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MONTEMOR-O-VELHO
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PENELA
SOURE
TÁBUA
VILA NOVA DE POIARES

Coimbra
Envolvo em história e desde há muito considerado o centro cultural e intelectual de Portugal, o distrito de Coimbra é um destino intemporal que inspirou a obra de poetas e escritores aclamados, uma longa tradição de serenadas de Fado cheias de sentimento e um legado singular de alegres rituais académicos.

Coimbra estende-se ao longo do encantador rio Mondego (o maior rio nacional) e está situada entre os distritos de Aveiro e Viseu.

Descrita como a cidade com mais história da região, Coimbra acolhe alguns dos costumes e monumentos mais venerados do distrito. Vários anos após a ocupação romana e domínio medieval, os vestígios dos primeiros anos de Coimbra estão espalhados por todo o distrito e podem ser contemplados na cidade costeira da Figueira da Foz, no imponente castelo do século IX de Montemor-o-Velho e nas antigas ruínas de Conímbriga.

No ponto mais elevado da cidade, encontrará a prestigiada Universidade de Coimbra e a sua majestosa biblioteca do século XVIII, bem como o encantador Jardim Botânico. Nesta localização privilegiada situam-se ainda a Sé Nova, do século XVI, e o famoso Museu Nacional de Machado de Castro.

O Quebra Costas – uma longa escadaria que conduz desde a Alta de Coimbra ao centro histórico, na Baixa – tornou-se por si só numa atracção turística. Aí encontrará ruas animadas, repletas de restaurantes típicos e bares, lojas de todo o género e muitos cafés. A Sé Velha, a Câmara Municipal e a Igreja de Santa Cruz são algumas das principais atracções da zona e merecem uma visita.

Todos os anos, Coimbra atrai visitantes aos seus animados festejos académicos, onde milhares de estudantes entusiastas desfilam orgulhosamente com as suas capas negras pelas ruas da cidade, entoando canções populares e enchendo as ruas com o som das guitarras que acompanham os fados. Uma das tradições mais importantes é a Queima das Fitas, uma cerimónia da conclusão da licenciatura que ocorre em Maio, quando os estudantes queimam as fitas para simbolizar o final dos seus dias de estudante.

Outro local digno de uma visita é o famoso Portugal dos Pequenitos, situado na margem sul do rio. Trata-se de um espaço maravilhoso, onde visitantes de todas as idades podem explorar as réplicas de aldeias tipicamente portuguesas, monumentos nacionais e edifícios em miniatura. Não deixe de visitar as intrigantes ruínas do Mosteiro de Santa-Clara-a-Velha, nas proximidades.
Locais a visitar
Arquitectura religiosa

Igreja de Santa Cruz
Outrora um importante local onde se reunia a elite intelectual do país, este antigo mosteiro obteve o estatuto de Panteão Nacional em 2003 e abriga os túmulos dos primeiros reis de Portugal – D. Afonso Henriques e D. Sancho I. Embora fundado durante o século XII, a estrutura foi totalmente renovada quatro séculos mais tarde pelo rei D. Manuel I, que alterou a arquitectura original do mosteiro para o estilo Manuelino. O Claustro da Manga, em estilo Renascentista, é a principal atracção da igreja e deve o seu nome ao facto dos esboços da sua estrutura terem sido encontrados na manga do gibão do rei D. João III.

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
As fascinantes ruínas deste mosteiro são um dos primeiros exemplares da arquitectura gótica do país. Após a morte do rei D. Dinis no século XIV, a rainha Santa Isabel (conhecida também como a Rainha Santa) fundou o mosteiro e dedicou o resto da sua vida à religião. Graças à sua profunda devoção e generosidade, a rainha foi canonizada após a sua morte e tornou-se uma das santas mais veneradas de Portugal. Este monumento também marca o local onde Inês de Castro, a eterna e trágica amante de D. Pedro, seria assassinada por tentar prosseguir com o seu amor pelo futuro rei de Portugal.

Natureza

Mata Nacional do Choupal
Esta floresta, cujo nome se deve aos inúmeros choupos que aí se encontram, foi plantada durante o século XVIII para deter o rio Mondego. Hoje, os visitantes podem desfrutar da sua tranquila localização à beira-rio, admirar as belas árvores, praticar desporto e passear a cavalo.

Quinta das Lágrimas
Este jardim romântico ecoa a trágica história de amor entre D. Pedro e Inês de Castro – uma lenda que inspirou a literatura, poesia e música. Repleta de árvores e fontes antigas, com um palácio do século XIX e ruínas neogóticas, este local está envolto pela mais pura beleza. A famosa Fonte das Lágrimas, bem como a vegetação escarlate que nela se encontra, evocam simbolicamente as lágrimas e o sangue derramados por Inês de Castro quando foi tragicamente executada em 1355 por ordem do pai de D. Pedro, o rei D. Afonso IV.

Locais históricos

Universidade de Coimbra
Originalmente fundada em Lisboa no reinado de D. Dinis, esta universidade foi transferida para Coimbra em 1537, onde ainda se mantém. Para além da grandiosa arquitectura de todo o complexo, a biblioteca joanina datada do século XVIII é o seu maior tesouro e irá encantá-lo com a opulência de inspiração barroca, as pinturas trompe d’oeil e as infindáveis prateleiras de livros. Com mais de 250 000 obras, estas relíquias ancestrais são impecavelmente preservadas com a ajuda de uma colónia de morcegos que habita a biblioteca e se alimenta dos insectos durante a noite.

Conímbriga
Conímbriga constitui um dos maiores complexos de ruínas romanas do país e é um excelente local para ter uma visão dos tempos passados. Os artefactos descobertos nas escavações provam que Coimbra foi habitada pela primeira vez durante os séculos VIII e IX a.C., tendo emergido como uma sociedade próspera apenas durante a ocupação romana na segunda metade do século II a.C. Poderá contemplar as muralhas da cidade, os mosaicos, exemplares extraordinários de modernos sistemas fluviais, os banhos termais e vários edifícios. O Museu de Conímbriga é um dos mais famosos do distrito e contém um espólio interessante de objectos encontrados durante as escavações no local.(+)

 

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Concelho de Arganil

O Concelho de Arganil, enquadrado no território da Região Centro de Portugal, integra, também, a designada sub-região do Pinhal Interior Norte, composta por catorze concelhos. Situado na província da Beira Litoral e pertencente ao Distrito de Coimbra, é delimitado a Norte pelos Concelhos de Penacova, Tábua e Oliveira do Hospital, a Sul confronta com os Concelhos de Góis e Pampilhosa da Serra, a Este com os Concelhos de Seia e Covilhã e a Oeste com o Concelho de Vila Nova de Poiares.

O enquadramento geográfico do Concelho de Arganil determinou uma grande heterogeneidade no que concerne ao relevo que o caracteriza. Aliada à paisagem característica das bacias hidrográficas do Rio Alva e do Rio Ceira, que delimitam o Concelho a Norte e a Sul respectivamente, surge com maior predominância a paisagem serrana, dominada pela sumptuosa Serra do Açor, situada em plena Cordilheira Central.

“…os vales fundos em que normalmente o rio se espraia alternam com serras abruptas, umas vezes agrestes, outras repletas de vegetação.”

Regina Anacleto

Os principais cursos de água existentes no Município – Rio Alva e Rio Ceira – e os seus afluentes apresentam-se como extraordinárias condições naturais que permitiram o surgimento de diversas praias fluviais, localizadas em diferentes pontos do Concelho de Arganil, as quais constituem locais muito aprazíveis para os apreciadores.

Na Serra do Açor o xisto prevalece e apresenta-se como um elemento fundamental que em muito contribui para, por força natural ou por obra do Homem, moldar a beleza da paisagem, que é fortalecida pela presença em alguns locais, de espécies características da flora outrora predominante nas encostas xistosas do Centro de Portugal, como sejam o castanheiro, o sobreiro, o carvalho, a aveleira, a nogueira e a cerejeira.

A Mata da Margaraça, integrada na Área de Paisagem Protegida da Serra do Açor está classificada como Reserva Natural da Rede Nacional de Áreas Protegidas e Reserva Biogenética do Conselho da Europa, e constitui uma relíquia da cobertura florística da região. A Área de Paisagem Protegida compreende igualmente a Fraga da Pena, recanto de rara beleza que as majestosas quedas de água enaltecem, e que está classificada como Reserva de Recreio.

As inúmeras referências históricas ao Concelho de Arganil levam-nos ao seu passado ancestral e longínquo, existindo testemunhos arqueológicos que remontam a uma das mais antigas fases da história da humanidade, o Calcolítico – Necrópole dos Moinhos de Vento - e à Época Romana – Acampamento Militar Romano da Lomba do Canho.

O primeiro foral de Arganil data de 25 de Dezembro de 1114, tendo sido atribuído por D. Gonçalo, Bispo de Coimbra. Em 08 de Junho de 1514, aquando da reforma dos forais, o rei D. Manuel concedeu nova carta de foral a Arganil.

A atestar a história de Arganil está, também, o seu património arquitectónico com particular evidência para a Capela de São Pedro – classificada como Monumento Nacional -, o Mosteiro de Folques, o Túmulo de Mateus da Cunha (na Igreja Matriz de Pombeiro da Beira) e a Igreja Matriz de Vila Cova de Alva, classificados como Imóveis de Interesse Público. Para além destes, também a Aldeia Histórica do Piódão (Imóvel de Interesse Público), a Benfeita (localidade que integra a Rede de Aldeias do Xisto), os Centros Históricos de Arganil, Coja e Vila Cova de Alva constituem núcleos arquitectónicos de relevante valor, sem esquecer a importância afectiva que o Santuário de Nossa Senhora do Mont'Alto tem para todos os arganilenses.

Abrangendo uma superfície aproximada de 332 Km2, o Concelho de Arganil compreende dezoito freguesias, nomeadamente, Anseriz, Arganil, Barril de Alva, Benfeita, Celavisa, Cepos, Cerdeira, Coja, Folques, Moura da Serra, Piódão, Pomares, Pombeiro da Beira, São Martinho da Cortiça, Sarzedo, Secarias, Teixeira e Vila Cova do Alva.

 

(mais informação em breve)

(Veja Mais em Câmara Municipal de Arganil)

 

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Turismo em Cantanhede

Quem visita o Concelho de Cantanhede é confrontado com um vasto leque de experiências no contacto com uma natureza estimulante pela sua riqueza e diversidade ou na convivência com uma realidade sócio-cultural unificada em torno das referências e dos valores patrimoniais que consubstanciam as vivências peculiares das três regiões naturais que constituem o território: a Gândara, espraiada sobre o mar; a Bairrada, no interior, onde as estações do ano se contam pelo crescer da vinha; e o Baixo Mondego, a Sul, num vale contíguo às pedreiras da famosa pedra de Ançã.

Na Gândara, com um horizonte entrecortado pelas nuances cromáticas da floresta e dos milheirais, é possível usufruir dos recantos bucólicos das nascentes, na Fervença ou em muitos outros locais, desfrutar do branco macio dos areais e do cheiro a maresia de praias que conservam intactas as suas tradições de arte xávega e apreciar os sabores apaladados da caldeirada, do robalo ou da sardinha assada na telha.

Na Bairrada, que tem no leitão assado a melhor iguaria da sua rica tradição gastronómica e no vinho de Cantanhede o mais precioso néctar desta região demarcada, persistem ainda as referências a um amanho cuidado das encostas solarengas que fazem parte do imaginário colectivo.

No Baixo Mondego, depois da passagem pelo relevo escarpado das pedreiras, onde surgem amiúde marcas das actividades relacionadas com a extracção da pedra de Ançã tão apreciada pelos mais proeminentes escultores dos séculos XV e XVI, estende-se um vale fértil e alagadiço que integra os Campos do Mondego.

