica.
Reabilitação do aparelho locomotor, fisioterapia correctiva e recuperação da forma física, são outros serviços de elevada qualidade e eficiência oferecidos por um excelente bloco de fisioterapia.

 

 

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Concelho de Murtosa
Património Construído


Igreja Paroquial da Murtosa com o título de Nossa Senhora da Natividade. Data o actual edifício da primeira metade do século XVIII. "Cantaria em gneisse da região próxima." Fachada austera, onde se ergue uma torre à esquerda. "O retábulo principal veio duma igreja desafecta do sul do País; dotaram-no, aqui, do sacrário e de degraus do trono, em talhas a imitarem as antigas, e foi inteiramente dourado de novo. Data dos fins do século XVII, do barroco. Os dois altares dos flancos embutem-se nas paredes. Composições simples do meado do século XVIII; tendo só duas colunas e estas espiraladas, com grinaldas; pilastras, voltas e faixas carregam-se dos temas simples do tempo.
Os colaterais ao arco, posto de ângulo, datam dos fins do séc. XVIII, seguindo os traçados curvos setecentistas, mostrando contudo certas orientações da nova fase. Reservam vasto espaço destinado aos titulares, que é ladeado de duas colunas, completado de alta cabeceira recortada; as colunas enleiam-se duma grinalda, mas só de ligeiros festões pendentes no terço inferior."
"Colocaram nas paredes da capela-mor, seis grandes panos de azulejo, modernos, de cenas agiográficas, da antiga fábrica da Fonte Nova, de Aveiro."

GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981.

Igreja Paroquial de Pardelhas

Orago: S. Lourenço. O actual edifício foi concluído em 1939. Veio substituir uma antiga capela situada num dos lados da praça actual de Pardelhas. É uma igreja ampla com uma torre ao meio da fachada.

Quinta da Caneira

A Quinta da Caneira, propriedade ao longo dos séculos de duas ilustres famílias, principalmente após ter adquirido as suas actuais dimensões, foi sempre a maior propriedade agrícola do concelho. Como tal, todas as suas construções, edificadas em diferentes épocas, foram efectuadas de acordo com grande disponibilidade de meios. A quinta apresenta cerca de 10 hectares de área total.
Situa-se na R. Vasco da Gama, na Freguesia e Concelho da Murtosa.

A formação da Quinta tem como origem um complexo de bens foreiros ao convento portuense de Avé-Maria, no qual se tinha incorporado o de Vila Cova das Donas de Sandim, aparecendo como seus primeiros proprietários o capitão Manuel Henriques de Morais e mulher Joana de Oliveira (séc. XVII). Dos descendentes destes passou, por título oneroso, à família Velloso da Cruz, de Gaia, vindo por aliança familiar, ao Senhor Frederico de Clamouse Brown Van-Zeller. Na fachada da casa vêem-se as armas do Velloso da Cruz.

Hoje, pertence a Augusto Mariano Van-Zeller de Carvalho Ricca, residente em Vila Nova de Gaia.
A quinta com os limites e imóveis hoje existentes, tem como temporalidade os fins do séc. XVIII e século XIX.

Foi classificada, em reunião ordinária da Câmara Municipal da Murtosa, de 25 de Junho de 2002, como imóvel de interesse municipal, de acordo com a Lei nº. 107/2001, de 8 de Setembro.

GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981

Capela de S. Simão
Imóvel classificado como de interesse municipal.
Situada na freguesia do Bunheiro, concelho da Murtosa.
Capela erigida pelo Padre Simão Fernandes Ruela em 1609.
"Planta circular, cúpula hemisférica de tijolo, sem revestimento de telhas, só um ligeiro cordão a limitar a linha das paredes. A porta, rectangular, é ladeada de dois pequenos postigos."(...)"Levanta-se acima da cornija, para a direita da porta, o alto pano da sineira..."
GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981.

