Portugal, solidariedade, ajudar, imagens de portugal, turismo, monumentos de portugal, castelos de portugal, visitar portugal, natureza, noticias de Portugal   Portugal, solidariedade, ipss
distrito de lisboa | centro | sul | portugal
 
 
ALENQUER
AMADORA
ARRUDA DOS VINHOS
AZAMBUJA
CADAVAL
CASCAIS
LISBOA
LOURES
LOURINHÃ
MAFRA
ODIVELAS
OEIRAS
SINTRA
SOBRAL DE MONTE AGRAÇO
TORRES VEDRAS
VILA FRANCA DE XIRA

Lisboa

Lisboa é uma cidade especial com particularidades únicas: o som dos eléctricos antigos a subir e a descer as ruas empedradas, o eco do Fado em vários locais da cidade, um autêntico tesouro de edifícios históricos, mas também a cidade mais cool de Portugal, aberta a novas tendências e um paraíso de compras.

Segundo a lenda, Lisboa foi originalmente construída sobre sete colinas e estende-se ao longo do rio Tejo numa paisagem ondulada repleta de edifícios Arte Nova, monumentos magníficos, inúmeros museus, hotéis fabulosos, esplanadas e belíssimos miradouros.

Repleta de história e cultura, Lisboa é conhecida pela sua luminosidade única e pelo charme incomparável. Tornou-se um dos destinos favoritos da Europa graças à sua incrível diversidade, às paisagens magníficas e ao invejável clima soalheiro. Todos os locais da cidade mantêm um toque de tradição – Lisboa soube preservar a beleza e o encanto antigos, quer seja nas ruas repletas de vendedores de flores ou de castanhas assadas, nos esplêndidos edifícios adornados com azulejos, nas pastelarias emblemáticas ou nos restaurantes inspirados em velhas adegas. Como capital do país, foi também aqui que tiveram lugar alguns dos momentos mais influentes da História Portuguesa, incluindo 400 anos de ocupação árabe, a florescente época dos Descobrimentos, o fim da monarquia de 800 anos, os anos da ditadura e a revolução pacífica do 25 de Abril.

Se existe uma zona da cidade que tenha testemunhado tudo isto foi o próprio centro – a Baixa. Após o grande terramoto de 1755, o centro histórico foi gradualmente reconstruído graças ao esforço e à persistência do Marquês de Pombal, e ainda hoje é considerado um dos exemplos mais impressionantes de reconstrução arquitectónica na Europa devido aos modernos materiais e técnicas usadas na altura. A parte mais antiga desta belíssima zona é o Rossio, conhecido pelos seus engraxadores, teatros históricos e a variedade de cafés e restaurantes. Passeie pela dinâmica Rua Augusta e vá até à majestosa Praça do Comércio – uma das praças mais famosas da Europa e o local onde se encontram alguns dos cafés mais antigos de Lisboa. Passeie pelas lojas ali perto, pelos pequenos mercados ao ar livre e observe os artistas de rua. Não deixe de provar a ginjinha na pequena adega com o mesmo nome e suba no Elevador de Santa Justa para contemplar a cidade a partir do alto.

A caminho da Praça Marquês de Pombal passa-se pela elegante e arborizada Avenida da Liberdade – a artéria mais glamorosa da cidade, famosa pelas suas lojas e restaurantes sofisticados e pelos hotéis de luxo. Ao cimo da avenida, do outro lado da Praça Marquês de Pombal, estende-se o imponente Parque Eduardo VII, que foi baptizado em honra do monarca inglês após a sua visita em 1902.

O coração do glamour urbano e cosmopolita ainda pode ser sentido no Chiado, um local onde o “novo” e o “antigo” convivem em harmonia. Caracterizado pelo ambiente casual-chique, com ruas cheias de lojas, restaurantes requintados, bonitas calçadas portuguesas, belíssimas igrejas e cafés intemporais, o Chiado faz com que qualquer visitante se sinta um verdadeiro lisboeta. Não se esqueça de beber uma bica no café A Brasileira – um ponto de encontro de intelectuais e poetas do século XIX, como Fernando Pessoa.

Em contraste com o encanto do Chiado, o Bairro Alto, mesmo ao lado, é o palco “artístico”, alternativo e boémio da cidade, bem como o centro da vida nocturna lisboeta. Composto por uma série de ruelas e de casas baixas com varandas antigas cheias de roupa a secar, este bairro transforma-se num dos destinos preferidos ao cair da noite. Enche-se de multidões de noctívagos que gostam de beber um copo em cada bar ou restaurante, numa mistura variada de tipos musicais e de restaurantes pequenos e acolhedores. Apesar de Lisboa ter uma animada vida nocturna, a discoteca LUX, conhecida internacionalmente, tornou-se um ícone por conta própria, com a sua localização sobre o rio e uma escolha musical ecléctica – um dos seus donos é o conhecido actor americano John Malkovich.

Parta à descoberta de Alfama, um antigo bairro árabe e a zona mais antiga da cidade. Tendo mantido o seu charme pitoresco e a essência histórica, Alfama é uma das zonas favoritas dos turistas devido ao seu labirinto de ruas serpenteantes, aos edifícios caiados e às casas de fado. Aqui perto poderá visitar os esplêndidos Museu do Fado e Museu do Azulejo, bem como o surpreendente Castelo de São Jorge. Todos os anos, Alfama e o bairro vizinho da Mouraria atraem multidões de pessoas de todas as idades às festas dos Santos Populares. Durante estas festividades, a cidade enfeita-se com coloridas fitas e balões, montam-se bancas ao ar livre, a atmosfera anima-se com música alegre e os coros das marchas populares, e os restaurantes vibram com foliões ávidos por jarros de sangria acompanhados por sardinhas acabadas de sair da brasa.

A maravilhosa zona de Belém fica em frente ao rio, perto da Ponte 25 de Abril. Alguns símbolos do glorioso passado marítimo de Portugal encontram-se aqui. Esta parte serena da cidade é deslumbrante para os amantes da História e repleta de monumentos como o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém. É também uma conceituada zona cultural, onde se encontram o Centro Cultural de Belém, diversos museus e um planetário, bem como os deliciosos Pastéis de Belém.

A moderna área comercial e residencial do Parque das Nações também é evocativa do legado marítimo de Lisboa. Situada no extremo oriental da cidade, esta zona futurista acolhe muitos eventos nacionais e internacionais, e possui um enorme complexo comercial, com restaurantes, esplanadas, bares, um casino e o Oceanário – um dos mais avançados da Europa.

Locais a Visitar
Monumentos Históricos

Torre de Belém
Erguida nas águas do Tejo, esta torre magnífica é um dos maiores símbolos dos Descobrimentos. Mandada construir por D. João II, esta fortificação do século XVI foi concebida pelo arquitecto Francisco de Arruda e edificada para defender o porto de Lisboa e como porta de entrada majestosa da cidade. Com ameias meticulosamente esculpidas, guaritas elegantes e um baluarte hexagonal, a beleza desta fortaleza tornam-na absolutamente singular. Além de tudo isto, uma das atracções da torre é um rinoceronte esculpido – o primeiro na Europa!

Mosteiro dos Jerónimos
Este monumento deslumbrante, classificado como Património Mundial pela UNESCO, não deixa ninguém indiferente. Retratando a riqueza da Coroa Portuguesa, bem como a capacidade criativa de D. Manuel I e do arquitecto Diogo de Boitaca, este monumento de 300 metros de comprimento é um dos exemplos mais impressionantes de arquitectura religiosa de todo o mundo. A opulência majestosa do seu estilo Manuelino, os claustros com dois pisos, os exuberantes elementos góticos, as belíssimas abóbadas e os motivos florais intrincados são mais do que razões para visitar este mosteiro. O interior alberga ainda os túmulos de algumas das figuras mais marcantes da História Portuguesa, como D. Manuel I, Vasco da Gama, Luís de Camões e Fernando Pessoa.

Locais Populares

Pastéis de Belém
Se Lisboa tiver um sabor, há-de ser seguramente o dos Pastéis de Belém. Visite a Fábrica dos Pastéis de Belém, perto do Mosteiro dos Jerónimos, e prove estes deliciosos pastéis polvilhados com açúcar e canela. A receita é secreta e nunca foi revelada! Irá sentir um aroma de mistério que torna esta especialidade numa das mais fascinantes do mundo!

Miradouros de Lisboa
Lisboa é uma cidade abençoada por cenários maravilhosos que podem ser desfrutados de diferentes perspectivas. As esplanadas e os miradouros da cidade proporcionam ambientes tranquilos e são locais excelentes para apreciar o pôr-do-sol e as vistas deslumbrantes sobre o rio Tejo. Os miradouros mais populares são os de São Pedro de Alcântara, de Santa Catarina e do Castelo de S. Jorge.

Museu Calouste Gulbenkian
Fundado em 1968 pelo filantropo arménio Calouste Gulbenkian, este surpreendente museu é um dos locais culturais mais prestigiados do país. Albergando uma colecção de arte antiga e contemporânea de todas as partes do mundo, o museu apresenta exposições permanentes e temporárias com diferentes obras, desde artefactos egípcios e romanos a uma extraordinária colecção de pintura do século XX.

Sintra
A magnífica vila de Sintra é toda ela mágica e cheia de esplendor – um reino romântico onde palácios majestosos, um castelo de contos de fadas, propriedades régias e mansões fascinantes emergem no meio de montes e florestas luxuriantes.

Caracterizada pelo seu encanto e serenidade singulares, a vila de Sintra oferece cenários de uma beleza surpreendente, com a sua vasta serra rochosa, densa vegetação e praias imaculadas. Designada de “Serra da Lua” pelos Celtas e de “Mons Lunae” pelos Romanos, a mística serra de Sintra abrange também um vasto parque natural que se estende até à costa marítima de Cascais’.?

Durante cinco séculos, a realeza portuguesa usou as suas sumptuosas mansões e propriedades de luxo como residências de Verão para desfrutar do ar puro e do refrescante microclima da serra, escapando ao calor citadino. Em tempos descrita pelo poeta inglês Lord Byron como um “Glorioso Éden”, esta terra onírica e fantástica continua a atrair grandes escritores e realizadores de cinema, os quais encontram inspiração tanto na incomparável beleza de Sintra como nas suas lendas e história.

O centro histórico de Sintra é um museu a céu aberto, repleto de tesouros magníficos, como os jardins do luxuoso Tivoli Palácio de Seteais, o Convento dos Capuchos do século XVIII, o Parque de Monserrate e diversos museus. Dois dos mais prestigiados campos de golfe da zona de Lisboa, o Penha Longa Golf e Beloura Golf, ficam a curta distância de automóvel do centro de Sintra e garantem condições e vistas magníficas. As pequenas lojas encantadoras, os antiquários, os restaurantes e os cafés enriquecem de igual forma esta vila pitoresca, além dos vários museus onde poderá apreciar desde arte moderna a arqueologia e brinquedos históricos.

O Palácio Nacional encontra-se no centro histórico, perto do Tivoli Sintra Hotel Trata-se de um monumento impressionante, conhecido por ser o único palácio real do país, de origem medieval, que permanece intacto. A esplêndida combinação de estilos – Mourisco, Gótico e Manuelino – assim como as suas salas ricamente ornamentadas, os azulejos de tipo oriental, as pinturas delicadas, a mobília antiga e as belíssimas tapeçarias valem bem a visita a este palácio. Porém, as características mais notórias deste monumento são as duas altas chaminés cónicas – um verdadeiro ponto de referência nos ares brumosos de Sintra.

Serpenteando por um dos cumes da serra, ergue-se o Castelo dos Mouros, que remonta aos séculos VIII–XIX e é um testemunho do passado de Portugal. Conquistada pelo rei D. Afonso Henriques em 1147 e restaurada por ordem do rei D. Fernando II em 1839, esta estrutura militar colossal manteve-se preservada ao longo do tempo. Observe as torres austeras, a cisterna original e as extraordinárias ameias do castelo, de onde poderá admirar maravilhosas vistas panorâmicas sobre a cidade.

O excêntrico Palácio da Pena, um dos ex-líbris da paisagem de Sintra, é considerado uma das obras-primas arquitectónicas mais originais de Portugal. Faz lembrar um palácio de contos de fadas e exibe uma fusão de estilos Gótico, Manuelino, Mourisco e Indiano. Remonta ao século XIX e está classificado como Património da Humanidade da UNESCO, contendo uma série de torreões exóticos, baluartes e cúpulas de tons pastel, janelas com caixilhos minuciosamente trabalhados e pináculos de cores reluzentes. Mandado construir pelo rei D. Fernando II e pela rainha D. Maria com o propósito de criar um retiro idílico para a realeza, este palácio romântico contém salas de estilo vitoriano, trompe-d’oeils, mobília real e jardins magnificamente cuidados.

Admire os espectaculares pores-do-sol nas praias de Sintra, na encantadora aldeia piscatória de Azenhas do Mar ou na praia da Ericeira, popular pelos desportos aquáticos. As praias Grande, da Adraga e das Maçãs são algumas das mais frequentadas de Sintra, procuradas pela sua beleza natural e excelentes condições de surf e bodyboard.

Deleite-se com as especialidades gastronómicas de Sintra e saboreie as excelentes queijadas e travesseiros, o rústico Leitão de Negrais, o Cabrito Assado e os pratos de marisco divinais.

Locais a Visitar
Património

Quinta da Regaleira
Este belo parque, localizado no coração de Sintra, foi mandado construir pelo milionário português António Augusto Carvalho no início do século XX e é considerado “um sonho arquitectónico tornado realidade”. Projectado pelo arquitecto visionário italiano Luigi Manini, este local, classificado como Património Mundial da UNESCO, distingue-se pela fusão de elementos góticos, manuelinos e neoclássicos. Possui um bonita capela, muitos jardins e elegantes lagos. Uma das suas características mais intrigantes é a escadaria em espiral – uma série de degraus que o conduzirá a uma área de grutas e cavernas misteriosas.

Palácio Real de Queluz
Aclamado como um dos maiores exemplos do Rococó na Europa, este sofisticado palácio do século XVIII integra um museu e serve de residência a chefes de estado estrangeiros de visita a Portugal. Em termos históricos, este monumento serviu de retiro de Verão do rei D. Pedro II e sua esposa, a rainha D. Maria I, que viria a refugiar-se no palácio devido à sua agravada doença mental. Este monumento, que representa a extravagância do apogeu de Portugal, exibe belos azulejos ornamentais, profusa decoração dourada, lustres de cristal e belíssimos jardins, inspirados nos de Versalhes.

