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SALVATERRA DE MAGOS
SANTARÉM
SARDOAL
TOMAR
TORRES NOVAS
VILA NOVA DA BARQUINHA

Santarém

Santarém é a dinâmica capital da sub-região da Lezíria do Tejo, pertencente à região de Lisboa e Vale do Tejo. Ao contrário do Alentejo, este distrito é formado por vastas planícies verdejantes que se estendem pelo horizonte e são muitas vezes inundadas pelo rio Tejo – daí a designação de “Lezíria”. Entre as orgulhosas tradições da região contam-se a criação de cavalos e de touros, sendo Santarém igualmente famosa pelas suas touradas e pela Feira Nacional de Agricultura, que se realiza anualmente.

A capital do distrito, Santarém, acolhe um conjunto de igrejas interessantes e o popular Jardim das Portas do Sol – rodeado pelas muralhas medievais da cidade, que oferecem vistas magníficas sobre as planícies e o rio Tejo. Na pacata vila da Golegã realiza-se todos os anos em Novembro a famosa feira equestre que atrai multidões de amantes dos cavalos.

Entre as imensas planícies férteis que cobrem a Lezíria do Tejo encontra-se a vila de Alpiarça, visitada pela sua encantadora Igreja Matriz e pelo Museu Casa dos Patudos – um museu de belas-artes que expõe um pouco de tudo, desde pinturas a azulejos decorativos. Não se esqueça de parar na cidade de Almeirim, reconhecida pelo seu vinho e pela famosa sopa da pedra – uma sopa deliciosa e robusta composta por legumes e carne, que terá sido inventada por um monge mendicante.

Visite também Tomar, uma encantadora cidade com ruas estreitas e calcetadas, com um ambiente medieval e belos jardins, banhada pelo rio Nabão. O Convento de Cristo, um magnífico convento com uma igreja e claustros, é a principal atracção da cidade. Este monumento foi construído no interior das muralhas do Castelo de Tomar pelo Grão-Mestre dos Templários em 1162 e exibe uma combinação de estilos arquitectónicos.

Caminhadas, canoagem, pesca e desportos aquáticos são sugestões possíveis na barragem de Castelo de Bode, perto de Tomar, uma zona rodeada por aldeias isoladas e luxuriantes florestas de eucaliptos. Visite também o Santuário de Fátima, onde tiveram lugar as aparições da Virgem Maria aos três pastorinhos – um local de peregrinação que acolhe todos os anos milhares de devotos vindos do mundo inteiro.
Locais a Visitar
Praça Barão da Batalha
Esta praça é um dos locais mais famosos de Abrantes e tornou-se um importante ponto de encontro entre os visitantes graças ao seu comércio dinâmico e constante animação – aspectos que tornam este local um dos mais atractivos da cidade.

Jardim do Castelo
Também conhecida por “Cidade das Flores”, a bonita cidade de Abrantes deve o seu nome a este jardim – um espaço encantador que ainda espelha a beleza e charme do passado. Trata-se de um óptimo local para desfrutar de tranquilos momentos de lazer.

Fortaleza de Abrantes
A intrigante fusão de estilos arquitectónicos da fortaleza é resultado das inúmeras ocupações militares que ocorreram no distrito entre 1173 e a segunda metade do século XX. Uma das características dominantes da estrutura é a sua torre de menagem, uma torre que oferece vistas panorâmicas sobre as regiões do Ribatejo, Alentejo e Beiras.

Igreja Matriz e Capela Dólmen
Este monumento religioso é essencialmente visitado pela sua singular capela lateral – um impressionante dólmen (túmulo megalítico) tido como um dos dez maiores da Península Ibérica. Tendo inspirado a construção da igreja, esta capela megalítica tornou-se um dos monumentos mais importantes do país.

Marinhas de Sal de Rio Maior
Estas salinas estão situadas na Serra de Candeeiros, rodeadas por árvores, vinhas e terras de cultivo. Situadas num espaço aberto que se assemelha a uma aldeia devido às suas passagens calcetadas e casas de madeira, as salinas encontram-se a 30 km do mar. Há muito tempo, a Serra foi inundada pelo oceano, espalhando fósseis por toda a zona. O sal é produzido entre os meses de Julho e Setembro, altura ideal para uma visita. Ao longo dos anos, os métodos utilizados na produção de sal em Rio Maior sofreram poucas alterações, tornando-o particularmente único.

Santuário de Nossa Senhora de Fátima
Fátima é o maior centro religioso e o local de peregrinação mais venerado do país, sendo visitado por pessoas de todo o mundo em nome da “Fé, Vida e Esperança”. Esta cidade cresceu em volta do local onde os três pastorinhos, Jacinta, Lúcia e Francisco, terão visto a Virgem Maria com um terço de contas brancas na sua mão, tendo-lhes pedido para rezarem contra o Mal. Hoje, Fátima recebe milhares de peregrinos devotos, especialmente no dia 13 de Maio, dia das aparições. Nestas ocasiões, os seguidores da Via Sacra são conduzidos por 14 capelas, cada uma delas evocando as estações da Paixão de Cristo. O percurso começa na Rotunda de Santa Teresa de Ourém, segue pelo Monumento de Valinhos (onde ocorreu a quarta aparição) e termina no Calvário, passando pela Loca do Anjo (local onde o Anjo da Paz apareceu duas vezes aos pastorinhos na Primavera e Outono de 1916).

Castelo de Ourém
Este castelo é um belo exemplo de um castro medieval. Trata-se de um monumento grandioso rodeado por muralhas, no cimo de uma colina, a apenas 2 km do centro da cidade. O acesso ao castelo faz-se pelas Portas da Vila – as portas originais da cidade.(+)


Fátima
A fama de Fátima como local de peregrinação transformou esta cidade num dos destinos mais procurados de Portugal, atraindo milhares de peregrinos e visitantes curiosos todos os anos.

Situada a norte de Lisboa, perto da cidade de Leiria, Fátima é um dos centros religiosos mais estimados do mundo, onde os três pastorinhos alegadamente testemunharam a aparição de Nossa Senhora, a 13 de Maio de 1917.

Reza a lenda que “uma senhora mais brilhante que o Sol” surgiu perante as três crianças, alertando-as da importância de rezar e dizendo-lhes que iria aparecer novamente naquela mesma data e hora durante cinco meses consecutivos. Terá também prometido revelar a sua identidade e realizar um milagre no dia da sua última aparição.

Nos meses seguintes, Nossa Senhora revelou três profecias às crianças. No dia 13 de Outubro, na hora indicada, cerca de 70 000 pessoas reuniram-se para assistir à última aparição. À medida que as pessoas oravam, Nossa Senhora apareceu e realizou aquele que ficou conhecido por “Milagre do Sol”: o Sol começou a girar velozmente como uma bola de fogo e a chuva intensa que até então tinha caído cessou e as roupas das pessoas ficaram milagrosamente secas.

A época mais indicada para visitar Fátima é durante os dias das peregrinações, a 13 de Maio e de Outubro, altura em que os peregrinos enchem as ruas, ansiosos por cumprir as promessas feitas a Nossa Senhora ou por viver o ambiente espiritual único sentido nestas ocasiões.

Visite a imponente basílica neoclássica que se ergue no coração do Santuário de Fátima e os túmulos dos três pastorinhos que se encontram no seu interior. A pequena Capela das Aparições também merece uma visita, já que marca o local das aparições de Nossa Senhora de Fátima. Não perca a grande secção do Muro de Berlim situada junto à capela (símbolo do fim do Comunismo, revelado como um dos segredos de Fátima) e visite as casas dos três pastorinhos na vila de Aljustrel. Percorra a Via Sacra – um dos percursos mais populares de Fátima, que conduz os peregrinos pelas 14 capelas que representam as diferentes estações da Paixão de Cristo. (+)

 

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Concelho de Abrantes


Abrantes é uma cidade portuguesa pertencente ao distrito de Santarém, na sub-região do Médio Tejo, na região Centro, com cerca de 19 182 habitantes.[2] Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo.
É sede de um município com 714,73 km² de área e 39 362 habitantes (2011),[1] subdividido em 19 freguesias. A densidade demográfica é de 56 habitantes por km².
O município é limitado a norte pelos municípios de Vila de Rei, Sardoal e Mação, a leste por Gavião, a sul por Ponte de Sor e a oeste por Chamusca, Constância, Vila Nova da Barquinha e Tomar.
O município inclui uma cidade, Abrantes, e uma vila, o Tramagal. (in Wikipedia)



Caracterização Geral

Sobem as temperaturas, sopra uma brisa fresca florescem os prados e as flores embalam ao sabor do vento, apetece o sol e a água, é a Primavera que chega com todos os seus encantos. O cheiro dos campos lavrados invade toda a região que se ergue à beira do Tejo.

Localizado nas proximidades dos largos dominios dos latifundios surge o bastião da segurança da Beira e do Alentejo, com o seu castelo altaneiro que fez parte da linha de castelos do norte do Tejo em época de reconquistas. O património natural que mais deslumbra o visitante é a Albufeira do Castelo do Bode, o Rio Zêzere o magestoso rio Tejo com a sua belíssima praia fluvial. Também a Zona Florestal preenchida por um vasto manto de eucaliptos e pinheiros, para além de uma vasta variedade de outras espécies, proporciona um reconhecido espaço de lazer e de rara beleza ao ser observado do Miradouro da Porta da Traição e do da Torre de Menagem.

Do seu património cultural monumental é de realçar o interior da muralha, onde se situa a Igreja de Stª Maria do Castelo de feição gótica, bem como a exuberante Igreja de S. Vicente com um valioso interior de impressionante riqueza decorativa, tal como quadros cerâmicos, duas raríssimas naus de S. Vicente, retábulos seiscentistas no altar-mor e baptistério, etc. Na representação do esplendor do estilo renascentista a Igreja de S. João Baptista é a obra exemplar em todo o Estado Luso.

Dignas de visita são também as restantes Igrejas pois todas elas possuem pinturas, azulejos e outros valiosos tesouros.

Do seu património artístico são de salientar, nas belas ruelas perfumadas de rosas e brincos-de-princesa onde se encontram as pitorescas calçadas de seixo do rio, as actividades de artesanato típicas de decoração como são exemplo, os palmitos, a tecelagem, a cestaria , os bonecos e os tipicos assentos empalhados. Também a azulejaria, primordialmente na Casa do Definitório, merecem um olhar mais atento.

Informação gentilmente cedida pela Região de Turismo dos Templários

Monumentos

Castelo de Abrantes

Antigo Convento de S. Domingos

Casa da Câmara Municipal

Convento de Santo António e o aqueduto

Fonte de São José

Hospital da Misericórdia de Abrantes

Ermida de Santa Ana

Ermida de São Lourenço

Igreja da Misericórdia de Abrantes

Igreja de Santa Maria do Castelo

Igreja de São João Baptista

Igreja de São Vicente

Ponte romana de Alferrarede

Convento da Esperança

 

(in: ribatejo.com)



(Veja Mais em Municipio de Abrantes)

 

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Concelho de Alcanena


Complexo das Nascentes do Alviela

O melhor da Natureza, para desfrutar e preservar!

Em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, o Complexo das Nascentes do Alviela oferece aos seus visitantes as mais variadas experiências de contacto com a Natureza, num ambiente bucólico de rara beleza paisagística. Repousar na Praia Fluvial, descobrir os caminhos que a água percorre até chegar à Nascente ou praticar desporto ao ar livre são apenas algumas das ofertas disponíveis no local.

A escassos quilómetros da vila de Alcanena, bem no centro de Portugal, as Nascentes do Alviela anunciam-se como um local ideal para descontrair e recarregar baterias, beneficiando do melhor que a Natureza tem para lhe dar.

NASCENTE dos OLHOS D´ÁGUA do ALVIELA

A Nascente dos Olhos de Água do Alviela é uma das mais importantes do nosso país, chegando a debitar 17 mil litros por segundo, ou seja, 1,5 milhões de metros cúbicos de água por dia (pico de cheia). Desde 1880 até bem próximo da actualidade, a Nascente foi uma das principais fontes de abastecimento de água à cidade de Lisboa (através da EPAL), e ainda hoje “abre portas” a um dos maiores reservatórios de água doce do país.

A bacia de alimentação da Nascente estende-se ao longo de cerca de 180 km2, onde a água percorre verdadeiros labirintos subterrâneos até chegar aos Olhos de Água. Mas nada melhor que uma passagem pelo Centro Ciência Viva do Alviela - CARSOSCÓPIO para compreender a importância da Nascente e sua envolvente natural, assim como os fenómenos geológicos que estiveram na sua origem.

 




(Veja Mais em Câmara Municipal de Alcanena)

 

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Concelho de Almeirim
Locais de interesse
Biblioteca Municipal Marquesa de Cadaval
Em 1937 foi inaugurada a primeira Biblioteca Pública de Almeirim, iniciando-se, então, o acesso ao livro para leitura domiciliária.....