Igreja Paroquial do Bunheiro
Orago: S. Mateus.
A Igreja actual foi reedificada no segundo terço do século XVIII.
"Segue o plano costumado; torre à direita da fachada, porta principal de duas travessas; arcos cortados nas paredes e destinados a altares, sendo dois arcos colaterais ao arco-cruzeiro e dois nos flancos; duas janelas na capela-mor (estas posteriormente ampliadas) e seis no corpo, além das duas da fachada; sendo todas rectangulares."
GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981.


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Concelho de Oliveira de Azemeis
História do Município de OLIVEIRA AZEMÉIS
A primeira referência documental a OLIVEIRA AZEMÉIS data de 922, e trata-se de uma doação feita pelo rei Ordonho a um Bispo do Mosteiro de Crestuma. Dessa época existem hoje vestígios de ocupações proto-históricas e romanas.

Até ao séc. VII, o que marca OLIVEIRA AZEMÉIS é o cruzamento de rotas tradicionais para o interior e para o litoral, para o norte e para o sul, bem como o facto de ser ponte de ligação da via militar romana que liga Lisboa a Braga, que aqui tinha o seu tão conhecido Marco Miliário da Milha XII.

Do séc. VII ao X, é alcaria e arraial de moçarebes e berberes que aqui se fixaram e desmantelaram a vida institucional anterior, assim como topónimos da área, hábitos típicos e o próprio traje regional. O próprio topónimo Azeméis tem uma etimologia que apela não só para uma colónia de Almocreves, mas ainda para colonizadores árabes da família Azemede.

Do séc. X ao XV, OLIVEIRA AZEMÉIS é palco de lutas renhidas entre árabes e chefes militares leoneses e portucalenses, incluindo colonos adstritos aos mosteiros de Pedroso, Grijó e Cucujães, aos quais se deve o repovoamento e fundação das 19 freguesias, o aproveitamento dos cursos de água locais para a indústria de moagem e de irrigação das terras marginais, o desenvolvimento da já referida colónia de almocreves (Azemeles) e a instalação de uma acolhedora hospedaria para peregrinos e veraneantes que aqui vinham descansar, caçar ou pescar.

No período que vai do séc. XV ao XVIII, a história de OLIVEIRA AZEMÉIS ficou marcada pela implementação da Comenda Real da Ordem de Cristo, em 1517, e destinada a arregimentar milícias para a defesa do território e policiamento do trânsito regional.

Em 5 de Janeiro de 1799, foi elevada à categoria de Vila e tornou-se Sede do Concelho. Com Mouzinho da Silveira, OLIVEIRA AZEMÉIS passou a ser o Concelho que é hoje.

No dia 16 de Maio de 1984 é elevada a Cidade do distrito de Aveiro e diocese do Porto, mercê do seu notável progresso, densidade demográfica e categoria das suas estruturas urbanas.

OLIVEIRA AZEMÉIS é elevada à categoria de vila em 05 de Janeiro de 1779, pois era terra sem Foral, que apenas aproveitara do Foral da Feira, dado por D Manuel I, em Lisboa a 10 de Novembro de 1514. O Alvará de criação de vila foi ampliado em 24 de Outubro de 1779, criando-se o Concelho de OLIVEIRA AZEMÉIS, a que foram anexadas por decreto do Príncipe Regente de 27 de Setembro de 1801, as freguesias de Santa Maria de Arrifana e a de S. João da Madeira, para preencher o nº de 20 freguesias marcado no Alvará de 05 de Janeiro de 1779.

A Arrifana voltou ao seu antigo Concelho, que era o da Feira e S. João da Madeira tornou-se Concelho. Em 1855, extinto o Concelho do Pinheiro da Bemposta, as 5 freguesias que o constituíam, passaram para OLIVEIRA AZEMÉIS.

 

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Concelho de Oliveira do Bairro

Oliveira do Bairro é um concelho situado na Região Centro, no Baixo Vouga, pertencendo ao distrito de Aveiro. É limitado a Norte pelo município de Aveiro, a Nordeste pelo de Águeda, a Sueste pelo de Anadia, a Sul pelo de Cantanhede e a Oeste pelo de Vagos. O concelho ocupa 86.6 Km2 distribuídos por seis Freguesias: Oliveira do Bairro, Oiã, Bustos, Troviscal, Palhaça e Mamarrosa.