Palácio Nacional de Mafra
Construído durante o reinado do rei D. João V (século XVIII), o grandioso palácio e convento de Mafra, situado a alguns quilómetros de Sintra, é um dos mais sumptuosos exemplos da arquitectura barroca na Europa. Desejoso de erigir um monumento de extrema opulência, que rivalizasse com a ostentação dos países vizinhos de Portugal, o rei procurou orientação junto do seu embaixador para obter inspiração nos edifícios mais majestosos e religiosos de Roma, assim como em peças valiosas de arte italiana. Abrangendo um palácio, um convento e uma igreja, este monumento neoclássico possui 1200 divisões, 4700 portas e janelas, 156 escadarias, uma magnífica biblioteca com cerca de 40 000 livros raros e uma reserva natural impressionante – a Tapada de Mafra.

Cascais
Reputada pela sua esplêndida praia de areia branca, pelas inúmeras lojas e encantadoras ruas de comércio e pelo seu cosmopolitismo, a vila piscatória de Cascais reinventou-se e tornou-se uma refinada estância à beira-mar e um dos destinos mais sofisticados da área de Lisboa.

A cidade, situada a poucos quilómetros da foz do Tejo, encontra-se aninhada entre a soalheira baía de Cascais e a majestosa Serra de Sintra. Exibe uma atmosfera deliciosamente marítima e requintada, atraindo visitantes durante o ano inteiro.

Cascais foi outrora um elegante retiro de Verão da monarquia portuguesa durante o século XIX e um porto de abrigo da realeza europeia durante a Segunda Guerra Mundial graças ao estatuto neutral do país. Com o passar dos tempos, esta atmosfera peculiar modificou-se e a cidade transformou-se num refinado pólo de cultura, com uma vibrante vida nocturna e uma qualidade de vida invejável. Porém, o esplendor e os ícones do seu apogeu marítimo mantiveram-se até aos nossos dias, através dos elegantes faróis, fortalezas e a Cidadela do século XVII.

O Largo de Camões assinala o centro histórico de Cascais e é uma das zonas favoritas dos habitantes locais e dos turistas. O seu ambiente animado, criado pelos inúmeros bares e restaurantes, transforma a praça num local encantador e incontornável da cidade – um lugar especial para sair à noite! Se estiver por perto, percorra a Rua Direita, a principal rua de comércio da cidade, onde encontrará bonitas lojas e vendedores de rua. Aqui perto há também pequenos centros comerciais, e as famosas feiras de Cascais são excelentes oportunidades para adquirir peças de artesanato e boas pechinchas.

Ao sair do centro em direcção à costa poderá ter a sorte de ver os pescadores a coserem as redes mesmo ao lado dos seus barcos coloridos, na Praia dos Pescadores. Em contraste com esta cena quase bucólica fica a vizinha Marina –um cenário moderno e sofisticado, onde poderá apreciar os iates de luxo, degustar delícias gastronómicas em restaurantes requintados ou entrar nas boutiques e bares da zona. Cascais é também um pólo de atracção para os noctívagos e oferece um leque alargado de opções, desde cocktail lounges a acolhedores bares de jazz e discotecas da moda.

Admire as dunas selvagens e o mar indomável da Praia do Guincho, parte integrante do Parque Natural de Sintra-Cascais. Situada perto da exclusiva Quinta da Marinha, com o seu campo de golfe e espaços de lazer, o Guincho é a praia favorita dos surfistas e de qualquer amante de desportos aquáticos, sendo também conhecido pelo seu bar de praia, as bicicletas de aluguer e a roulote de cachorros! Monumentos, museus e todo o género de eventos culturais são uma constante em Cascais, desde concertos de música clássica a exposições de arte.

Faça uma caminhada pelo passeio marginal até ao Estoril, onde fica um dos maiores e mais antigos casinos da Europa. Com deslumbrantes vivendas de luxo em frente ao mar, uma praia famosa e uma animada vida nocturna, o Estoril atrai visitantes ávidos de cultura e o jet set de todos os cantos do mundo para as suas conferências, festivais de cinema e lendários concertos de jazz. Muitos eventos desportivos internacionais têm lugar no Estoril. Entre os empreendimentos desportivos da zona incluem-se o Estoril Golf, a Academia Internacional de Golfe Estoril Sol, inúmeros courts de ténis e o autódromo. Uma visita relaxante ao Estoril Wellness Centre and Spa é outra experiência magnífica que pode desfrutar durante as suas férias.

Lisboa fica a cerca de meia hora de automóvel de Cascais e do Estoril ao longo da panorâmica estrada Marginal. O comboio também é uma excelente alternativa, deixando-o bem perto do centro da cidade. A viagem é maravilhosa e permite a descoberta da costa do Sol, onde a beleza única de Cascais se funde com o património histórico de Lisboa.
Locais a visitar
Natureza

Parque Natural de Sintra-Cascais
Este parque natural estende-se desde a luxuriante Serra de Sintra à Praia do Guincho e às imponentes escarpas do Cabo da Roca – o ponto mais ocidental do continente europeu. Conhecido como o ponto “onde a terra acaba e o mar começa” (assim descrito por Camões n’Os Lusíadas), o cabo possui um farol magnífico do século XVIII. O cenário de dunas e montanhas do Guincho é o pano de fundo perfeito para inspirar os amantes do surf e da natureza. Apesar de ser conhecida como uma das praias onde se realiza o campeonato do mundo de windsurf, foi o filme de James Bond “Ao Serviço de Sua Majestade” que a projectou para a fama em 1969.

Boca do Inferno
Fazendo jus ao nome, esta profunda ravina é uma das grandes atracções da zona de Cascais, tendo sido formada pela fúria do Atlântico contra os rochedos. Hoje em dia, os visitantes curiosos afluem a esta maravilha natural para observarem o espectáculo das enormes ondas do oceano a desfazerem-se nas rochas.

Museus

“Casa das Histórias” – Museu Paula Rego
Este museu inspirador foi inaugurado em 2009 e é dedicado à vida e obra da pintora internacionalmente conhecida Paula Rego. Tendo nascido e crescido em Cascais, Paula Rego foi viver para Inglaterra, onde compôs uma obra singular e monumental que glorifica a sua pátria. No museu está patente uma carreira de 50 anos de pintura e de peças verdadeiramente únicas, concebidas por si e pelo seu marido Victor Willing.

Museu Conde de Castro Guimarães
Este museu, fundado em 1931, está situado numa casa senhorial em frente ao mar, outrora pertencente ao Conde Manuel de Castro Guimarães. Actualmente alberga uma maravilhosa colecção de pinturas dos séculos XVI–XIX, esculturas e mobiliário antigo. O museu está rodeado por um belíssimo jardim e possui uma livraria e uma capela, sendo um exemplo extraordinário da tónica aristocrática que tão bem descreve a Cascais de outrora.

Museu do Mar
Este museu presta homenagem ao legado marítimo de Cascais e ao rei D. Carlos I, o monarca pioneiro da oceanografia portuguesa e que foi assassinado em 1908. Fósseis raros, conchas, alguns barcos antigos e vestígios de navios naufragados no Tejo e no Sado fazem parte da exposição.

Locais a Visitar

Casino do Estoril
Este famoso casino está voltado para a praia do Tamariz e é um dos mais antigos e excitantes da Europa. O seu cenário de luxo, jogos e entretenimento é uma tentação até para os jogadores mais racionais. Diz-se que este casino terá inspirado Ian Fleming para a sua obra “Casino Royale”, uma aventura do imortal James Bond escrita em 1953.

Santini
A Santini não é uma gelataria qualquer – serve aquele que é considerado o melhor gelado do país! Fundada por Atillio Santini em 1949, esta casa do histórico gelato conquistou e impressionou uma longa lista de visitantes, incluindo personalidades políticas, turistas curiosos e mesmo membros da realeza. Prove os sabores únicos da Santini!

Praia do Tamariz
Considerada a praia mais cosmopolita da costa do Estoril, o Tamariz é um dos locais de eleição quando se fala em banhos de sol com glamour. A praia, situada a curta distância a pé do centro de Cascais, tem um excelente restaurante sobre o mar que se transforma numa discoteca muito frequentada nas noites quentes de Verão. (+)

 

(voltar)
 
Concelho de Alenquer
Serra de Montejunto

Património natural

É a Serra de Montejunto o mirante natural mais alto da Estremadura; linha de cumeadas divisória de zonas climatéricas diferentes; acidente geográfico que, pela sua altitude e dimensão, polariza toda a paisagem que a envolve; estrutura geológica rica em algares, grutas e lagoas residuais; santuário de nidificação de uma avi-fauna invulgar e preciosa; reduto e refúgio de pequenos mamíferos; parque natural de uma flora de transição mediterrânico-atlântica.
Localizada no extremo Sul do Concelho do Cadaval e a Norte do Concelho de Alenquer, orientada de Este para Oeste, e Serra de Montejunto eleva-se a 666 metros acima do nível médio do mar. A Serra é constituída por um maciço calcário onde predominam altas escarpas e gargantas apertadas.
Destacamos neste maciço os cabeços de S. João, Moinho do Céu, Penha do Meio-Dia, Espigão, Bicha e Monfarinho.
Devido à sua orientação quase concordante com a linha da Costa Atlântica e ao seu revestimento vegetal, a Serra constitui, no eixo Montejunto-Estrela, uma importante fronteira climatérica que separa, meteorologicamente, o Norte-Sul do País. Os seus valores médios anuais de temperatura do ar variam entre 12,5º C e 16º C e a insolação na Serra varia de 2 400 a 2 600 horas/ano. A sua pluviosidade é de 800 a 1 000 mm/ano com um total de 75 a 100 dias/ano de precipitação igual ou superior a 10 mm.
Em relação à singularidade da sua estrutura orográfica já no século XVI Frei Luís de Sousa a descreve como um só monte de pedra, ou uma só pedra antes que Serra. Porque o nome de Serra compreende montes de penedias e rochedos encadeados e continuados com vales e subidas; e esta consta de uma só pedra, ou monte que igualmente cresce e sobe em meio de terras lavradias.
Na linguagem actual, os geólogos referem a Serra como um maciço calcário de formação jurássica assinalada por diversas zonas de falhas que assinalam as suas escarpas, os seus vales e os seus planaltos, as suas grutas e algares. Também é rica do ponto de vista paleontológico com importantes jazidas de amonites, turritelas e outros fósseis de interesse científico.
Nela estão referenciados quase uma centena de algares e grutas de grande valor biológico, geológico e mesmo arqueológico, entre as quais citamos: Gruta das Fontaínhas, Gruta da Salvé-Rainha, Algar das Gralhas, Buracos Mineiros, Gruta da Rocha-Forte, Lapa da Maria Pia e Algar do Bom Santo.

Ainda não suficientemente estudado, o revestimento vegetal da Serra de Montejunto é essencialmente constituido por manchas de espécies arbóreas de castanheiros, sobreiros, carvalho e pinheiros, intercaladas com áreas de cultivo e pastoreio; disseminado um pouco por toda a parte, um manto de espécies arbustivas constitui a mancha predominante da Serra, rica pela variedade das espécies que apresenta, algumas delas bastante raras como é o caso da orquídea silvestre. Modernamente, e após os grandes fogos, a Serra está a ser invadida por uma espécie exótica - o eucalipto.
Esta Serra, que se apresenta como ilha biológica que emerge em meio de terras lavradias contém uma fauna notavelmente rica quando comparada com a das regiões limítrofes.
A pirâmide ecológica reflecte o ecossistema da montanha e dela constam mais de uma centena de espécies de aves nidificantes e migradoras, cerca de vinte e cinco espécies de mamíferos e vinte de répteis e anfíbios, constituindo, no seu todo, um dos ecossistemas mais prósperos do centro do país.

A título de justificação desta riqueza faunística citamos alguns mamíferos como o manguço (Herpestes ichneumon), o gato bravo (Felis silvestris), a gineta (Genetta, genneta), o texugo (Meles, meles), e a raposa (Vulpes, vulpes) e bastantes aves entre as quais destacamos a gralha preta (Corvus corone), o corvo (Corvus corax), o mocho galego (Athene noctua), o peneireiro de dorso malhado (Falco tinnunculus), a águia de asa redonda (Buteo, buteo), a águia de Bonelli (Hieraatus fasciatus), o falcão peregrino (Falco peregrinus), a coruja das torres (Tyto alba), o bufo real (Bubo, bubo), superpredador já extremamente raro na fauna europeia e o quase extinto peneireiro cinzento (Elanus Caeruleus) já apenas existente em Portugal e Espanha.
As riquezas da serra do Montejunto estão defendidas através da criação institucional da figura jurídica de Área de Paisagem Protegida da Serra de Montejunto.


 

(voltar)
 
Concelho de Amadora

Município da Amadora

Criado em 11 de Setembro de 1979, o Município da Amadora estende-se por uma área de 23,79Km2, onde vivem 175 872 habitantes, segundo os dados definitivos dos Censos de 2001.

Este Município foi o primeiro a ser criado após o 25 de Abril de 1974, deixando de ser nessa data uma freguesia do Concelho de Oeiras, ao qual pertencia desde 1916.

O Município da Amadora inscreve-se na área geográfica da AMLN (Área Metropolitana de Lisboa Norte), fazendo fronteira terrestre com os Municípios de Lisboa, Odivelas, Sintra e Oeiras.

Na altura da sua criação, o Município dividia-se em 8 freguesias: Alfragide, Brandoa, Buraca, Damaia, Falagueira-Venda Nova, Mina, Reboleira e Venteira.

Já em 1997, este número elevou-se para 11 freguesias, com a criação das novas freguesias de Alfornelos e São Brás, tendo a freguesia da Falagueira-Venda Nova se dividido em duas: Falagueira e Venda Nova.


A 11 de Setembro de 1979 foi finalmente criado o Município da Amadora, e sete dias mais tarde, a Cidade da Amadora.

Este Município foi o primeiro a ser criado após o 25 de Abril de 1974, deixando de ser nessa data, uma freguesia do Concelho de Oeiras, ao qual pertencia desde 1916.