Com uma paisagem urbana marcada por uma certa dispersão, o Concelho de Cantanhede mantém visíveis componentes características das ancestrais formas de organização social relacionadas com actividades agrícolas de outros tempos. A este nível, perduram ainda exemplos notáveis da popular casa gandaresa, verdadeiro ex libris da arquitectura tradicional portuguesa, ou das moradias solarengas, com janelas manuelinas trilobadas ou de avental recortado, escadas de tradição setecentista e portas decoradas com brasões sabiamente esculpidos.

Do ponto de vista do património edificado, há um conjunto significativo de igrejas e capelas que conservam no interior inúmeras referências dos estilos manuelino, renascentista e maneirista, também visíveis em alguns elementos das suas fachadas.

Por outro lado, os inúmeros exemplos de estatuária de grande valor artístico e histórico constituem um precioso testemunho de uma actividade escultórica praticada no Concelho desde há alguns séculos, o que não terá sido alheio ao facto de a famosa pedra de Ançã possuir características desde sempre muito apreciadas pelos escultores nacionais e internacionais.

Enquadramento Histórico
Embora não existam elementos que nos conduzam a uma data certa da fundação de Cantanhede, há alguns importantes achados arqueológicos que dão conta da presença humana no território pelo menos no Paleolítico Médio, cujo terminus ocorre por volta de 30.000 a 28.000 a.C..
Durante este período, o Homem de Neanderthal ocupou esta região e foi responsável pelos inúmeros artefactos em sílex encontrados em diversas estações arqueológicas de freguesias como Ançã, Outil e Portunhos. Esses achados, recolhidos ao longo de anos pelo arqueólogo Carlos Cruz, estão hoje em exposição no Museu da Pedra e compilados na Carta Arqueológica do Concelho de Cantanhede, recentemente editada pelo Município de Cantanhede.

O topónimo Cantanhede vem da raiz celta cant, que significa “pedra grande”, e relaciona-se com as pedreiras existentes na região. Daqui nasceu o primitivo “Cantonieti”, mencionado na documentação dos séculos XI, XII e XIII também com as grafias “Cantoniedi”, “Cantonidi” e “Cantonetu”.

As suas primeiras referências históricas remontam a 1087, data em que D. Sisnando, governador de Coimbra, a teria mandado fortificar e povoar. Segundo alguns autores, D. Afonso II terá dado foral a Cantanhede, posteriormente confirmado pelo foral outorgado por D. Manuel I, em 20 de Maio de 1514.

Foram seus donatários os Meneses, tendo sido D. Pedro de Meneses o primeiro Conde de Cantanhede, título nobiliárquico criado por D. Afonso V por carta datada de 6 de Julho de 1479. O título seria depois renovado por Filipe II, em 1618, na pessoa de seu neto e pai de D. António Luís de Meneses, 3.º Conde de Cantanhede e 1.º Marquês de Marialva, que se notabilizou nas Batalhas de Linhas de Elvas e Montes Claros e que foi um dos vultos mais importantes da Restauração de 1640.

À família dos Meneses se ficaram a dever alguns exemplares da arte do Renascimento existentes no Concelho, e a casa que perpetua a sua memória acolhe as sessões de Câmara desde 1805, embora a fixação definitiva da sede municipal da autarquia no edifício só tenha ocorrido em finais dessa centúria.

Das personalidades de vulto associadas a Cantanhede merecem ainda referência o Capitão Pedro Teixeira, conquistador da Amazónia, D. João Crisóstomo de Amorim Pessoa, prelado, distinto orador sacro e Arcebispo Primaz de Braga entre 1876 e 1883, Jaime Cortesão, médico, historiador e ensaísta, Carlos de Oliveira, escritor e poeta, António de Lima Fragoso, pianista e compositor emérito, Augusto Abelaira, escritor, e Maria Amélia de Magalhães Carneiro, pintora.

 

 

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Concelho de Coimbra

Monumentos da cidade de Coimbra

Carta dos Monumentos e Imóveis de Interesse Público
Carta dos Imóveis de Interesse Arquitectónico
Arco e Torre de Almedina
Casa Medieval
Colégio São Pedro
Hospital Real
Igreja da Graça
Igreja de Santa Cruz
Igreja de Santa Justa
Igreja de São Bartolomeu
Igreja de São Salvador
Igreja de São Tiago
Igreja de Santo António dos Olivais
Igreja e Colégio do Carmo
Jardim da Manga
Santa Clara-a-Nova
Mosteiro Santa Clara-a-Velha
Pelourinho
Sé Nova
Sé Velha




História do Fado de Coimbra
Canção de Coimbra
Uma definição e Quatro Momentos

A Canção de Coimbra é um género musical enraizado num folclore urbano (o da cidade de Coimbra), de duplo filão (o popular e o académico), que entronca na Música Tradicional da cidade (daí as suas influências regionais e locais) e que tem na Serenata a sua expressão artística mais genuína.
São de considerar quatro momentos fundamentais na evolução académica desta Canção no século XX:

1º momento (anos 20). Com Edmundo de Bettencourt (1899-1973), cantor e poeta da presença, surge a Escola Modernista na Canção de Coimbra.
2º momento (anos 60). José Afonso (1929-1987), libertando-se da guitarra como acompanhamento, recupera a viola para essa função, acabando por influenciar um Canto de Intervenção, com Adriano Correia de Oliveira (1942-1982) e António Bernardino (1941-1996).
3º momento (anos 60). Abre-se o Ciclo Nuno Guimarães (1942-1973), guitarrista e poeta, de 1963-66, renovando-se a linha mais tradicional deste Cantar Académico, que se irá reflectir no canto de José Manuel dos Santos (1943-1989), Mário Soares da Veiga e António Bernardino.
4º momento (anos 60/70). Luís Goes (n. 1933), sendo aquele que melhor assimilou e assumiu a importância de Edmundo de Bettencourt na redefinição da Canção de Coimbra, origina, a partir de 1967, um Novo Canto, surgindo, assim, com a Escola Goesiana, o Neo-Modernismo na Canção de Coimbra que vai influenciar os anos 80 e 90 (gerações do pós-modernismo).
Após o ressurgimento da Canção de Coimbra (1978/80), as referências deixam de ser individuais para surgir o grupo como identidade colectiva do desempenho de todos. Contam-se por dezena e meia os grupos de estudantes que desde então surgiram.

 

 

 

 

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Concelho de Condeixa-a-Nova

O Sítio de Conímbriga, que teria sido habitado desde o Neolítico, tem presença humana segura no Calcolítico e na Idade do Bronze, épocas originárias dos testemunhos mais antigos que até nós chegaram. É certo que os Celtas aqui estiveram: os topónimos terminados em “briga” são testemunho claro dessa presença. Conímbriga era portanto um castro quando os Romanos em 138 a.C. aqui chegaram e se apoderaram do oppidum(1).

O conjunto das Ruínas de Conímbriga, do Museu Monográfico — construído na sua imediata proximidade — e do castellum de Alcabideque consubstanciam um complexo arqueológico de peso, que permite reconstituir uma célula importante do grandioso império romano. A imponência e pragmatismo da arquitectura romana estão aqui bem representados, assim como a superioridade da sua acção civilizadora, que sobreleva dos mais diversos pormenores do quotidiano.
Porquanto, conforme elucida o texto em epígrafe, tivesse sido habitada desde tempos muito recuados, a fundação de Conímbriga e da maioria das construções nela erigidas remonta ao tempo do Imperador Augusto (sécs I a.C. — I d.C.).
As escavações arqueológicas puseram a descoberto uma parte muito significativa do traçado desta cidade possibilitando, ao visitante das Ruínas, a comprovação de uma planificação urbanística laboriosa e atenta a todas as necessidades: o fórum, o aqueduto, os bairros de comércio, indústria e habitação, uma estalagem, várias termas, o anfiteatro, as muralhas para circunscrição e defesa da cidade. Deste conjunto, sobressai um bairro de ricas casas senhoriais — que se opõe diametralmente às insulae da plebe, pela complexidade da sua construção e requinte decorativo — donde se destaca “A Casa dos Repuxos”, de grande peristilo ajardinado e pavimentada com mosaicos policromos, preservados in situ, exibindo motivos mitológicos, geométricos, ou representando, muito simplesmente, o real quotidiano.

· Visitar website: http://www.conimbriga.pt

Conheça ainda os Monumentos

Igreja Matriz de Condeixa
Palácio dos Almadas
Palácio dos Figueiredos
Palácio dos Sás
Palácio Conde de Podentes
Palácio de Sotto Mayor
Castellum de Alcabideque
Igreja Matriz da Ega
Paço dos Comendadores
Pelourinho da Ega

e outros Locais de Interesse

 

 

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Concelho de Figueira da Foz


PATRIMONIO NATURAL

Praias


Nos 15km de praias douradas da Figueira da Foz encontra estados de mar multi-facetados, que permitem responder ao apelos mais exigentes.


Serra da Boa Viagem


Equipamentos: parques infantis, parques de merendas, miradouros e circuito geo-botânico (início a partir do miradouro da Bandeira).

Falésias do Cabo Mondego

Cabo Mondego – Serra da Boa Viagem
Figueira da Foz

A história geológica do nosso país, durante os tempos do Jurássico Médio e Superior, está inscrita nestas falésias situadas no sector ocidental da Serra da Boa Viagem, pelos muitos vestígios de fósseis e pegadas de dinossauros atribuídas a megalosaurídeos. Geo-monumento em vias de classificação.



PATRIMONIO CULTURAL

Mosteiro de Seiça

Seiça – Paião
Figueira da Foz

O primitivo mosteiro beneditino e respectiva igreja mandados construir por D. Afonso Henriques (séc. XII) nas imediações de uma ermida dedicada a Nossa Senhora, teve um papel importante nos progressos agrícolas da região do Baixo Mondego. Em 1195 D. Sancho I filia o Mosteiro de Seiça no de Alcobaça. No séc. XVI, D. João III suprime-o e entrega os seus rendimentos às Ordens de Avis e de Cristo, para novamente ser restituído à Ordem de Cister por D. Sebastião. Beneficiou de inúmeros privilégios reais, episcopais e pontifícios. Da reedificação a que foi sujeito no séc. XVII resta hoje a imponente fachada com suas torres laterais.

Igreja de S. Julião

Largo de S. Julião
Figueira da Foz
Tel.: 233 422 325

A mais antiga referência data de 1096, pouco se conhecendo do edifício até à sua reedificação que teve início em 1716. A Igreja apresenta uma fachada delimitada por duas torres e um interior tipicamente setecentista, embora remodelado já no séc. XIX, destacando-se o altar principal e uma das capelas laterais, onde pode ser apreciado um pequeno retábulo em pedra do séc. XVI.

Convento de Santo António

Rua Gonçalo Velho
Figueira da Foz

Foi fundado em 1527, por Frei António de Buarcos, com o apoio de D. João III e a benemerência de António Fernandes de Quadros, Senhor de Tavarede. Sacrificado em diferentes épocas devido a condicionalismos políticos e sociais, como a dominação filipina, sofreu profundas transformações, sobretudo em termos arquitectónicos, com realce para a grande remodelação de 1725. Como espaço religioso apenas resta a Igreja de Santo António, dado que todos os outros edifícios foram submetidos a outras funções. Pode-se admirar uma construção com frontaria exterior de grande elegância e um interior mais austero, completado por obras de escultura e pintura. Anexa-se a esta edificação a Capela de S. Francisco, pertencente à Ordem Terceira, cuja construção se situa no início do séc. XIX.