Património
Oliveira do Bairro é dona de uma natureza ímpar com as suas cegonhas-brancas na zona do Vale do Cértima. Vale a pena ver o espectáculo que estas aves dão, quer estejam a pairar no ar, quer estejam no ninho a cuidar das crias, quer estejam nas marinhas de arroz existentes a pescar. É também comum ver-se nas marinhas de arroz bandos de cegonhas-brancas juntamente com garças-reais, garças-brancas, garças-vermelhas, como se estivessem todas numa “amena cavaqueira”. É óbvio que em tamanha concentração tem de haver segurança. E existem águias-sapeiras e milhafres-pretos que pairam no ar como se estivessem alerta aos predadores típicos destas aves.
Aparte este espectáculo vivo, as marinhas de arroz, verdadeiros mantos verdejantes que ondulam ao sabor do vento, vinhas a perder de vista, matas e eucaliptais são outros atractivos da natureza. Existem também vários parques de merendas espalhados pelo concelho, cada um com a sua beleza e história, sempre integrados na natureza circundante.
Como esta é uma zona de agricultores, existem espalhados pelo concelho vários moínhos de água que serviam para moer vários tipos de cereiais, além dos lagares de azeite. A religião, fé e crenças estão muito presentes no concelho e têm forma nas várias igrejas, capelas e alminhas que existem. Realce para a Igreja Matriz da Mamarrosa, datada do séc. XVII, e a Igreja Matriz de Oiã, datada do séc. XIX, com a sua talhada dourada. Pelourinhos e cruzeiros de várias épocas também são visíveis nos caminhos do concelho.
Não esquecer o Museu de Arte Sacra de S. Pedro da Palhaça na antiga Igreja de S. Pedro da Palhaça, com um vasto espólio de Arte Sacra e Arquivo Histórico Regional. Há também, o Museu de Etnomúsica da Bairrada no Troviscal, com sua colecção de instrumentos, partituras, gravações, documentação variada e depoimentos sempre com o elo da música a unir a Bairrada.

 

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Concelho de Ovar

PATRIMÓNIO NATURAL

PRAIAS
No concelho de Ovar tem oportunidade de descobrir os múltiplos encantos das belas praias atlânticas, onde se confundem o azul do mar, o amarelo do sol e o verde dos pinhais. No sentido norte-sul temos as praias de Esmoriz (Praia da Barrinha), Cortegaça, Maceda (S. Pedro) e Ovar (Furadouro e Torrão do Lameiro), com convidativas extensões de areal e dunas, ligação às zonas florestais, constituindo uma das maiores áreas do género no litoral português. É ainda muito apreciada a praia fluvial do Areínho, situada em plena Ria, no braço que chega a Ovar até à Marina do Carregal.
No Verão, os turistas podem deliciar-se com a qualidade das águas e da areia, pernoitar nas unidades hoteleiras e nos parques de campismo dotados com bons equipamentos, nomeadamente desportivos, divertir-se nos eventos de animação – espectáculos e desporto. O ambiente nocturno e a gastronomia são sempre factores de atracção no concelho.

A RIA
A Ria de Aveiro estende-se, pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 47 km e com uma largura máxima de 11 km, no sentido Este-Oeste, desde Ovar até Mira, constituindo um excepcional acidente geográfico da costa, único em Portugal e na Península Ibérica, nela desaguando os rios Antuã, Vouga, Cértoma e Cáster, além de inúmeros ribeiros.
Desdobra-se em quatro importantes canais: Ria de Ovar, no extremo norte; Ria de Mira, no extremo sul; Ria da Murtosa, a nordeste e Ria de Ílhavo, a sudeste.
Ovar está fortemente ligado à Ria. As suas populações, durante séculos, exploraram os seus recursos naturais como fontes de rendimento: a apanha do moliço (fertilizante natural); a pesca e o transporte de mercadorias (entre Ovar e Aveiro), facilitou o crescimento do comércio de produtos como: o sal, arroz, vinho, peixe, etc.
O moliceiro é a embarcação característica da Ria de Aveiro, destacando-se a elegância das suas linhas e o colorido da sua decoração. Em Ovar irá encontrar estas embarcações no activo e poderá usufruir de passeios neste tipo de embarcações.