Outrora considerada um dormitório, a Amadora passou por um processo de autonomização em relação à Capital, que culminou na criação gradual de uma vida própria.

Actualmente, o Município encontra-se dotado de diversos equipamentos culturais, desportivos e serviços públicos ao dispor da população.

Os investimentos na habitação, na educação e na rede viária do Município são pólos de desenvolvimento e de investimento no futuro desta jovem cidade, cujos objectivos se prendem com a melhoria do bem-estar e das condições de vida da população que escolheu esta Cidade para viver e trabalhar.

 



Pioneiros da Aviação Portuguesa

A História da aviação nacional começa precisamente na Amadora, e de uma forma algo sui generis. Em 1912, após a euforia da proclamação da República, a Amadora atravessava uma época de desenvolvimento sócio-cultural muito particular. Um ano antes, havia recebido a visita de Brito Camacho, membro do Governo, e nesse ano de 1912 era inaugurado o edifício dos Recreios Desportivos, acontecimento de relevo na vida social e cultural amadorense.

A 7 de Julho de 1912 realizou-se o famoso “Concurso de Papagaios”, evento que iria marcar o início da aventura aeronáutica. Organizado pelos Recreios Desportivos nos terrenos do Casal do Borel, a prova contou com a participação de destacadas figuras da sociedade de então, sendo o nome de Aprígio Gomes talvez o mais conhecido. E para atestar a seriedade da iniciativa, note-se que faziam parte do júri dois membros do Aero-Clube de Portugal, que avaliaram provas de altitude, estabilidade, levantamento de pesos, ângulo e tracção.

Foi em 26 de Janeiro de 1913 que se avistou o primeiro avião a cruzar os céus da Amadora. Numa iniciativa da Liga de Melhoramentos da Amadora, o francês Alexandre Théophile Sallés parte do hipódromo de Belém e aterra nos terrenos do Casal do Borel, partindo parte considerável do aeroplano, bem como o hélice, na aterragem, perante uma considerável multidão. Nada que fizesse desmobilizar o entusiasmo da população. Com o apoio da fábrica de espartilhos Santos Mattos, ao fim de oito dias o aeroplano estava pronto a levantar voo.

Em 1917, realiza-se na Amadora o 1.º Festival Aéreo e em 1919, o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República (GEAR) instala-se na Amadora, nos terrenos onde funciona actualmente a Academia Militar. Durante cerca de um quarto de século, é da Freguesia da Amadora que partem algumas das mais importantes viagens da aviação nacional. Destas, há a destacar a tentativa de ligação à Ilha da Madeira, por Sarmento Beires e Brito Pais, em 1920; a viagem do Pátria a Macau, com Brito Pais, Sarmento Beires e Manuel Gouveia, em 1924; o voo a Goa, com Moreira Cardoso e Sarmento Pimentel, em 1930; o voo de Carlos Bleck e Humberto da Cruz à Guiné e Angola, em 1931 e a viagem de ida e volta do Dilly, a Timor, com Humberto da Cruz e António Lobato, em 1934.

Após anos de entusiasmo pelo pioneirismo da aviação, e de avanços tecnológicos importantes ao nível dos aparelhos, termina finalmente em 1938 a ligação da Amadora à aviação nacional. Razões de organização da Aeronáutica Militar, a par com a exiguidade e deficiências da pista de terra batida ali existente, determinaram a extinção do Grupo de Aviação de Informação n.º 1 – como passara a ser designado o GEAR – cujo pessoal e material seriam transferidos para Tancos.

Fonte: Homens e Aviões na História da Amadora, M. Lemos Peixoto, Ed. CMA


 

(voltar)
 
Concelho de Arruda dos Vinhos
Igreja Matriz de Arruda dos Vinhos


Orago: Nossa Senhora da Salvação
Festa anual: 6 a 18 de Agosto - Procissão a 15 de Agosto

A Igreja de Nossa Senhora da Salvação ergue-se no centro da povoação, na zona antiga da vila, em amplo adro calcetado.
Após a reconquista da vila por D. Afonso Henriques, a Ordem de Santiago edificou ou reconstruiu a igreja, então pertença do padroado real e doada ao prior do Convento de São Vicente de Fora.
Já no século XIII, D. Sancho I doou-a à Ordem de Santiago, ficando integrada no bispado de Lisboa com as igrejas de Óbidos.
No século XVI, D. Manuel terá mandado reconstruir a igreja (bastante danificada por terramotos), na sequência da sua estada em Arruda, fugindo da peste. Essa recuperação viria a decorrer entre 1525 e 1531, já no reinado de D. João III. Por desejo de D. Manuel e em Acção de Graças, a invocação passou de Santa Maria de Arruda para Nossa Senhora da Salvação, celebrando-se festejos em sua honra a 15 de Agosto, tradição que se tem mantido até aos nossos dias.
Com base em diversos estudos que descrevem a imagem de Nossa Senhora da Salvação, julga-se que a imagem actualmente venerada seja anterior ao Século XVI, tendo sido objecto de embelezamento durante as obras de reconstrução da igreja, ordenadas por D. Manuel. De cinco palmos e meio de altura, rematada por elegante coroa de prata, a imagem da Virgem com o Menino, tem sido objecto de muita veneração ao longo dos tempos. Segundo a tradição “António de Sande e Castro, natural de Arruda, quando partiu para a Índia, para onde fora nomeado governador, tão devoto era de Nossa Senhora da Salvação, que levou clandestinamente consigo uma das mãos da sagrada imagem, revelando assim a sua profunda devoção”.
A igreja, de planta longitudinal de influência mendicante, divide-se em três naves separadas por bem proporcionadas arcarias. A capela-mor apresenta um imponente retábulo de talha dourada barroca, rodeando a imagem de Nossa Senhora da Salvação. Observam-se ainda seis apreciáveis pinturas quinhentistas que enobrecem as paredes laterais sobre azulejos do século XVIII.
Do vasto conjunto de azulejaria desta igreja, refiram-se os azulejos policromos do tipo ponta de diamante do século XVII e outros setecentistas azuis e brancos que revestem as paredes, inserindo-se neles painéis com figuras de santos. Merecem especial atenção o de São Cristóvão e o de São Jorge.
Abre para a nave do evangelho uma capela que foi dedicada a São Francisco de Assis e pertenceu à Ordem Terceira Franciscana, tendo sido mais tarde, feita capela do Santíssimo Sacramento. Nesta capela, pode ser também apreciado um retábulo de talha dourada e verde. Ornam o sacrário um conjunto de pinturas seiscentistas. As paredes retratam momentos da vida de São Francisco em painéis de azulejos policromos setecentistas.
No exterior da igreja eleva-se torre sineira quinhentista rematada por coruchéu. A fachada ostenta também um belo portal manuelino, ladeado por pilastras com imagens em alto-relevo (duas figuras humanas). A decoração baseia-se em elementos ornamentais próprios da arquitectura religiosa manuelina, inspirados em gravuras, na arte popular e decorações efémeras.


Chafariz


É poca de Construção: séc. XVIII - 1789


Definido um amplo largo no centro da vila, o chafariz pombalino de Arruda impõe-se, hoje, mais pelo seu aparato cenográfico que marca decisivamente a malha urbana, do que pelas razões utilitárias que, em 1789, estiveram na origem da sua edificação. Na verdade, o século XVIII dedicou especial atenção à questão do abastecimento da água às populações, sendo que as construções decorrentes desta preocupação, por parte da coroa, dos municípios ou dos nobres e eclesiásticos era, simultaneamente, uma forma de reforço do seu poder, ao qual não deixavam de associar a sua própria imagem, habitualmente através da exibição de brasões.
Assim, a pedra de armas de Portugal no coroamento do chafariz de Arruda dos Vinhos, denuncia uma mais que possível iniciativa ou colaboração régia na sua edificação.
O espaldar é seccionado por pilastras, encimadas por fogaréus assentes sobre bases piramidais. O remate contracurvado dos três panos converge, ao centro, no arco canopial que coroa e faz destacar o eixo do monumento. Este, é formado pela bacia e respectivas bicas, a que se segue um motivo vegetalista relevado ligando-se à pedra de armas, e terminando com a urna que remata o arco.
Acede-se à plataforma das bicas através de duas escadas nos extremos do chafariz, abrindo-se, entre elas, um amplo tanque rectangular, antecedido, no alçado frontal, por um conjunto de pilares. A água que o abastece jorra de uma bica que se liga directamente à bacia superior.
A sua construção, já do final do século XVIII, denota a influência pombalina na depuração das linhas, mas revela ainda o dinamismo barroco em determinados pormenores, como os fogaréus que rematam as pilastras.


Palácio do Morgado


O Palácio do Morgado fica situada na Rua Cândido dos Reis, no centro de Arruda dos Vinhos.
É actualmente propriedade do Município de Arruda dos Vinhos.
Após várias obras de requalificação que tiveram lugar entre 2001 e 2007, o Palácio é hoje o "Centro Cultural do Morgado", integrando, a Biblioteca Municipal Irene Lisboa, o Espaço Internet, o Auditório Municipal, a Galeria Municipal, o Posto de Turismo e o Jardim do Morgado.

Arquitectura
Trata-se de um palacete setecentista de andar alto com frontaria aristocrática, rasgada por sete janelas de varanda, com Brasão de Armas, sobre a janela central. No seu alinhamento em anexo, uma linda capela com data de 1781, ocupando um terço da frontaria virada a nascente e confinando com a Rua Cândido dos Reis.
Estendem-se para sul, um vasto e bonito jardim e uma casa de âmbito rural, que confina com o chafariz, virado a nascente, e que data de 1789. Na fachada Sul do Palácio, apresenta-se uma delicada escadaria rasgada, em leque, de um só vão, com acesso a um terraço resguardado com murete e bancos forrados a azulejo policromado da época. Neste nível cinco janelas, duas das quais de sacada, em alternância e equidistantes.
A capela adjacente completa este verdadeiro espaço de representação social, o que resume o ideal de vida da nobreza setecentista. Esta capela é sem dúvida grande demais para Capela de Palácio, pressupondo uma utilização menos privada.
O trabalho de risco e orientação de construção do Palácio do Morgado atribui-se a Mateus Vicente de Oliveira, arquitecto português que nasceu em Barcarena em 1706 e morreu em Lisboa em 1785.
Originalmente o solar “Palácio do Morgado” era essencialmente dividido em dois andares: o 1.º andar para residência do proprietário e rés-do-chão para serviços de apoio à casa e propriedade agrícola, o que é indicador de uma unidade sociológica, que o solar constituia.
No andar nobre, com acesso através de uma escadaria interior, interligando átrio e pequeno vestíbulo, deparamo-nos com três zonas distintas.
A primeira trata-se de uma zona social, composta por sala de leitura, salão e sala de jantar de pé direito alto; na segunda zona encontramos a cozinha, sala de refeições, despensas, corredor e acesso ao piso superior; a terceira compreende: quartos de dormir, quartos de despir e duas casas de banho de construção posterior.
Este belo solar, que foi em tempos de gente nobre e “fina”, serviu concerteza de palco para belas festas, encontros de negócios, enfim... serviu de pano de fundo ao dia a dia de muita gente, alguns dos quais não passaram despercebidos aos olhos do “mundo”.


 

 

(voltar)
 
Concelho de Azambuja
Conhecer o Património

O património edificado e de interesse histórico-cultural é uma das grandes heranças legadas pela história. Entre monumentos e sítios classificados ou referidos como de interesse patrimonial, histórico, artístico ou cultural.

Azambuja soube preservar o seu património numa perspectiva de desenvolvimento sustentável e responsável ao nível natural, social, cultural e económico. Por isso, aqui, a evolução é natural

Sítio Arqueológico


Castro de Vila Nova de São Pedro

Classificado como monumento nacional desde 1971, este povoado do calcolítico estremenho, ou do final do neolítico, data 3500ac, denuncia o mais antigo testemunho da presença humana no Concelho de Azambuja.

Dotado de excelente situação estratégica, que lhe garantia condições de defesa, domina o vale de Almoster, através do qual comunicava com o Tejo, principal via de comunicação para os habitantes do Castro.

Apresenta um recinto principal e duas linhas defensivas, de onde foram recolhidos inúmeros achados arqueológicos que permitiram a reconstituição de aspectos da vida material e espiritual dos ocupantes desta fortificação.

O que fazer... descobrir Azambuja

Descobrir Azambuja é o que lhe propomos. Usufrua de um leque de produtos turísticos diferenciados, adequados às suas motivações, que, com certeza, se traduzem num conjunto de experiências inesquecíveis.

- Rota dos Mouchões _ Azambuja

Passeio fluvial pelo Tejo. Embarque no varino Vala Real e descubra um património natural e cultural inigualável. Por si esperam as garças, as fataças, os cavalos lusitanos, deixe-se envolver pela beleza paisagística das margens do rio e dos mouchões. Delicie-se com um almoço típico numa Aldeia Avieira e regresse embalado pelas águas do Tejo.

Estes percursos realizam-se de Abril a Outubro, com duração de 1 ou ½ dia, em qualquer dia da semana. Obrigatório reserva antecipada

- Percurso Pedestre “Terras de Pão” – PR1 _ Maçussa

Por caminhos rurais e tradicionais, encontra um percurso sinalizado de 13km com dificuldade média, assente na riqueza da fauna e flora da Ribeira da Maçussa. A partir da Junta de Freguesia, com o moinho lá no alto a olhar por e para si… descubra esta aldeia encantadora. No final, vá até ao restaurante/ galeria “O Baile”, um espaço aconchegado, e prove os produtos locais como o famoso queijo da Maçussa….

Disponível para individuais ou grupos, qualquer época do ano, sem custos.

Reservas para grupos com provas gastronómicas.