Forte e Capela de Santa Catarina

Avenida de Espanha
Figueira da Foz

Constituiu um dos elementos de defesa do litoral, em conjunto com a Fortaleza de Buarcos e o Fortim de Palheiros. O início da sua construção situar-se-á possivelmente nos finais do séc. XVI, embora só tenha sido concluída no século seguinte. Perde a sua função militar no séc. XIX, mantendo-se apenas em funcionamento o seu farolim, como auxílio à navegação e à entrada de embarcações na barra. No seu interior existe uma pequena capela do séc. XVII, dedicada a Santa Catarina, com um típico oratório das fortalezas. São classificados como Imóveis de Interesse Público, desde 1961.

in: http://www.figueiraturismo.com

 

 

 

 

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Concelho de Gois

Alvares

Património Histórico-Cultural

Pedra Letreira – Arte Rupestre - Na localidade de Cabeçadas encontra-se a designada Pedra Letreira, monumento de arte rupestre classificado como IIP – Imóvel de Interesse Público, no ano de 1997. O monumento é composto por uma plataforma de xisto rebaixada, disposta horizontalmente, na superfície da qual foram esculpidas diversas gravuras, com um machado de pedra polida, através da técnica de abrasão. Neste conjunto figuram, entre outras representações, um arco e flecha, motivos reticulados, pontas de seta e alabardas, e ainda figuras antropomórficas.

Igreja Matriz de Alvares - É um edifício simples e possui portas de grés rosado claro, sendo a principal emoldurada nas ombreiras e no arco, apresentando a data de 1616 entre desenhos vegetais populares. Possui um púlpito externo, cilíndrico, encostado a um cunhal. O altar principal é seiscentista, armado em quatro colunas coríntias. Nos intercolúnios abrigam-se duas esculturas de madeira de Santo Agostinho e de Santo António. A imagem do padreiro S. Mateus é do tipo setecentista encontram-se ainda, na arrecadação, três imagens de pedra: a Virgem com o Menino do séc. XV, S. Mateus manuelino do séc. XVI e Santa Isabel, mãe do Baptista, do séc. XVI.

Capela de S. Sebastião - Monumento que remonta a 1805. Ao Mártir os habitantes de Alvares prometeram um bodo, se ele acabasse com a peste que tantas vítimas fazia. Como tal aconteceu, ainda hoje, no domingo que se segue ao S. Mateus, se realiza a festa da comida com tremoços e carcaça grande, benzida na capela. Esta tradição também se verifica também noutras terras do concelho.

Pelourinho - Pelourinho de estilo manuelino cuja data deve remontar ao período quinhentista em que a freguesia foi concelho.

Ponte Filipina sobre o Sinhel - Ponte, sobre a Ribera do Sinhel, constituída por dois arcos de volta inteira.

Espaço museológico Casa do Ferreiro - Este Espaço Museológico está localizado em Alvares. A casa, constituída por duas divisões, era o local de trabalho de um ferreiro. Aqui é possível ver as várias ferramentas usadas nesta arte, assim como outros objectos antigos aí encontrados.

Espaço museológico de Arte Sacra - Este espaço museológico está localizado, provisoriamente, na Igreja Matriz de Alvares. Futuramente, as peças de arte sacra serão mudadas para as novas instalações.

Património Natural - Praia Fluvial da Ribeira do Sinhel | Piscina Fluvial em Amiosinho | Albufeira do Cabril

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Cadafaz

Património Cultural

Lagar de Azeite comunitário - Neste lagar podemos ver como funciona o velho sistema de "varas", mecanismo que ajuda a extraír da azeitona o seu saboroso óleo, o azeite. Todos os anos, na poca da apanha da azeitona, este lagar é colocado a funcionar para fins turísticos. No final da actividade os visitantes têm ainda a oportunidade de saborear a tibornada (prato típico) bem regada de azeite.

Moinho da Cabreira (interior) - Moinho de água, localizado junto ao lagar, usado para moer milho, daí o fabrico da farinha. Esta farinha é posteriormente usada para fazer a broa de milho.

Ponte sobre o Rio Ceira


Capela de Santo António - Reformada no séc. XVIII, apresenta ainda na verga da porta a data de 1505. Tem o alpendre e o tecto pintado, representa doze cenas do Velho e Novo Testamento. Possui ainda imagens do padroeiro, em pedra, e o retábulo é de talha barroca do século XVII/ VIII. Esta Capela fica no extremo norte da povoaçãp de Cadafaz.

Capela da Candosa


Igreja Paroquial de Cadafaz - A igreja do século XVI, restaurada e ampliada nos séculos seguintes, fica no meio da povoação e tem na porta as seguintes datas 1686 e 1815, bem como, ao lado, uma torre isolada. No interior possui altar-mor de talha "Rococó" e dois colaterais ambos do Século XVIII. A ornamentá-los está uma Nossa Senhora ads Neves e outra de S. Sebastião ambas renascentistas. Possui boas alfaias e um magnífico orgão de pau preto, oferta do Barão do Louredo, Manuel Lourenço Baeta Neves.

Capela da Nossa Srª da Conceição (Corterredor)


Capela de Santa Luzia (Relvas)

Pedra Riscada – Arte Rupestre

Lagar de Azeite comunitário da Candosa

Moinho de água junto ao rio

Património Natural - Praia Fluvial da Cabreira


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Colmeal

Património Cultural

Igreja Paroquial dedicada ao culto de S. Sebastião
Igreja de proporções modestas e com uma pequena torre do lado direito. Os dois sinos são da oficina de Cantanhede de Sebastião Sorilha e estão datados de 1836 e 1858. Esta igreja foi construída em xisto, no lugar de uma antiga Capela dedicada a S. Sebastião, que ficou orago da freguesia. Tem três altares e uma capela moderna do lado direiro e a imagem antiga do padroeiro é gótica, de pedra .

Capela do N. Sr. da Amargura


Espaço Museológico do Soito - Na bonita localidade de Soito, freguesia de Colmeal, encontra-se o Núcleo Museológico do Soito. Aqui encontrará peças que lhe proporcionarão uma viagem ao passado!


Património Natural - Praia Fluvial da Ponte

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Góis

Património Cultural

Igreja Matriz e Túmulo de D. Luís da Silveira - Edifício de arquitectura religiosa, localizado no extremo sul da vila, classificado como Monumento Nacional, desde 1910. Templo dedicado a Santa Maria Maior, padroeira da freguesia de Góis, cuja construção corresponde a diferentes momentos, nomeadamente aos séculos XV, XVI e XIX. De planta longitudinal composta por nave, capela-mor, duas capelas laterais (do lado esquerdo temos a Capela de S. José; do lado direito a Capela das Almas), sacristia e antiga sacristia.
No interior, destaca-se, entre outras obras de arte de grande relevância, o imponente túmulo de D. Luís da Silveira. Esta obra atribui-se a Diogo de Castilho e Diogo de Torralva. A torre sineira da igreja, de planta quadrada, encontra-se à esquerda do templo, separada do seu corpo principal.


Ponte Real e Capela do Mártir S. Sebastião - A Ponte Real da vila de Góis foi mandada edificar por D. João III em 1533, como atesta o alvará editado pelo monarca a 20 de Abril desse ano. À entrada da ponte, na base do morro do Castelo, levanta-se a Capela do Mártir S. Sebastião, do séc. XVIII, vincada de cantarias nas esquinas, entablamento e fogaréus, pequeno campanário à direita, portal armado, cúpula com fecho de pedra.

O conjunto é classificado como IIP – Imóvel de Interesse Público.

Capela do Castelo - Ermida a Nossa Senhora da Assunção construída no século XVI, por vontade de D. Luís da Silveira, 17º Senhor de Góis e 1º Conde de Sortelha. De estilo manuelino, a capela sofreu, no entanto, uma série de transformações aquando da sua recuperação, na primeira metade de novecentos. Assume posição de destaque do alto do morro do Castelo, de onde pode apreciar-se bela vista sobre a Vila de Góis e as montanhas que a rodeiam. No seu interior, encontra-se a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que é usada todos os anos na Procissão das Velas, que se realiza nos dias 1 e 31 de Maio: no dia 1 a imagem é transportada até à Igreja Matriz, no dia 31 a imagem regressa ao local de origem.

Curiosidade: Diz-se que a Capela foi construída com os antigos materiais de uma fortaleza que ali existiu.


Paços do Concelho (antiga Casa da Quinta) - Edifício classificado como Imóvel de Interesse Público. É uma das casas nobres edificadas na vila beirã durante o século XVII. A casa pertenceu à família Barreto Chichorro, uma das mais importantes da Vila de Góis no século XVII, instituidora de uma capela na Igreja Matriz, onde estão sepultados alguns dos seus membros. No interior, destacam-se as decorações das aberturas do alçado principal e os quatro notáveis tectos de masseira, com caixotões pintados, provavelmente, na mesma época da construção, de autor desconhecido. O edifício seiscentista tem adossadas, de ambos os lados, duas construções recentes, sem valor arquitectónico.

"Largo Francisco Inácio Dias Nogueira" (antigo Largo do Pombal) - Nos finais da Monarquia e inícios da I República, destaca-se a figura de Francisco Inácio Dias Nogueira, como político e empresário.
Funda a Companhia de Papel de Góis, consolidando a indústria de papel, então já existente, e instala a Central Hidroeléctrica de Monte Redondo, obra arrojada para a época, que permitiu à vila de Góis ter sido uma das terras pioneiras a ter iluminação eléctrica pública, ainda antes da cidade-mãe Coimbra.

Curiosidade:O seu busto, erguido por iniciativa popular e por subscrição pública, aliás o único da vila de Góis, encontra-se no centro do largo que tem o seu nome.


Igreja da Misericórdia - Igreja de planta longitudinal composta por nave única e capela-mor semicircular. No alçado lateral direito tem adossadas a Casa do Despacho e a sacristia. De construção quinhentista, mas profundamente alterada por vários restauros no século XIX, apresenta tipologia original adulterada.
Segundo documentos da época, o processo para a construção da Misericórdia de Góis foi iniciado em 1596 e, com o contributo e ajuda do povo, é criada em 1598. Segundo o Arquivo Histórico de Góis, a construção original sofreu alterações, no entanto, as datas e o tipo de modificações são difíceis de precisar.
Sabe-se que em 1867 se procedeu ao início das obras para lá se colocar o relógio, onde ainda hoje se encontra, obras essas que se prolongaram até 1887.

Hoje podemos encontrar, no Largo Francisco Inácio Dias Nogueira, um edifício do século XIX com uma tribuna lateral, cujas imagens são Santa Rita talhada em madeira, que remonta ao século XVI, e ainda Nossa Senhora da Conceição, do século XVIII.


Fonte do Pombal - A construção actual, de meados do século XIX, encontra-se por cima do que resta da antiga fonte. Esta fonte de duas bicas é também denominada de Fonte do Jogo por nesse largo se ter jogado o Jogo da Bola.

Curiosidade: Há quem diga que se estiverem a beber água, em cada uma das bicas, um homem e uma mulher, se estes olharem um para o outro ao mesmo tempo, ficam apaixonados para sempre.

Cisterna do Pombal- Cisterna de planta quadrangular simples, com cobertura piramidal, apresentando abertura em arco com porta envidraçada. No interior, as paredes estão totalmente revestidas de azulejos hispano-árabes de aresta, policromos (verde, azul, amarelo e manganés), com cercadura e diferentes padrões de tema geométrico, destacando-se o círculo, a formar uma rosácea na parede do fundo.

Curiosidade:

No século XVI, Sevilha era o grande produtor de cerâmica e de lá vinham as grandes encomendas para o distrito de Coimbra.