Espaços Internet no Concelho de Almeirim
Nestes Locais poderá aceder gratuitamente à Internet


Galeria Municipal de Almeirim
Exposições Temáticas, Pintura, Escultura, Fotografia e Outras


Igreja Matriz
A Igreja Matriz de Almeirim é datada de meados do século XVI. No seu interior, podemos contemplar a famosa imagem do Senhor Jesus dos Passos...


Jardim da República
Fazia parte dos Largos que existiam em Almeirim, com o particular interesse de ter ali o Terreiro do Paço Real


Parque Zona Norte
Zona Norte de Almeirim, ideal para passear com a família, praticar diferentes desportos, lanchar


Piscinas Municipais
Se visitar Almeirim durante o Verão, poderá ponderar dar um mergulho nas belas piscinas municipais de Almeirim!


Pórtico de Paço dos Negros
Na Raposa, a 13km do centro, encontramos os restos do Paço refeito por D. Manuel I, no século XVI. Sobrou uma magnífica portada que daria acesso ao pátio, coroada por seis merlões marcadamente manuelinos e cujo arco é coroado pelo escudo real e ladeado de rosetas...


Praça de Toiros
Conheça a História da Praça de Toiros de Almeirim


Rota do Vinho
Almeirim possui excelentes condições a nível geográfico e climatérico para que o vinho seja um dos seus principais produtos agrícolas.

 

Gastronomia


Sopa da Pedra - Receitas
Curioso/a para saber como se prepara este delicioso prato regional? Saiba a receita da Sopa da Pedra e como prepará-lo passo a passo.


A Lenda da Sopa da Pedra..
Tal como quase todos os costumes, tradições e também gastronomia regional, a Sopa da Pedra tem uma lenda associada....


Coscorões
Deitar a farinha com o fermento num alguidar, fazer um buraco ao meio, tipo vulcão, e colocar os ovos, as gemas, a raspa e o sumo de laranja, o vinho branco, sal e amassar ....


Massa à Barrão
Refogar em azeite e alho picado, a cebola ás rodelas e a folha de louro e pimentos em tiras.
Refrescar com vinho branco, adicionar o tomate ás rodelas

 

 

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Concelho de Alpiarça
Locais de interesse
:: Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça::.
A Casa dos Patudos que a imensidão da Lezíria engrandece, é o Museu que a Vila de Alpiarça abraça por entre o verde dos vinhedos e o sentir das Suas Gentes.


:: Praia Fluvial - Aldeia do Patacão ::.
A Aldeia do Patacão foi, em tempos, uma aldeia de pescadores com edificações palafíticas em madeira, construídas a pensar nas cheias de Inverno.


:: Reserva Natural do Cavalo do Sorraia ::.
Orgulhamo-nos de poder dizer que este é o único sítio da Internet dedicado exclusivamente a esta raça.


:: Vala Real de Alpiarça ::.
A Vala Real é um património natural e paisagístico de elevada riqueza e diversidade.


:: Monumentos ::.
A Casa dos Patudos -Museu de Alpiarça, é sem dúvida, em termos de monumentos, o ex-líbris de Alpiarça. No entanto, mais alguns monumentos se poderão visitar. Destacamos a Igreja Paroquial de Alpiarça, não esquecendo os mais recentes trabalhos do escultor Armando Ferreira, natural de Alpiarça, que através da sua obra muito tem contribuído para a divulgação do concelho.

 

 

 

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Concelho de Benavente
Locais de interesse
Parque Ribeirinho de Benavente
Inaugurado a 6 de Novembro de 2004, o Parque Ribeirinho de Benavente é um espaço de excelência para o lazer. Com uma vasta área verde propícia para caminhadas ou passeios de bicicleta ao longo das margens do rio Sorraia, está também ligado por um circuito pedonal ao Caís da Vala Nova e Parque de Merendas, através de uma ponte por cima das águas do rio, e ao Complexo Desportivo e de Lazer dos Camarinhais.

Na Vala Nova, o cais permite atracar pequenas embarcações, sendo por isso uma mais valia para quem gosta de desportos náuticos. Para passar o dia, desfrute das condições do Parque de Merendas. Com mesas e bancos em pedra, é só escolher a sombra que mais lhe agradar. Na zona mais próxima do "Calvário", o espaço existente permite a realização de várias actividades ao ar livre promovidas por várias entidades, bem como eventos de cariz regional ou nacional que possam motivar os interesses da população. Possibilita ainda a realização de espectáculos taurinos, nomeadamente a Picaria. A envolvência de toda esta zona de lazer com a vila, faz com que este seja um local muito "requisitado" pela população para um pequeno passeio matinal ou de fim de tarde. É por isso de extrema importância preservar o Parque Ribeirinho de Benavente, para que seja possível continuar a usufruir em pleno desta aprazível área.


Património Arquitectónico

O território do concelho de Benavente, de características tipicamente ribatejanas, apresenta uma biodiversidade muito elevada e uma notável diversidade paisagística. A riqueza ambiental é uma característica que nos distingue e nos envaidece, tal como o património histórico, desde a pequena ermida de São Brás, na Barrosa, a Fonte do Concelho de Samora Correia datada de 1758, a Igreja Matriz inaugurada em 1721 ou o Palácio do Infantado, um dos edifícios mais emblemáticos da vila de Samora. Em Benavente, salienta-se o pelourinho que foi erigido em 1516, o Convento de Jenicó mandado construir por D.Luís, o edifico da Câmara Municipal, com a sua majestosa torre metálica, ou o Museu Municipal instalado num palacete do Séc. XVIII. Nesta nota introdutória, resta fazer uma menção ao terramoto de 1909, que destruiu parcialmente muitos edifícios importantes deste concelho, sendo que, posteriormente, sofreram obras de restauro.


Território e Ambiente
O território do concelho de Benavente situa-se no domínio ecológico sub-mediterrânico, numa zona de mosaico de montado e campina, e de terrenos alúvio-mediterrânicos de natureza hidromórfica, com características naturais de pauis e sapais, em parte empregues na orizicultura ou noutras culturas de regadio mediterrânico.


Parque Ribeirinho de Samora Correia
obra que está concluída e ao dispor da população, contempla uma vasta área verde, excelente para caminhadas ao longo das margens do rio, um jardim, um parque infantil e um bar com esplanada...


Património Arqueológico
A Atalaia de Belmonte integrava, em pleno século XII, o termo de Palmela, representando o seu ponto estratégico mais avançado a Noroeste e definindo os limites com Coruche, (para substituir)...


Pontos de Interesse Turístico
Entre Tejo e Alentejo, junto à grande Lezíria Ribatejana fica o concelho de Benavente, orgulhoso das suas famosas ganadarias de reconhecido valor em todo o país, e da figura...



 

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Concelho de Cartaxo

Locais de interesse


Quinta do Gaio de Baixo
, situada a 50 quilómetros de Lisboa e a 2 quilómetros do Cartaxo, pertence à família Santos Lima desde 1873, quando o então Comendador Paulino da Cunha e Silva a comprou e a doou como dote a sua filha, D. Maria de Avelar e Silva, de quem o actual proprietário, Pedro dos Santos Lima é neto.
Esta Quinta conta com 300 hectares e teve sempre uma função agrícola, possuindo actualmente uma afamada ganadaria.
Desde 1991, iniciou-se a actividade turística, potencial descoberto através de um casamento da segunda filha do actual proprietário, Pedro dos Santos Lima.
Actualmente, a Quinta do Gaio de Baixo destaca-se pela formação de Outdoor, “Team Building”; actividades com gado bravo (safaris fotográficos, corridas de touros, vacadas, jogos vários); realização de casamentos; baptizados e festas.
Visite o site http://www.quintagaio.com


Roteiros
Conheça o Concelho do Cartaxo


PROGRAMA DE MEIO DIA DE VISITA AO CONCELHO DO CARTAXO

Circuito do Património

CARTAXO
Igreja São João Baptista (Séc. XIV – séc. XVII); Cruzeiro Manuelino (M.N. – séc. XVI); Museu Rural e do Vinho

VALE DA PINTA
Igreja de São Bartolomeu (séc. XIV – séc.XVI); Poço de São Bartolomeu (séc. XII)

EREIRA
Igreja Matriz (séc. XVI); Núcleo Museu Rural e do Vinho

LAPA
Moinho de Vento

PONTÉVEL
Igreja Nª Srª Purificação (I.I.P.,séc. XVII); Ponte Romana

VALADA
Zona ribeirinha: Praia fluvial e aldeia da Palhota

VILA CHÃ OURIQUE
Palácio Chavões (I.I.P., séc. XVI); Monumento à Batalha de Ourique (1932); Igreja Matriz (séc. XVIII); Quinta da Fonte Bela; Quinta da Amoreira

Circuito “Cartaxo, Capital do Vinho”

CARTAXO
Quinta do Gaio de Baixo: Welcome drink + Passeio aos toiros bravos em tractor / Exibição de jogos de cabrestos com campinos

Contacto: D. Pedro Santos Lima

Telef.: 243.770943

e-mail: [email protected]

Museu Rural e do Vinho

Telefone: 243701257
Fax: 243702641


Encerra às segundas-feiras

Horário:
De terça a sexta-feira: 10.30h - 12.30h
15.00h - 17.30h


Sábados, Domingos e Feriados: 9.30h - 12.30h
15.00h - 17.30h

VALADA
Zona ribeirinha (desportos náuticos); aldeia avieira da Palhota

VILA CHÃ OURIQUE
Quinta da Fonte Bela
Telef.: 243.700720

Fax: 243.700729

Horário: Terça a Sexta: 10h00-13h00; 14h00-17h00
Sábados e Domingos: 10h00-13h00; 14h00-17h00

Quinta da Amoreira
Telef.: 243.789055
Fax: 243.789055

Horário: Dias úteis: 10h00-12h30; 14h00-18h00
Sábado: 10h00-13h00


Igreja Matriz de Cartaxo - Cartaxo

Reconstrução do século XVII e nada possui sob o ponto de vista da arquitectura.

É a igreja matriz da freguesia do Cartaxo cujo orago é São João Baptista.

Uma lápide na fronteira lembra a data da sua consagração, em 31 de Agosto de 1522, por D. Ambrósio Pereira Brandão, bispo de Ressiona.

No interior, decobre-se a ampla nave única. O tecto, de madeira, desdobra-se em três planos.

As paredes da capela nova são revestidas com silhares de azulejo do género azul e branco, figurados com cenas da vida de S. João Baptista.
O Altar-mór tem talha dourada.

Todo o conjunto data do séc. XVIII.

Ao lado da Igreja, existe um cruzeiro coberto com alpendre de madeira que data do 1º quartel do séc. XVI.


Cruzeiro do Senhor dos Aflitos - Cartaxo


Monumento Nacional, com a imagem do Senhor dos Aflitos crucificado, escultura em pedra, obra de grande valor artístico, não só pela perfeição dos seus rendilhados, como pela nitidez das figuras que os ornatos são feitos de uma só pedra. Pertencente ao extinto Convento da Ordem de S. Francisco de onde veio, sendo colocada em frente à Igreja Matriz, onde permaneceu até 1869, data em que foi transferido para o lado da já referida igreja e onde se mantém até aos dias de hoje.

 

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Concelho de Chamusca


Locais de interesse

Património


Edifício dos Paços do Concelho
Edifício onde está sedeada a Câmara Municipal de Chamusca


Edifício S. Francisco
Centro de congressos e alojamento com um belo miradouro para lezíria...


Monumentos no Concelho
Alguns dos mais emblemáticos icons do concelho da Chamusca


Ponte da Chamusca
Uma importante obra realizada no Concelho durante o século passado


Clube Agrícola da Chamusca
Antigo Grémio Agrícola, com estutos aprovados em 24 de Novembro de 1900


Fontes, Fontenários e Chafarizes Municipais
Espaços públicos com um historial secular na Vila da Chamusca


Mercado Municipal da Chamusca
Local de diversas actividades económicas situado no centro da Vila


Praça de Touros da Chamusca
Chamusca, terra aficionada! Mantêm vivas tradições à muitas gerações...

 

Zona Ribeirinha


Arripiado
Aldeia de grande beleza, edificada em declive que desce até ao Tejo, tem vista panorâmica sobre o Castelo de Almourol e a imensidão da Lezíria que aqui começa...


Castelo de Almourol
Situando-se em plena ilhota rochosa entre as margens do Rio Tejo...


Passeio Ribeirinho no Arripiado
Espaço de grande beleza, convida ao lazer e a passeios à beira-rio...


Portos Fluviais
Espaços de lazer e de contacto com a natureza junto à margem do Rio Tejo


Percurso Pedestre do Almourol
Mude os seus hábitos, dê qualidade à sua vida!