 

 

(voltar)
 
Concelho de Cadaval
Serra de Montejunto
Um local pertinho de Lisboa...
No extremo Norte do distrito de Lisboa, localizada no extremo Sul do Concelho do Cadaval e a norte do Concelho de Alenquer, ergue-se majestosa e deslumbrante a Serra de Montejunto.
Apenas 65 km a separam da capital, a distância que facilmente se percorre utilizando a A8. Pode obtar-se também, pela A1 saíndo em Aveiras de Cima sempre na direcção do Cadaval. Ao chegar a Serra de Montejunto encontrará um local tranquilo, ideal para escapar à cidade e com muito para descobrir.
Situada na sequência do alinhamento montanhoso do maciço calcário da Estremadura, a Serra de Montejunto oferece um curioso contraste paisagístico e climatérico. A Norte, envoltas do azul do mar, as Berlengas e o sítio da Nazaré, a Sul o cinza das cristas da Serra de Sintra e para Este os verdes das Lezírias do Tejo e dos "Olivais de Santarém".
Não deixe de visitar o Miradouro da Cruz Salvé Rainha, onde os monóculos e leitores de paisagem lhe permitirão conhecer melhor esta Serra. A Serra de Montejunto é o miradouro natural mais alto da Estremadura, elevando-se a 666 Metros de altura acima do nível médio do mar. Esta estrutura geológica, com 15 kms de comprimento e 7 kms de largura, é rica em algares, grutas, lagoas residuais, necrópoles e fósseis pré-históricos.
Suba ao cume da Serra de Montejunto e desfrute da imensidão e beleza desta "varanda da Estremadura", área protegida de âmbito regional.

Gastronomia
A gastronomia da região é bastante rica e variada, com especial destaque para a doçaria. Quando vier visitar o Concelho de Cadaval não deixe de provar o pão-de-ló do Painho,o famoso doce das "vindimas" e o mel de Montejunto. Saboreie igualmente a pêra rocha da região, com as suas caracteristicas exclusivamente nacionais.


 

(voltar)
 
Concelho de Cascais
O que fazer
Tarefa difícil será apresentar todas as potencialidades que o Concelho apresenta nesta matéria. Desde as suas praias convidativas à prática de desportos náuticos, ao seu riquíssimo património histórico / cultural, à paisagem majestosa do parque natural Sintra - Cascais, à azafama das noites que se tornam inesquecíveis, muitas são as opções e oportunidades de divertimento e lazer no Concelho.
Neste contexto destacamos:

Praias
Os cerca de 15 Km de extensão de praias e o clima ameno que se faz sentir durante todo o ano, faz deste Concelho um excelente local para a pratica de desportos náuticos e convida o turista a gozar alguns momentos à beira mar.
Vindo da capital e ao entrar do Concelho encontra a Praia de Carcavelos que assinala o fim do estuário do Tejo.
Prosseguindo em direcção a Cascais, encontra-se a pequena Praia da Parede reconhecida pelos seus efeitos terapêuticos devido às águas fortemente iodadas.
Ao chegar ao Estoril, estância caracterizada por uma atmosfera cosmopolita e sofisticada, destaca-se a Praia do Tamariz, praia situada no enfiamento da Alameda do Casino, ladeada por magníficos Palacetes.
Em Cascais, sede do Concelho, antiga e pitoresca vila de pescadores, com as suas pequenas praias urbanas poderá apreciar o movimento característico dos barcos de pescadores e das gaivotas que os rodeiam, promissoras de um bom dia de faina.
No limiar do Concelho e emoldurada pela belíssima paisagem do parque Natural Sintra - Cascais, encontram-se as praias mais ocidentais do concelho, sendo de destacar a Praia do Guincho. Trata-se de uma ampla praia caracterizada pelos seus fortes ventos vindos de oeste, razão pela qual constitui um dos cenários dos campeonatos da Europa de Windsurf.
Mais informações

Passeios
Poderá apreciar toda a beleza da orla costeira desfrutando de um passeio à "beira mar" ao longo do "paredão", percurso pedestre de aproximadamente 3 km de extensão, entre São João do Estoril e Cascais.
Se preferir um passeio de bicicleta, terá à sua disposição as famosas "Bicas", cedidas pela Câmara Municipal, e utilizar a ciclovia que se estende da Marina de Cascais até ao Guincho.
Actualmente, Cascais tem apenas duas ciclovias, uma que liga o Guincho à Marina de Cascais – CICLOVIA DO GUINCHO - , cuja adesão, principalmente ao fim-de-semana é bastante intensa e outra que liga o Guincho ao parque de campismo – CICLOVIA DA AREIA.
De momento estas duas ciclovias ainda não se encontram ligadas devido ao sistema dunar do Guincho. No entanto encontra-se em estudo a ligação das mesmas.
Até 2005, verificava-se, diariamente, que as biCas e outras bicicletas convencionais circulam desordenadamente na Vila de Cascais. Na tentativa de melhorar a segurança dos utilizadores das bicicletas que circulavam na vila, assim como garantir a acessibilidade ciclável aos principais equipamentos escolares e desportivos, definiram-se espaços próprios de circulação e/ou indução da circulação ciclável por determinadas vias designados por rede ciclável.
Consequentemente, existem situações em que apenas a circulação é:

- mista, onde a bicicleta tem de coabitar com os automóveis devido ao perfil da mesma ser deficitário para a criação de um canal específico;

- específica, no caso da criação de ciclovias inseridas nas vias de circulação automóvel quando o perfil é favorável, sem que se prejudique a circulação automóvel.

Assim, a freguesia de Cascais tem 9 Km’s de ciclovia de recreio e lazer e 3,8 Km’s de circuito ciclável.
Ao longo deste passeio, de onde se vislumbra o ponto mais ocidental da Europa, poderá ainda visitar a Boca do Inferno caracterizada pela sua imensa caverna aberta em terrenos com cerca de 150 milhões de anos, o Forte S. Jorge de Oitavos datado de 1641 e o Farol da Guia do século XVIII.
Se é adepto de zonas urbanas e comerciais não deixe de visitar o centro histórico de Cascais caracterizado pelas suas ruelas típicas e pitorescas. Do Largo 5 de Outubro, onde se encontra o antigo palácio dos Condes da Guarda hoje edifício dos Paços do Concelho, poderá admirar e apreciar a beleza da Baía de Cascais, ou iniciar um passeio até à marina passando pela Cidadela e pelo Centro Cultural antigo convento da Nª. Sra. da Piedade datado do Século. XVI.
Mais Equipamentos culturais

Desporto
A proximidade do mar e da montanha e o clima ameno que se faz sentir quase todo o ano, favorece a pratica dos mais variados desportos. De destacar os desportos Náutica, o Golf, o ténis e o hipismo. Para os adeptos dos desportos motorizados o Autódromo do Estoril proporciona-lhe a possibilidade de assistir a diversas competições de automobilismo e motociclismo.
Mais informações

...By night
Cascais é o local indicado para passar noites inesquecíveis, quer goste da intensa animação que caracteriza as discotecas ou prefira um bar com musica ao vivo ou uma esplanada ao ar livre. A atmosfera é sempre descontraída e são muitas as oportunidades de desfrutar de momentos agradáveis , seja qual for a sua escolha.
Destaque ainda para o Casino do Estoril, o maior da Europa, um centro polivalente de entretenimento e lazer de excepcional qualidade, considerado a "sala de visitas" do turismo português.


 

(voltar)
 
Concelho de Lisboa
Lisboa é famosa pela sua luz mas também pelo ambiente e pelo clima que proporcionam passeios maravilhosos ao logo das várias zonas da cidade – siga os nossos percursos a pé ou de eléctrico.

Aproveite para fazer compras em Lisboa porque é uma experiência de diversidade e de prazer. Desde as lojas mais tradicionais aos grandes centros comerciais, desde as marcas portuguesas às marcas internacionais, tudo é possível adquirir em Lisboa. Não tenha pressa, os dias em Lisboa são para ser vividos com calma por entre um parque ou um miradouro, uma esplanada ou um café tradicional, desfrute do ambiente, das pessoas, do sol.

À noite a cidade transforma-se e zonas como o Bairro Alto, Santos, Docas e 24 de Julho, recomeçam numa animação de restaurantes, bares, discotecas que só acaba de manhã. E aí vai precisar outra vez da calma de uma esplanada ou de um miradouro para descansar.

CENTRO HISTORICO
Situados na sua maior parte no centro de Lisboa, os bairros históricos são destino obrigatório para quem se desloque à capital de Portugal. Pela cultura, pela história, pela arquitectura, pelas pessoas ou simplesmente para passear descontraidamente, é imperativo descobri-los. Fazendo parte estrutural da identidade lisboeta, estes bairros proporcionam, a quem os descobre, traçar um verdadeiro mapa pessoal. As possibilidades são imensas. Não as deixe passar ao lado.

O Bairro Alto é um dos bairros mais paradigmáticos e atraentes para viver a cidade. Típico e popular, o Bairro Alto possui imensos rasgos de modernidade, com lojas de roupa e de design e bares, muito bares. O encontro de pessoas, num ambiente ecléctico e multicultural, é uma das boas razões para passear pelo bairro. Calcá-lo, descobrir todas as ruas, as ruelas e os becos, é imprescindível. Bons restaurantes lado a lado com livrarias intimistas, em que sempre acontecem coisas, casas de chá emparelhadas com lojas de design e lojas de roupa de alguns dos mais conceituados artistas portugueses. É um bairro apaixonante, cheio de atracções, combinando arrojo e sofisticação com tradição e antiguidade. Passear no Bairro Alto é um acto irrepetível em qualquer outro ponto da cidade.

Depois do Bairro Alto, desça pelo Chiado, onde encontrará um ambiente ainda mais sofisticado. Ponto de encontro de jovens, artistas e intelectuais, o Chiado é a zona dos cafés emblemáticos, como “A Brasileira”, das escolas de arte, dos teatros e da história viva. Para além da beleza do local, são as pessoas que o fazem, com a sua actividade e atitude positiva.

A zona do Carmo, vizinha do Chiado, tem alguns pontos fascinantes da história da cidade, como o Convento e a Igreja do Carmo, que mantém a elegância e a imponência. Aí poderá visitar as ruínas, mas também o Museu Arqueológico do Carmo, que inclui um espólio de peças pré-históricas, romanas, medievais, manuelinas, renascentistas e barrocas. O Largo do Carmo é também um local emblemático da história nacional recente, tendo sido palco privilegiado da revolução dos cravos, em 25 de Abril de 1974. A ligação entre o Carmo e a Baixa é feita através de outro monumento fundamental da cidade, o irresistível Elevador de Santa Justa.

No topo deparamo-nos com uma belíssima vista sobre a Baixa Pombalina. Não perca a oportunidade de descer ou subir por este elevador centenário, o único elevador vertical que presta um serviço público e que foi concebido por um discípulo de Gustave Eiffel, mantendo por isso um estilo arquitectónico peculiar. Já na Baixa, por tradição o centro comercial da cidade, encontrará um forte pólo de concentração de lojas e um local único para passear. Um acolhimento personalizado torna as compras ainda mais prazenteiras. A Rua Augusta é a artéria principal da Baixa Pombalina, unindo o Terreiro do Paço, aberto para o rio e símbolo de poder, à belíssima Praça do Rossio (D. Pedro V). Acima do Rossio, descubra a Avenida da Liberdade. Um passeio naquela que já foi, em pleno século XIX, o “Passeio Público” da cidade e onde as elites se juntavam para caminhar diletantemente. Hoje, encontram-se na Avenida as lojas de grandes marcas, onde se realizam as compras mais cosmopolitas e mais internacionais da cidade.

Se foi no Castelo que tudo começou, a história encontra-se em toda a cidade. Com mil anos de história, Lisboa está repleta de monumentos de grande importância, que traduzem alguns dos momentos mais fundamentais da história nacional. Capital de Império, Lisboa teve o seu expoente máximo de riqueza na época dos Descobrimentos, assegurando um património único de uma beleza rara.

Bem perto do Castelo, na Graça, encontra-se a Igreja e Mosteiro de S.Vicente de Fora, um dos mais imponentes e notáveis monumentos religiosos da cidade. Construído logo a seguir à conquista da cidade aos mouros, foi o resultado de um voto do rei D.Afonso Henriques a S.Vicente durante o cerco à cidade em 1143. Bem perto, podemos dar de caras, se for terça-feira ou sábado, como uma das mais populares e concorridas feiras da cidade, a Feira da Ladra. Com tudo e mais alguma coisa, descobrem-se as coisas mais inúteis e velhas, mas a maior parte das vezes irresistíveis, assim como antiguidades preciosas. É um verdadeiro passeio cultural.

Descendo até Santa Apolónia e percorrendo essa zona ribeirinha, encontramos um original edifício, a Casa dos Bicos (século XVI). Os tais bicos que lhe dão o nome vêm da sua fachada talhada em ponta de diamante. À peculiaridade estética do edifício, com influências italianas aliadas a elementos de estilo manuelino, juntase a importância histórica de ter pertencido a Afonso de Albuquerque, vice-rei da Índia, e por terem sido encontrados vestígios arqueológicos romanos.

BELÉM
Continuando pela zona ribeirinha, chegará àquele que é o bairro mais paradigmático em termos de património relacionado com os descobrimentos: Belém. Foi da sua praia, que partiram as naus do navegador Vasco da Gama à descoberta do caminho marítimo para a Índia e em todo o lado se respira a grandeza do outrora império. Como num dos ex-libris da cidade, o Mosteiro dos Jerónimos, mandado construir em 1501 por iniciativa do rei D.Manuel I e que só cem anos mais tarde viria a estar concluído. Implantado na grandiosa Praça do Império, o monumento integra elementos arquitectónicos e decorativos do gótico tardio e do renascimento, constituindo-se como um dos mais belos e grandiosos monumentos da capital. A estes elementos arquitectónicos juntaram-se motivos régios, religiosos, naturalistas e náuticos, fundando-se um edifício considerado a jóia do estilo manuelino, exclusivamente português. A excelência arquitectónica é evidente, tendo sido reconhecido como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO. Hoje, nas alas do antigo mosteiro, estão instalados o Museu da Marinha, fundamental para conhecer um pouco da história náutica portuguesa, e o Museu de Arqueologia. A igreja do mosteiro, a Igreja de Santa Maria de Belém, é um templo magnífico de três naves sustentadas por elegantes pilares que se articulam com uma abóbada ogivada, bela e única. A luminosidade, pelos filtros que os vitrais fazem dos raios solares, é extraordinária, tendo um carácter quase irreal. Os túmulos de Vasco da Gama e do poeta épico Luís de Camões encontram-se aí. O visitante sente-se simplesmente ultrapassado pela beleza e grandeza associadas à história, à fé, mas também pelo conhecimento e determinação que moveu a cultura portuguesa.