Casa de Alice Sande - Neste local, conforme a documentação histórica e a recente pesquisa arqueológica, ter-se-á erguido, em tempos remotos, o primeiro paço dos senhores de Góis – os “Paços velhos”. A casa actual poderá manter alguns vestígios do antigo palácio, no entanto, à primeira vista, dessa construção, actualmente, pouco resta. Hoje, a casa pertence à Câmara Municipal de Góis, por doação, em legado testamentário, da última proprietária, Alice Sande, pintora e miniaturista, com raízes familiares na terra, que passou parte da sua vida em Góis. O compromisso da Autarquia é abrir ao público a Casa-Museu Alice Sande. Actualmente, está a decorrer o trabalho de inventário do espólio doado pela artista ao Município.


Antigo Hospital de Góis - O antigo hospital de Góis situa-se em pleno centro histórico da Vila, voltado para a Praça da República. Contígua ao edifício do hospital encontra-se a antiga capela do Espírito Santo. A construção do conjunto edificado corresponde a uma vontade de D. Diogo da Silveira, 2º Conde de Sortelha e 18º Senhor de Góis, na segunda metade do século XVI. (…)
No ano de 2003, o Município de Góis adquire o conjunto edificado, antigos hospital e capela, com a intenção de aí instalar o futuro museu municipal, onde poderá expor as diversas colecções que possui, nomeadamente de ourivesaria, mobiliário, arte sacra e louça, na sua esmagadora maioria resultado de doações efectuadas ao Município. Nesse âmbito, destacam-se o Legado Dr. Alfredo Simões Travassos, o espólio legado pela Arq.ª Margarida Coelho, bem como as ofertas da Sr.ª Enf.ª Fátima Jesus Neves. Para a implementação do espaço museológico, o Município tem vindo a desenvolver uma intervenção prévia de carácter histórico e arqueológico, de modo a enriquecer o programa museológico e com vista à criação de projecto de arquitectura de recuperação e reabilitação do edificado.
Actualmente, verificamos que a descoberta de património arqueológico inédito na área correspondente à antiga claustra do hospital veio, inegavelmente, confirmar a importância do local e enriquecer o património cultural já existente.
O Município de Góis tem em preparação o projecto de recuperação e reabilitação do conjunto edificado, de modo a preservar o património arquitectónico, histórico e arqueológico existente e a receber, condignamente, as colecções dos bens que lhe foram legados.


Capela de Santo António - Situada junto ao Parque do Cerejal, a capela constitui um exemplo manuelino popular com o seu arco ruzeiro e esquina externa lavrada em corda. O pequeno retábulo deverá remontar à segunda metade do século XVIII.

Curiosidade: O solo é revestido de tijolo e azulejo sevilhano do séc. XVI.

Solar Beirão da Quinta da Capela - Situado fora de Góis, o solar, classificado como Imóvel de Interesse Público, era pertença dos Barreto Chichorro, uma das mais importantes famílias da Vila no século XVII. A designação pela qual a quinta é conhecida deve-se à existência de uma capela, que se encontra num plano mais elevado.

Central hidroeléctrica de Carcavelos

Núcleo Museológico do Esporão

Na localidade de Esporão poderá visitar este simpático espaço museológico. Na sala principal, dedicada à terra, podem admirar-se peças ligadas ao quotidiano, bem como fotografias antigas e objectos de alguma raridade. Também pode visitar-se uma sala de exposições temporárias.

Aldeias do Xisto


Pena | Aigra Nova | Aigra Velha | Comareira

As gentes destas povoações cultivam as terras, dedicam-se à criação de cabras e, em tempos passados, também à criação de bois. Viviam de uma agricultura de subsistência, cultivando principalmente milho, batatas e feijões. Os habitantes destas aldeias, por vezes, vinha a Góis a pé para fazer compras ou vender os produtos da sua horta, como o milho.

No verão, estas aldeias enchem-se de vida: os que delas saíram há muitos anos à procura de melhores condições de vida regressam agora para matar saudades...


Ver website: http://www.aldeiasdoxisto.pt


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Vila Nova do Ceira

Património Cultural

Ermida de Nª Sr.ª da Candosa - Construida em 1898, numa fraga de quartzito, no Cerro da Candosa.

Aqui realiza-se todos os anos, a 15 de Agosto, a romaria em honra da Nª Srª da Candosa.

Igreja Matriz dedicada ao culto de S. Pedro - Foi construída em 1665 e, posteriormente, no ano de 1881, foi restaurada pelo povo. Recorrendo a comparticipação do Estado, que para isso recorreu ao "Cofre das Bulas", a 25 de Dezembro de 1885 é inaugurada e entregue ao culto, sendo esse o edifício actual. Os altares são modernos, o mesmo não se passando com uma imagem de São Pedro, de aspecto renascentista. A igreja possui no seu espólio alfaias antigas, uma cruz processional de prata branca do século XVI, um véu de ombros de seda branca com flores matizadas do século XVIII, e também uma casula roxa, oferta da paróquia de Badalona (Barcelona, Espanha) a Leão XVIII.


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Património Natural - Cerro da Candosa | Praia Fluvial das Canaveias


 

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Concelho de Lousã

Falar na Lousã, em termos turísticos, equivale a referir monumentos, história, belezas paisagísticas e, designadamente, montanha, para além da sua proximidade geográfica a outros centros turísticos.
De facto, a Lousã, situada no centro de Portugal, caracteriza-se por ser um concelho com bastantes motivos de interesse, quer ao nível da sua história, quer no que respeita aos espaços naturais e respectiva utilização, como sejam os desportos de aventura, cujo palco privilegiado é a Serra da Lousã, que se assume como ex libris deste concelho.

Trata-se, pois, de um concelho, cujo ex-líbris, é o turismo de montanha, e cujas potencialidades já em 1929, eram reconhecidas, tendo-lhe sido atribuída a classificação de "Estância de Repouso e Turismo".

O caso, por exemplo, do complexo natural e paisagístico, da Srª da Piedade, vale quase encantado, onde junto ao rio que ali corre, se erguem escarpas altivas, encimadas por um complexo religioso de grande beleza, a cujos pés se destacam as piscinas fluviais, cuja outra margem se encontra marcada pela existência de um morro encimado por um castelo medieval, que remonta ao século XI. Mas se a Serra da Lousã, nos proporciona as riquezas naturais mencionadas, chegados ao vale amplo e verdejante, ergue-se uma vila pujante de desenvolvimento, e em que a harmonia entre o novo e o histórico, é característica principal.

Destacam-se neste aglomerado habitacional, como aliás pontificam noutros locais do concelho, a excelência da arquitectura dos seculos XVIII e XIX, cuja manifestação por excelência, surge corporizada nos vários solares e palácio existentes na parte velha da vila.
Destaque especial merece, igualmente, o pelourinho existente nos Paços do Concelho, zona de transição entre a parte antiga e nova do aglomerado urbano, o qual se encontra, conjuntamente com o castelo, classificado como monumento nacional.



Fauna e Flora

As zonas ribeirinhas da Serra da Lousã, são caracterizadas, por possuírem aspectos naturais muito particulares: flora diversificada, - incluindo espécies exóticas, que só são mencionadas como exemplo do que a monocultura (eucalipto) e as pragas florestais (acácia), podem fazer à biodiversidade das espécies - assim como algumas espécies sempre verdes (a Laurisilva), cada vez mais raras, no nosso território.


Clima

Características marcadamente mediterrâneas. Chuva e neve frequentes no Outono, Inverno e princípios da Primavera (precipitação média anual entre os 1000-1800 mm).

Percursos da Serra da Lousã

Os percursos pela serra da Lousã, passando pelas aldeias serranas podem ser feitos a título individual, mas para uma melhor interpretação do espaço permitindo uma experiência completa e agradável é aconselhável recorrer às empresas da zona especializadas neste tipo de actividade.

Rede das "Aldeias do Xisto "

A arquitectura das aldeias serranas tem como principal elemento o xisto, predominante na geologia da serra. Na construção das casas é ligado por argamassas de argila ou simplesmente apoiado por sobreposição, sendo esta última técnica frequente no caso dos currais, espaços para guarda de animais. Para a estrutura das coberturas é utilizada madeira de castanho e pinho revestida depois com colmo e lagetas de xisto, mais recentemente com telha de canudo. As portas, janelas e soalhos do piso superior são igualmente construídos em madeira. Este piso era amplo e escuro, com bancos compridos e uma lareira cujo calor era aproveitado para secar a castanha disposta num tecto falso de ripas de madeira – o “caniço”.Geralmente as construções estão intimamente ligadas ao acidentado do terreno que lhes serve de suporte, apresentando um ou dois pisos e muitas vezes sobrepondo-se entre si. Criam-se assim formas irregulares que lhe conferem uma imagem singular pela sua diversidade e riqueza. Era costume encontrar à porta das casas entre uma e três pedras em bico que serviam para afastar o mal.

 

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Concelho de Mira
CONHECER O PATRIMÓNIO AMBIENTAL DE MIRA

O Concelho de Mira, com uma superfície aproximada 123 km², plana ou ligeiramente ondulada, é dominada por uma cobertura arenosa de origem sedimentar recente, designada por “Areias da Gândara” e encontra-se coberta por uma frondosa floresta de pinheiro-bravo.

Um pouco mais de metade do Concelho está classificado de Sítio Rede Natura 2000 – Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas, um estatuto ambiental ao nível europeu para a protecção de habitats e de espécies específicas associadas e que inclui dunas, pinhais, lagoas e ribeiras.
O canal de Mira, na área de sapal do Areão de Mira, pertence à Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro, uma salvaguarda para a biodiversidade e protecção da avifauna.

Assim, quem passeia e usufruir das terras de Mira, sobretudo pela pista ciclo-pedonal, com cerca de 25km de extensão, apercebe-se das diferentes paisagens que atravessa: desde a orla costeira e dunas à enorme mancha verde formada pela floresta, passando por retalhados campos agrícolas, cursos de água e pelas duas lagoas de água doce que, em conjunto, criam um agradável cenário paisagístico. Estas diferenças traduzem-se em habitats distintos que acolhem dezenas de populações impares, onde flora e fauna coexistem.

Nesta região estão inventariadas 198 espécies de aves, 12 de peixes, 13 de anfíbios, 12 de répteis e 22 de mamíferos. Nas plantas, entre herbáceas, arbustivas e arbóreas, podemos encontrar 402 espécies florísticas. São estes mundos de escala menor que o convidamos a explorar!

Desejamos-lhe um óptimo passeio na descoberta da natureza e sua biodiversidade, a par com o importante património cultural e arquitectónico que existe em Mira.

Património Edificado


Capela da Praia de Mira

Estátua da Mãe Gandaresa

Estátua do Infante D. Pedro

Estátua do Pescador

Igreja Matriz de Mira

Monumento aos Mortos da Grande Guerra

Museu Etnográfico da Praia de Mira

Pelourinho de Mira




 

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Concelho de Miranda do Corvo
Miranda do Corvo é uma vila sede de Concelho localizada no Distrito de Coimbra junto à Serra da Lousã. Trata-se de uma vila muito antiga com foral desde 1136, de D. Afonso Henriques.