Barca do Arripiado
Com funcionamento diário, permite inesquecíveis passeios pelo rio Tejo...


A Lenda do Arripiado
O povo passou a chamar de "Aripeada", à bela Aldeia do Arripiado...

Charneca e Campina


Carregueira
Famosa pelos seus laranjais... Tem junto à sua Mãe d'Água um agradável espaço de lazer...


Chouto
Capital da Charneca, onde se realiza a tradicional e centenária Feira de S. Pedro. Na sua imensa área de freguesia é frequente verem-se manadas de gado bravo pastando...


Parreira
Freguesia jovem, tem na floresta a sua principal riqueza. Oferece óptimas condições para o repouso e prática de actividades em plena Natureza, com destaque para a caça.


Pinheiro Grande
Situando-se a nordeste da vila de Chamusca a uma distância de 4 km aproximadamente.


Ulme
Vila gémea da Chamusca, antiga sede de concelho, conserva ainda a Casa da Forca, onde estava instalada a Câmara e se fazia justiça. Ao longo da sua Ribeira, funcionaram até há bem pouco tempo dezenas de moinhos...


Vale de Cavalos
Abundantes vestígios romanos provam a antiguidade da presença humana neste lugar entre a Charneca e a Campina. Merece destaque a Igreja de Nossa Srª dos Remédios

 

Artes e Cultura


Coreto da Chamusca
Um espaço de animação e tradição cultural na Vila da Chamusca


Cine-Teatro da Misericórdia da Chamusca
Um renovado espaço de promoção de diversas actividades de carácter cultural


Teatro de Bolso na Chamusca
Espaço de dinamização cultural vocacionado a pequenas produções teatrais...


Casa das Artes no Arripiado
Local de exposições e diversas actividades culturais no Arripiado


Biblioteca Pública Municipal
Um espaço de cultura e lazer no seio da comunidade chamusquense


Galeria Municipal (Futuro Posto de Turismo)
As exposições de cariz artístico, cultural e social têm aqui um local comum


Núcleo Museológico da Funerária
Possui valorosas peças antigas referentes ao culto dos mortos...


Espaço Internet da Chamusca
Um espaço de cultura aberto a toda a comunidade, com utilização gratuita...



 

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Concelho de Constância

Constância, Vila Ribeirinha que nasce no verdejante encontro do Tejo com o Zêzere! Antiga Punhete, nome derivado do romano “pugna tagi” (luta do Tejo) pela rebeldia das águas na confluência dos rios. D. Maria II mudou-lhe o nome para Constância em 1836, pela “constância” que os seus habitantes demonstraram no apoio à causa liberal. Terra intimamente ligada aos rios que a abraçam, hoje vive essencialmente do aproveitamento turístico das suas belas paisagens, da fruição de todo o POMTEZE (Plano de Ordenamento das Margens do Tejo e do Zêzere) e da tranquilidade das águas que passam aos seus pés.

A Igreja de Nossa Senhora dos Mártires, o Pelourinho, a Igreja da Misericórdia, a Casa Memória de Camões, a Torre do Relógio e a Capela de Sant’Ana são apenas alguns elementos do Património desta lindíssima vila que guarda dentro das suas portas pedacinhos preciosos da nossa História, os quais originam magníficos Roteiros Turísticos. De posição altaneira espreita a Igreja Matriz. Construída a partir de uma capela inicial da segunda metade do século XVI, ostenta um tecto pintado por José Malhoa em 1898. Lá do cimo até ao Tejo é como se percorrêssemos um presépio, cheio de vida.

No alto de Santa Bárbara, encontra-se o Centro Ciência Viva – Parque de Astronomia, uma infra-estrutura que constitui um convite à participação em actividades baseadas na Astronomia e noutras áreas científicas. Com parte considerável dos equipamentos instalados ao ar livre, num ambiente de intensa arborização, o convívio com a ciência neste Centro proporciona, simultaneamente, um pleno contacto com a natureza.

Na margem Norte do Tejo estende-se Montalvo, onde se situam o Mosteiro de Nossa Senhora da Boa Esperança, habitado por uma comunidade de irmãs Clarissas, e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção, do século XVIII.

A Sul fica Santa Margarida da Coutada. A sua Igreja Matriz, seiscentista, guarda uma imponente imagem em pedra da Santíssima Trindade, do século XVI, de grande valor artístico. É também nesta freguesia que se localiza o Parque Ambiental de Santa Margarida, um espaço de seis hectares onde, para além de desfrutar de momentos de calma, contemplação e convívio, pode encontrar informação e formação ambiental. Além do prazer de uma visita ao Parque, este espaço ambiental oferece ao público uma agenda recheada de múltiplas iniciativas.

Situado numa zona muito central do país, bem servido de Acessibilidades, através da A 1, da A 23, da Estrada Nacional 3 e do Caminho-de-Ferro do Leste, o Concelho de Constância é um pequeno município que guarda grandes riquezas do Passado e encara com optimismo o seu Futuro, assente na diversidade dos seus recursos e na complementariedade do trabalho da sua população.

Fruto dos excelentes recursos naturais, nos quais o Concelho é riquíssimo, Constância dispõe de uma panóplia de actividades de Turismo Activo, direccionadas para os diversos segmentos da população. Durante todo o ano são muitas as actividades que temos para lhe oferecer, muitas das quais se intensificam por ocasião das nossas Festas, Feiras e Romarias.

Depois de lhe apresentarmos o Concelho, esperamos pela sua visita e pela sua estadia. Desfrute dos sabores da nossa Gastronomia, disponível nos restaurantes e estabelecimentos da vila e aprecie o nosso Artesanato típico de um concelho cujas raízes assentam nas memórias dos rios e no saber da terra.

HISTORIA
No encontro do Zêzere com o Tejo nasceu a antiga Punhete, terra cuja História está intimamente ligada aos rios e às actividades que eles proporcionavam: o transporte fluvial, a construção e a reparação naval, a travessia e a pesca.

D. Sebastião elevou-a a vila e criou o Concelho, em 1571, reconhecendo o desenvolvimento que já então alcançara. D. Maria II, em 1836, mudou-lhe o nome para Constância, em atenção à constância que os seus habitantes demonstraram no apoio à causa liberal.

Terra de sedução e de poesia, diz a tradição que acolheu Luís de Camões por algum tempo, e a memória do Épico faz parte da alma da vila.

A chegada do caminho-de-ferro, no século XIX, e do transporte rodoviário, em meados do século XX, a par da construção das barragens, provocaram a decadência das actividades tradicionais e a vila teve de mudar de vida, virando-se para o aproveitamento turístico das suas belezas, do encanto das suas paisagens e da tranquilidade dos seus rios.

Dos tempos antigos guarda a memória dos marítimos e da sua faina, através da Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem, um dos maiores acontecimentos do seu género em Portugal.

O Concelho integra também as freguesias de Montalvo e de Santa Margarida da Coutada, uma de cada lado do Tejo. Em Montalvo, que ainda preserva muito do seu carácter rural, numa paisagem de quintas, hortas e olivais, está em plena actividade uma Zona Industrial que cria postos de trabalho e fixa população. Santa Margarida, que acolhe a maior concentração militar do nosso país, é uma freguesia predominantemente ocupada por floresta, onde se encontra instalado o Parque Ambiental que proporciona excelentes condições para actividades de lazer, de ar livre e de conhecimento da natureza.

Bem servido de acessibilidades, através do caminho-de-ferro do Leste e da A23, e situado numa zona muito central do país, o Concelho de Constância é um pequeno município que guarda grandes riquezas do Passado e encara com optimismo o seu Futuro, assente na diversidade dos seus recursos e na complementaridade do trabalho da sua população.

António Matias Coelho


Parque do Almourol

O Projecto "Parque do Almourol" pretende dinamizar economicamente uma área de 12km do rio Tejo num espaço compreendido entre Constância, Arripiado e Vila Nova da Barquinha.

O principal objectivo deste projecto de investimento consiste em transformar este espaço no principal centro de turismo activo e de aventura, de natureza, de lazer, e de formação outdoor do país. Os promotores deste projecto são as Câmaras Municipais de Chamusca, Constância, Vila Nova da Barquinha e a Associação Empresarial - NERSANT, através da criação de uma sociedade de capitais mistos, Sociedade Parque Almourol, Lda.

Está-se a implementar um projecto de investimento que ronda os 33.6 milhões de euros, repartindo-se pelas autarquias, pela Sociedade Parque Almourol e também por privados. O management do projecto e a sua coordenação foi efectuada pela Sociedade Parque Almourol.

Parque do Almourol - Promoção e Desenvolvimento Turistico, Lda.
Centro de Empresas de Constância - Rua Luís de Camões nº9 - 2250 Constância
Telefone: 249 730 270 - Fax: 249 730 279

Web: http://www.parquealmourol.com



 

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Concelho de Coruche
Locais de interesse


Ponte da Coroa - Pego das Armas
Freguesia de Coruche
À saída da vila de Coruche, junto às pontes metálicas, encontra-se esta ponte construída com tijolo da região, em 1828, e cujo nome se deve ao facto de nela se empregarem, para a construção e reparação, as sisas reais.
Tem uma lápide, que ostenta o escudo, a coroa e o dístico latino empregue nas obras de utilidade pública. Encontra-se classificada como «Monumento de interesse público» (1983).
Permite, ainda hoje, a passagem sobre uma das zonas mais perigosas do rio: o Pego das Armas. Este nome, «Pego das Armas», advém de uma lenda que remonta aos tempos de D. Afonso Henriques: Quando o rei tomou Coruche, os mouros, em debandada, fugiram a caminho do rio. O monarca tomou-lhes o passo, cercou-os e convidou os que quisessem a permanecer nestas terras. Aceitaram, perante as garantias dadas. Como se fosse a assinatura de um pacto de paz, cristãos e mouros lançaram para o fundo do pego as armas.


Estação Arqueológica do Cabeço do Pé d'Erra
Freguesia de Vila Nova da Erra
Nesta estação foram encontrados vestígios que confirmam a fixação das populações desde o período Paleolítico. Foram encontrados, ainda, objectos que datam do período Calcolítico, cerca de 3000 anos antes de Cristo. Alguns desses objectos, segundo parecer especializado, situam-se entre 2800 e 1500 a.C. Presume-se que neste local existiu um aglomerado populacional da época e que os seus habitantes viviam da pastorícia e da agricultura.
Esta Estação Arqueológica encontra-se de momento fechada ao público e os estudos estão suspensos.


Açude da Agolada
Património Natural
Com cerca de 226 ha e uma albufeira com 1 km de comprimento, situa-se a 2,5 km da vila de Coruche, num ambiente saudável, tranquilo e relaxante. Rodeado de vegetação frondosa e abundante (sobreiro e pinheiro, essencialmente), o açude concede numerosas alternativas para quem gosta de desporto.


Igreja de São Mateus
Freguesia de Vila Nova da Erra
Templo da extinta Santa Casa da Misericórdia da Vila Nova da Erra a Igreja de São Mateus, em estilo românico, apresenta um painel de azulejos tipo «mudejar» do século XVI e uma pia de água benta que, em vez de coluna, possui uma figura de pedra (século XIX) de quase total relevo, com os braços cruzados acima da cabeça, sendo eles que sustentam a taça, também de pedra (século XVI). O povo chama a esta figura a «Erra Velha». A fachada apresenta um portal rectangular sobrepujado por uma janela para iluminação do coro alto. Por cima da janela, num nicho, está uma Virgem (escultura de pedra, grosseira, do século XVI).


Pelourinho
Freguesia de Coruche

Rio Sorraia
Património Natural
Com um curso de aproximadamente 60 km, é junto ao Couço, na Herdade de Entre Águas, que da união das ribeiras do Sor e do Raia nasce o rio Sorraia, atravessando calmamente o concelho, indo juntar-se ao Tejo na lezíria de Vila Franca de Xira. Como afluente da margem esquerda do rio Tejo, é o maior e mais importante, delimitando o Alentejo do Ribatejo e dotando a região que atravessa de características únicas.
Teve ao longo dos tempos um papel vital para a região e, segundo registos históricos, já romanos e árabes aqui se fixaram, usufruindo dele no campo agrícola e como meio de comunicação, para exportar os produtos cultivados nas férteis terras do Vale do Sorraia, onde desenvolveram engenhosos sistemas de irrigação que chegaram aos nossos dias. Há cerca de 40 anos ainda era navegável, tendo conhecido até então um significativo tráfego fluvial de escoamento de produtos agrícolas e florestais, nomeadamente cortiça, madeiras e cereais. Apresentando uma corrente ligeira ou quase nula, uma profundidade média de 1,70 m, abundam no seu caudal várias espécies, nomeadamente bogas, carpas, barbos e bordalos, tendo-se desenvolvido em toda a zona a pesca artesanal de rio.
Esta riqueza piscícola tornou-o também num local privilegiado para a prática da pesca desportiva. Sendo considerado um dos melhores pesqueiros nacionais, realizaram-se aqui diversos campeonatos do mundo de pesca desportiva.