Também em Belém, junto ao rio, encontrará outro maravilhoso monumento do manuelino, classificado igualmente como Património Mundial pela UNESCO, a Torre de Belém. Concebida no século XVI por Francisco Arruda, a Torre de Belém é constituída por uma torre quadrangular com baluarte poligonal orientada para o eixo do rio Tejo. A decoração exterior abunda com fachadas que evidenciam influências árabes e venezianas nos balcões e varandins, contrastando com o interior, bastante mais austero na sua decoração. Os elementos orgânicos do estilo manuelino estão aqui amplamente representados, ostentando a Torre de Belém a primeira representação escultórica de um animal africano, neste caso um rinoceronte.

Muito mais recente, mas invocando ainda a grandeza da época dos Descobrimentos, encontra-se em Belém o Padrão dos Descobrimentos. O monumento, de 1960, celebra o quinto centenário da morte do Infante D.Henrique, homenageando este impulsionador dos Descobrimentos mas também os navegadores portugueses mais fundamentais. Belém construiu, sem dúvida, a sua singularidade como símbolo da “idade de ouro” dos Descobrimentos. Mas a modernidade e animação cultural estão igualmente presentes no CCB – Centro Cultural de Belém. Para passear pelos jardins extensos e de perder de vista, para admirar o rio ou simplesmente para descontrair-se com um delicioso pastel de nata, Belém é fundamental.

Belém, na zona ribeirinha, está muito ligado à época dos Descobrimentos, pois era dali que as naus partiam à aventura. Hoje, é uma área espaçosa, com amplos jardins, e imponentes monumentos, como o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém, além do Centro Cultural de Belém e da Rua Vieira Portuense.


PARQUE DAS NAÇÕES

A imensa área onde se realizou a Exposição Mundial de 1998 foi concebida como um espaço de fruição pública. O conceito subjacente ao projecto da zona oriental de Lisboa incluiu um amplo e diversificado conjunto de equipamentos urbanos que permanecem à disposição da cidade na era pós-Expo. O novo Parque das Nações disponibiliza uma gama de infra-estruturas vocacionadas para actividades lúdicas, comerciais e de natureza cultural. Para um melhor acesso ao recinto foram abertas duas novas portas e mantidas as quatro que funcionaram no tempo da Expo’98. O Parque das Nações conta com a notável herança de um conjunto de equipamentos cuja concentração no mesmo espaço o torna único. www.portaldasnacoes.pt


Oceanário de Lisboa

Uma visita ao maior Oceanário da Europa é um constante desafio ao conhecimento. Povoado por 15.000 animais e plantas de mais de 450 espécies, numa reconstituição dos vários ecossistemas dos Oceanos, constitui uma experiência única e de rara beleza.
Horário
Verão - 10:00 às 19:00
Inverno - 10:00 às 18:00
www.oceanario.pt


Torre Vasco da Gama
Com mais de 140 metros de altura, um restaurante e um terraço panorâmico, proporciona uma vista surpreendente sobre o Parque das Nações, o rio Tejo e Lisboa.


Teleférico

Uma das melhores formas de apreciar a mais deslumbrante e abrangente vista do Parque das Nações e do rio Tejo, ao longo de um percurso de mais de mil metros.

Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva

Centro Interactivo de Ciência e Tecnologia apresenta regularmente várias exposições, permitindo ao visitante um contacto directo com as mais diversificadas experiências científicas e tecnológicas.
Horário
Dias úteis: 10:00 - 18:00.
Fins-de-semana: 11:00 - 19:00.
Encerra à 2ª feira e dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro.
www.pavconhecimento.pt

(in:www.visitlisboa.com)

 

(voltar)
 
Concelho de Loures
Loures - Uma zona de turismo surpreendente.

A articulação entre a herança saloia, o património paisagístico e construído, as festividades e os equipamentos de lazer fazem da «Zona de Turismo de Loures» (criada em 1999) um destino irresistível.

Conheça a riqueza etnográfica, paisagística, histórica, arqueológica e cultural que Loures tem para lhe oferecer.

Síntese de um passado essencialmente rural e de um presente dominado quer pelo desenvolvimento económico quer pelo crescimento demográfico e requalificação do território, Loures foi evoluindo como um concelho de contrastes.

Paisagens urbanas e industriais, recortadas por uma rede viária moderna, marcam a zona oriental.

Aldeias e vilas saloias, terrenos agrícolas e zonas verdes selvagens, por sua vez, pintam de outras tonalidades a parte norte.

Loures é, então, a soma desta coexistência equilibrada, com as tradições e identidade de um povo de raízes saloias e com as acções de valorização do nosso património.

Turismo em Loures

Por considerar fundamental a aposta no turismo, este executivo assumiu a necessidade de reorientar a política municipal com vista à definição de objectivos estratégicos neste domínio. Ler mais

Tudo isto faz o encanto próprio do Turismo em Loures.

 

(voltar)
 
Concelho de Lourinhã
Concelho do litoral da Região Oeste, com 146 km2 e cerca de 23.000 habitantes, distribuídos por 11 Freguesias, está hoje servido de excelentes acessibilidades relativamente às principais cidades do país e a Lisboa, da qual dista 63 Kms.

O surgimento do nome Lourinhã está, segundo algumas versões ligado à existência de uma povoação romana. No Século XII, já em plena reconquista, foi D. Afonso Henriques quem concedeu ao fidalgo francês D. Jordan as terras hoje conhecidas por Lourinhã pelos valorosos serviços prestados por este na conquista de Lisboa aos mouros.

O primeiro foral da Lourinhã, dado por D. Jordan, não possui data certa, embora alguns historiadores o remetam para o ano de 1160, tendo sido sucessivamente confirmado por D. Sancho I, em Santarém, no ano de 1218 e por D.Afonso III, no ano de 1251. Um novo foral foi concedido por D. Manuel I, em 1512.

Os seus 12 quilómetros de costa, onde se combinam belas praias, penhascos recortados e tranquilas baías, numa rota que o sol percorre, quente e luminoso, durante todo o ano, são de uma riqueza paisagística única.

Estas condições naturais convidam à prática de diversos desportos náuticos, pesca desportiva, caça submarina, fotografia subaquática, surf ou, entre outros, o jet ski.

O interior do concelho, caracterizado pela ruralidade da paisagem e harmonia das suas cores, dispõe de excelentes condições para umas férias tranquilas e repousantes. Aí se encontram vários estabelecimentos de turismo em espaço rural, onde se pode estabelecer um contacto directo com a natureza, com a vida agrícola e praticar diversas actividades como a equitação, ténis, BTT, caça, mini-golf, karting, ou simplesmente descansar.

No seu património salienta-se a Igreja de Nª Srª da Anunciação ( também conhecida por Igreja de Santa Maria do Castelo), a Igreja da Misericórdia , o Convento e Igreja de Santo António, o Forte de Paimogo, o Parque da Fonte Lima, o Museu da Lourinhã ou ainda ,entre outros, o Padrão Comemorativo da Batalha do Vimeiro, onde o exército Anglo-Luso venceu as tropas napoleónicas comandadas pelo general Junot em 21 de Agosto de 1808 durante a 1ª Invasão Francesa.

Moinhos de Vento

O concelho da Lourinhã é um dos mais representativos no que diz respeito à existência de moinhos de vento, que apesar de já não constituírem a actividade económica de outros tempos, são sem dúvida um importante testemunho das tradições centenárias do nosso povo.

Por todo o concelho existem moinhos de vento mas é numa elevação da freguesia da Moita dos Ferreiros, a 9 km da vila da Lourinhã, que se encontra um conjunto de cinco moinhos em perfeito estado de conservação, permitindo ainda desfrutar de uma bela paisagem de campos cultivados e arvoredo.

A transformação de um dos moinhos em bar de apoio com esplanada e a existência no local de fornos tradicionais de fabrico de pão dotou o conjunto de um novo atractivo.

Praias

Areal
Descrição: Palco de eventos nacionais de surf, esta praia possui as condições ideais para a prática da modalidade. Tal como o seu nome indica possui um extenso areal que permite usufruir de uma enorme tranquilidade, mesmo em plena época alta.
Freguesia: Lourinhã



Areia Branca
Descrição: Ponto de referência no turismo da região, possui todas as condições necessárias para proporcionar longos momentos de lazer. Com um leque variado de opções que vão desde mini – golfe a aulas de surf e bodyboard, é o local ideal para quem procura animação e divertimento. Restaurantes, bares e esplanadas complementam a oferta turística.
Freguesia: Lourinhã



Caniçal
Descrição: A sul da Praia de Paimogo é o local ideal para todos aqueles que pretendem usufruir de longos momentos de contacto com a natureza, sendo também um local privilegiado para a pesca.
Freguesia: Lourinhã



Paimogo
Descrição: Esta baía, cercada de beleza natural e protegida pelo Forte de Paimogo, do Séc. XVII, possui um pequeno areal onde as suas águas calmas convidam a um mergulho refrescante. Praia ideal para a prática de exploração sub – aquática, caça submarina ou pesca desportiva é ainda hoje um local de pesca artesanal, sendo a sua baía o porto de abrigo de muitas embarcações. A maré vazia descobre os antigos viveiros, testemunho de uma actividade já extinta.
Freguesia: Lourinhã



Peralta
Descrição: A beleza natural do seu acesso esconde um ainda mais belo e extenso areal, que convida a longos passeios à beira mar. Foi aqui que naufragou o Galeão São Nicolau comandado pelo General Tristão de Mendonça em 1642, atribuindo a esta praia um importante marco histórico.
Freguesia: Atalaia



Porto das Barcas
Descrição: Nesta praia dotada de uma localização singular e mar geralmente calmo ainda é possível ver as pequenas embarcações de pesca artesanal ou de recreio em plena actividade. Porto da Barcas possui ainda uma das maiores concentrações de viveiros da Europa.
Freguesia: Atalaia


Monumentos



 Igreja do Castelo
 Igreja e Convento de Santo António
 Forte de Paimogo
 Igreja de Nossa Senhora da Conceição - Moita dos Ferreiros
 Capela de Nossa Senhora da Misericórdia - Moita dos Ferreiros
 Santa Casa da Misericórdia da Lourinhã
 Monumento Comemorativo da Batalha do Vimeiro




Museu da Lourinhã

O Museu da Lourinhã, está situado bem no centro da vila da Lourinhã desde a sua fundação em 1984 pelo G.E.A.L. - Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã, associação não governamental e sem fins lucrativos.

O seu espólio, oriundo de dádivas da população e de trabalhos de campo, é composto por quatro secções: Arqueologia, Arte Sacra, Etnografia e Paleontologia distribuídas por dois pisos.

Este Museu possui a maior colecção ibérica de fósseis de dinossauros do Jurássico Superior e uma das mais importantes a nível mundial, naquele que já foi considerado “o melhor pequeno Museu do Mundo para o financiamento que recebe” (Neil Clark, Revista Expresso 1997).

Entre estes fósseis com 150 milhões de anos encontram-se vários vestígios de dinossauros carnívoros como o Lourinhanosaurus antunesi, dos gigantescos herbívoros como o Dinheirosaurus lourinhanensis ou dos vários ovos fósseis de dinossauro carnívoro contendo os mais antigos embriões de dinossauro de todo mundo e o segundo maior ninho conhecido, com mais de 100 ovos.

O Museu expõe um série de dinossauros que são os únicos exemplares conhecidos destas espécies. Também é possível observar fósseis diferentes invertebrados, peixes, crocodilos, pterossauros, tartarugas, mamíferos, etc. de diversas idades geológicas .

A este museu deslocam-se, por ano, 16.000 visitantes e várias dezenas de cientistas de todo o mundo.

O Museu da Lourinhã também possui o maior espólio etnográfico da Região Oeste com a representação de profissões antigas como o correiro, segeiro, pitrolino, amolador, tanoeiro, etc. sendo uma valiosa herança da cultura regional e nacional.

Entre as diversas peças da colecção de Arte Sacra destaca-se uma maquete do séc. XIX de uma magnífica basílica nunca construída.

Morada:
Museu da Lourinhã
Rua João Luís de Moura
2530 - 157 Lourinhã

Horário:
10h00 - 12h30 / 14h30 - 18h30
Encerra à Segunda-feira

Preçario:
Crianças, escolas e reformados: 2,00 € (Visita guiada: 3,00 €)
Adultos: 4,00 € (Visita guiada 5,00 €)

Telefone:
261 414003 - Exposição e visitas
261 413995 - Administração

Fax:
261 423887

Sítio:
http://www.museulourinha.org

 



 

(voltar)
 
Concelho de Mafra
LOCAIS DE INTERESSE TURÍSTICO

A actual diversidade de recursos naturais, arquitectónicos e arqueológicos dispersos pelas 17 freguesias do Concelho de Mafra resulta de um longo passado sucessivamente ocupado por diferentes povos, que foram deixando as suas marcas na paisagem.
Descubra os principais pontos de interesse turístico do Concelho de Mafra:

PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA

Um dos mais importantes monumentos do Barroco em Portugal, o Palácio Nacional de Mafra é um símbolo do reinado absolutista de D. João V. Das suas 1200 divisões, realce para a Biblioteca, uma das mais importantes do século XVIII, com um acervo de cerca de 35 mil volumes, para o Convento, que constitui um património religioso ímpar no nosso país, para a Basílica, obra-prima da arquitectura setecentista, e para os famosos Carrilhões, conjunto único no mundo pelas suas dimensões e beleza do seu mecanismo.

Localização:
Palácio Nacional de Mafra
Terreiro D. João V
2640-492 Mafra

Horário:
10h00 às 17h00 (sendo a última entrada às 16h30)
Dia de encerramento: terça-feira
Feriados nos quais está encerrado: Dia de Ano Novo; 25 de Dezembro; Domingo de Páscoa; 1 de Maio; Dia da Espiga.
Preço por pessoa: € 5,00 (ver preçário detalhado)

Contactos:
Tel.: 261 817 550
Fax: 261 811 947

TAPADA NACIONAL DE MAFRA

Criada no reinado de D. João V, após a construção do Convento de Mafra, como parque de lazer para o Rei e a sua corte, a Tapada Nacional de Mafra possui 819 hectares integralmente protegidos por um muro histórico com 21 km. A floresta ocupa quase a totalidade do espaço e nela vivem em total liberdade populações de gamos, veados, javalis e diversas espécies de fauna selvagem.