Miranda desenvolveu-se em redor do morro do antigo castelo num emaranhado de ruas e escadas estreitas que fazem da zona histórica da vila uma das mais características do país.
Do alto do Calvário, junto à igreja matriz e à torre sineira, vislumbra-se uma panorâmica de toda a vila e das vertentes da serra da Lousã.
Neste local sugerimos uma visita à Igreja Matriz. Esta igreja tem por patrono o Salvador. D. Henrique e D. Teresa doaram a igreja à Sé de Coimbra, indirectamente, isto é, autorizaram o presbítero Árias a fundar a igreja, parecendo deduzir-se que foi em época anterior à incursão moura de 1116.
Em relação a construções anteriores à actual, há documentos comprovativos de uma nos finais do séc. XIV.
O actual edifício provém duma reconstrução do último quartel do séc. XVIII, substituindo a velha igreja do séc. XV, por esta se ter arruinado completamente a ponto de ser demolida em 1785. A data de 1786 na porta principal corresponde ao início dos trabalhos.
É um templo vasto e regularmente proporcionado. A frontaria segue o esquema neoclássico da igreja distrital usual à época: duas pilastras em cada lado, elevando-se a parte média; porta de cimalha e verga curvas, encimada pela janela do coro. O interior é de uma só nave, muito ampla. A cabeceira contém o retábulo principal e os colaterais datados do fim de setecentos.
Junto à igreja Matriz encontra-se a Torre Sineira. Pertencia ao desaparecido Castelo Medieval, que com a perda de importância estratégica se foi deteriorando, até ao seu completo desaparecimento.


A visita pode continuar com uma passagem no Calvário, local que, por impulso do pároco Fernando dos Santos Coimbra, foi aproveitado para a construção de um local aprazível e acolhedor, coroado por uma escultura do Cristo-Rei.
Neste local, na parte oposta à Igreja, encontra-se a Capela do Calvário, reformada e ampliada modernamente - 1899 na frontaria; 1932 no piso fronteiro. Conserva a porta antiga, elegante, de duas pilastras e mísulas complementares a suportarem o frontão. Os batentes são de almofadados em traçados curvos. Aquela e estes pertencem à segunda metade do séc. XVIII. No interior suspendem-se das paredes seis telas de J. F. Alvarinha, datadas de 1880. Representam passos da Paixão.
Dos cruzeiros que faziam parte da Via Crucis só é antigo o que fica em frente da capela: possui coluna sobre degraus circulares, do tipo seiscentista, mas coroado de uma cruz trevada, de 1871.


Deste local avista-se também a Capela de Nossa Senhora da Boa Morte. Encontra-se isolada num adro na vila. Anteriormente terá lá existido a capela de S. Cristóvão, de que subsiste documentação provando a sua existência em 1576. Houve igualmente, à sua frente, um adro com um cruzeiro com o nome do mesmo santo. Lá se enterravam os que, sendo de fora da freguesia, nela pereciam, o que levou a que chamassem àquele adro “pátria dos peregrinos”. As paredes laterais do corpo acusam, pela cornija, que foram reaproveitadas de uma obra do séc. XVII. Foi nesta capela que se instituiu, em 1732, a Irmandade de Nª. Sª. da Boa Morte.
A fachada é bem proporcionada, existindo pilastras nos cunhais, cimalha de cantaria que segue traçado mistilínio, porta e óculo quadrilobado, com molduras e formando uma só composição; duas janelas do coro, de aro moldurado, e abaixo, ao lado da porta, dois rótulos concheados. No interior existem três retábulos de gosto setecentista final.


Miranda do Corvo é também cheia de locais convidativos ao repouso como é o caso da Praça José Falcão, sala de visitas de Miranda do Corvo. Este magnífico jardim enquadra o edifício dos Paços do Concelho. No espaço fronteiro a este edifício encontra-se uma réplica do pelourinho quinhentista, construída no âmbito das comemorações dos 870 anos da Carta de Foral de Miranda do Corvo. O pelourinho original encontra-se abrigado no átrio do edifício dos Paços do Concelho. Data do primeiro quartel do séc. XVI e encontrava-se no local onde existia a antiga Casa da Câmara (actual Feira da Sardinha). É contemporâneo do foral de D. Manuel, datado de 1513 ou 1514


Em Miranda pode ainda visitar-se a Capela de São Sebastião e vários monumentos escultóricos, nomeadamente a estátua da liberdade, o monumento de homenagem ao oleiro, o monumento ao trabalho, a estátua de homenagem à mulher e o monumento de homenagem aos ferroviários.


Para além de uma história quase milenar, Miranda do Corvo tem para oferecer aos seus visitantes paisagens de uma beleza deslumbrante que vão desde as aprazíveis margens do rio Ceira até aos picos da serra. Mas, ainda antes de subir as vertentes da serra, vale a pena desfrutar da tranquilidade do Santuário da Nossa Senhora da Piedade de Tábuas. A fundação e o fundador da capela, Domingos Pires, estão envoltos numa curiosa lenda de aparições e anjos escultores. O lavrador, que era julgado de recuada época, veio o historiador Belisário Pimenta encontrá-lo bem identificado, com a mulher Leonor Eanes e as filhas Eva e Maria Martinho, nos meados do séc. XVI. Os restos artísticos mais antigos confirmam-no igualmente. O santuário foi sede de grande devoção e romaria.
A capela principal encontra-se disposta cenograficamente numa elevação – que teve o nome de Malhadinha – que se destaca numa garganta apertada da serra de Miranda. Como de costume, desenvolveu-se o santuário ao longo do caminho de acesso, por meio de motivos secundários, que formam um todo: capela de S. José, cruzeiro e capela de Santo Amaro, fonte, a capela propriamente dita, ao que juntaram nas vertentes próximas umas capelas nichos sem valor.
O edifício da capela da Piedade data da segunda metade do séc. XVI, com algumas reformas no séc. XVIII e adendas posteriores.


Subindo a serra, encontra-se o Gondramaz, uma aldeia de xisto onde o tempo parece ter parado. Chegados perto do cimo da montanha, ergue-se do solo a aldeia, o Gondramaz, que de uma forma envergonhada se vai mostrando através da vegetação.
A sensação é esmagadora. Todos os sentidos são estimulados. A visão é imaginária. Parece que estamos a caminhar sobre os telhados.
A sinalética indica-nos os pontos de referência da aldeia e dá-nos a conhecer os seus segredos. A audição é envolta de um som forte, de uma música, de uma pauta escrita pelo som emitido pelas asas das abelhas. O cheiro é extasiante, a um odor de verde da natureza. O sabor está envolto no gosto delicioso das castanhas que envolvem o chão.
Visitada a aldeia, convidamo-lo a percorrer a pé os caminhos da serra. Durante a subida, vamo-nos apercebendo de vários pontos de miragem sobre a vila e das encostas das montanhas, de uma beleza rara de vegetação que vai escorrendo e envolvendo a íngreme depressão até ao sopé, terminando numa euforia de verde.
A fauna, esconde-se no embrenhado da flora, mostrando-se aqui e ali de uma maneira tímida. Veados e javalis dividirão com o aventureiro os caminhos pedonais que se abrem diante dos nossos olhos e que nos guiam neste passeio pedestre.
Chegados à cumeeira, abre-se aos nossos olhos, uma pintura dos deuses. As elevações e as depressões, as várias tonalidades de verde, toda a paisagem parece não ter fim. Os olhos “enchem-se” de tanta beleza.
O percurso continua, sobre caminhos de terra batida, encaminhando-nos, em descida, à aldeia abandonada do Cadaval. Mais um exemplo magnifico da típica aldeia serrana.
Embora abandonada e vítima de um grande incêndio que a devorou, a aldeia ainda guarda o testemunho de ruelas e de paredes em xisto que encerravam as inúmeras casas. A paisagem convida ao descanso e à contemplação.
Para trás começa a ficar a aldeia do Cadaval, trazendo-nos ao ponto de partida.


Do alto da Freguesia de Vila Nova, junto ao parque eólico, se o tempo o permitir, os olhos alcançam o mar das praias da Figueira da Foz, a cidade de Coimbra e os campos do baixo Mondego. Com um pouco de sorte, será possível avistar veados ou corços.


O património do Concelho tem o seu expoente máximo no Mosteiro de Santa Maria de Semide. Mosteiro de monges beneditinos, fundado em 1154, na localidade de Semide. Passou a convento de freiras para receber as descendentes de Martim Anaia, o fundador.
Do que resta, a parte mais antiga é o claustro do séc. XVI, cerca de 1540. O incêndio de 1664 devorou a maior parte do edifício que foi reconstruído e inaugurado, com a actual igreja, em 1697.
De todo o conjunto salienta-se a Igreja, com um retábulo e cadeiral em madeira, dos finais do século XVII, azulejos policromáticos do séc. XVIII, esculturas dos séc. XVII e XVIII e altar-mor também do século XVII. O órgão da segunda metade do séc. XVIII.
Em Setembro de 2000 foi descoberta a fornalha de um primitivo fogão durante as obras efectuadas no refeitório do Mosteiro, supervisionadas pela direcção-geral dos Edifícios e Monumentos.
Trata-se de uma fornalha embutida no solo da antiga cantina, na qual a combustão se processaria através de um túnel construído em tijoleira que também foi posto a descoberto.
Este achado está preservado, servindo de testemunho da época de construção daquela parte do edifício que remota aos séc. XVII e XVIII.
Encerrado na altura da extinção das ordens religiosas, aí foi instalada uma escola Profissional de Agricultura, sob a égide da então Junta Distrital, por iniciativa do Dr. Bissaya Barreto.
Actualmente funciona nas instalações do Mosteiro uma residência da Cáritas e um Centro de Formação (CEARTE).
Devido às condições acústicas do local tem-se realizado anualmente o ENCONTRO DE COROS na Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Semide que tem contado com coros nacionais como também internacionais.


No topo da vertente sobranceira ao Mosteiro de Semide encontra-se o Santuário do Senhor da Serra, palco de uma centenária peregrinação e um miradouro de excelência de onde se avista todo o maciço central da Serra da Lousã à Serra da Estrela.
Este Santuário, erigido e devotado ao Santo Cristo foi palco de uma das maiores romarias do país, antes do aparecimento do Santuário de Fátima.
A devoção começou num cruzeiro de caminho e, pouco a pouco, transformou-se numa grande romaria.
A Capela é só de uma nave. A torre ergue-se a meio da frontaria, rasgando-se na base o portal e rematando em pirâmide. A capela-mor, poligonal, é de tipo nitidamente romântico. O retábulo principal em madeira, flamejante, inspirado no da Sé Velha, é desenho de António Augusto Gonçalves e foi executado sob a direcção de João Machado, seu pai.
A imagem do Santo Cristo é um crucifixo de pedra, tipo setecentista, mostrando na base as indicações de “1704 e R(eforma) do 1862.”. O púlpito, seiscentista e torneado, veio da Sé Velha. Os vitrais e os azulejos exteriores (ex-votos) foram executados na escola Avelar Brotero, em Coimbra.


Antes de deixar a Freguesia de Semide, vale a pena descer até às margens do Ceira, rodeadas do verde da serra e visitar a Praia Fluvial de Segade.
No regresso a Miranda, ainda em Semide, vale a pena apreciar dois monumentos escultóricos que homenageiam os viveiristas e a chanfana. Terá sido em Semide que nasceu o expoente máximo da gastronomia do Concelho.


De seguida visite Rio de Vide: o nome provirá da existência de um rio (Rio Torto), cujas águas, consideradas curativas, eram bastante procuradas por pessoas doentes, nomeadamente gafos. A história desta freguesia anda, assim, ligada à gafaria de Coimbra. Foi esta leprosaria fundada e construída em execução do testamento de D. Sancho I, de 1210. Anteriormente, em 1201, já Rio de Vide recebera carta de foro ou povoamento, que D. João I confirmou em 1385.
A freguesia pertenceu, até 1839, ao concelho da Lousã. A partir de 1840 passou a fazer parte do concelho de Semide, entretanto extinto em 1853.


A visita poderá culminar com uma visita à paisagem calcária de Lamas onde abundam os vinhedos. À tradição das vindimas associa-se a arte da tanoaria que Miranda do Corvo perpetuou num museu localizado na Quinta da Paiva. Nesta freguesia produz-se um excelente e afamado vinho graças às suas encostas soalheiras.