ZONA FLORESTAL
A zona florestal do Concelho de Ovar é composta por cerca de 1850 hectares, traduzindo-se numa das maiores manchas europeias de "Pinus Pinaster", espécie muito usada na fixação de solos arenosos da orla marítima, sujeitos a fenómenos erosivos.
Além da sua importância a nível ecológico, trata-se de um espaço convidativo para a prática de actividades ao ar livre, como desportos e passeios pedestres. Outra componente apreciada são os Parques de Merenda que existem no Carregal (Ovar), Buçaquinho (Cortegaça), Maceda, entre outros.

(Conheça ainda a beleza e elegancia dos Jardins Públicos...e o Património Construído deste concelho. )

 

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Concelho de Santa Maria da Feira
Santa Maria da Feira – Um Palco de Experiências

Com uma oferta cultural diferenciadora ao longo de todo o ano, Santa Maria da Feira assume-se como um verdadeiro “Palco de Experiências”, onde o visitante é desafiado a viver em pleno o espírito dos eventos e convidado a regressar sempre que a cultura acontece.

A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, o Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua e a Terra dos Sonhos são três eventos culturais de referência, que potenciam a oferta turística da Região Norte.

Santa Maria da Feira tem um dos mais belos e notáveis castelos de Portugal e um centro de congressos de excelência - o Europarque - que é também palco de uma extensa e qualificada programação cultural anual.

Repletos de história e de memórias, os espaços museológicos do concelho convidam a recuar no tempo e a experienciar. É assim no Museu do Papel Terras de Santa Maria, no Museu Convento dos Lóios e no Museu de Santa Maria de Lamas. Autêntico museu vivo, o Zoo de Lourosa – Parque Ornitológico proporciona uma viagem pelo mundo selvagem das aves.

Apesar da proximidade a grandes centros urbanos, Santa Maria da Feira conserva uma tranquilidade ímpar, que convida a uma estadia mais prolongada. Nas Termas de S. Jorge, o visitante encontra o refúgio ideal para cuidar do corpo e da mente.

Ritual imperdível é a degustação da tradicional Fogaça, ex-líbris da gastronomia regional e símbolo da secular Festa das Fogaceiras, a mais emblemática festividade do concelho.

Seja bem-vindo a Santa Maria da Feira!

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Museu Convento dos Lóios

O Museu Convento dos Lóios é um espaço dedicado à História do concelho de Santa Maria da Feira e da região. Reabriu as portas ao público a 26 de Junho de 2009, depois de profundas obras de remodelação e adaptação a museu municipal. Tem como missão a salvaguarda, valorização e divulgação de testemunhos e memórias do passado como herança histórica e cultural, legados a gerações futuras.

Praça Dr. Guilherme Alves Moreira
4520 Santa Maria da Feira
Telefone + [351] 256 331 070
Fax + [351] 256 365 335

Criada a 5 de Fevereiro de 1938, a Biblioteca-Museu Municipal de Vila da Feira foi inaugurada oficialmente a 20 de Janeiro de 1940, dia da Festa das Fogaceiras. Em 1992, o Museu desobriga-se da Biblioteca e é instalado no secular Convento dos Lóios.

Em 2000, com a criação da Rede Municipal de Museus de Santa Maria da Feira, o Museu Municipal adquire um novo impulso, passando a constituir um espaço de conteúdo municipal e até regional, reabilitando o nome do edifício que o acolheu, designando-se Museu Convento dos Lóios.

História do Convento dos Lóios

Os Condes Pereira obtêm autorização para fundar uma casa religiosa na Feira, depois de uma petição dirigida ao Capítulo Geral da Congregação de S. João Evangelista, realizando-se, em 1560, a cerimónia que marca o início da construção dos espaços necessários para instalação dos primeiros Frades Lóios. A 27 de Dezembro de 1566, o Santíssimo Sacramento era transladado para a nova igreja adaptada a partir da antiga ermida do Espírito Santo.