Igreja de Santa Justa
Freguesia do Couço


Igreja de Santo António
Freguesia de Coruche


Aqueduto do Monte da Barca
Freguesia de Coruche


Ermida de Nossa Senhora do Castelo
Freguesia de Coruche
No monte sobranceiro à vila ergue-se esta ermida da invocação de Nossa Senhora do Castelo no local onde, outrora, se levantava um castelo que foi cenário de frequentes escaramuças entre muçulmanos e cristãos, aquando da Reconquista.
Do miradouro avista-se um deslumbrante panorama sobre a várzea, numa planície a perder de vista, onde os campos do Sorraia se desdobram em tons de verde e oiro até à linha do horizonte.
A ermida, segundo a tradição, foi fundada por D. Afonso Henriques, conservando-se nela um retrato deste rei. Sofreu, ao longo dos anos, várias restaurações, apresentando-se, hoje, airosa e atraente, com o seu pequeno templo e torre debruados a azul-ferrete, próprio da região.
Diz a lenda que, alguns anos após a reedificação do santuário dedicado a Nossa Senhora do Castelo, a povoação de Benavente, sentindo-se em perigo perante o avanço de alguma algara moura, enviou a Coruche uma comissão a pedir a imagem da Senhora do Castelo, pois acreditavam que assim seriam protegidos e defendidos.
Perante o perigo, os coruchenses acederam.
Passado o ataque, em que os inimigos foram desbaratados por completo, nada de devolver a imagem ao seu pequeno santuário. Os coruchenses reclamaram. Nada. O senado da Câmara enviou um representante ao senado de Benavente. Voltam sem ter conseguido o que pretendiam. Mas, ao regressar, quando já se aproximavam da linha divisória dos dois concelhos, algo se lhes depara: a imagem de Nossa Senhora do Castelo ali estava, mesmo sobre a linha divisória, mas voltada para Coruche. Era para ali que queria ir.
No adro, em frente da porta da entrada, virada para sul, na calçada, está escrito em letras de pedra negra: «Concluída em XXV (aqui quase ilegível) de Julho de MDCCCLVI com os generosos donativos dos habitantes desta villa – Directores J.A.B. e F.M.C.O.»
A capela é muito comprida e pouco larga, de uma só nave, com púlpito em pedra e arco do cruzeiro em mármore rosa.
Ocupando uma parede, o altar-mor, todo de talha dourada, ladeado das figuras de São José e São Pedro, tem, acima do sacrário, a imagem de Nossa Senhora com o Menino, de pé, sobre um trono simples.
O tecto da capela, em abóbada, está ornamentado com várias pinturas religiosas, destacando-se a da capela-mor, representando a «Coroação de Nossa Senhora» rodeada de anjos flutuando. Pendente do tecto da nave pode ver-se um antigo lustre de cristal.

 

Torre do Cemitério
Freguesia de Vila Nova da Erra


Igreja de Santa Ana
Freguesia de Santana do Mato


Igreja de São Pedro
Freguesia de Coruche


Açude do Monte da Barca
Património Natural


Igreja da Misericórdia
Freguesia de Coruche

Antas do Peso
Freguesia do Couço
A cerca de 45 km da vila de Coruche, no extremo sul do concelho, encontram-se as Antas do Peso, datáveis, grosso modo, dos períodos Neolítico e Calcolítico.

 

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Concelho de Entroncamento

História
O Entroncamento é cidade e sede de concelho com 13,8 quilómetros quadrados e 18.174 habitantes (Censos 2001). Localiza-se no Vale do Tejo e pertence à Região Centro, sub-região do Médio Tejo. Situado no centro do Ribatejo, beneficia da sua inserção geoestratégica na região do Vale do Tejo e de boas acessibilidades ferroviárias e rodoviárias. Tem duas freguesias, uma de cada lado da linha férrea que atravessa o concelho. Confina com o concelho da Golegã a sul, com o de Torres Novas a poente e a norte, e com o concelho de Vila Nova da Barquinha a nascente. Dista 7 km de Torres Novas, 19 km de Tomar, 43 km de Santarém e 120 km de Lisboa.

Nasceu em meados do séc. XIX, com os alvores da construção ferroviária, e começou por ser uma simples estação de caminhos de ferro. Por perto existiam dois lugarejos de poucos habitantes (o Casal das Vaginhas e o Casal das Gouveias), onde se vieram estabelecer os primeiros trabalhadores. Os técnicos eram, na sua maior parte, estrangeiros, a mão de obra veio, numa primeira fase, de diversos pontos do país, depois acentuou-se o afluxo de trabalhadores vindos da Beira Baixa e Alentejo.

O nome da cidade deriva do entroncamento ferroviário que aqui se formou, com a junção das Linhas do Norte e do Leste, em 1864. Charneira das ligações com o Leste e Beira Baixa, a estação do Entroncamento foi, durante décadas, ponto de paragem obrigatória para quem mudava da linha do Norte para a do Leste e vice-versa, quando o comboio era o meio de transporte mais utilizado. Nesse tempo, muitos viajantes ilustres vindos da Europa pela Linha do Leste, ou fazendo o percurso inverso, almoçaram ou jantaram no restaurante da estação. Nas suas obras literárias, vários escritores se lhe referiram: Hans Christian Andersen, Ramalho Ortigão, Eça de Queiroz, Alberto Pimentel, Luzia (pseudónimo de Luísa de Freitas Lomelino) e Eduardo Meneres.

A estação do Entroncamento conheceu figuras da cena política, desde a realeza até ao pós-25 de Abril. Assistiu, em 1915, ao atentado a João Chagas, político e jornalista, que seguia para Lisboa para assumir a direcção de um novo governo, após a ditadura do general Pimenta de Castro.

Embora pequena, a povoação nascente pertencia a duas freguesias e a dois concelhos, porque a via férrea assim determinara: a poente das linhas, situava-se na freguesia de Santiago, concelho de Torres Novas, a nascente da via, o território pertencia à freguesia de Nossa Senhora da Assunção da Atalaia, concelho de Vila Nova da Barquinha.
A pequena aldeia foi crescendo, devido ao desenvolvimento dos transportes ferroviários e às respectivas estruturas de apoio aqui construídas – oficinas e escritórios. A instalação de aquartelamentos militares, a partir de 1916, determinada pela situação geográfica e as acessibilidades ferroviárias, aumentou ainda mais a importância estratégica deste lugar em pleno desenvolvimento e, consequentemente, aumentou também a população. Aos ferroviários vieram juntar-se os militares e respectivas famílias.

Em 25 de Agosto de 1926 a povoação foi elevada a freguesia, em 1932 a vila e em 24 de Novembro de 1945 foi promovida a concelho. Aos 20 dias do mês de Junho de 1991 o Entroncamento é elevado a cidade. Entre estas datas, o percurso foi de emancipação progressiva dos concelhos a que tinha pertencido, libertando-se, em primeiro lugar, de Torres Novas e depois da Barquinha. Ser, no mesmo século, aldeia, vila e cidade talvez seja um destino pouco comum na história das terras portuguesas.

Do pequeno núcleo de operários e respectivas famílias que povoaram esta terra no final do século passado, chegou-se aos anos trinta com mais de 3.000 habitantes, em 1945 eram já 8.000 e esta progressão foi continuando ao longo do tempo. Em Março de 2005, estima-se a população actual em cerca de 18.780 residentes (cálculo efectuado com base no número de eleitores, multiplicado pelo índice 1,2). O aumento populacional e a expansão contínua da área habitada justificaram que, em 2003, fosse criada uma segunda freguesia (Lei 68/2003, de 26 de Agosto). Voltou-se, assim, à situação inicial: uma freguesia a poente da via férrea (Nossa Senhora de Fátima), a outra a nascente (São João Baptista), mas as duas pertencendo agora ao concelho do Entroncamento.

A taxa de crescimento demográfico desta localidade, entre 1981 e 1991, foi de 18,8%, a mais elevada do Médio Tejo, contrariando a tendência geral nesta região para um declínio acentuado da fecundidade e acentuado envelhecimento populacional. De 1991 a 1996, a população aumentou de 14.226 habitantes para 15.500, com uma taxa de crescimento mais baixa do que nos anos anteriores (9%), mas que fez do Entroncamento o concelho do Médio Tejo com maior densidade populacional. O número estimado para a população actual (18.780) não contempla os residentes recenseados noutras localidades nem a população flutuante, dependente de trabalhos temporários. Efectivamente, é tido como certo que o Entroncamento tem mais de 20.000 habitantes.

Nos anos quarenta do século XX, o Entroncamento era, depois do Barreiro, o segundo meio operário do país, representando o operariado mais de metade da sua população. A CP dotara a povoação de uma série de estruturas de apoio social, de uma dimensão talvez única a nível nacional, criando bairros para os empregados, uma escola, um armazém de víveres, um dispensário anti-tuberculoso que funcionava como um centro de saúde, e ainda fomentava actividades desportivas. Paralelamente, com a evolução das tecnologias e o desenvolvimento das actividades ferroviárias, ia expandindo a área oficinal e reforçando a formação de pessoal, que teve o seu ponto alto na criação de um centro de formação, hoje designado por FERNAVE, um enorme edifício criado de raiz para estas funções, e que albergou o Instituto Superior de Transportes.

A partir dos anos setenta, devido a alterações conjunturais ditadas pela história e pelo passar do tempo, esta situação inverteu-se. Com a gradual substituição da tracção a vapor pelo equipamento diesel e eléctrico e a introdução de novas tecnologias, assistiu-se à diminuição da mão de obra e à implementação de novas profissões, surgiram outros centros de interesse e de actividade profissional. Hoje, o Entroncamento ainda tem muitos residentes ligados profissionalmente aos caminhos de ferro, mas sem a dimensão do passado. As principais actividades do concelho são agora o comércio e serviços, e indústrias ligadas à construção civil. Dados recentes, do INE, sobre o poder de compra concelhio em 2004, apresentam o Entroncamento como o concelho que evidencia maior poder de compra no distrito de Santarém.

Neste novo quadro social e económico, a matriz primeira do Entroncamento não está esquecida. Consciente das suas raízes e da importância do seu complexo ferroviário na história dos caminhos de ferro portugueses, a 24 de Novembro de 2004, data de aniversário da fundação do concelho, a cidade acolheu com entusiasmo e expectativa a apresentação da proposta preliminar de ordenamento (revisão do plano director) do Museu Nacional Ferroviário Armando Ginestal Machado e da Fundação que o vai gerir, sua legítima aspiração desde os anos setenta do século passado.

Escola Camões
A Escola Camões foi construída para substituir uma outra escola com o mesmo nome, da Companhia dos Caminhos de Ferro, e localizada na Rua D. Afonso Henriques, perto do actual Dormitório da C.P. A primitiva, que datava de 1883, ainda coexistiu com a segunda (mantendo ambas o mesmo nome) cerca de 22 anos. Foi demolida em 1950.

Pouco se tem falado sobre a origem do nome Camões, e para o explicar há que ir às raízes da primeira Escola. O projecto foi aprovado em 1879 e, em 1880, foi escolhido o nome do poeta, para acompanhar o movimento comemorativo do centenário de Camões, o que significa que a Escola Camões já ultrapassou um século de vida, não como edifício, mas como instituição.

A actual Escola Camões foi projectada pelos arquitectos Luís da Cunha e Cottinelli Telmo, assim como o Bairro circundante, inspirado nos modelos da “cidade jardim”. Chegou a ser considerado o melhor edifício escolar do país, devido à sua arquitectura e instalações.

Recebeu os primeiros alunos em Janeiro de 1928. A Escola destinava-se aos filhos dos funcionários da C.P., mas recebia também alunos filhos de não ferroviários. À noite, frequentavam as aulas os funcionários da Companhia que queriam completar a escolaridade elementar.

Ao longo dos anos, a Escola foi tendo várias funcionalidades. Depois de Escola Primária foi Externato, Escola de Aprendizes da C.P., Liceu e Centro de Ensino e Recuperação de crianças e jovens com deficiências. Actualmente encontra-se encerrada.




Museu Nacional Ferroviario



O Museu Nacional Ferroviário (MNF), inaugurado a 18 de Maio de 2007, apresenta-se como uma instituição museológica polinucleada, constituída por um Museu Central, situado no Entroncamento, e diversos Núcleos Museológicos distribuídos pelo território nacional .