Localização:
Portão do Codeçal
2640-602 Mafra

Contactos:
Tel.: 261 817 050/ 261 814 240 (fins-de-semana e feriados)
Fax: 261 814 984
Web: www.tapadademafra.pt

JARDIM DO CERCO

Construído e traçado entre o Palácio-Convento de Mafra, a maior construção barroca do país, e a Tapada de Mafra, a maior zona murada a nível nacional, este jardim tem o potencial único de articular estes dois valores – arquitectónico e ecológico – e juntar as duas peças da mais forte afirmação cultural da época barroca em Portugal.
Como jardim barroco, destacam-se os jogos de água e lagos, bem como os caminhos largos propícios à conversa e à contemplação


PRAIAS
A zona litoral do concelho de Mafra é formada por arribas rochosas. No entanto, é justamente nas pequenas baías, que se formam ao longo da costa, que podemos encontrar as suas famosas praias, na sua maioria localizadas na freguesia da Ericeira, pitoresca vila piscatória. Associando a beleza natural à forte concentração de iodo, 11 km de costa fazem desta zona um destino turístico por excelência, que se distingue também pela realização de importantes provas de surf e bodyboard.

Descubra as Praias do Concelho de Mafra:

Praia da Calada
Praia de São Lourenço
Praia dos Coxos
Praia de Ribeira D'Ilhas
Praia da Orelheira
Praia da Empa
Praia do Matadouro
Praia de São Sebastião
Praia do Norte ou do Algodio
Praia do Peixe ou dos Pescadores
Praia do Sul
Praia da Foz do Lizandro
Praia de São Julião




OUTROS LOCAIS DE INTERESSE:
Igreja de Santo André - Mafra
Igreja da Misericórdia - Ericeira
Igreja de N.ª Sr.ª da Encarnação
Igreja de N.ª Sra. do Reclamador - Cheleiros Capela de St.ª Marta - Ericeira
Aldeia Típica de José Franco - Sobreiro
Centro de Recuperação do Lobo Ibérico - Picão (Malveira) Casa do Poeta - Sobreiro
Penedo do Lexim
Vale do Arquitecto - Mafra
Feira da Malveira
Jardim Natural de Aves

 

(voltar)
 
Concelho de Odivelas
A Visitar

Aqueduto das Águas Livres
A construção do Aqueduto das Águas Livres é decretada em 1731, pelo rei D. João V. A sua construção inicia-se em 1732, e termina em 1799, prolongando-se pelos reinados de D. José e D. Maria I.

Esta obra teve como objetivo "matar a sede da capital do Reino", dado que a água existente em Lisboa não permitia o abastecimento de toda a população, que tinha de recorrer à beira rio, a montante do Terreiro do Paço, para se abastecer.

Delineado pelos arquitetos Manuel da Maia e Custódio Vieira, o aqueduto das Águas Livres é composto pelo Aqueduto Principal localizado nas Amoreiras, e cujas galerias se destinavam à distribuição urbana, e por aquedutos subsidiários, que traziam novos caudais de água, de reforço à parte ocidental da cidade, em expansão.

É neste contexto, que foram construídos em Caneças, previsivelmente na segunda metade do séc. XVIII, quatro aquedutos subsidiários para levar a Lisboa as águas das nascentes de Caneças. Os quatro aquedutos — identificando-se aqui o Aqueduto do Olival do Santíssimo como aqueduto principal, e os aquedutos do Poço da Bomba, Vale da Moura e Carvalheiro como abastecedores deste - foram desativados na década de 70, por falta de qualidade das águas e diminuição dos caudais das suas nascentes.

Localização: Freguesia de Caneças

Estação Arqueológica da Serra da Amoreira
A estação arqueológica da Serra da Amoreira situa-se no topo desta serra, ocupando uma posição estratégica. Essa situação terá sido relevante em alguns momentos da História das populações do atual território de Odivelas.

Os estudos ali realizados verificaram e recolheram vestígios das ocupações humanas do Neolítico final, Calcolítico final, Bronze final e Idade do Ferro.

Em 1997, através do Decreto n.º 67/ 97, o sítio da Serra da Amoreira é classificado pelo Ministério da Cultura como imóvel de Valor Concelhio

(...)

Breve História do Concelho

A origem do nome Odivelas está como o nome de tantas outras freguesias e concelhos de Portugal, envolto numa lenda que perdura pelos séculos.

A propósito do nome desta cidade, conta-se que D. Dinis tinha o hábito de deslocar-se à noite a Odivelas onde se encontrava regularmente com raparigas do seu agrado. Certa noite, sabendo a rainha do que se passava resolveu esperá-lo e quando o rei fazia o seu percurso para o encontro, a rainha interpelou-o e eis que proferiu as seguintes palavras:

"- Ide vê-las senhor....."

Afirma-se que de "Ide vê-las", por evolução, teria surgido o nome Odivelas.

Os filólogos dão porém, outra explicação: a palavra compõem-se de dois elementos: "Odi" e "Velas". A primeira é de origem árabe e significa "curso de água". A segunda é de origem latina e refere-se às velas dos moinhos de vento, que existiram nos outeiros próximos e dos quais podemos ainda ver vestígios. O curso de água ainda se mantém hoje.

Os dólmens das Pedras Grandes e das Batalhas, na Freguesia de Caneças, o Castro da Amoreira na Freguesia da Ramada, os vestígios romanos encontrados na Póvoa de Santo Adrião, os achados árabes no subsolo da Paiã, na Freguesia da Pontinha, confirmam o território como uma zona fértil e agradável, onde, ao longo dos séculos, o Homem sempre se comprazeu em viver.

Mas o «motor de arranque» do desenvolvimento da região parece ter sido o Rei

D. Dinis, ao decidir erguer, em Odivelas, um Mosteiro, onde uma plêiade de cultas freiras se fez ouvir para além das grades, quer pelos seus célebres Outeiros, quer pelos livros que escreveu, ou ainda atraindo, ao Mosteiro e às suas imediações, reis, príncipes e artistas.

É no Paço de Odivelas, em 1415, que D. Filipa de Lencastre, já no leito de morte, abençoa os três filhos mais velhos (D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique) que partem dali, a cavalo, em direção ao Restelo, onde embarcam para Ceuta.

É no Convento que se representa pela primeira vez, em 1534, o «Auto da Cananeia», de Gil Vicente, encomendado pela abadessa Violante, irmã de Pedro Álvares Cabral.

Enquanto isso multiplicam-se férteis quintas na Pontinha (na Paiã chegou a haver um cais para escoar os víveres para Lisboa), na Póvoa de Santo Adrião, em Caneças. Os seus proprietários, de uma forma ou de outra, surgem amiúdes ligados à cultura. É o caso do pintor Vieira Lusitano que foi o centro de uma romântica e atribulada história de amor com uma das filhas dos donos da Quinta dos Falcões, na Pontinha.

Anos depois, será a Póvoa de Santo Adrião a ter como proprietário de uma das suas quintas, o pintor Pedro Alexandrino que não só deixou algumas obras na igreja local, como as espalhou por Lisboa - na Sé, no Palácio de Queluz, no Museu dos Coches.

O Padre António Vieira fez um dos seus sermões no Convento de Odivelas, a 22 de junho de 1668. Almeida Garrett ocupa o preâmbulo da «Lírica de João Mínimo» com uma descrição de um passeio ao Convento, entrecortada por várias dissertações sobre poesia.

Um roubo na Igreja de Odivelas a 11 de maio 1671 dá origem a um belo monumento, o «Senhor Roubado», que alguns

descrevem como a primeira banda desenhada portuguesa, e que levanta muitas pistas sobre a forte presença da Inquisição na região.

Os missionários cansados e doentes que regressam da Ásia ou da África acolhem-se ao Convento de Rilhafoles, na Paiã.

Em 1723, entra no Convento de Odivelas uma freira brasileira que algumas madres julgam judia. Nem mesmo o inquérito de um cardeal inquisidor as demove da suspeita, o que as leva a exigir a expulsão da “herege”. Em procissão, lá vão a caminho de Lisboa para se queixarem ao rei, que não as recebe.

À força, soldados pegam-lhes ao colo e metem-nas em carruagens, devolvendo-as ao Convento.

Pouco tempo depois, entra no Convento, a célebre Madre Paula, por quem o Rei

D. João V, 30 anos mais velho do que ela, ficará completamente perdido de amores. A relação dura até à morte do monarca, que lhe deixa em testamento uma mesada.

Em 1731, D. João V decreta o início da construção do Aqueduto das Águas Livres, com origem na Fonte das Águas Livres, perto de Carenque, indo desaguar no depósito das Amoreiras, cuja Mãe d'Água foi acabada em 1834. A Mãe d'Água nas Amoreiras, além de ser um bonito espaço, é um depósito com capacidade para 5 500 000 litros. A partir das Mães d'Água a água seguia, através de túneis subterrâneos, que a levavam até às numerosas fontes de Lisboa.

O Aqueduto das Águas Livres nunca foi totalmente eficaz porque fornecia água impura e em pequena quantidade e, neste momento, não é mais do que um monumento histórico que resistiu ao Terramoto de 1755.

Não se sabe a data concreta da construção dos aquedutos de Caneças, mas situa-se por volta da segunda metade do século XVIII. Estes são quatro: o do Olival do Santíssimo, o do Poço da Bomba, o do Vale da Moura e o do Carvalheiro.

O terramoto de 1755 causa grandes estragos na região mas leva também a que muitos lisboetas se venham fixar na zona, à procura de ares mais saudáveis.

Mais tarde, em 1833, é construído, na Quinta da Pentieira (Freguesia da Pontinha), um cemitério para sepultar as vítimas da cólera.

Até meados do século XIX, Lisboa era uma cidade suja, afetada por numerosas epidemias. Os cidadãos ricos pagavam aos Aguadeiros, entre os quais os de Caneças, para lhes levarem água a casa. Caneças e as suas águas eram, então, muito

apreciadas pela sua qualidade. Situam-se na freguesia de Caneças um conjunto de Fontes, que comercializaram água e que constituem um marco de uma época e de modos de vida caraterísticos da freguesia, e em sentido mais lato do concelho. A venda da água de Caneças fazia-se através de carroças ou galeras, que transportavam para Lisboa e arredores a água em bilhas de barro, juntamente com as trouxas de roupa das lavadeiras e produtos hortícolas.

Com a extinção das ordens religiosas, a terra perde algum do seu fulgor. No início do séc. XX era, contudo, uma terra procurada para os prazeres do Verão, pelos senhores de Lisboa.

É por essa altura que a vida municipal local começa a desenvolver-se. As freguesias de Odivelas e Pontinha fazem parte do Município de Belém, na altura em que este é presidido pelo escritor Alexandre Herculano. As duas freguesias passam, a integrar o Município dos Olivais em 1885. No ano seguinte, é instituído o Município de Loures, de que fazem parte algumas freguesias que hoje pertencem ao Concelho de Odivelas. Em 1915 é criada a Freguesia de Caneças.

Começa a surgir um outro tipo de desenvolvimento, já não assente na agricultura mas na construção de bairros sociais em várias freguesias. A ligação por estrada a Lisboa, leva alguns grupos económicos a comprar na região grandes propriedades, enquanto a alta burguesia compra terrenos que transforma em quintas de férias.

É na Pontinha que, a 25 de abril de 1974, se instala o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas que instaurará um regime democrático em Portugal. atualmente, este quartel integra um Núcleo Museológico, criado através de um protocolo estabelecido entre o Regimento de Engenharia N.º 1 e a então Comissão Instaladora do Município de Odivelas.

Na região intensifica-se, a partir de então, o movimento de loteamento de terrenos que modificará profundamente a paisagem local. Nos 25 anos seguintes, aparecem 85 bairros clandestinos. Simultaneamente, com a falta de habitação a preços acessíveis em Lisboa, verifica-se uma explosão da construção civil, surgindo em todas as freguesias do concelho, à exceção da de Famões, grandes urbanizações que se traduzem numa subida relâmpago do número de habitantes, com formas de estar na vida diferentes e mais exigentes daquelas que tinham até aí os habitantes da região.

O Poder político tenta responder a essas aspirações criando as Freguesias da Pontinha (1984), de Olival Basto, da Ramada e de Famões (1989). A Póvoa de Santo Adrião passa a vila em 1986, Odivelas é elevada a cidade em 1990, a Pontinha sobe a vila (1991), o mesmo acontecendo ao Olival Basto em 1997. Neste mesmo ano, um grupo de cidadãos, defendendo um desenvolvimento próprio para a região, cria o «Movimento Odivelas a Concelho».

No dia 19 de novembro de 1998, com o voto unânime dos Deputados de todas as forças políticas, a Assembleia da República votava, na especialidade, e em votação final global, o Projeto de Lei da Criação do Município de Odivelas. Ficando este dia, estipulado como Feriado Municipal.

No dia 14 de dezembro de 1998, é publicado no Diário da República, a Lei n.º 84/98, da criação do Município de Odivelas referindo o seu Artigo 1º: "Através do presente diploma é criado o Município de Odivelas, com sede na Cidade de Odivelas, que fica a pertencer ao Distrito de Lisboa".

Em 20 de janeiro de 1999, a Comissão Instaladora do Município de Odivelas é empossada pelo então Ministro do Equipamento, Planeamento e Administração do Território, Dr. João Cravinho.

Depois de 3 anos de administração, a Comissão Instaladora cessa funções, e no seguimento das eleições autárquicas de dezembro de 2001, toma posse, no dia 4 de janeiro de 2002, a primeira Câmara Municipal de Odivelas.

 

(voltar)
 
Concelho de Oeiras
Seja por mar ou por terra, quem chega a Oeiras descobre um concelho que reúne condições de qualidade a nível ambiental, cultural, turístico e empresarial, que agradam a quem visita e dão qualidade de vida a quem reside.

O concelho de Oeiras encontra-se integrado na Área Metropolitana de Lisboa, a poente da Capital, Lisboa, e tem o Rio Tejo como fronteira natural a sul.

Nos seus 46 Km2, Oeiras oferece ambiente. A par das inúmeras praias, que se estendem ao longo de 10 Km de orla marítima, os caminhantes podem também usufruir de um passeio marítimo, com 3 Km, durante todo o ano, não fosse o clima local aprazível nos doze meses do calendário.