Muito mais se pode visitar neste Concelho, mas, além do património natural e monumental, Miranda é berço de muitas tradições e uma terra de gente hospitaleira e solidária que fará o visitante sentir-se em casa.

 

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Concelho de Montemor-o-Velho

 

Castelo

Em 990, Almançor tomou o Castelo, reconquistado, em 1006, por Mendo Luz. Em 1088 ou 1095, foi reedificado por Afonso VI de Castela. Em 1109, D. Teresa e seu filho, D. Afonso Henriques, teriam ordenando novas reformas no Castelo. O Infante D. Pedro mandou-o ampliar. No século XIV, o Castelo deve ter tido uma reforma geral. No séc. XX, realizaram-se obras de reconstrução.

Planta irregular: castelejo, cerca principal, barbacã envolvente, cercado do lado Norte, reduto inferior a Este, torre de menagem, Igreja de Santa Maria da Alcáçova, Paço das Infantas, torre do relógio, Capela de S. João (extinta).

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O concelho é essencialmente plano, com altitudes que geralmente variam dos 0 aos 100 m (os montes mais altos são Santo Onofre/Tentúgal com 123 m e alto de Reveles/Abrunheira com 116 m). Há, no entanto, uma clara distinção entre os terrenos do campo, na margem esquerda do rio e que são fundamentalmente de cultivo de arroz e milho, e os terrenos do monte, mais arborizados, onde aparece a vinha, o olival e proliferam os pequenos aglomerados populacionais.

A paisagem dos campos do Mondego sofreu grandes transformações ao longo dos séculos. Desde que os homens se fixaram nestas paragens que o esforço se centrou no desbravamento dos campos e no desbaste da vegetação. Esse esforço foi particularmente intenso nos séculos XII, XIII e XIV com o arroteamento de terras, a secagem de pauis e a introdução, a partir do século XVI, da espécie que definitivamente marcará a paisagem, o milho maíz.

Algumas espécies de árvores típicas das proximidades dos rios, como são os salgueiros, choupos, freixos e ulmeiros, quase desapareceram, e outras, caso do eucalipto, foram introduzidas de forma desordenada e são hoje um elemento importante da paisagem.

Os pauis constituem os últimos vestígios da paisagem de outrora. São zonas húmidas, durante bastante tempo consideradas terras inúteis e por isso sujeitas à drenagem para posterior utilização agrícola. Actualmente são consideradas zonas ecológicas de primordial importância devido à sua enorme diversidade biológica: com uma flora constituída por caniçais, canaviais, juncos e nenúfares, são habitat de aves sedentárias e migradoras, local de desova e crescimento de peixes e anfíbios, habitat de mamíferos e répteis. Funcionam ainda como reservatório de água e fazem a depuração da mesma, contribuindo para a amenização do clima aumentando a humidade atmosférica.

Estas zonas são bastante frágeis e estão sujeitas a grande pressão por parte do Homem. Daí a necessidade da sua protecção, como aconteceu com a criação da Reserva Natural do Paul de Arzila e a criação de uma área protegida no Paul do Taipal.


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Roteiros Turisticos


Entre o rio e o monte
Montemor-o-Velho. Aqui o principal protagonista da paisagem continua a ser o Rio Mondego. São dele os verdes campos férteis, propícios aos arrozais que se estendem a perder de vista, outrora alagados pelo caudal devastador do rio.
Monte-Mayor dos trovadores medievais tem a coroá-lo as ameias do seu castelo, um dos mais belos de Portugal. Uma antiga Vila cujos vestígios remontam à pré-história e que teve desde sempre uma grande importância sob o ponto de vista estratégico e económico.

Tentúgal
Os edifícios vetustos da Vila de Tentúgal dão-lhe carácter e ostentam a sua antiguidade. É a povoação que conservou maior número de moradias construídas entre o século XVI e XVII.

Pereira
Na margem esquerda do Rio Mondego e na base de uma colina, fica a antiga e pitoresca Vila de Pereira. A sua fundação é plena de histórias e de lendas da época da reconquista, referindo-se que, como prémio pelos seus feitos heróicos, fora dada pelo 1º Rei de Portugal a um tal Capitão Pereiro.

 

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Concelho de Oliveira do Hospital

Oliveira do Hospital é uma cidade portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro e subregião do Pinhal Interior Norte, com cerca de 4 400 habitantes.
É sede de um município com 234,55 km² de área e 22 112 habitantes (2001), subdividido em 21 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Nelas, a leste por Seia, a sul por Arganil, a oeste pela Tábua e a noroeste por Carregal do Sal
História
A região onde se encontra hoje o concelho de Oliveira do Hospital é habitado desde a pré-história, uma vez que abundam pelo concelho vestígios megalíticos (nomeadamente nas freguesias de Bobadela, Ervedal da Beira e Seixo da Beira).
Na década de 70 de século XX foram descobertas as provas daquilo que se suspeitava há muito: os Romanos também colonizaram a zona, uma vez que se descobriu na freguesia da Bobadela um anfiteatro romano.
Durante as invasões Árabes sabe-se que estes também estiveram no concelho, uma vez que existe uma igreja moçarabe na freguesia de Lourosa..(in wikipedia)


Na rota do Queijo Serra da Estrela
A Câmara Municipal, reconhecendo a importância que o Queijo da Serra da Estrela assume como produto de excelência, contribuindo para a promoção do concelho e para a dinamização da economia local, decidiu reeditar um roteiro, em que para além das características deste produto endógeno, os interessados têm a possibilidade de conhecer os produtores licenciados para o fabrico e comercialização do mesmo.

Características do Queijo Serra da Estrela
É um queijo de ovelha curado, de pasta semi-mole amanteigada, branca ou ligeiramente amarelada, com poucos ou nenhuns olhos. É composto exclusivamente por leite crú inteiro de Ovelha Serra da Estrela, sal e cardo. A forma é a de cilindro baixo com abaulamento lateral e um pouco na face superior, sem bordos definidos. O seu diâmetro varia entre os 13 e 20 cm e a altura entre 4 a 6 cm. O peso varia entre 0,7 e 1,7 Kg. O Queijo Serra da Estrela deve ostentar a marca de certificação aposta pela respectiva entidade certificadora.

 

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Concelho de Pampilhosa da Serra

Locais a Visitar

Pampilhosa da Serra
Igreja Matriz de Pampilhosa da Serra
Capela da Misericórdia
Solar dos Melos (actualmente da família Barata)
Museu Municipal e Posto de Turismo de Pampilhosa da Serra
Edifício Multiusos
Miradouro do Cristo Rei
Casa-Museu de Carvalho

Janeiro de Baixo
Aldeia de Xisto de Janeiro de Baixo
Igreja Paroquial
Moinho Cravado na Rocha
Central Hidroelectrica
Parque de Campismo Rural
Praia Fluvial
Campo de Tiro

Cabril
Igreja Paroquial de S. Domingos
Torre de Pedra da Antiga Igreja Paroquial

Dornelas do Zêzere
Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Neves
Museu Etnográfico de Dornelas do Zêzere
Miradouro
Praia Fluvial
Santuário

Fajão

Igreja Paroquial
Antiga Casa da Câmara e Cadeia
Museu Monsenhor Nunes Pereira

Penedos de Fajão
Piscinas de Fajão
Barragem do Alto Ceira

Machio
Igreja Paroquial
Lagar de Vara (Machio de Cima)
Capela de Maria Gomes

Pessegueiro
Igreja Paroquial
Lagar de Pessegueiro
Museu Etnográfico da Freguesia de Pessegueiro
Bungalows e Praia fluvial de Pessegueiro

Portela do Fojo
Igreja Paroquial
Ilha de Padrões
Piscina flutuante e Parque de Merendas do Vilar
Zona de Pesca do Vilar

Unhais-o-Velho
Igreja Paroquial
Capela Sextavada

Vidual
Igreja Paroquial
Miradouro sobre a Barragem de Santa Luzia
Barragem de Santa Luzia

Turismo Cultural / Turismo de Aldeia / Alojamento / Gastronomia e Receitas / Ambiente e Lazer / Desportos Radicais

 

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Concelho de Penacova
Não pretendemos mostrar-lhe o que de mais belo existe em Penacova, pois seria difícil, ou mesmo impossível, chegar a um consenso quanto ao que classificar de mais bonito. Queremos apenas que venha espreitar algumas das belezas com que Deus presenteou a princesa do Mondego, e conhecer um pouco daquela que tanto inspirou Vitorino Nemésio.

Situada a 22 km de Coimbra e


a 15 km do Luso/Buçaco, Penacova é

luz e penedia, com o querer que é de

pirenaico trazido às proporções da

ternura e rusticidade Portuguesa

(Vitorino Nemésio).

Em termos de diversidade de produtos Penacova tem actualmente uma diversidade turística capaz de satisfazer as diversas procuras.

A água límpida dos trechos não poluídos do Mondego e do Alva, correndo em curvas caprichosas entre montes escarpados, faculta ao turista a tranquilidade e a harmonia de uma paisagem primitiva. Ao longo dos rios e na grandiosa albufeira da Barragem da Aguieira pode-se praticar natação, pesca, canoagem, remo, vela, wind-surf e ski aquático. Nas margens do Mondego, em frente da vila de Penacova, e junto ao Parque de Campismo, todos os anos no Verão é montada uma praia fluvial que dispõe de um bar e de um abrigo para embarcações. Mesmo quem conhece Penacova, aprecia sempre percorrer as estradas pitorescas, ora talhadas nas escarpas sobre o rio, ora trepando ao cimo dos montes, onde poderá apreciar belos panoramas do alto dos seus mirantes: Pérgola Raúl Lino, Mirante Emgydio da Silva, Penedo de Castro, Capela de N. Sr.ª dos Remédios no Mont'Alto e as suas Serras do Buçaco, Roxo e Atalhada.

Não faltam motivos para agradáveis passeios: de S. Pedro de Alva por Laborins até às margens do Rio Alva, passando pela paradisíaca praia fluvial do Vimieiro, Cornicovo e Lapa. Ao passar por Penacova, poderá levar como recordação uma peça de artesanato. Temos os palitos de pá, flor e pestana, feitos em madeira trabalhada pelas mãos das paliteiras ou as lindíssimas barcas serranas e outros objectos que marcaram, e marcam ainda, a história da nossa região. Não descurando que o principal produto turístico do concelho é sem dúvida o turismo cultural, outros produtos estão neste momento a ser ou em condições de serem explorados.

No actual contexto das novas procuras turísticas, o turismo de natureza e ecoturismo encontram neste concelho condições óptimas para os praticantes que até aqui se desloquem.

No entanto a oferta não se fica por aqui. Novos produtos começam hoje a apresentar-se como apostas viáveis nomeadamente o turismo de aventura e o produto gastronomia e o segmento de fins-de-semana.

Desta forma a escolha para o tipo de férias a passar em Penacova parece ser difícil, mas, o melhor será experimentar tudo o que temos para oferecer.

 

(mais em breve)

 

 

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Concelho de Penela

O que Visitar

Castelo de Penela-Monumento classificado
A sua construção data do séc. XI, apesar do que hoje se pode ver do Castelo remontar somente aos Séculos XIV e XV. No seu interior tem a Igreja de São Miguel, cujas primeiras origens se prendem ao séc. XII.

De salientar:
Além da Porta da Vila, tem uma outra porta, a que chamam, a da Traição ou dos Campos, que apresenta uma abertura dupla em cotovelo, integrada numa torre, o que denota a influência da tradição muçulmana na fortificação portuguesa dos fins da Idade Média.

Igreja de São Miguel
O Foral de 1137 refere já a existência de uma igreja. O templo que hoje se pode apreciar resulta de uma grande intervenção efectuada na segunda metade do séc. XVI.