O perímetro museológico central ocupa uma área de 4,5 hectares e integra dezanove linhas de caminhos de ferro, a Sede da Fundação, o antigo Armazém de Víveres e outros edifícios de relevante importância histórica, todos eles em fase de readaptação a espaços de Exposição, Reserva e instalação dos Serviços de Apoio.

Os Núcleos Museológicosdistribuem-se actualmente por Arco do Baúlhe, Bragança, Chaves, Lagos, Lousado, Macinhata do Vouga, Nine, Santarém e Valença, sendo que nestes espaços a filosofia das exposições, das incorporações, da inventariação e da conservação do património ferroviário obedece aos princípios emanados pelo Museu Central. Não obstante, a FMNF pode acordar com as Câmaras Municipais onde esses núcleos se encontram sediados formas de gestão partilhada, tal como ocorre actualmente com os núcleos de Lousado, Chaves e Macinhata do Vouga.
Dada a complexidade científica e técnica do seu acervo patrimonial, o Museu Nacional Ferroviário integra-se no ramo da Museologia Industrial, enquanto disciplina académica, coincidindo cronologicamente com a definição, implementação e projecção da cultura ferroviária, a um nível nacional e internacional, desde os finais do século XVIII até à actualidade.
Neste sentido, interessa ao Museu Nacional Ferroviário a identificação, conservação e valorização deste património, respeitando as suas diferentes fases tecnológicas, bem como a sua relação intrínseca com a história dos transportes e da produção industrial, atendendo à evolução própria dos diferentes serviços e equipamentos relacionados com a exploração ferroviária.

Atendendo a estes princípios, as mostras expositivas do Museu e respectivos Núcleos Museológicos integram um conjunto variado de colecções associadas à temática ferroviária, as quais constituem o acervo patrimonial nacional, com destaque para o material circulante e todo um conjunto de objectos que o complementam.
O Museu Nacional Ferroviário pretende assim afirmar-se no contexto da museologia ferroviária nacional e internacional, não só pela qualidade do seu espólio, mas também pelo rigor científico e técnico das suas intervenções, pelo interesse, importância e carácter inovador dos seus projectos e pelo carácter pedagógico e apelativo das suas actividades, dirigidas a um público cada vez mais alargado.




(Veja Mais em Câmara Municipal de Entroncamento)

 

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Concelho de Ferreira do Zêzere


Toda a região em que se insere este concelho é muito acidentada e com estrutura geológica variada. A maior parte é constituída por terrenos provenientes da desagregação de xistos, quartezitos e grês, existindo na periferia da vila terrenos de várzea bastante férteis.

Sob o ponto de vista topográfico, a vila situa-se numa pequena "crista" com uma altitude média de 350m. A única depressão com maior significado situa-se a norte do aglomerado, a que corresponde uma linha de água que torna essa zona mais húmida. Assim, o relevo não teve influência directa e decisiva no desenvolvimento da Vila, pois embora o núcleo embrionário apareça no cabeço, a sua expansão fez-se de uma forma radial, no sentido de todos os pontos cardeais, ao longo do traçado de vias de comunicação, que, estas sim, foram directamente marcadas pela sinuosidade própria das elevações.

O concelho é limitado a nascente pelo importante curso de água - Rio Zêzere, que deu nome à vila, e no qual se situa uma importante obra de hidráulica - albufeira do Castelo de Bode. Toda a região tem um subsolo bastante rico em água, excepto a zona de Chãos.



Origem do nome
No início do século XIII, Pedro Ferreiro, besteiro de D. Sancho, a quem este doara parte da área actual deste município, atribui foral a então denominada Vila ferreiro.
Dada a proximidade do rio Zêzere, já em tempo da monarquia liberal, a vila vem chamar-se Ferreira do Zêzere.

História
Em 1159, D. Afonso Henriques doa à Ordem dos Templários o termo de Cêras, que inclui cerca de metade da área do Concelho. Assim pela primeira vez, é feita referência ás terras de riba-Zêzere na documentação de doação.

Em 1190, D. Sancho e sua mulher doam a sua herdade de Vale de Orjais a Pedro Ferreiro, um besteiro do rei, como recompensa pela sua bravura contra os mouros na defesa de Montemor – o – Novo.

Trinta e dois anos mais tarde, é atribuído foral a Vila Ferreiro por Pedro Ferreiro e Maria Vasques, A partir de 1306 passa a pertencer aos Templários. Em 1319 transita para a Ordem de Cristo, dividida em diversas comendas (células administrativas concedidas a eclesiásticos e cavaleiros de ordens militares).

D. Nuno Rodrigues, mestre desta ordem, coloca a primeira pedra para construção dos paços de Ferreira do Zêzere em 1362.

Corre o ano de 1517, quando as populações se recusam a prestar juramento em Vila de Rei e o Rei D. Miguel termina o conflito, decidindo que Ferreira do Zêzere tenha forca e pelourinho próprios. Mais tarde, em 1531, D. João III torna-a Vila.

Durante o século XVI este local conhece inúmeros lugarejos devido à forte dispersão de localidades.

Ao longo dos tempos é alvo de grandes impasses no seu desenvolvimento, tais como a peste e as invasões Francesas.

A configuração do actual concelho é delimitada em 1836 pela reforma administrativa de Rodrigo da Fonseca Magalhães, entre 1940 e 1950.

 




(Veja Mais em Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere)

 

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Concelho de Golegã
Locais de Interesse


Reserva Natural do Paúl do Boquilobo - A Quinta do Paul do Boquilobo, foi pertença das Ordens do Templo e de Cristo, sendo doada pelo rei D. João I ao seu filho Henrique.

Outrora dominado pelo bunho, daí a antiga designação de Bunhal, o Boquilobo é alimentado pelos caudais do Almonda e do Tejo apresentando uma acentuada variação do nível das águas entre o verão e a época de inverno/primavera. A paisagem vegetal, é dominada pela presença de maciços de salgueiros ao longo das linhas de água e em densos núcleos nas zonas mais inundáveis. Caniçais e bunhais ocupam áreas restritas. Um cortejo de plantas aquáticas vegeta nas zonas permanentemente alagadas para além de espécies infestantes, como o Jacinto-de-água que, em determinadas épocas, cobrem rapidamente as valas. Montados e pastagens envolvem a zona húmida.

O Paul do Boquilobo alberga o mais importante garçal do território português e é importante local de concentração para espécies invernantes nomeadamente anatídeos, galeirões e limícolas. Único local em que se reproduz o Zarro-comum e um dos poucos em que nidificam a Gaivina-dos-paúis e o Colhereiro. Principal refúgio português da Piadeira e do Pato-trombeteiro e ponto de passagem de migradores passeriformes.

Várias espécies de peixes como o Ruivaco e a Boga-portuguesa, ambos endemismos lusitanos, frequentam as suas valas. O paul acolhe mais de uma vintena de espécies de anfíbios e répteis bem como pequenos mamíferos: Lontra, Toirão, Rato-de-Cabrera...

Veja ainda:

Igreja Matriz Golegã
Casa Estúdio - Carlos Relvas e Pelourinho
Equuspolis

Quinta de Santo António e Quinta da Cardiga

Quinta do Salvador, Capela de S. João e Ermida da Piedade - Azinhaga

Quinta de Mato Miranda
Quinta da Broa e Casa da Ponte
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos e Igreja Matriz de Azinhaga

Capela de Santo António, Edifício da Misericórdia, Capela de S. José, Solar dos Serrão e Capela do Espírito Santo

 

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Concelho de Mação

O Concelho de Mação tem um nome para o qual tem sido apontadas várias origens etimológicas. Seria manso-mansionis latino, que deu o nosso mansão, com os significados de residência, lugar, sítio, os romanos davam-lhe vários significados. Cícero dava-lhe o significado da paragem, demora em algum lugar. Suctónio dava-lhe o significado de estalagem. Plínio empregava-o viagem de um dia.
Uma outra hipótese etimológica é a de atribuir a origem do nome da terra aos francos. Do francês Maçon (pedreiro). Seria o caso de um pedreiro franco se fixar aqui e no exercício da sua profissão dar o nome ao povoado?
Uma outra é a de ter início à povoação um nome de nome Maçam que era a forma portuguesa de Marçal.
Toda esta região ligada fisicamente à Beira Baixa, remonta ao período do Paleolítico, na Pré-história, era da qual se encontram muitos vestígios.
A Região da Beira é tida como uma região erma, cujo despovoamento se terá dado entre a invasão árabe e o início da primeira dinastia, mas existem inúmeros vestígios romanos, levando a crer que este império tenha dominado a região nos primeiros séculos da nacionalidade.
Mação era nos começos da nacionalidade um pequeno lugar que pertenceu até ao 1.º quartel do séc. 14, ao Termo de Belver na Ordem de Malta.
A Rainha Santa Isabel outorgou-lhe o 1º foral, em data indeterminada.
O 2º foral foi-lhe concedido por D. Pedro I em 15 de Novembro de 1355.
No reinado de D. João III foi passada carta de aforamento de uma das terras no termo da Vila de Mação a João Alves Castelhano.
Já no começo do séc. XVIII era sede do Cabeção das Cizas, das cinco Vilas: Mação, Amêndoa, Carvoeiro, Envendos e Belver.
A Vila de Mação foi quartel-general dos exércitos portugueses e ingleses comandados pelo Marechal Inglês Conde Lippe em 1762 onde estiveram aquartelados cerca de 15000 soldados.
Em 1807, Mação foi pilhado pelos franceses durante a primeira invasão Napoleónica no nosso país. Com a constituição surgem as lutas entre Liberais e Miguelistas que tomaram grande dimensão neste concelho.
Em 1834 foram extintos os Concelhos de Belver, Envendos e Carvoeiro sendo incorporados em Mação
Em 1867 o Concelho de Mação foi suprimido e passou a pertencer ao de Proença-a-Nova até 10 de janeiro de 1868 data em que foi restaurado.
Em 1930 foi aprovado o Brasão após estudo do arqueólogo Afonso de Ornelas. O Brasão é vermelho com uma ovelha ao centro. Em chefe, um cacho de uvas folhado e acompanhado por duas abelhas, tudo em ouro. Orla de prata cortada por fachas onduladas de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Bandeira amarela com listel branco com letras pretas. Cordões e borla de ouro. Lança e haste douradas.
Perante as leis de heráldica eis o significado: Mação serviu de Quartel General das tropas de Lippe em 1762, que terminaram com a invasão. Sendo assim o campo de escudo, vermelho, pois este esmalte significa vitórias, ardis e guerras.
A vida económica de Mação consistiu durante centúrias, na indústria de tecelagem de lãs, fabricação de curtumes e exportação de gados. Com uma só peça heráldica, uma ovelha - poderá significar-se estas indústrias. O vinho e o mel, enfim a agricultura, é também uma das riquezas locais: portanto com uvas e abelhas fica simbolizada a riqueza agrícola em todos os seus aspectos.
Como o que dá origem a tudo isto, às condições de riqueza na indústria e na agricultura de Mação é a quantidade de água que passa e rega a farta região, o Tejo: o ribeiro de Mação, as ribeiras de Eiras, de Coadouro e ainda outras de menor importância, ficam estas heraldicamente representadas por faixas onduladas de azul e prata.

 

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Concelho de Ourém

Ourém é a expressão viva de um concelho em movimento!

Os fitotopónimos (Matas e Olival), os hidrotopónimos (Ribeira do Fárrio e Rio de Couros), os hagiotopónimos (N.ª Sr.ª da Piedade e N.ª Sr.ª das Misericórdias), os arqueotopónimos (Urqueira e Vale das Antas) e outros mais topónimos espelham a diversidade Oureense.

Diversa é também a fisionomia do concelho, que se traduz num sul de calcários, árido e vincado, e num norte de arenitos e irrigado.

Há muito que ambas as esferas são povoadas; provam-no as estações arqueológicas inscritas em vários períodos e freguesias do concelho, como os sítios pré-históricos da Gruta do Papagaio (Fátima), Outeiro do Marco (Caxarias), Agroal (Formigais), as villas romanas de Olival, Arrochela (Espite), Rouquel (Rio de Couros) e Coinas (Atouguia), ou até as ocupações medievais de Freiria (Espite) e Abelheira (Cercal).

A história assume eminência num contexto nacional. Abdegas originalmente, a terra que acolhe o castelo passaria a designar-se Ourém em data incerta. Este topónimo aparece pela primeira vez documentado no séc. XII numa doação aos Templários do castelo de Ceras e seu termo, em cujos limites existia um local assinalado com o nome “Portum Ourens.” A tradição oral, essa insiste na ligação da mudança do topónimo à lenda da Moura Oureana, por sua vez associada à invasão árabe no séc. IX.