Em 1588, celebra-se com o mestre de pedraria, Jerónimo Luís, o contrato para a construção deste conjunto conventual, mas é a partir de 1618, depois de derrubada a obra velha, que se ergue a edificação em várias fases de construção desde a capela-mor, o transepto, as capelas laterais até ao cruzeiro, que recebe a primeira pedra a 30 de Junho de 1625. Três anos depois, o chafariz do claustro recebe a água que vem da fonte do castelo e se distribui pelas “officinas da casa”.

Em 1697, o convento tem três dormitórios situados a poente, nascente e sul que se desenvolvem em torno do claustro quadrado com dezasseis arcos que vão sustentar, na parte superior, janelas com varandins. Podia albergar até doze cónegos, mas sempre aqui habitaram dez elementos, até à extinção da congregação na sequência do decreto de 30 de Maio de 1834, subscrito por D. Pedro, Duque de Bragança e Joaquim António de Aguiar.

A portaria de 13 de Setembro de 1836, da Repartição dos Negócios da Fazenda, vai traçar o destino deste edifício, colocando-o à disposição da Câmara “para ali se estabelecerem as Administrações Judiciais e Administrativas” do Concelho que vão ser concretizadas em 1878, depois das obras de adaptação. A 17 de Junho, é também inaugurado o Teatro D. Fernando II, que vai ocupar o antigo refeitório dos frades e toda a ala do sul do piso térreo, convertendo-se depois em sala de cinema a funcionar até 1938, e adaptada nesta altura como conservatória do registo civil e secretaria notarial. Em 1907, no primeiro piso da ala nascente, funciona a cadeia, que aí permanece até 1944, data de construção de um edifício para o efeito.

Nos anos quarenta do séc. XX, apesar dos protestos de alguns esclarecidos feirenses, o edifício é completamente remodelado para acolher repartições públicas, conservatórias e Tribunal, mantendo-se até 1992, ano em que o antigo Convento dos Lóios recebe o Museu Municipal, iniciando-se um processo de renovação e adaptação às novas funcionalidades museológicas. A 26 de Junho de 2009, reabre ao público como um espaço dedicado à História e à Cultura do Concelho e da região, assim designado por Museu Convento dos Lóios.

Museu do Papel Terras de Santa Maria
Instalado num antigo engenho papeleiro fundado em 1822, a sua grande marca identificadora reside no facto de ser um museu manufactureiro e industrial em actividade, integrando um espaço de produção manual de papel – antigo Engenho da Lourença – e um espaço industrial – Casa da Máquina – onde se mostra o processo de fabrico em contínuo.
Rua de Riomaior, 338

4535-301 Paços de Brandão
Portugal

T + [351] 22 744 29 47
F + [351] 22 745 99 32

www.museudopapel.org

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Concelho de S. João da Madeira

História

As origens de S. João da Madeira remontam a longínquos tempos, como comprovam os legados das civilizações celta, romana, árabe e visigótica. É, no entanto, em 1088 que aparece pela primeira vez, em fontes escritas, a menção a S. João da Madeira. A expressão “Uilla de Sancto Ioanne de Mateira” é a primeira referência documental e surge em duas cartas de venda, em pergaminho. A designação de Madeira prende-se, ao que tudo indica, com a abundância de matéria lenhosa desde sempre existente na região.

No século XIX, S. João da Madeira regista um intenso crescimento, fruto do desenvolvimento comercial e industrial, sobretudo com a indústria dos chapéus e dos lacticínios, transformando radicalmente a situação do povoado. A prosperidade adquirida – para a qual viria a contribuir decisivamente também a indústria do calçado - só foi possível pelo dinamismo e espírito de trabalho dos seus habitantes.

Com o progresso e modernização veio a alteração radical do panorama arquitectónico da povoação. Assim, a primitiva igreja foi demolida em 1883 e no ano seguinte iniciou-se a construção da igreja nova que, a 11 de Julho de1888, era benzida e inaugurada. Em 1908 El Rei D. Manuel II inaugurava o troço de linha de Caminho de Ferro do Vale do Vouga, contribuindo muito para o incremento das vias de comunicação paralelamente à construção de estradas e caminhos. Foi também criado o hospital, chegou a luz eléctrica e nasceu o Grupo Patriótico Sanjoanense que deu novo impulso ao progresso local.