De salientar:
A Capela-mor, toda ela revestida de talhas barrocas, na maioria do séc. XVII ou início do séc. XVIII. A imagem da Senhora com o Menino, esculpida por João de Ruão nos meados do séc. XVI (1530/1540).

Pelourinho de Penela - Monumento classificado
Este pelourinho remonta à época medieval e compõem-se de uma coluna de fuste oitavado, da pinha e de três degraus. Inicialmente colocado no meio da praça da vila, hoje encontra-se na Rua 25 de Abril.

De salientar:
O conjunto das quatro hastes de ferro que imitam serpentes e que suspendem da boca as argolas. Possui dois brasões semelhantes que representam, eventualmente, o brasão de armas do Concelho de Penela.

Igreja da Misericórdia
É uma igreja da segunda metade do séc. XVI, apesar de ter inscrito no seu portal o ano de 1616, no qual terá sido alvo de reforma

De salientar:
A qualidade da bandeira processional, composta por duas pinturas evocativas da Piedade e da Senhora da Misericórdia, da autoria de Ernesto Condeixa. A porta principal apresenta elementos do Período Manuelino, Renascentista e Maneirista.

Igreja de Stª Eufémia - Monumento classificado
Embora já hajam referências a esta igreja 1254, é sobretudo um templo do período renascentista, com um corpo de três naves, separadas por arcadas da ordem toscanas, cobertura em madeira e cabeceira tríplice.

De salientar:
Capela-mor abobada com retábulo barroco de talhas douradas. Capela dedicada ao Espírito Santo, onde existe um retábulo de pedra de Ançã, saído de uma oficina conimbricense em meados do séc. XVI, e uma escultura da Virgem com o Menino, gótica, dos finais do séc. XV, também de uma oficina coimbrã. Pia Baptismal de estilo manuelino.

Igreja Matriz de Podentes
O exterior desta Igreja é resultante de uma remodelação executada no Século XIX. No seu interior tem apenas uma nave e uma única capela na cabeceira, cujo altar-mor é oitocentista.

De salientar:
As duas capelas dos lados: a da esquerda do Século XVII e evocadora do Santíssimo Sacramento e a da direita dedicada à Nossa Sr.ª do Rosário, que exibe uma cúpula de pedra quinhentista.

Pelourinho de Podentes-Monumento classificado
É um pelourinho de estilo manuelino, com o fuste de mármore, provavelmente reaproveitado de um antigo edifício romano em ruínas. É o maior fuste de um só bloco, datável desta época, encontrado em Portugal.

De salientar:
O fuste de mármore eleva-se sobre uma base de quatro degraus. O capitel tem uma forma cúbica, ostentando nas suas faces a Cruz de Cristo, a esfera armilar, e nas outras faces dois escudos já gastos, um dos quais, esquartelado, dos Sousas de Arronches.

Igreja Matriz do Rabaçal
O edifício que hoje se vê é o resultado de diversas remodelações, tendo sido a mais representativa executada nos finais do Século XVIII. Esta igreja possui uma cabeceira composta por uma só nave e uma capela, de onde se destaca um retábulo oitocentista de talha com uma tela alusiva à sua patrona, Santa Maria Madalena.

De salientar:
A qualidade dos dois altares dos flancos, de talha e de gosto neoclássico dos finais do Século XVII. Nos seus nichos pode ver-se duas esculturas também setecentistas de São Domingos e Santa Teresa.

Villa Romana do Rabaçal
Situada a 12 Km de Conímbriga, a Villa Romana do Rabaçal encontra-se numa "meia-encosta" na Freguesia do Rabaçal, entre uma cumeada com arvoredo e um riacho, fazendo parte integrante do território da antiga civitas, junto da via romana que ligava Olisipo a Bracara Augusta.

Desta Villa Romana datada do século IV d.c. conhece-se a pars urbana (área residencial), balneum (Balneário), pars frumentária (área do pátio agrícola com alpendre), pars rustica (alojamento dos servos, armazéns, oficinas).

De salientar:
Os motivos figurativos dos mosaicos e algumas composições geométricas e vegetalistas não têm semelhança com o que existe em Portugal. No seu conjunto formam um grupo estilístico novo.

Vale do Rabaçal
O Vale do Rabaçal apresenta características muito particulares. Os seus solos são calcários, exibindo uma vegetação predominantemente rasteira, de onde se destaca a erva de Stª Maria que dá o sabor peculiar ao famoso Queijo Rabaçal. Por estas paisagens áridas facilmente se encontram rebanhos a pastar. A oliveira é também um elemento predominante nestas paragens. Ao passar no Vale do Rabaçal é indispensável uma visita às Ruínas Romanas do Rabaçal e ao Espaço Museu, assim como ao Castelo do Germanelo e à pequena aldeia de Chanca, de onde poderá desfrutar de toda a beleza do Vale.

Castelo do Germanelo
Erguido por D. Afonso Henriques, entre 1140-1142, este castelo típico do período Dali avista-se uma paisagem deslumbrante sobre o vale do Rabaçal.

De salientar:
Põe-se a hipótese de ter na sua origem um castro romanizado. De propriedade particular, deve-se a reconstrução hipotética da sua muralha norte ao Dr. Salvador Dias Arnaut.

Convento de Santo António - Monumento classificado
O convento foi fundado em 1578, contudo, o conjunto das construções (igreja, área residencial e anexos) datam do séc. XVIII. Nas mãos de particulares desde 1834, ano em que a Ordem Franciscana foi extinta, está hoje em elevado estado de degradação.

De salientar:
O retábulo da capela-mor, de estilo maneirista, apresenta um excelente traçado e boas talhas. De mencionar também o conjunto dos azulejos, setecentistas e de fabrico conimbricense, que apresentam painéis evocativos de passagens da vida de...

Monte de Vez
Com acesso por São Sebastião, do Monte de Vez desfruta-se de uma paisagem deslumbrante. A existência de uma Capela e de um moinho de vento reconstruído são dois elementos que emprestam ao local uma beleza muito própria. Daqui avista-se uma grande parte da área do Concelho, avistando-se para além das Vilas de Penela e Espinhal o Castelo de Germanelo, e as Serras do Espinhal e do Rabaçal.

Grutas Espeleologia
A espeleologia é uma das potencialidades do Concelho. Apesar de só começarem a ser divulgadas ao público, as grutas de Algarinho e Talismã têm sido exploradas por vários grupos espeleológicos e encontram-se ainda em fase de estudo.

Situadas a sul da nascente do Rio Dueça, e a escassos metros da EN 110, na zona de Taliscas, as Grutas de Algarinho e Talismã são
consideradas das maiores grutas do nosso país.

Igreja Matriz da Cumieira
Pensa-se que a Igreja já existiria no séc. XV. Invocando o mártir São Sebastião, este oráculo apresenta ainda vários elementos da época renascentista.

De salientar:
O sacrário barroco em talha dourada, que se encontra no altar de uma das capelas laterais, que apresenta duas tábuas pintadas com a representação do Ecce Homo.A abóbada renascentista da Capela do Sacramento, onde estão guardadas duas esculturas em calcário branco de Ançã, provenientes de oficinas coimbrãs, e que evocam a Senhora com o Menino e uma Santa Mártir.

São João do Deserto - Serra do Espinhal
" Com um bom binóculo e um pouco de imaginação, avistam-se dali cinco Distritos, além, evidentemente, do de Coimbra: os Distritos de Leiria, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Aveiro. Subir alguns quilómetros para ver cinco Distritos, temos de reconhecer que vale a pena. E não se gasta nada, a não ser as botas."
Eugénio de Castro

Igreja Matriz do Espinhal
A sua origem remonta à segunda metade do séc. XV, e tem por patrono S. Sebastião.

De salientar:
A pintura barroca sobre o arco triunfal, evocativa do Aparecimento de Cristo à Virgem. As três naves que compõem o corpo interior da igreja, separadas por arcadas de colunas jónicas. A Capela-mor de abóbada de meio-canhão, com retábulos de talha dourada de estilo barroco. As capelas colaterais, cobertas por cúpulas de quartelas, têm no interior retábulos de pedra em estilo renascentista coimbrão.

Serra do Espinhal
A Serra do Espinhal oferece aos olhos de quem passa uma paisagem inigualável. Daqui se avista a bela Vila de Penela, encimada pelo seu Castelo. Dependendo da altura do ano, a serra cobre-se de tonalidades diversas, que vão desde o verde, ao azul, passando pelo cor de rosa e pelo amarelo, dependendo da imensa variedade de plantas e árvores que aqui se pode encontrar. De realçar a existência do Miradouro da Serra de Stª Maria onde existe um característico relógio de sol.

Represas Naturais da Louçainha - Serra do
Espinhal
A frescura, o verde das serras, a calma e a paz deste local, fazem das Represas Naturais da Louçainha um dos locais naturais mais aprazíveis do Concelho. Aqui poderá encontrar, para além, de piscinas naturais, um parque de merendas e um restaurante panorâmico.

Cascata da Pedra da Ferida - Espinhal
A Cascata da Pedra da Ferida localiza-se na Serra do Espinhal, e tem acesso inicial pelo caminho da Ribeira da Azenha. Para visitar este agradável local terá de deixar o carro a algumas centenas de metros e fazer um pequeno percurso pedonal.

Aldeias Típicas
O Concelho de Penela é rico em aldeias serranas com a sua arquitectura rural típica bem preservada. Destas destaca-se a Ferraria de S. João, na Freguesia da Cumieira.
Roteiro Turístico de Penela (.pdf)

Contactos
Câmara Municipal de Penela
Praça do Município, 3230-253 Penela
Tel. 239 560 120
Fax 239 569 400
Email: [email protected]
Url: www.cm-penela.pt

Posto de Turismo
Praça do Município, 3230-253 Penela
Tel. 239 561 132
Fax 239 569 400
Email: [email protected]
Horário de funcionamento:
Inverno - todos os dias das 10h00 às 17h30
Verão - todos os dias das 10h00 às 19h00

Espaço-Museu da Villa Romana do Rabaçal
Tel. 239 561 856
Email: museu.rabaç[email protected]

Parque de Campismo
Tel. 239 569 256

Equipamentos Desportivos
Piscina Municipal
Tel. 239 560 123

Pavilhão Multiusos
Tel. 239 560 124

 

 

 

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Concelho de Soure

ARTESANATO GASTRONOMIA CULTURA
Este certame, organizado pela Câmara Municipal de Soure, em estreita parceria com as doze Freguesias do Concelho, realiza-se em dois fins-de-semana,habitualmente, o último de Junho e o primeiro de Julho, no Parque da Várzea, em Soure, um espaço privilegiado pela sua beleza natural.

O “prato forte” é, naturalmente, a gastronomia diversificada das doze Freguesias, complementada pelos trabalhos apresentados pelos artesãos concelhios e pela riqueza cultural dos Grupos de Folclore, Filarmónicas e Grupos Musicais que mantêm intensa actividade nas doze Freguesias do Concelho.


FESTAS DE S. MATEUS - FATACIS
AS FESTAS DE S. MATEUS, organizadas pela Câmara Municipal de Soure, no fim de semana mais próximo do dia 21 de Setembro, Feriado Municipal Concelhio, constituem o maior cartaz turístico da Vila e do Concelho, conjuntamente com a FATACIS - Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio, Industria de Soure - um certame fundamental para a promoção e divulgação de um significativo conjunto de actividades económicas.

Este é o momento ideal, por excelência, em que se propicia o ansiado reencontro festivo de todos os Munícipes e demais Sourenses, onde participam activamente inúmeras Instituições do Concelho e em que muitos visitantes de fora são atraídos, quer pelo cartaz profano das festas, quer pela romaria a S. Mateus, cujos devotos vêm, por vezes de muito longe, pagar as suas promessas e fazer as suas orações.