Ourém passa a integrar o domínio cristão quando tomada aos mouros em 1136 por D. Afonso Henrique; este Senhorio foi doado a sua filha, a rainha D. Teresa, que lhe atribui em 1180 o primeiro foral; nasce assim um dos primeiros concelhos do País (convencionou-se a data de 20 de Junho como data de atribuição do foral, data que se celebra localmente com o feriado Municipal). Sucede-lhe o foral de sentença de D. Manuel em 1515 e o foral concedido pelo regente D. Pedro em 1695.

D. Pedro I eleva Ourém à categoria de Condado, atribuindo o título a João Afonso Tello de Menezes; o 3º Conde seria Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável. Mas a história atinge o seu auge com D. Afonso, 4º Conde de Ourém, um ilustre do séc. XV, neto de Nuno Álvares e de D. João I, sendo que instala a corte em Ourém, deixando importantes marcas da sua vida e obra na zona histórica.

Ali repousa o Castelo de Ourém, com data de fundação imprecisa, mas certamente muito antiga porque em 1178 já se falava de um castelo com planta triangular. Este monumento nacional, exemplar no domínio territorial, seria a alma do burgo amuralhado e erguido no alto do morro de Ourém, por sua vez agraciado ainda com um Palácio, uma Igreja Colegiada e Cripta, Fonte Gótica, Pelourinho, ruas estreitas e paredes caiadas.

O terramoto de 1755 abateu-se fortemente sobre o velho burgo, arrasando-o quase por completo e as invasões francesas também não deixaram o concelho ileso. Mas o espírito dedicado e as mãos laboriosas do Oureense devolveram-lhe um semblante rejuvenescido.

Em 1841 a sede de concelho era transferida para o sopé do morro, que em 1991 recebeu o título de cidade juntamente com a antiga Ourém, passando ambas a constituir o «coração do concelho». Também Fátima, em virtude do fenómeno Mariano seria elevada a cidade em 1997.

Hoje Ourém é composto por duas cidades (Ourém e Fátima), três vilas (Caxarias, Freixianda e Vilar dos Prazeres), um total de 18 freguesias.



A visita ao Santuário de Fátima (Visite o Site Oficial do Santuário de Fátima)

Todo o recinto do Santuário é dominado pela Basílica cuja construção, em estilo neobarroco, se iniciou em 1928 segundo o projecto do arquitecto holandês G. Van Kriecken, vindo a ser sagrada em 1953. O altar-mor da Basílica tem um quadro que representa a Mensagem de Nossa Senhora aos Pastorinhos e os vitrais ilustram Cenas das Aparições. Nos quatro cantos da Basílica estão as estátuas dos Apóstolos do Imaculado Coração de Maria. Na Capela-mor vê-se o túmulo de D. José Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, e do lado nascente estão os túmulos dos Videntes já falecidos - Francisco e Jacinta Marto. O orgão monumental, datado de 1952, tem cerca de 12.000 tubos. Toda a colunata é decorada com quadros da Via Sacra, em cerâmica policromada e sobrepujada por estátuas de Santos das quais se destacam, junto ao corpo da Basílica, as dos quatro Santos portugueses - S. João de Deus, S. João de Brito, Santo António e Beato Nuno. A Capela das Aparições é considerada o coração de todo o Santuário, pois além de assinalar o local das primeiras Aparições de Nossa Senhora do Rosário aos Pastorinhos, alberga a Imagem de Nossa Senhora e foi o primeiro local de oração a ser edificado na Cova da Iria. A Azinheira Grande foi o local onde os Pastorinhos e os peregrinos rezaram o terço, antes da Segunda e da Terceira Aparição. O Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, em pleno centro do Santuário, cobre o poço de água que aqui brotou na Última Aparição. A Cruz Alta comemora o Ano Santo Universal aqui celebrado em 1951. O Centro Pastoral Papa Paulo Vl é um importante centro de Estudos Marianos e de Congressos, e foi inaugurado pelo Papa João Paulo II, em 13 de Maio de 1982. A Via Sacra é composta por 14 Capelinhas evocativas da Paixão do Senhor. Começa na Rotunda de Santa Teresa de Ourém, passa junto ao Monumento de Valinhos que assinala o local da Quarta Aparição, a 19 de Agosto de 1917, e termina no Calvário, um pouco acima da Loca do Anjo - o sítio onde os Três Pastorinhos receberam a Primeira e a Terceira visita do Anjo, durante a Primavera e Outono de 1916. As Casas dos Pastorinhos em Aljustrel, de Lúcia e da Família Marto, conservam todo o mobiliário e objectos de uso doméstico e pessoal dos Videntes. No quintal da Casa de Lúcia situa-se o poço onde o Anjo apareccu em 1916, pela segunda vez. Ainda no Santuário pode ser visto o Monumento ao Papa Paulo VI, o Monumento ao Papa Pio XII e o Monumento a D. José Alves Correia da Silva. Na Albergaria de Nª Srª das Dores é dada toda a assistência a peregrinos. (in Folheto Turístico da Região de Turismo)

 

Outros interesses no concelho (entre muitos outros)

Museus

Casa-Museu de Aljustrel (Aljustrel - Fátima)|
Museu da Vida de Cristo
Museu das Aparições|
Museu de Arte Sacra e Etnologia de Fátima|
Museu de Cera (cidade de Fátima)


Gastronomia

Doces Regionais
Bolinhos dos Santos|
Bolo-de-Arco de Ourém|

Pratos Típicos
Carneiro à Vale Travesso|
Coelho com couves à Conde de Ourém|
Friginada|
Friginada com Migas|
Migas à Serrador|
Sopa à Lavrador|
Sopa de Verde

 

 

 

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Concelho de Rio Maior
Locais de interesse


Museu Rural e Etnográfico de S. João da Ribeira
A história do museu começa em 1993, quando o Grupo de Danças e Cantares de S. João da Ribeira assume o encargo de recolher utensílios de labor rural e doméstico, assim como roupas de trabalho e uso domingueiro, com a finalidade de preservar e expor à observação e estudo os objectos do nosso património rural.
Em 1994, o material recolhido é exposto no salão do Centro Cívico, o que motiva a população a doar peças que vão aumentar significativamente o espólio existente até essa data.
O edifício que hoje podemos visitar era um antigo lagar de vinho, degradado, que foi objecto de cuidado restauro subsidiado a nível oficial e particular.
O museu divide-se em três áreas distintas:
A sala principal, que apresenta diversos núcleos com afinidades funcionais (Vinho, Lavoura, Água, Cereais, Matança do Porco, Azeite, Árvore, Sela e Tiro, Sapateiro, Cerâmica, Barbeiro, Ferrador)
A cozinha, onde se pode assistir ao fabrico do pão pelos métodos tradicionais e saboreá-lo no final da visita (mediante marcação).
O quarto, em que tudo foi pensado ao pormenor, desde o colchão da cama, feito com camisas de milho, ao conteúdo das gavetas da cómoda.
Os objectos expostos poderão, assim, ser revistos pelos seus pretéritos utilizadores, e admirados por aqueles que pertencem a gerações mais novas, nascidas e criadas à sombra das tecnologias que lançaram para o esquecimento grande parte destes instrumentos.
As visitas são acompanhadas e devem ser marcadas com antecedência.

Entrada no Museu
Adultos - 1.50 Euros
Idosos e estudantes - 1 Euro

Fabrico do Pão
O pão só se coze mediante encomenda, normalmente para grupos, que podem adquiri-lo no final da visita. Quando existe essa intenção, ela deve ser comunicada no acto da reserva.
Amassadeira - 40 Euros
Pão grande - 1.50 Euros
Brindeiras - 1.00 Euro
Pãezinhos c/ chouriço -1.50 Euros

Horário:
O museu abre mediante marcação

Morada:
Museu Rural e Etnográfico
Largo Padre Francisco Saramago, nº 1
2040-460 S. João da Ribeira

Contactos:
Carlos Duarte, Telem: 962 997 211
Mª. José Sequeira, Telem: 934 779 144
Ou
Gabinete de Turismo
da Câmara Municipal de Rio Maior
Tel. 243 999 890/2
Fax. 243 999 899

Villa Romana
A Villa Romana de Rio Maior é datável do século III / IV e foi descoberta em 1983 pelo Sector de Museus, Património Histórico, Arqueológico e Cultural da Câmara Municipal de Rio Maior. Entre 1992 e 1993, foi aberta uma vala de sondagem abrangendo todo o terreno, para avaliar a potencialidade e grau de integridade dos vestígios arqueológicos.
Em 1995, sob a direcção do Dr. Beleza Moreira, iniciaram-se as escavações deste Sítio.
A Villa romana rústica ou rural funcionava muitas vezes como casa de campo de um importante senhor romano, normalmente um magistrado de uma cidade.
Era uma grande quinta (latifúndio), onde se exploravam todos os recursos disponíveis: produtos agrícolas (cereais, leguminosas, azeite, vinho, etc.); mineração de Ferro e fabrico de utensílios de metal; criação de animais; fabrico de cerâmica; tecelagem; produção de sal (para conserva de alimentos e tratamento de couro), etc.
A produção era depois vendida às cidades romanas como Eburobritium (Óbidos), Collipo (Leiria), Scallabis (Santarém) e ao exército romano.
Até ao momento estamos apenas em presença de uma parte da Pars Urbana da Villa, ou seja, a área onde o proprietário vivia com a sua família, faltando pôr a descoberto outras zonas (áreas de serviço) e ainda localizar o templo, bem como os banhos ou termas.
O espólio recolhido no decurso das escavações é sobretudo composto de peças indicadoras do grande luxo e riqueza desta Villa e dos seus proprietários.
Outro elemento constante em todas as salas e corredores postos a descoberto são os fragmentos de estuque pintado que fariam parte da decoração parietal e dos tectos da Villa.
Todas as dependências e áreas de circulação, são pavimentadas com mosaico de estilo geométrico associado a motivos vegetalistas e fitomórficos.
Foram descobertos fragmentos de, pelo menos, cinco estátuas, uma delas de escala natural, e ainda uma peça quase intacta - a Ninfa Fontenária de Rio Maior.
A Ninfa fontenária representa um corpo feminino em repouso, esculpido em mármore branco, porventura de Estremoz. A mão esquerda está apoiada sobre um vaso que possui um orifício para receber uma canalização, a qual verteria água num recipiente.

Forno Medieval de Alcobertas
Este forno foi descoberto nos anos cinquenta do passado século, quando se procedia à preparação do terreno para a instalação de uma fábrica de cerâmica.
Para a sua implantação foi criada uma plataforma, procedendo ao desaterro e nivelamento de parte da encosta do maciço onde se encontram os "Silos". Nesta, por sua vez, foi escavado o espaço, necessário para a implantação de toda a estrutura (fossa de alimentação, conduta, fornalha e câmara de cozedura).
Subsistem ainda vestígios da conduta, estando o restante em relativo bom estado de conservação. A fornalha é composta por três arcos sobre os quais assenta a Câmara de Cozedura e conferem estabilidade a todo o conjunto.
O espaço entre os arcos foi usado na obtenção de maior área de tabuleiro da Câmara, com a colocação de tijolos entre eles e estes e as paredes, que por sua vez funcionaram de base para obterem os diversos orifícios de passagem de calor existentes.
Possui uma planta sub quadrangular. As paredes foram feitas de barro cru encostado ao terreno, com uma espessura média de 10 cm sendo relativamente finas nos cantos.



Visitas Guiadas
Os Serviços de Turismo da Câmara Municipal de Rio Maior acompanham grupos em visitas ao Concelho, com marcação prévia. Os grupos podem ser provenientes de estabelecimentos de ensino e formação, empresas, IPSS, associações, particulares, entre outros.
A marcação poderá ser feita por telefone e confirmada por escrito.
Para tal deve enviar o pedido de acompanhamento por e-mail, fax, ou ofício, indicando a proveniência do grupo, o número aproximado de pessoas, o dia, a hora de chegada, o tempo disponível e os locais que pretendem visitar.
Os itinerários e as visitas são efectuados em função das características do grupo a que se destinam (escolaridade, faixa etária, interesses/objectivos).

Locais a visitar:
Salinas (Parque Natural das Serras d´Aire e Candeeiros)
Villa Romana
Museu Rural e Etnográfico
Dolmen de Alcobertas (Parque Natural das Serras d´Aire e Candeeiros)
Olho d´Água de Alcobertas (Parque Natural das Serras d´Aire e Candeeiros)
Silos de Alcobertas (Parque Natural das Serras d´Aire e Candeeiros)
Chãos (aldeia serrana) (Parque Natural das Serras d´Aire e Candeeiros)
Gruta de Alcobertas (Parque Natural das Serras d´Aire e Candeeiros)
Percursos Pedestres (Parque Natural das Serras d´Aire e Candeeiros)

 

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Concelho de Salvaterra de Magos
Locais de interesse

PONTE ROMANA DE MUGE
Construída no período romano, é um importante vestígio da presença daquele povo no concelho.