O apogeu de todo este desenvolvimento viria com emancipação concelhia por decreto em de 11 de Outubro de 1926, sendo assim criado o concelho de S. João da Madeira. Este decreto considerava o novo concelho como o “centro industrial mais importante do distrito de Aveiro” e o seu desenvolvimento económico e social estava a ser “prejudicado, sufocado pela sua inferior categoria administrativa”. A elevação a cidade viria em 16 de Maio de 1984, como reconhecimento do intenso labor dos habitantes de S. João da Madeira, traduzido no desenvolvimento e progresso que hoje se pode atestar nas mais diversas realizações arquitectónicas, desportivas, sociais, culturais, urbanísticas.

TV CMSJM

 

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Concelho de Sever do Vouga

Cascata da Cabreia
Situada na freguesia de Silva Escura, onde abundam imensos cursos hídricos. A irregularidade do terreno, conjugado com enormes torrentes de água e com uma rica flora local, produziram espaços bucólicos, nos quais a poesia da natureza foi complementada pela vontade humana. Símbolo máximo do capricho da Natureza, surge a Cascata da Cabreia, onde as águas do Rio Mau ganham velocidade e força antes de se despenharem por uma rochosa encosta.
Indubitavelmente bela e relaxante, a Cascata da Cabreia consegue oferecer ao seu visitante de tudo um pouco: a frescura provocada pela queda de água na bacia fluvial, a vegetação densa e ordenada pela intervenção a que foi sujeita através de um projecto de recuperação, os recantos convidativos a sentimentos mais românticos, as mesas e bancos de apoio vindos ao encontro de quem quer associar ao descanso e gosto gastronómico.


Praia Fluvial da Quinta do Barco
Situada na freguesia de Paradela do Vouga, na margem esquerda do Rio Vouga e abrangendo a margem direita do mesmo, na freguesia de Pessegueiro do Vouga, junto a um dos mais vastos lençóis de água deste rio.
A praia fluvial está integrada num conjunto de equipamentos físicos de apoio e de valorizações várias dos espaços naturais, com zonas de lazer e desporto, parque infantil, mesas de merenda e zona de balneários. Para além do desfruto da actividade balnear, a praia fluvial destina-se à prática de canoagem e desportos radicais.

Miradouro de Santa Maria da Serra
Situado na freguesia de Talhadas, no lugar das Arcas onde se vislumbra a Costa Lagunar.

Miradouro da Nossa Senhora da Penha
Situado na freguesia de Silva Escura, no lugar do Espinheiro com vista para a Costa de Aveiro.

Miradouro do Poço de Santiago

Situado na freguesia de Pessegueiro do Vouga, com vista para o Rio Vouga.

 

 

(Veja Mais em Câmara Municipal de Sever do Vouga)

 

 

Mirtilo
O mirtilo é um fruto silvestre com um sabor distinto, vastamente conhecido pelas suas propriedades medicinais. É um poderoso antioxidante e é conhecido por muitos como "o fruto da juventude". Habitualmente usado no tratamento de algumas infecções, este fruto ajuda ainda a retardar o envelhecimento cerebral dos doentes de Alzeimer. Além de várias vitaminas, o mirtilo é rico em sais minerais, magnésio, potássio, cálcio, fósforo, ferro entre outros elementos. Também no mundo da culinárias, assume-se como um fruto extremamente versátil, capaz de compor qualquer tipo de prato.

in: Feira do Mirtilo

 

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Concelho de Vagos

O Município de Vagos é um concelho com assimetrias que o tornam único. Num olhar transversal, a trilogia Sol, Mar e Ria comanda o litoral oeste do Concelho. Mais para interior, o sistema florestal da Mata das Dunas de Vagos ocupa uma área aplanada e muito extensa, riquíssima em flora e fauna autóctone.