Com cerca de 125 Ha de zonas verdes e parques públicos, os apelos ao contacto com a natureza e à prática desportiva são uma constante. Pelas condições que apresenta, Oeiras é palco de eventos desportivos de grande projecção nacional e internacional, de onde sobressaem o Estoril Open, em ténis, a Final da Taça de Portugal, em futebol e a Corrida do Tejo, em atletismo, entre outros, que fazem deste um dos concelhos mais dinâmicos a este nível. Caminhadas, canoagem, vela, passeios em BTT e provas de orientação fazem parte do vasto rol de oferta para a prática desportiva.

De entre as suas zonas verdes, destaque-se o Parque dos Poetas, ex-libris de Oeiras. Muito mais do que um jardim, trata-se de um museu ao ar livre, onde espaços de lazer e destinados à prática desportiva surgem associados à componente cultural.


Em sintonia com a paisagem, Oeiras dispõe de um riquíssimo património arquitectónico, onde a modernidade e a história convivem em perfeita sintonia. A par de grandes quintas e palácios (que aqui nasceram nos séculos XVII e XVIII, então local de veraneio), onde se lê a história desta terra e das suas gentes, em Oeiras encontram-se grandes pólos residenciais, modernos, e empresariais, que fazem deste concelho um dos mais desenvolvidos e procurados pelo mundo empresarial nacional e internacional. Pela qualidade, rede de acessos e infraestruturas aqui reunidos, o concelho de Oeiras acolhe uma vasta rede empresarial constituída por empresas ligadas, essencialmente, às Tecnologias de Informação, Biotecnologias, tecnologias da saúde e terciário superior.

Como locais a visitar, destaca-se ainda a Fábrica da Pólvora Negra, em Barcarena, a Exposição Monográfica do Povoado Pré-Histórico de Leceia e o Aquário Vasco da Gama.

A oferta de espectáculos é grande. Ao longo de todo o ano passam por Oeiras grandes nomes do teatro, da música e da literatura nacional e internacional, que oferecem momentos de prazer para todos os gostos e idades.

Junho é um mês privilegiado em Oeiras, que realiza as suas festas anuais, que reúnem várias actividades de âmbito cultural e desportivo e se celebra o Dia do Município (7 de Junho).

O comércio é outro factor de atracção para quem nos visita. A par do comércio tradicional existem grandes superfícies com uma grande oferta de produtos e serviços.

A mobilidade, quer a nível concelhio quer nas relações inter-concelhos é privilegiada não apenas devido à existência de uma auto-estrada (A5) e da Av. Marginal que unem Oeiras a outros concelhos, mas pela rede de transportes públicos de qualidade que aqui operam, que incluem a linha ferroviária de Cascais (Lisboa-Cascais). A proximidade ao Aeroporto Internacional de Lisboa (a cerca de 15 Km) é outra mais valia.

A não perder

O Porto de Recreio é um dos novos marcos do concelho de Oeiras. Recentemente inaugurado, este abrigo oferece as condições necessárias aos que nele ancoram e aos que o procuram para lazer. A par dos serviços às embarcações, esta infraestrutura engloba uma área comercial, onde prevalece a restauração.

Integrada no mesmo complexo de lazer que o Porto de Recreio está a Piscina Oceânica, que convida quem passa a desfrutar, com qualidade, da época balnear. Desta Piscina, de água salgada, avista-se o mar, ali mesmo em frente. Um paraíso para o milhar e meio de banhistas que a visitam diariamente.

Ainda nesta zona do litoral oeirense, os caminhantes podem usufruir de um Passeio Marítimo, desfrutando do clima local, aprazível ao longo de todo o ano.

A história das gentes deste concelho é contada em inúmeros marcos históricos nas várias freguesias. No centro da vila de Oeiras, encontramos o Palácio e os Jardins do Marquês de Pombal (Conde de Oeiras).

A construção desta quinta de recreio da família Pombal teve lugar na segunda metade do século XVIII e é um projecto de Carlos Mardel, arquitecto húngaro que teve um papel privilegiado na reconstrução pombalina de Lisboa, após o terramoto de 1755.

O interior do palácio apresenta um dos melhores conjuntos decorativos do período pombalino, em especial de estuques e azulejos.

Os jardins são representativos da arte do paisagismo em Portugal, apresentando uma concepção do século XVIII europeu, mas mantendo-se no entanto, e apesar de tudo, fiel a uma tradição portuguesa que produz a partir do século XVI as Quintas de Regalo.

Também a não perder é o Parque dos Poetas, em Oeiras, que, muito mais que um jardim, é um verdadeiro museu ao ar livre, de arte escultórica, onde espaços de lazer e de prática desportiva se associam à componente cultural. Trata-se de um marco da Área Metropolitana de Lisboa mas também uma referência a nível nacional.

Em Barcarena sugere-se uma visita à Fábrica da Pólvora, que constitui uma importante peça da arqueologia industrial de grande interesse histórico-cultural. Trata-se de uma unidade fabril cujas origens são remetidas para o século XV, quando D. Manuel instalou junto à ribeira local engenhos de pilões para o fabrico de pólvora.

Os apreciadores de arte portuguesa da segunda metade do século XX encontram em Algés, no Palácio Anjos, o Centro Cultural – Colecção Manuel de Brito, um pólo de referência no âmbito do circuito cultural nacional.

Oeiras é também modernidade. É aqui que se concentram grandes pólos empresariais, que fazem deste concelho um dos mais procurados a nível nacional pelo mundo empresarial (nacional e estrangeiro) sendo as áreas de tecnologias de informação, de biotecnologias, de tecnologias de saúde e do terciário superior as mais relevantes. Os parques tecnológicos - Taguspark, Lagoas Parque, Quinta da Fonte, entre outros -, são já pontos de referência no mundo tecnológico empresarial.

Quem visita Oeiras não pode deixar de experimentar o famoso Vinho de Carcavelos, de renome internacional e de tradição secular, com qualidades reconhecidas e confirmadas, em 18 de Setembro de 1908, por carta de lei. Trata-se de um vinho generoso, bem marcado pelas características naturais da região.


 

(voltar)
 
Concelho de Sintra
CLIMA E PAISAGENS


Ambiente - Caracterização da Paisagem
A Paisagem do Concelho ao Longo dos Tempos

A paisagem do concelho de Sintra tem sofrido alterações mais ou menos profundas ao longo dos séculos. Assim, em tempos remotos, as árvores dominantes eram os carvalhos. Nas zonas mais húmidas corria o Carvalho-alvarinho ou o Carvalho-cerquinho, enquanto nas áreas mais soalheiras evidenciava-se o Sobreiro, em solos siliciosos, ou o Carrasco e o Zambujeiro, em solos calcários.

A destruição do coberto vegetal iniciou-se na época pré-romana, dando lugar a uma estrutura agrária muito parcelada resultando num mosaico de culturas, terrenos baldios, pastagens, matos, etc., delimitados por muros de pedra solta. Nas zonas mais pedregosas como a própria Serra, a destruição da Floresta climática deu lugar a uma vegetação composta por matos expontâneos que abrigavam uma diversificada e rica fauna. Estes foram os locais mais procurados para a realização de montarias e outras caçadas.

Mais recentemente operaram-se duas mudanças radicais que marcaram profundamente esta área:

· a primeira deu-se no século passado e consistiu na florestação da Serra com o aproveitamento de muitas árvores autóctones e a introdução de outras vindas dos mais diversos pontos do globo;

· a segunda é bastante próxima e tem tido resultados desastrosos para o património natural deste concelho - a explosão urbanística e demográfica.

A Serra de Sintra, que tomou corpo no Cretácico, há mais de noventa milhões de anos, é o acidente geomorfológico mais importante de toda esta região. De origem eruptiva (granitos e rochas afins) atinge o seu ponto mais elevado na Cruz Alta (528 metros) e sobressai da paisagem circundante, mais ou menos plana a monótona com uma altitude média que ronda os 150 metros, assente em calcários e arenitos do Jurássico e Cretácico. No Noroeste da autarquia encontranos pequenas bolsas de terrenos de aluvião (Plistocénico e Holocénico) e, na zona do Banzão, dunas e areias eólicas do Holocénico. Existem ainda pequenas zonas de basaltos na área de Montelavar.


Condições Climáticas

Dois factores contribuem decisivamente para as condições climáticas que se fazem sentir na região sintrense:

· o primeiro tem a ver com a situação do concelho em relação ao Oceano Atlântico;

· o segundo com a barreira de condensação que a Serra de Sintra constitui.

Desta maneira podemos observar que os níveis de radiação diminuem de Sudeste para Noroeste, isto é, à medida que nos aproximamos da costa. A insolação apresenta o mesmo tipo de variação mas, na zona da Serra registam-se valores tão baixos como aqueles que se verificam na Assafora e território adjacente, o que se deve à nublosidade aí existente. Quanto à temperatura, ela tem os seus valores mais baixos na zona da Serra e no extremo Nordeste do concelho; no primeiro caso devido à altitude e no segundo às condições de relativa continentalidade. Finalmente, quanto à precipitação, verificam-se duas situações bem diferenciadas: uma mais seca, junto ao litoral, e outra mais húmida, que abrange a zona de influência directa da Serra (onde a precipitação atinge o seu máximo) e toda a área oriental do concelho.

Os diferentes tipos de solos estão intimamente com as características litológicas e geográficas já referidas. Podemos classificá-los em 3 grandes grupos:

· os solos derivados das rochas eruptivas;

· os solos derivados das rochas sedimentares;

· os que estão ligados às formações arenosas.

A ocupação do solo, foi condicionada tanto pela sua génese como pelos factores de natureza orográfica e climática. Assim, os solos agricultados são fundamentalmente aqueles ligados aos calcários, em terrenos mais ao menos planos. Na Serra encontramos a área florestal por excelência enquanto as areias são ocupadas pela única vegetação arbórea capaz de crescer em substractos pouco consolidados - as matas de pinheiros.

A posição geográfica do concelho de Sintra aliada às características físicas anteriormente referidas faz prevalecer duas influências fundamentais que determinam os ambientes ecológicos aqui existentes: a inserção da região no bioma Mediterrânico e a proximidade do Oceano Atlântico. Pequenas variações locais das condições climatéricas, orográficas e litológicas podem originar o domínio duma ou doutra destas influências ou, ainda, criar uma mistura de várias situações. Na figura 5 constata-se a existência de 4 áreas ecologicamente diferenciáveis:

· Uma área de ocorrência natural/potencial de árvores como o Carvalho-negral, o Bidoeiro e o Teixo, onde aparecem ainda o Carvalho-alvarinho, o Carvalho-cerquinho, o Sobreiro, o Castanheiro, o Pinheiro-manso e o Pinheiro-bravo (AS.MA.AM)

· Um área onde potencialmente ocorrem o Carvalho-alvarinho, o Carvalho-cerquinho, o Sobreiro, a Oliveira, o Castanheiro e os pinheiros (MA.AM)

· Uma área de pinhal (pMA)

· Uma área onde o Carvalho-alvarinho deixa de ocorrer e que abrange a maior parte do concelho (AM).


Três Grandes Zonas: a Faixa Costeira, a Serra de Sintra, a Área Agrícola

Para facilitar a abordagem do Património Natural consideramos três grandes Zonas de acordo com a sua fisionomia própria: a Faixa Costeira, a Serra de Sintra e a Área Agrícola. As duas primeiras integram-se na Área de Paisagem Protegida Sintra-Cascais, criada com o objectivo de preservar os valores paisagísticos, geológicos e biológicos que esta parte do concelho encerra.


A Faixa Costeira

Estendendo-se desde a Foz do Falcão (a Norte) até à Biscaia (a Sul) esta faixa, com uma largura média de cerca de 3 Kms, faz a transição entre dois meios completamente diferentes - o Meio Marinho e o Meio Terrestre - sofrendo, por isso, influências de ambos.

O mar, com uma acção fortemente erosiva, vai modelando a linha de costa quer por desgaste físico provocado pela força das águas, quer por ataque químico a algumas rochas (e.g. calcários) quer, por deposição e remoção contínua do sedimento arenoso. Também os organismos marinhos que vão colonizando a zona de marés ajudam s desagregar o substrato alterando a sua micro-estrutura. Por outro lado, os ventos são igualmente um agente de erosão através do transporte activo das areias que chegam a ser depositadas a longas distâncias. A deslocação de massas de ar carregadas de partículas de água salgada em suspensão produz o efeito da salsugem que faz incidir a influência marinha muito para além dos seus limites físicos.

O meio terrestre exerce a sua influência sobre a Faixa Costeira fundamentalmente pela mão do Homem que desbravou a vegetação natural para a substituir pelas suas culturas e para permitir a criação de gado. Mais recentemente, a pressão sobre o litoral revestiu-se de novas formas com expansão das áreas urbanas e do turismo.

Por tudo isto não é de estranhar que numa área relativamente restrita se possam identificar inúmeras situações ecológicas que podem ser agrupadas em conjuntos minimamente homogéneos:

· o mar - que não fazendo propriamente parte do concelho é responsável por muitos factores que o condicionam directamente;

· a costa rochosa - como antigas muralhas de uma imensa fortaleza de há muito destroçada, as escarpas e falésias altas, extremamente recortadas, por vezes formando pequenas ilhotas, delimitam a maior parte da costa deste concelho e atingem no Cabo da Roca o ponto mais ocidental do subcontinente europeu;

· a costa arenosa - para Norte do Cabo da Roca e alterando com zonas de costa rochosa vão-nos aparecendo algumas manchas de areal, por vezes para a frente das arribas, entre estas e o oceano, outras vezes em pequenas enseadas de existência precária, encaixadas entre falésias ou associadas à foz de pequenos cursos de água;

· os matos costeiros - do ponto de vista estrutural, os matos que ocupam o planalto costeiro e algumas vertentes entre falésias constituem uma vegetação mais ou menos rala com arbustos rasteiros mas muito densos (capazes de resistir à fustigação dos ventos marítimos) a que vulgarmente se chama charneca;

· as zonas de maior intervenção humana - mais para interior, confinando com a Área Agrícola na sua maior parte, vamos encontrara uma zona bastante heterogénea, onde o homem transformou completamente os ambientes naturais para diferentes utilizações do solo.