PONTE DO CAIS DA VALA
É difícil precisar a origem da ponte, contudo podemos inclinar o Séc. XVII, como a data em que se edificou, no reinado de D. João IV.


CONCHEIROS DE MUGE
Descobertos em 1863, os concheiros de Muge constituem o maior Complexo Mesólitico da Europa.


CAPELA DO ANTIGO PAÇO REAL
Ainda hoje este edifício conserva um altar-mor imponente, coberto em talha dourada.


CASA TRADICIONAL DA GLÓRIA DO RIBATEJO
A Casa Tradicional de Glória do Ribatejo foi criada em 1988, é o retrato fiel da cultura gloriana.


FONTE DO ARNEIRO DE SALVATERRA DE MAGOS
Há quem afirme que esta mãe de água da Fonte do Arneiro está localizada junto do Convento de Jericó.


PONTE FERROVIÁRIA RAINHA D. AMÉLIA
Projecto do famoso engenheiro francês Gustave Eiffel, esta ponte férrea data de 1903.


PRAÇA DE TOUROS DE SALVATERRA DE MAGOS
Inaugurada em 1920, ainda hoje é uma das Praças com mais espectáculos tauromáquicos ao longo do ano.


IGREJA MATRIZ DO GRANHO
De construção recente, mas local de grande valor para a população.


CAIS DA VALA E AS EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS
Neste pequeno cais, aportavam os reais bergantins, que partiam do Terreiro do Paço, com a família real.

MUSEU ETNOGRÁFICO DE GLÓRIA DO RIBATEJO
A Glória do Ribatejo reúne uma série de tradições muito peculiares. Venha descobri-las no Museu Etnográfico da localidade.


IGREJA DE MUGE
Construída em 1297, esta igreja está intimamente ligada ao nascimento de Muge


BARRAGEM DE MAGOS
Espaço de lazer por excelência, foi construído na década de 30 do século passado.


IGREJA DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
Símbolo da cultura gloriana, a igreja está umbilicalmente ligada à fundação de Glória do Ribatejo.


IGREJA DA MISERICÓRDIA DE SALVATERRA DE MAGOS
Construída no século XVII, tem na fachada principal um nicho reservado a um dos passos da Paixão de Cristo.


CAPELA DE SÃO MIGUEL ARCANJO

A Capela de S. Miguel Arcanjo foi construída em 1875.


ESTAÇÃO DO CAMINHO-DE-FERRO DE MARINHAIS
Estação inaugurada em 1904, pelo próprio rei D. Carlos, foi um importante passo no desenvolvimento da freguesia de Marinhais


PALÁCIO DA CASA CADAVAL
Há a referenciar nesta residência uma capela dedicada à N. Sr.ª da Glória.


FALCOARIA DO ANTIGO PAÇO REAL
Edifício único na Europa, é o testemunho da passagem da falcoaria Real por Salvaterra de Magos.


NÚCLEO MUSEOLÓGICO DE ESCAROUPIM
A cultura e a tradição avieira, num anfiteatro natural de beleza ímpar na região.

CELEIRO DA VALA REAL - ESPAÇO CULTURAL
Actualmente é por excelência o espaço cultural do Concelho. Foi construído em 1657.


PALADARES DO CONCELHO

A cozinha típica do Concelho de Salvaterra de Magos, sofreu ao longo dos tempos a influência da Lezíria, da Charneca e do rio Tejo.

Da Lezíria e da Charneca vieram as carnes , o borrego, o cabrito, as aves de bico, o porco, a vaca e as carnes bravas; as sopas, bem condimentadas e ricas em legumes, hortaliças, carnes e enchidos, muitas vezes para ficarem mais saborosas deitavam-lhes um osso de porco.

Do Tejo com o sável, a saboga, o barbo, a fataça, a lampreia e a enguia, faziam-se sopas, açordas, molhatas, assados...

A doçaria é excelente, composta por pudins, biscoitos, arroz doce, broas, tortas e bolos bem amassado, cuja massa fica horas a fermentar...

CARDÁPIO
Torricado de Bacalhau, Tripa e Bucho, Arroz Doce Branco
Molhata, Cozido à Portuguesa, Pudim da Benvinda
Sopa de Ossos, Ensopado de Enguias, Carne da Matança do Porco, Papos de Anjo
Enguias Fritas com Arroz de Feijão, Bolo de Amêndoa
Acompanhar a refeição com vinhos do Concelho e terminá-la com um delicioso licor de Salvaterra.

SUGESTÕES DOCEIRAS
Lagartos, Arroz Doce, Bolo de Mel, Papos de Anjo, Broas, Sonhos, Filhós.



 

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Concelho de Santarem
1- Itinerário do Bairro à Lezíria

Percurso: Santarém, Portela das Padeiras, Quinta do Alexandre Herculano (Azoia de Baixo), Póvoa de Santarém (Quinta da Ribeirinha), Alcanhões (Adega Cooperativa), Vale de Figueira, Estrado do Campo (Ribeira de Santarém), Santarém.


2 - Itinerário Rumo à Serra
Percurso: Tremês, Abrã, Alqueidão do Mato, Murteira, Pé da Pedreira (visita às grutas do Algar do pena, Valverde/Alcanede (Castelo), Tremês.


3 - Itinerário por Terras do Ribatejo
Percurso: Vale de Santarém/Póvoa da isenta, Atalaia/Almoster (Convento de Almoster), Moçarria, Abitureiras, Bairro D. Constanca, Tremês, Santos, Achete, Verdelho, Póvoa de Santarém, Santarém.


Grutas do Algar do Pena

No carso profundo do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, situam-se estas admiráveis grutas, consideradas as maiores do país. A cerca de 40 metros da superfície, a vista expande-se num espectáculo de luz e formas tão variadas quanto invulgares, através da enorme profusão de espeleotemas. No local encontra-se instalado um Centro de Interpretação Subterrâneo. (Visita sujeita a marcação prévia - Tlf.: 244 – 491904- Écoteca/Tlf: 243 999 480- Sede do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros )


Castelo de Alcanede (I.I.P.)
Construção de provável origem árabe, implantada sobre o elevado outeiro. Reconstruído após o terramoto de 1530. Sobre a porta principal, existe uma curiosa escultura de carácter heráldico, figurando três castelos e uma águia dentro de uma cartela limitada por uma moldura de enrolamento.


Quinta da Ribeirinha
Um espaço que integra um agradável restaurante tradicional (instalado num antigo lagar de azeite) e um ponto de venda de produtos típicos da região, desde o artesanato à gastronomia e aos vinhos.


Quinta de Vale de Lobos (I.I.P.)

Local onde viveu o historiador, político e romancista Alexandre Herculano, cuja acção aqui ficou ligada à produção do azeite virgem em Portugal.

Adega Cooperativa de Alcanhões

Produtores dos conhecidos vinhos ribatejanos Cardeal Dom Guilherme, Terras do Paço e Adiafa, onde poderá fazer uma prova e adquirir estes deliciosos néctares.

Complexo Aquático

Equipamento lúdico-desportivo onde poderá usufruir agradáveis momentos de repouso, convívio ou manutenção da sua forma física. Integra piscina coberta, piscina de ondas, escorregas, restaurante e ginásio.


Ribeira de Santarém

Velho burgo ligado ao tráfego fluvial e que, outrora, fez de Santarém a Porta do Ribatejo. Casas, ruelas e becos, além de alguns monumentos (Igreja de St.ª Cruz e Fonte de Palhais), conferem-lhe atractivo. Na margem do Tejo o padrão de Santa Iria perpetua a memória do aparecimento do túmulo da Santa à Rainha Santa Isabel e a D. Dinis.


Convento de Almoster (M.N.)

Edifício gótico fundado no séc. XIII. Magnífico interior revestido a azulejos policromados do séc. XVII. Notável trabalho de talha, pinturas, frescos, altares laterais e soberbas esculturas.

Caneiras
Povoação ribeirinha típica de “avieiros”, com habitações palafíticas erguidas sobre pilares de madeira. A actividade piscatória está patente nos barcos e redes à vista. É famosa a “fataça na telha”, delícia gastronómica preparada segundo os usos dos pescadores locais. Uma visita às Caneiras proporciona um belo passeio pelos campos junto ao Tejo, sendo possível observar, nalgumas épocas do ano, grandes bandos de garças brancas que emprestam o seu colorido à paisagem.


Percurso Fátima
Percurso: Caneiras/Santarém, Portela das Padeiras, Azoia de Baixo, Advagar, Santos e Arneiro das Milhariças.


(mais informação em breve)

 

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Concelho de Sardoal

Património

Capela de São Sebastião

É uma capela quinhentista, simples na sua decoração, de uma só nave e capela-mor. O retábulo é madeira policroma, albergando no nicho central a imagem do santo padroeiro, escultura de pedra do século XVI., ladeada à direita por Santo Amaro e à esquerda por Santa Bárbara.
A encimar o retábulo encontra-se uma imagem de Nossa Senhora ladeada por puttis numa mandorla, que por sua vez é ladeada por dois anjos, o da direita segura flores e o da esquerda segura setas.
O tecto de abóbada de berço é pintado com caixotões fingidos, policromados com elementos vegetalistas.
Em diversos documentos do arquivo da Igreja Matriz fazem-se referência à existência de um púlpito nesta Capela, hoje desaparecido.
Até ao século XIX, era a única capela considerada pública da vila.
A devoção a S. Sebastião remonta a períodos de grandes maleitas, de peste, os locais que não eram atingidos pelas doenças, edificavam igrejas ou capelas em sua honra, como agradecimento.
Imagem muito venerada pelos soldados que combateram na Guerra Colonial, os quais ainda hoje em dia fazem questão de transportarem o andor com a imagem de S. Sebastião no dia de sua festa, a qual não é comemorada.

Capela do Espírito Santo
Ao chegarmos ao Pelourinho, hoje centro da vila, encontramos uma das únicas capelas de Sardoal que se encontra sempre aberta- a Capela do Espírito Santo. Data do Século XVI, tendo no pórtico a inscrição da data de 1603, a qual corresponde a obras.
Capela num patamar mais elevado, sendo acedida por escadas, com um pórtico de execução simples, encimado por uma cruz, sobre esta encontra-se um óculo.
De uma só nave, com capela-mor, de onde se destaca o seu belíssimo retábulo em talha dourada, com a cena do Pentecostes ao centro.
Em baixo encontra-se uma escultura de pedra da Santíssima Trindade, quinhentista, no estilo dos tronos de Guimarães.
Nas mísulas laterais encontram-se dois vestígios de duas antigas capelas desaparecidas; à direita a escultura de Santa Maria Madalena, que lembra a Melancolia de Dürer , havendo referências à existência de uma Irmandade de Maria Madalena; e na esquerda encontra-se a imagem de S. Francisco.
A parede é rasgada por uma janela que ilumina a capela-mor. No chão da nave encontra-se uma campa rasa, desconhecendo-se a quem pertence.
O culto do Espírito Santo ou Festa do Bodo na vila de Sardoal, remonta ao reinado de D. Afonso V, por volta de 1470, tendo sido recuperado nos anos 80 do século XX, realizando-se no Dia de Pentecostes a Festa, com missa e cortejo com o pão bento, transportado pelas meninas do Bodo. Após a cerimónia religiosa, a autarquia oferece a toda a população o almoço.

Capela de Santa Ana
Capela construída no século XVIII, também ela capela privada, doada ao Cónego Silva Martins, que por sua vez, doou à Paróquia de Sardoal.
Tem uma arquitectura mais rebuscada em comparação com as anteriores, com frontão triangular sobre a porta, sobre o acrotério encontram-se urnas e uma cruz.
Apresenta ainda um nicho, usado na Semana Santa e na Procissão dos Passos para colocar uma pintura alusiva à paixão, actualmente é colocada à entrada da porta sobre uma mesa. Interior de uma só nave, com capela-mor, destaca-se na nave o púlpito no lado esquerdo, adossado à parede, de madeira policroma com marmoreados.
O retábulo da capela-mor de madeira dourada e marmoreada, de estilo rococó, alberga ao centro uma imagem muito curiosa de Santa Ana, com a Virgem ao colo, que por sua vez tem ao colo o Menino Jesus.
Sendo a santa a protectora das grávidas, é muito procurada pelas futuras mães, as quais fazem diversas promessas à santa, pedindo uma “boa hora”, sendo conhecida como a imagem das “Santas Mães”.

Capela de Santa Catarina
Capela que foi privativa do solar da família Serrão da Motta, construída durante do século XVIII. De grande simplicidade arquitectónica, com um pórtico simples, com arco de volta perfeita, encimado por volutas, sob estas uma cruz ladeada por duas setas.
De uma nave, com capela-mor decorada por um retábulo de estuque, com nichos para as imagens expostas.
Ao centro, uma interessante imagem de Santa Catarina, com o Anjo da Guarda à esquerda e à direita um santo.