O concelho integra, ainda, a Região da Gândara onde as típicas Casas Gandarezas caracterizam a forte componente rural do concelho.

Mais para Este, surge o Rio Boco, com mistura de águas das várias nascentes com as águas salgadas da Ria de Aveiro. Ao longo das várias “veias” do rio, onde outrora navios navegavam, desfruta-se a paisagem única dos sinuosos vales e a flora típica de zonas húmidas.

Patrimonio

Igreja Matriz de Vagos - Capela dedicada a S. Tiago-maior apóstolo. Trata-se de um templo modesto, de uma só nave. A sua orientação é nascente-poente, para onde está voltada a porta principal. A grande reforma do edifício deu-se na segunda metade do séc. XVIII. O arco da capela do evangelho é do séc. XVII, da renascença decadente, com pendurados nas faces das pilastras e de querubins na volta, tendo brasão que a talha não deixa ver convenientemente. Foi a capela privativa dos Cardosos. Aqui encontra-se uma lápide que diz: “El-Rei D. Affonso V deu esta egreja ao Mosteiro de S. Marcos, ao qual está unida in perpetuo no espiritual e temporal. Em 1452”


Palacete Visconde de Valdemouro - Casa que pertenceu ao Visconde de Valdemouro, lisboeta de nascimento e radicado em Vagos. Vendeu a sua propriedade aos Administradores do Concelho que aí fixaram os serviços municipalizados. Constituída por um brasão com um escudo esquartelado.

Igreja Matriz de Soza - Na fachada das traseiras encontra-se a imagem de S. Miguel, padroeiro da freguesia, escultura de pedra (séc. XVII final). Nas proximidades encontra-se o Cruzeiro de tempete de 1659 com cúpula hemisférica (séc. XVII).

Casa Ducado Dão Lafões - Casa pertencente ao Duque de Lafões, último donatário da freguesia de Soza. Mantém a sua traça original com o respectivo Brasão.

Azenhas do Boco - As azenhas do Boco aproveitam, ainda, as quedas de água vindas de várias nascentes que afluem até ao Rio Boco.
Ainda se podem encontrar algumas azenhas em funcionamento.

Moinhos de S. Romão - Os moinhos de vento, outrora motores da moagem de cereais, através da força eólica fornecida pelos ventos marítimos, são hoje o ex-líbris do lugar de São Romão, freguesia de Santo André

Património Natural - Repleto de paisagens magníficas dotadas de grande beleza, o município de Vagos possui uma riqueza florística e faunística imensa, estando parte desta, classificada como Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro e Sítio Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas, no âmbito da Rede Natura 2000, uma rede europeia de conservação de habitats e espécies nas suas áreas de distribuição.

 

 

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Concelho de Vale de Cambra

Localizado a Norte do distrito de Aveiro, Vale de Cambra foi elevado a Cidade no dia 20 de Maio de 1993. O Município ocupa uma área de 148, 5 Km2, onde habitam cerca de 25.000 habitantes e é constituído por nove freguesias: Arões, Cepelos, Codal, Junqueira, Macieira de Cambra, Rôge, Sâo Pedro de Castelões, Vila Chã e Vila Cova de Perrinho.

Hoje, Vale de Cambra é um município moderno que alia as suas fortes tradições e a paisagem rural ao arrojo de indústrias de áreas tão distintas como a metalomecânica, a madeira ou os lacticínios e que desenvolveram a economia, alargaram os horizontes e contribuíram para a dinâmica empresarial, social, cultural, desportiva e cívica.

O seu centro urbano assistiu recentemente à implementação de uma série de equipamentos públicos que conferem à cidade atractividade e asseguram a fixação da sua população.
A Biblioteca Municipal, o Museu Municipal e o Centro Cultural de Macieira de Cambra, aliam a Educação à Cultura; o Pavilhão e a Piscina Municipais valorizam a área Desportiva e Recreativa e, a nível da Saúde, a reactivação do Hospital foi um passo importantíssimo dado no sentido da qualidade de vida dos munícipes.