A Serra de Sintra

Quem esteja familiarizado com este maciço já se apercebeu que existem aqui duas situações bem distintas:

· uma em que a vegetação é luxuriante, as árvores estão copo com copa formando um manto com várias tonalidades de verde, irregular e muito denso - o Grande Jardim;

· e outra, mais monótona, com matas de resinosas alterando com clareiras arbustivas, por vezes de grandes dimensões de onde sobressaem blocos rochosos - a Serra Brava.

A orientação perpendicular da Serra em relação à costa e as direcções predominantes dos ventos nesta região (Norte e Noroeste) levam a que se verifiquem alguns fenómenos interessantes que têm uma influência directa sobre as condições microclimáticas.

No flanco ocidental assiste-se a uma deflexão dos ventos que aqui sopram com grande velocidade que são desviados para o oceano. Mais afastado da costa, o flanco oriental recebe ventos relativamente brandos que envolvem a serra contornando-a para a sua vertente Sul. Alguns vales, com orientação concordante com a dos ventos, canalizam o fluxo fazendo-o adquirir uma forte aceleração. Um destes vales (a nascente do monge) divide o maciço segundo uma linha Noroeste-Sudeste. Grosso modo podemos considerar que a zona mais arborizada se situa para o interior desta linha enquanto no terço mais ocidental se verifica uma maior monotonia da paisagem.


A Área Agrícola

Abrangendo cerca de três quartos da superfície total do concelho, esta área é a mais densamente povoada e aquela onde a paisagem foi mais afectada. Ela sofreu alterações tão profundas que do provável sobreiral primitivo apenas restam algumas árvores dispersas. O seu relevo suave e os seus solos favoráveis às actividades agrícolas levaram à progressiva substituição do coberto natural por pastagens e terrenos agrícultados.

O Homem foi criando um ambiente cada vez mais favorável à sua própria instalação e, por isso, povoados, aldeias e vilas multiplicaram-se. Assim, quando o desenvolvimento industrial e a explosão demográfica de verificaram, esta zona, bastante próxima da capital em rápido crescimento, tinha todas as condições para que nela viessem implantar autênticas "cidade dormitório", como são hoje o Cacém, Queluz, Mem Martins, etc.

Refira-se ainda uma outra actividade económica famosa neste concelho e com impacte bem marcado na paisagem - trata-se da extracção de mármores que se verifica em zonas como a de Pero Pinheiro, sendo realizada em pedreiras a céu aberto esventradas por completo.

O rápido desenvolvimento da sociedade moderna, com a abertura de novas oportunidades de emprego, a especulação fundiária e a expansão da urbe, implicou a descaracterização do próprio meio rural já de si profundamente humanizado e do qual apenas restam algumas formas típicas a Norte e Nordeste do concelho.

Intimamente ligadas à evolução desta área, as suas formas de vida selvagem foram se modificando e adaptando às novas situações criadas que, grosso modo, podem ser encaradas dentro de 5 tipos biológicos diferentes:

· o meio rural é, sobretudo, caracterizado pelas extensões de campos de sequeiro que ocupam grande parte do limite Norte do concelho, nomeadamente na região situada entre Negrais e Almocrim, em que as culturas cerealíferas são o resultado da "domesticação" de certas espécies vegetais que substituíram completamente o coberto primitivo;

· as zonas florestadas foram implantadas pelo homem quer sob a forma de matas de protecção das encostas mais íngremes e em terrenos desabrigados e ventosos (pinhais), quer sob a forma de matas de produção (pinhais e eucaliptais), quer ainda, de origem mais antiga, as que têm como finalidade o embelezamento paisagístico ou a criação de espaços lúdicos (quintas, parques, campos de golf, etc.);

· os carrascais, também conhecidos por garrigues, são as únicas formações naturais ou semi-naturais e demarcam-se de toda a paisagem circundante pela sua fisionomia e estrutura, restando apenas algumas pequenas "ilhas" (Serra da Carregueira) em zonas com muitos afloramentos rochosos;

· os cursos de água - dos vários que percorrem esta Área existe um que pelo seu envolvimento paisagístico e pela sua relativa "pureza" merece a pena destacar: a Ribeira de Cheleiros, que limita o concelho de Sintra a Norte, atravessando uma zona tipicamente rural.


 

(voltar)
 
Concelho de Sobral de Monte Agraço
Praça Dr. Eugénio Dias

Praça de traça pombalina, sala de visitas da vila. No edifício onde está instalada a Câmara Municipal, salienta-se a lápide alusiva à mercê do senhorio, concedida por D. José a Joaquim Inácio da Cruz Sobral, que viria a ordenar a construção da casa nobre da família Sobral, do chafariz e do edifício onde se encontra instalada a Câmara Municipal. É também aqui que se localiza a Igreja de Nossa Senhora da Vida.
No centro da praça destaca-se um interessante coreto, e também a estátua do médico Eugénio Dias, que no século XX deu nome à praça.

Igreja de Santo Quintino

É um belo templo de três naves, certamente o último de fundação manuelina (1520). Muito curiosa a porta principal, híbrida de elementos manuelinos e renascentistas, e datada, numa cartela, na pilastra do lado direito, de 1530. S. Quintino é um documento da fase final da arquitectura manuelina e um autêntico museu do azulejo, em que figuram padrões únicos. As três naves são de cinco tramos, divididas por colunas cilíndricas, com capitéis decorados de volutas e palmetas que sustentam ábacos quadrados, sobre os quais assentam os grandes arcos redondos, decorados por azulejos de tapete de padrão largo.
Os tectos de cada nave são de madeira e as paredes forradas de alto a baixo com azulejos do séc. XVII, em grandes painéis de tapete, sendo porém o silhar inferior já do século XVIII, com um característico motivo de albarradas. A meio da nave, à esquerda, invulgar púlpito de pedra, quinhentista, que conserva ainda uma interessante decoração pictural com a representação dos evangelistas.
A cabeceira é constituída pela capela-mor e duas capelas colaterais, todas de muito interesse e dotadas de abóbadas de cruzaria com bonitos bocetes.
A do lado da Epístola, dedicada a S. Quintino e revestida de azulejos do séc. XVIII, com cenas do seu martírio, mantém a pintura seiscentista na abóbada. No altar, as boas imagens da Virgem com o menino e o orago, esta datada de 1532.

Moinho do Sobral

Este Moinho de Vento fica situado em plena vila de Sobral de Monte Agraço, devidamente sinalizado, com boas acessibilidades pela Rua do Moinho.
Actualmente é considerado um dos cartões de visita por ser o mais representativo e o único ainda em funcionamento permanentemente, em todo o Concelho.
É uma estrutura de médias dimensões, pintado de azul e branco e o seu bom estado de conservação deve-se à recuperação e dinamização por parte do seu proprietário: a Câmara Municipal.

Igreja de Nª Sª da Vida


Templo reconstruído sobre a anterior capela da mesma invocação e que hoje substitui a velha matriz da antiga vila, então situada no local chamado Salvador. Exteriormente, a fachada de duas torres apresenta-se com certa imponência. A nave da igreja é alta e bem iluminada, com monumental arco triunfal e grande coro de três arcos. A sua melhor alfaia é uma riquíssima custódia, depositada no Patriarcado de Lisboa, pertencente aos condes de Sobral.

Quinta Nova de Nossa Senhora

Desempenhou papel de certo relevo durante as Invasões Francesas, pois esteve aí instalado em 1810,o quartel-general de William Carr Beresford, general inglês que, durante largo período, foi comandante-chefe do exército português. A comemorar o facto, mandou avisadamente a Comissão de História Militar, em 1931, colocar ali uma inscrição. Sobre o portão de entrada,registo de azulejos da época (datado de 1805), representando S. Francisco, Nossa Senhora da Conceição e S. Marçal.

Quinta dos Freixos


A quinta dos Freixos, durante o período das Invasões Francesas, concretamente em 1810, funcionou como Quartel-General do Duque de Wellington.

 

(voltar)
 
Concelho de Torres Vedras
O Concelho de Torres Vedras possui mais de 20 km de costa marítima onde pontificam praias de rara beleza.

Santa Cruz

Entre pequenas praias tranquilas e largos areais cosmopolitas existem diversas alternativas para o lazer ou para a prática desportiva, nomeadamente, natação, surf, bodyboard, pesca, etc.
O clima é ameno, permitindo até a frequência das praias fora da época habitual.
As mais conhecidas praias são as de Sta. Rita, Porto Novo, Assenta e, de modo particular Sta. Cruz (antiga praia de Sta. Cruz de Ribamar) que sobressai das restantes pela extensão, largura e brancura do seu areal, bem como pelo seu cosmopolitismo.
Mais sobre Santa Cruz

Porto Novo e Sta. Rita
A praia de Porto Novo, onde desagua o Rio Alcabrichel, encontra-se no limiar de um vale paradisíaco, entre escarpas de vegetação luxuriante, onde se encontram grutas com vestígios pré-históricos.
Antigo porto piscatório, esta praia é também conhecida por ter sido o local de desembarque das tropas britânicas que viriam a combater na batalha do Vimeiro, aquando da primeira invasão francesa.
Com um areal mais extenso, a praia de Santa Rita é também muito procurada.
Estas praias situam-se na periferia do complexo termal do Vimeiro 1, usufruindo de diversos atractivos complementares como um campo de golfe, um centro hípico e uma piscina de água aquecida.

Assenta
Situada no extremo Sul do concelho, junto à estrada para a Ericeira, pertence à Freguesia de S. Pedro da Cadeira.
É uma praia tranquila e acolhedora, num recanto abrigado por altas falésias que a circundam.
É o sítio ideal para quem ambiciona por umas férias sossegadas, conjugando a praia com uma ruralidade genuína que caracteriza a zona.
Embora dissipando-se com o tempo ainda são visíveis as marcas de quem fazia da pesca o seu principal modo de vida. Ainda hoje, os polvos de Cambelas, antiga aldeia piscatória próxima são famosos.
Alojamento: não existindo unidades hoteleiras próximas, é habitual o aluguer de casas e anexos durante o período balnear.

PRAIA ACESSÍVEL - PRAIA PARA TODOS

A praia de Santa Cruz - Centro e a praia de Santa Rita Norte, candidataram-se ao galardão Praia Acessível. Na praia Centro, é o terceiro ano consecutivo que a praia recebe o galardão, enquanto que em Santa Rita Norte, a época balnear de 2007 é o segundo ano em que é considerada Praia Acessível.
A Bandeira do Projecto "Praia Acessível, Praia para Todos!" foi hasteada no dia 20 de Junho, na Praia de Santa Cruz-Centro e na Praia de Santa Rita Norte, o que comprova o facto de cumprirem os requisitos necessários para receber utentes com mobilidade condicionada.
Este projecto é promovido pelo Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiências (SNRIPD), entre outras entidades como:
Direcção Geral de Turismo (DGT);
Instituto da Água (INAG);
Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE
Critérios definidos para a atribuição da bandeira "Praia Acessível"
Para merecerem a designação de praias acessíveis, com direito ao galardão indicativo de acessibilidade total, há que satisfazer um conjunto de seis imperativos, designadamente:
acesso pedonal;
estacionamento ordenado;
acesso à zona de banhos;
passadeira no areal;
sanitários adaptados;
acesso ao posto de socorros.
Como factores facultativos consideram-se, ainda, o acesso a bares e restaurantes e a existência de apoios anfíbios para o banho.


Monumentos

Castelo Medieval
Aqueduto
Forte de S. Vicente
Centro Histórico
Igreja de Santa Maria
Igreja de S. Pedro
Igreja de Santiago
Igreja da Misericórdia
Chafariz dos Canos
Convento do Barro
Convento do Varatojo
Convento da Graça
Linhas de Torres
Paços do Concelho

 

(voltar)
 
Concelho de Vila Franca de Xira


Em terras de Vila Franca, na zona rural ou em cada um dos núcleos urbanos do Concelho, temos um tempo certo e definido para trabalhos e tarefas, mas também uma altura própria e adequada para pausas e diversões. De Janeiro a Dezembro – em Alhandra como em Vialonga, na Póvoa de Santa Iria ou em Alverca, em S. João dos Montes e no Sobralinho, na Castanheira, no Forte da Casa, em Calhandriz ou nas Cachoeiras, não esquecendo a cidade-mãe, há festas locais e iniciativas de grande escala, onde convivemos com gosto e recebemos de braços abertos.

Integrados nessa vivência sociocultural, os certames do Turismo Municipal cumprem igualmente a importante função de apelar à presença e participação de visitantes ocasionais e amigos de sempre, seja no renovado Parque Urbano para a nova Feira de Outubro, no Cabo da Lezíria para a Festa de Campo, nas ruas e na Palha Blanco, em Vila Franca de Xira, por alturas do Colete Encarnado, nas Campanhas de Gastronomia de Março e de Novembro, em exposições de raiz popular, na Corrida das Lezírias, e por aí fora ao longo de todo o ano.

Em nome da Câmara Municipal, sejam bem-vindos!

PATRIMÓNIO

O Sector de Património tem por missão o estudo e inventário do património arquitectónico, arqueológico e artístico do concelho, bem como o desenvolvimento de acções de protecção e preservação do património edificado do concelho, a colaboração com o Departamento de Planeamento, Gestão e Qualificação Urbana, nomeadamente, na elaboração de propostas e pareceres de classificação de património.

Desenvolve programas de salvaguarda patrimonial que abrangem várias áreas, desde a arqueologia à arquitectura rural, tradicional e urbana e ao património móvel.

Como exemplos de projectos em curso estão a preservação e conservação das fontes históricas do concelho e pelourinhos, a revisão do Plano Director Municipal e a elaboração das cartas de património.

O Sector de Património presta também um serviço regular de consultadoria aos párocos do concelho, no domínio da conservação do património religioso, através de um programa de apoio ao restauro e conservação.

 

 

Sugira um video - Obrigado.
Seu nome:
seu e-mail
URL/video
 

 

  Televisão, Portuguesa, tv, web TV, regionais, regional, zona centro, norte, sul, tv regional, Noticias, televisão de internet, tv local, television, tv na web, webtv, tv, internet tv, tvs, televisões, vídeo, web tv, Filmes TV, Televisão de Internet, Televisões Web, Televisões de Internet, Portugal, Web TV, Online, Regiões, Televisão On-line, Tv’s, Portuguese web Television, Portugaise, web TV