REFERÊNCIA HISTÓRICA
Vem de longe a importância deste Concelho, quer no contexto regional, quer mesmo nacional.

Com os dados disponíveis não é possível procurar um marco que assinale o início da ocupação humana neste território. Porém, os vestígios arqueológicos, sobretudo do período neolítico e romano, aliados às condições naturais que desde cedo atraíram a ocupação humana, indicam que este espaço foi ocupado desde tempos imemoriais.

O documento escrito mais antigo que se conhece e se refere a Soure data de 1043 assinalando a doação, ao Convento da Vacariça, de um mosteiro que aqui possuíam os irmãos João, Sisnando, Ordonho e Soleima.

Em Julho de 1111 o Conde D. Henrique e a rainha D. Teresa concederam foral à vila de Soure. Este importante documento estipulava um conjunto de previlégios fiscais com o objectivo de atrair e fixar as populações.

Na Idade Média, mais concretamente no período da reconquista Cristã, Soure assume um papel de importância estratégica vital. O seu castelo é, até à conquista de Lisboa, uma praça fortificada, incluída na cintura de edificações militares da defesa de Coimbra definitivamente conquistada em 1064, (juntamente com os castelos de Montemor-o-Velho, Penela, Santa Olaia, Germanelo, Miranda do Corvo e Lousã).

Em 1128 D. Teresa doa o Castelo de Soure à ordem dos Templários, doação que veio a ser confirmada por D. Afonso Henriques em 1129.

Com o decorrer dos tempos, a função militar foi desaparecendo e Soure passou a caracterizar-se, a partir da Idade Média, por uma região marcadamente rural dada a apetência agrícola dos seus terrenos enriquecidos pela água dos rios Anços, Arunca e Pranto.

O Castelo de Soure tinha uma situação estratégica privilegiada, dada a sua posição de ligação entre os castelos e rotas que atravessavam os territórios de Coimbra e Montemor-o-Velho e a sua proximidade com a confluência dos rios Anços e Arunca que lhe servia de fosso natural.

Em 13 de Fevereiro de 1513, el-rei D. Manuel outorgou um novo Foral à vila de Soure. As alterações administrativas, que ao longo dos tempos foram sendo feitas, determinaram que tivesse havido permutas de freguesias entre concelhos adjacentes, sobretudo com o de Montemor-o-Velho e os extintos de Verride e Santo Varão. A partir de finais do século XIX, o concelho de Soure manteve a mesma estrutura administrativa, agrupando as doze freguesias que hoje conhecemos.

 

 

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Concelho de Tábua

Pontos de Interesse

O concelho de Tábua fica situado no centro de Portugal e é constituído por montes de reduzida elevação, vales férteis e vários rios e ribeiras que atravessam a zona.

Pequenas aldeias típicas de casas de granito com varandas de madeira, muitas vezes decoradas com flores e verdura, como as que se podem ver em Covas, ou velhos solares e palacetes, como os de Midões, também caracterizam este concelho, uma zona essencialmente agrícola que se dedica à criação de gado e ao cultivo de milho, vinho, castanha, cortiça e azeite.

Tábua é uma pequena vila agradável que exibe a Igreja de Santa Maria Maior, do século XIX, a Capela do Senhor dos Milagres (octogonal, com dois portais e altares de talha em estilo barroco), do século XVIII, e ainda a interessante Biblioteca e Casa-Museu Sara Beirão.

Em Midões, para além das casas senhoriais dos séculos XVII ao XIX, vale a pena admirar o pelourinho, a vizinha Capela de São Sebastião, com lápides romanas, e a Igreja de São Miguel, que se ergue no cimo de um monte e oferece uma esplendida vista panorâmica sobre a região planáltica.

O património natural do concelho de Tábua inclui outros pontos de interesse, como a praia fluvial do Alva, em Mouronho, o «penedo oscilante» ou «penedo cama» da Póvoa de Midões, ou as águas minero-medicinais de São Geraldo, em Covas, e da Várzea Negra, na freguesia de Póvoa de Midões.

 

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Concelho de Vila Nova de Poiares

A Visitar



Igreja Matriz de Sta. Maria - Arrifana
(Séc. XVIII-XIX) Interior da Igreja Matriz de Sta. Maria
Arrifana

Igreja Matriz de S. Miguel
S. Miguel de Poiares
(Séc. XVII) Interior da Igreja Matriz de S. Miguel
S. Miguel de Poiares
(Séc. XVII)

Igreja Matriz de Lavegadas
Lavegadas Capela de Nossa Sra. das Necessidades
Vila Nova de Poiares
(Séc. XX)

Museu Etnográfico de Vila Nova de Poiares
Casa da Cultura Piscinas Naturais da Fraga
S. Miguel de Poiares

Capela de Sto. António
S. Miguel de Poiares
Moinho de Vento

Ponte de Mucela Monumento aos Aviadores
Serra do Carvalho

Pratos tradicionais

A Gastronomia é um dos ex-líbris de Vila Nova de Poiares, ou não fosse este concelho reconhecido e denominado como a “Capital Universal da Chanfana” e “Capital Nacional do Artesanato e da Gastronomia”. São a Chanfana, o Arroz de Bucho e os Negalhos, os pratos que mais seduzem e encantam o gosto dos mais exigentes comensais.

A Chanfana é um dos pratos tradicionais mais famosos, cozinhado nos célebres caçoilos de barro preto de Olho Marinho. A tradição deste prato levou, inclusivé, à criação da Confraria da Chanfana, que visa preservar e promover a confecção tradicional deste prato Poiarense.

Chanfana - tem como ingredientes carne de cabra velha, vinho tinto, banha de porco,colorau, louro, cabeças de alho e piri-piri.
Coloca-se a carne num caçoilo de barro preto e tempera-se com os ingredientes.
Rega-se com o vinho (que deve ser graduado), vai ao forno de lenha durante duas a três horas, deixando-se apurar.

Arroz de Bucho - prato muito procurado na gastronomia poiarense, tem como ingredientes: 0,5kg de arroz, 0,5kg de carne de porco, chouriço, salsa, louro, serpão, sal, colorau, azeite, um copo de vinho de porto, piri-piri e cebola.
É preparado lavando-se muito bem o bucho e raspando-se para tirar possíveis odores.
Os ingredientes devem ser misturados e colocados posteriormente dentro do bucho,que deverá ser cosido com agulha e linha.
Coze-se durante hora e meia e serve-se geralmente acompanhado de hortaliça.

Negalhos - Prato bastante apreciado não só em Vila Nova de Poiares como em toda a região, tem como ingredientes: 150 gr de toucinho fresco, 150 gr de chouriço de carne, tripas de cabra, hortelã, batata(s), cenoura(s), couve portuguesa, 1 bucho(s) de cabra.
Lava-se muito bem o bucho, raspa-se e calda-se. Corta-se em quadrados. No meio de cada quadrado de bucho coloca-se uma fatia de toucinho, rodela de chouriço e uma folha de hortelã. Dobra-se o bucho de modo a formar uma “trouxinha” que se ata com uma tripa de cabra, muito bem lavada.
Prepara-se um caldo com a cabeça de cabra, as batatas, as cenouras e a couve. Introduzem-se as “trouxinhas”, a que se dá o nome de negalhos, e deixam-se cozer. Servem-se acompanhados dos legumes.


Confraria da Chanfana

A Confraria da Chanfana surgiu por iniciativa do Sr. Presidente da Câmara Municipal que, numa perspectiva de preservação e promoção dos produtos endógenos propôs a constituição de uma confraria, instituição capaz não só de potenciar a cultura gastronómica, como também de contribuir para a certificação deste prato, de origens tão remotas.
Assim, por deliberação da Câmara Municipal, datada de 1 de Março de 1999, foi aprovada a Confraria, decisão essa ratificada igualmente pela Assembleia Municipal, unanimemente, em 30 de Abril do mesmo ano.
A partir dessa data foram lançadas as bases da escritura pública, que teve lugar no dia 22 de Agosto de 2001, no Cartório Notarial de Vila Nova de Poiares, onde outorgaram a escritura como confrades fundadores a Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, as Juntas de Freguesia de Poiares (Santo André), Arrifana, São Miguel e Lavegadas, a ADIP – Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares, a APPACDM, a Cooperativa Santo André, Rádio e Cultura e Jaime Carlos Marta Soares.

Contactos:
Confraria da Chanfana
Largo Dr. Daniel de Matos Edifício do Mercado Municipal
3350-156 Vila Nova de Poiares
Tel: 239421880
www.confrariadachanfana.pt


Património Religioso

O concelho de Vila Nova de Poiares possui inúmeros templos religiosos de relevo. Exemplos são a Igreja Matriz de Poiares (Santo André), a Igreja de Santa Maria da Arrifana, a Igreja de São Miguel de Poiares, assim como a Capela de Nossa Senhora das Necessidades ou a Capela de Santo António, em São Miguel. Existem, no entanto, outros pequenos templos, pequenas capelas que dão vida às nossas aldeias. O Monumento ao Cristo na Vila, sede de Concelho, o Cruzeiro do Carvalho de meados do Século XX e o Monumento Voo dos Anjos são a "expressão recente" da alma e fé deste povo.

Artesanato

Vila Nova de Poiares é um concelho extremamente rico em tradições, nomeadamente no domínio do artesanato, com os barros pretos, os Palitos Floridos e pequenos artefactos em madeira, a cestaria e canastraria, a tecelagem, a latoaria, as ceiras, capachos e ainda a cantaria (Mós).

As actividades artesanais incorporam na sua acção produtiva larga quantidade de mão-de-obra, onde o “saber de experiência feito” é a garantia da autenticidade do bem cultural que os produtos artesanais em si mesmo comportam.

Produtos Tradicionais:
Olaria Preta;
Palitos Floridos e pequenos artefactos em madeira;
Cestaria e canastraria;
Tecelagem;
Latoaria;
Ceiras;
Cantaria;
Centro Difusor de Artesanato

Já com perspectivas de garantir e perpetuar no tempo uma das artes características de Vila Nova de Poiares – Olaria Preta – a ADIP, com o apoio do IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional) levava a cabo uma Escola Oficina, em 1998, de Olaria/Barros Pretos, frequentada por 12 formandas. Todavia, algo mais havia a fazer, enquanto o número de elementos ligados a diversos sectores artesanais, era ainda significativo. Surge, então, o Centro Difusor de Artesanato e Recursos Endógenos de Vila Nova de Poiares (1999), com o objectivo de contribuir para a criação de um quadro de apoio e visando estimular uma dinâmica própria dos artesãos do concelho, promovendo a formação de novos agentes, continuadores da actividade e consequentemente das tradições, invertendo a tendência de desertificação das actividades artesanais.

O Centro Difusor de Artesanato e Recursos Endógenos tem as suas instalações na ADIP, onde possibilita desde a sua abertura, a exposição de artesanato, trabalho ao vivo e venda directa de artesanato.

As feiras e eventos de exposição e venda de artesanato têm sido uma constante, durante os últimos anos, dando a conhecer a nível nacional a riqueza artesanal do Concelho.

Destaque ainda para o processo de certificação do Barro Preto de Olho Marinho, um projecto de parceria entre a ADIP, a Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares e o CRAT - Centro Regional de Artes Tradicionais, cujo objectivo principal assenta na recuperação, requalificação e desenvolvimento da actividade artesanal em causa, proporcionando condições para que a produção sobreviva, se desenvolva e alcance um plano economicamente viável, aliando as valências tradicionalmente observadas a medidas inovadoras e imprescindíveis à recuperação e desenvolvimento da produção.

 

 

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