Quem passa por Vale de Cambra tem que provar os sabores gastronómicos da região. Destacam-se nesta área, alguns pratos que poderá encontrar nos diversos restaurantes do Município. É o caso da reconhecida vitela assada, do cozido à portuguesa, dos enchidos, do presunto ou do queijo.
Conhecido também pelo gosto único dos seus vinhos verdes, o nosso Concelho deve este reconhecimento ao seu vale fértil, constituído pelo rio Caima e afluentes, que abrigam extensas matas e vinhas.
A Adega Cooperativa é uma referencia na produção de vinho de Vale de Cambra, registando no seu vasto curriculum alguns troféus. Mais recentemente lançaram-se no mercado três produtores particulares com particular gosto pela cultura vinícola, também eles detentores de alguns prémios e de que o Município tanto se orgulha.

Em termos Artesanais, o Linho e a sua cultura identifica a tradição artesã local. Mas, hoje, a paixão do artesanato alarga-se aos mais jovens passando de geração em geração, sendo por isso vasto o inventário de produtos feitos pelas mãos habilidosas locais, desde o fabrico de velas, bonecas de trapos, instrumentos em madeira ou miniaturas.

São sobejamente reconhecidas as Praias Fluviais de Vale de Cambra, com especial destaque para a Praia Fluvial de Burgães. Localizada em S. Pedro de Castelões, a praia fluvial foi recentemente dotada de mais infraestruturas que permitirão aliar o lazer à educação e à cultura. Trata-se da recuperação dos moínhos de água em pedra que actualmente albergam uma sala de exposições.
Na Praia Fluvial de Burgães poderá passear, fazer desporto, levar as crianças ao parque infantil, deliciar-se com um dos petiscos que são servidos no bar ou simplesmente, apanhar sol e descansar no extenso areal.
Mas, se se deslocar para a zona alta do Concelho poderá descobrir os encantos das praias fluviais de Cabrum, Pontemieiro e Paço de Mato, equipadas com zona de lazer e espaço para merendas.

Aldeias Típicas

Felgueira

Terra de belos recantos, a aldeia da Felgueira, localizada na freguesia de Arões, encaixa entre a beleza verde da Serra da Freita e as águas límpidas e azuis do Rio Cabrum.
Quem chega pode passear por caminhos de pedras gastas e percursos antigos, onde casas rústicas contam a história de uma vida intensamente rural. A Felgueira faz parte do projecto "Aldeias de Portugal" estando já recuperados os moinhos da Sobrosa e aguardando recuperação a "Casa da Aldeia".
Já a caminho da cidade e de uma outra civilização, o visitante pode ainda familiarizar-se com os restantes locais da freguesia de Arões que estende as suas aldeias dispersas por 41Km2, entre a encosta da Serra da Gralheira e os limites dos concelhos de Sever do Vouga e Oliveira de Frades.

Lomba

Também na freguesia de Arões, na direcção dos lugares de Salgueira, Mouta Velha e Cabrum, pode encontrar a magnífica aldeia de Lomba.
Esta é uma aldeia típica em socalcos, situada aproximadamente a 10 km do centro da freguesia, com características celtas e casas em xisto envoltas numa paisagem bela e imponente.
Aqui ainda se produz o azeite à medida das necessidades, nos lagares de madeira.

Trebilhadouro

Na freguesia de Rôge localiza-se um dos tesouros paisagísticos do Município: a aldeia de Trebilhadouro, desabitada há cerca de 15 anos.
Encaixada nos socalcos da Serra da Freita, Trebilhadouro torna-se apetecível pelas suas casas antigas em pedra, pelos seus arruamentos desenhados entre esquinas e campos de cultivo, espigueiros, celeiros, a Casa do Forno e uma eira banhada pela luz natural nos dias primaveris.
Rodeada pela serra do Trebilhadouro e o Alto do Galinheiro, é zona de microclima, pois é abrigada dos ventos que sopram do Norte. Do alto destes montes avistam-se o mar e a ria de Aveiro, bem como outras cidades do Litoral, todo o Vale de Cambra e a Serra da Freita. É também aqui que nasce um ribeiro que desagua no rio Caima, cujas águas servem para regar os campos das aldeias vizinhas.

 

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