+ Informação em Breve

Mais informações em:Câmara Municipal de Sardoal

 

 

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Concelho de Tomar

Tomar, cidade de 20 000 habitantes, é a capital política da Comunidade Urbana do Médio Tejo e sede de concelho homónimo com 16 freguesias, 352 kms e 43 000 habitantes. Foi sede das Ordens Militares do Templo e de Cristo.

Com mais de 30 mil anos de fixação humana neste território, Tomar foi fundada por D. Gualdim Pais em 1160.
Sede das Ordens do Templo e de Cristo, teve no Infante D. Henrique um dos responsáveis pelo seu crescimento.

A fixação humana (há mais de 30 mil anos) deveu-se ao excelente clima, água abundante, fácil comunicação fluvial e excelentes solos. Das sucessivas marcas civilizacionais pré-históricas restam utensílios, grutas, antas, povoados, algumas lápides, moedas, poucas esculturas, peças utilitárias, a lenda de Santa Iria, a toponímia, as rodas de rega e os açudes de estacaria.

Os romanos fundaram a cidade de Sellium cuja planta ortogonal decorre da perpendicularidade dos característicos eixos cardus e decumanus que determinavam a organização urbanística das cidades romanas. Para além das ruínas do Forum de Sellium, as escavações efectuadas (c. 1980) na zona da actual Alameda 1 de Março deram conta de vestígios das habitações da época.

Pelos meados do século VII, aqui houve conventos de freiras e frades, datando dessa época o episódio visigótico e lendário do martírio de Santa Iria.

Quanto aos árabes (após 712) pouco se sabe, mas imagina-se muito, como a sensitiva origem do nome Tomar: “Tamaramá”, doces águas.

Thomar nasce com o castelo (1 de Março de 1160), cuja construção, pela Ordem dos Templários, bem como a da Vila de Baixo, se prolongou por 44 anos.

No século XIV, com a permanência do Infante D. Henrique enquanto Administrador da Ordem de Cristo, a Vila beneficia de grande desenvolvimento, sendo urbanizada a zona da Várzea Pequena em arrojada organização ortogonal, correndo em paralelo à Corredoura e perpendicularmente ao rio. D. Manuel I concede Foral Novo em 1510 e, nesse século, os arquitectos e pintores Domingos Vieira Serrão, João de Castilho, Olivier de Gand, Fernando Muñoz, Diogo de Arruda, Gregório Lopes, João de Ruão e Diogo de Torralva tornaram Tomar um importante centro artístico.

No período da dominação filipina, os reis espanhóis investem em Tomar: obras do Claustro Principal do Convento e Aqueduto dos Pegões, bem como a criação da ainda existente Feira de Santa Iria.

Entre os meados do século XVII e finais do século XIX, verifica-se grande desenvolvimento industrial: Fábrica de Balas do Prado, de Vidros da Matrena, Chapéus e de Fiação e Tecidos e diversas fábricas de papel.

Mais tarde, na sequência da visita da Rainha D. Maria II, Tomar foi elevada à categoria de Cidade em 1844, a primeira do Distrito de Santarém. Silva Magalhães, primeiro fotógrafo tomarense, abriu em 1862 a “Typographia & Photographia”, deixando fabulosa colecção de vistas, retratos e trajes, profissões e cenas da vida diária; o Cinema surgiu seis anos após a sua invenção (17.11.1901), no Teatro Nabantino, que daria lugar, em 1923, a novo edifício: o Cine-Teatro Paraíso; a Imprensa nasceu em 1879 com o semanário “A Emancipação”, dirigido por Angelina Vidal; e em 1901, após Lisboa, Porto, Elvas e Vila Real, Tomar foi servida com energia eléctrica a partir da Central instalada no complexo dos antigos Moinhos da Vila. Manuel Mendes Godinho foi nome incontornável no crescimento económico de Tomar do século XX, já que, após 1912, veio a criar um núcleo industrial (moagem, cerâmicas, alimentos para gado, extracção de óleos e “Platex”) de tal importância que atravessou o século e possibilitou a criação de uma Casa Bancária.

Nos anos 50 (21.01.1951), foi inaugurada a que seria a maior barragem hidro-eléctrica do País nas cinco décadas seguintes: a Barragem do Castelo do Bode. Ainda em 1950, João dos Santos Simões renovou a Festa dos Tabuleiros dando-lhe notável projecção nacional e internacional.

O século XX espelhou a intensa acção cultural que aqui sempre se viveu: logo com a criação da União dos Amigos da Ordem de Cristo, em 1918, e, mais tarde, a Comissão de Iniciativa e Turismo, duas instituições para a protecção e divulgação do Património.

Em 1983, a UNESCO reconheceu o conjunto Castelo Templário-Convento de Cristo como Património Mundial e no início dos anos 90 deram-se os primeiros passos para a recuperação e consolidação do Centro Histórico. No século XXI, Tomar conta com algumas instituições culturais nascidas no século XIX, casos das bandas Gualdim Pais, Nabantina e Payalvense. Já no século XXI, a reabertura do Teatro Paraíso, o Museu de Arte Contemporânea e um grande complexo desportivo aquático, reforçam a vocação sócio-cultural de Tomar.

O plano da cidade medieval organiza-se em cruz com os 4 braços apontando os 4 pontos cardeais marcados pelos 4 conventos da cidade. O centro, onde se situam a Câmara Municipal e a Igreja Matriz, é a Praça da República, a partir da qual irradiam os principais edifícios públicos e religiosos: a sul, a Sinagoga, o antigo Hospital da Misericórdia,o Convento de S. Francisco e o antigo Rossio da Vila; a norte, a sede da Assembleia Municipal, as capelas de S. Gregório e da Senhora da Piedade e o antigo Convento da Anunciada; a oeste, a colina do Castelo, a Ermida da Senhora da Conceição e o Convento de Cristo; a leste, a Ponte, as antigas Moagens e Moinhos da Vila, o Convento de Santa Iria, a saída para a Igreja de Santa Maria do Olival e zona escolar da cidade, com o Instituto Politécnico a rematar. Perseguindo esta geometria simbólica, é interessante constatar que, com centro na igreja manuelina, à Praça da República, se gera a circunferência que une a Charola do Convento (oratório templário) aos Conventos da Anunciada, de Santa Iria e de S. Francisco. Eis, assim, o círculo, qual espaço sagrado!, dentro do qual se desenvolveu Tomar.

Veja mais em: Câmara Municipal de Tomar

Visite também o site http://tomar.com.sapo.pt/ e saiba sobre:

Convento de Cristo | Charola do Convento | Janela do Capítulo | Castelo dos Templários

 

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Concelho de Torres Novas

O Castelo
" Com uma construção que remonta a épocas distantes, o castelo de Torres Novas foi uma fortaleza árabe antes do início da reconquista cristã.


O Pintor Carlos Reis
" Carlos Reis foi um pintor que captou, sobretudo, cenas da vida campestre na sua actividade quotidiana, nos seus aspectos típicos, nas suas festas e bodas."


Largo do Paço - Torres Novas
" Neste local estava edificado o paço ou palácio da família dos Almeidas, condes de Abrantes, e que veio a pertencer mais tarde aos duques de Aveiro, donatários de Torres Novas.


Ruínas Romanas de Vila Cardílio
" VILA DE CARDÍLIO chamam às ruínas romanas, porque o nome de CARDILIVM nelas aparece delineado por pequenas tesselas de mosaico, de mãos dadas com o de AVITAM, que dois bustos, de tesselas também, parecem sugerir casal feliz na não menos FELIX TVRRE.


Praça Cinco de Outubro (Santa Maria do Castelo)


Rua Maria Lamas (Tufeiras)


Rua do Montepio de Nossa Senhora da Nazaré (Babalhau)


Rua da Fábrica (Rio Frio)


Rua Artur Gonçalves (Santiago)


Rua Actriz Virgínia (Santiago)


Lapas
" Lapas deixou suas grutas que foram esconderijo ou refúgio, e veio para fora, que o ar no labirinto é húmido e os homens não são toupeiras."


Capela do Vale
" Embora se desconheça a data exacta da sua construção, admite-se que a Capela de Nossa Senhora do Vale tenha sido edificada no século VII, tornando-se por isso o mais antigo templo do concelho de Torres Novas.


Capela de Santa Ana, em Vargos
" Desce-se a VARGOS, mas Vargos não fica em baixo, senão a meia-encosta, em lugar bem aquecido pelo sol e ventilado pelo sopro que da serra vem.


Moinhos da Pena
" A Pena é aldeia na encosta da serra, com uma capelinha de três décadas e meia, recentemente reconstruída. Logo ali, o Casal da Pena, tão junto, que até a capela é de ambos."



Quinta da Torre de Santo António - Valhelhas
" A cerca de três quilómetros a nordeste de Torres Novas, mas ainda dentro do perímetro da freguesia de Santiago, ergue-se majestoso, em cabeço que domina pequeno vale, o solar da Quinta da Torre de Santo António.

(...)

(mais conteudo em breve, aqui)

 

 

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Concelho de Vila Nova da Barquinha

Castelo de Almourol
É um Castelo de Sonho. Fortaleza reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171, é o Ex-libris do Concelho de Vila Nova da Barquinha. Cercado pelas águas do rio Tejo, destaca-se num maciço granítico de uma ilhota do Tejo, entre Vila Nova da Barquinha e a freguesia da Praia do Ribatejo. A singular localização do Castelo torna-o um dos mais bonitos monumentos do país, tendo sido considerado Monumento Nacional em 1910.

Visitas ao Castelo de Almourol
Partidas de Tancos
Localização GPS: 08º23’56,552’’W – 39º27’31,494’’N
Passeio Fluvial com embarque no Cais D'El Rei, em Tancos, com paragem para visita à ilha e ao monumento nacional, e regresso a Tancos.
Embarcação de recreio com capacidade para 50 pessoas.

Horários:
Novembro a Março - 10h às 17h
Abril a Outubro - 10h às 19h
Segunda a sexta-feira (só com marcação prévia)
Fim-de-semana (partidas de hora a hora)

Preços:
2,5€ por pessoa
2€ por pessoa para grupos com marcação prévia

Reservas e informações:
Junta de Freguesia de Tancos
Tel/Fax: 249712094 | Telm. 962625678
E-mail: [email protected]

Partidas junto ao Castelo
Localização GPS: 08º23’02,301’’W – 39º27’43,126’’N
2 Embarcações com capacidade para 20 pessoas.

Horários:
Novembro a Março - 10h às 17h
Abril a Outubro - 10h às 19h
Todos os dias

Preço:
1,50€ por pessoa


Horário do Castelo
Abertura – 10h00 (Janeiro a Dezembro)
Fecho – 17h30 (Novembro a Março), 19h30 (Abril a Outubro)

 

Igreja Matriz de Atalaia
Um dos mais belos exemplares da arquitectura renascentista em Portugal, possui no seu interior azulejos de grande efeito artístico do século XVII e um tesouro de arte sacra representado pelo cálice do Século XVI, em prata dourada. Este edifício do século XVI é considerado Monumento Nacional desde 1926, sendo um local que vale a pena visitar.

Igreja Matriz de Tancos
Dedicada a N. ª Sr. ª da Conceição, foi construída no século XVI, possuindo uma ampla abóbada de caixotões e azulejos do século XVII e retábulo de talha maneirista, enquadrando pinturas da época. Enquadra-se num cenário de encanto, tendo o Tejo e o Castelo de Almourol como "pano de fundo". É considerada monumento de interesse público.

Tancos, Vila Florida
Situada na margem direita do Rio Tejo, Tancos tem uma beleza e graça naturais. É considerada uma das vilas mais floridas da Europa, tendo conquistado em 1999 uma Medalha de Bronze no Concurso Europeu de Vilas Floridas. A zona ribeirinha e o cais enquadram-se num cenário paisagístico ímpar.


Barquinha Parque
É o grande espaço de lazer, recreio e turismo do concelho e da região. Ocupa uma área de cerca de 7 hectares, onde existem equipamentos desportivos, espaços lúdicos para as crianças e percursos ribeirinhos, tudo enquadrado numa área de prado natural a escassos metros do Rio Tejo.


Praça de Touros de Vila Nova da Barquinha
É a segunda mais antiga de Portugal. Foi construída no Século XIX, no ano de 1853, sendo palco de várias Corridas de Touros realizadas anualmente. Situa-se junto à Estação de Caminhos-de-ferro de Vila Nova da Barquinha.


Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo
É a única infra-estrutura do género em Portugal. Situado no Largo do Chafariz, em Vila Nova da Barquinha, este espaço destinado à população jovem e estudantil dispõe de uma exposição permanente, onde está representado o espólio arqueológico do Ribatejo Norte.

 

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